A Importância dos Esterilizadores em Hospitais

Não é nenhuma novidade que o processo de esterilização de equipamentos médicos hospitalares, tornou-se vital para assegurar a qualidade no atendimento médico, e a saúde dos pacientes, os Esterilizadores estão cada vez mais integrados em hospitais, clínicas, estúdios etc.

Esse processo é basicamente o que chamamos de “deveres padrões de atendimento”. Os profissionais que trabalham nos hospitais, em sua totalidade, precisam obrigatoriamente garantir que exista métodos, que garantam a segurança dos pacientes, assim como as próprias.

Isso significa toda a equipe que atua em hospitais, sejam eles médicos, enfermeiros, recepcionistas, devem sempre trabalhar pela segurança das pessoas presentes na instalação médica e enfrentar uma “batalha” que é travada todos os dias em todo o mundo, onde os “inimigos” são conhecidos como IACS (Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde).

Riscos na esterilização inadequada de equipamentos hospitalares

A condução inadequada de um processo de esterilização pode acarretar consequências drásticas ao paciente, algumas delas são:

  1. Propagação de infecções:
    Se o equipamento hospitalar apresentar qualquer tipo de substância não identificada, ele poderá aumentar facilmente o risco de propagação de infecções, expondo com isso partes específicas do corpo a algumas bactérias.
  2. A disseminação de doenças:
    Se a esterilização dos equipamentos hospitalares não for realizada corretamente, imediatamente após o uso, torna-se muito fácil a disseminação de doenças de um paciente para outro. Exemplos também incluem AIDS, HIV, hepatite e, infelizmente, muitas outras.
  3. Riscos de morte:
    Embora possa parecer dramático, o equipamento médico contaminado devido à falta de esterilização adequada não é motivo de brincadeira. Infecções graves podem ocorrer, e em alguns casos, levar à morte de pacientes.
Esterilizadores em instrumentos hospitalares: como proceder?

Para garantir uma esterilização de equipamentos hospitalares de qualidade, existem três etapas principais que devem ser seguidas na seguinte ordem: limpeza, desinfecção e a esterilização.

Primeiro passo na esterilização de equipamentos hospitalares: limpeza

A limpeza basicamente significa remover todos os materiais estranhos visíveis – incluindo poeira e sujeira.

Limpando o equipamento hospitalar manualmente com sabão ou detergente e água corrente.

O objetivo principal da limpeza dos instrumentos hospitalares é a redução da carga biológica.

Esse processo evita qualquer tipo de contaminação inicial, ou seja, a retirada de materiais estranhos faz com que qualquer tipo de “população de organismos” sejam reduzidos.

Mas, vale lembrar que a limpeza representa apenas o mínimo necessário no tratamento de equipamentos hospitalares perigosos e não perigosos.

Essa limpeza não é suficiente para garantir a segurança no reuso desses instrumentos.

Isso significa que, na maioria dos casos, a limpeza é apenas o primeiro passo na desinfecção e esterilização dos instrumentos hospitalares.

Segundo passo na esterilização de equipamentos hospitalares: desinfecção

A desinfecção é a próxima etapa no manuseio de equipamentos médicos. Você pode se perguntar qual é a diferença entre a desinfecção e a esterilização (terceira e última etapa).

Portanto, embora a desinfecção signifique matar todos os microorganismos vivos, e destruir todos os esporos bacterianos, ainda assim é necessário o processo de esterilização, já que as bactérias são muito resistentes, e entram em um estado de hibernação, permitindo assim que elas resistam até às condições mais difíceis.

Não somente sua resistência, mas é preciso se atentar aos esporos bacterianos (capacidade bacteriana de reprodução rápida quando estão expostas em ambientes que ameaçam a sua sobrevivência, ou seja, que não oferecem nutrientes suficientes para que cresçam e se reproduzam) que podem ser muito perigosos, bem como tétano ou antraz.

Entretanto os métodos de desinfecção podem ser físicos, por ação térmica, ou químicos, pelo uso de desinfetantes.

Os físicos são os equipamentos de pasteurização bem como desinfetadoras e lavadoras de descarga.

Os desinfetantes mais utilizados são a base de aldeídos, ácido peracético, soluções cloradas e álcool. Podem, também, ser utilizados produtos à base de quaternário de amônia e peróxido de hidrogênio.

Terceiro e último passo na esterilização de equipamentos hospitalares: esterilização

Uma vez que os equipamentos hospitalares tenham passado pelos dois últimos estágios de descontaminação, o processo mais eficaz e radical de eliminação de germes pode começar.

É através da esterilização, que TODOS os microrganismos perigosos, sem exceções, são eliminados.

Não somos os únicos a recomendar o uso de autoclaves: a OMS aconselha fortemente seu uso em todas as instalações médicas, que precisam esterilizar instrumentos que possam ter entrado em contato com fluidos originários de dentro do corpo.

Nesse sentido os Esterilizadores utilizam agentes químicos ou físicos para destruir todas as formas de vida microbiana, sendo aplicada especificamente a objetos inanimados.

Os Esterilizadores de artigos hospitalares que oferecem maior segurança é o vapor saturado sob pressão, realizado em autoclave.

Este processo tem como parâmetros: o vapor, a pressão, a temperatura e o tempo.

Autoclaves: o princípio da esterilização de instrumentos em hospitais

Portanto o uso de autoclaves para esterilização a vapor tornou-se, de longe, o novo padrão para descontaminação de equipamentos hospitalares.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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