A Importância dos Esterilizadores em Hospitais

Não é nenhuma novidade que o processo de esterilização de equipamentos médicos hospitalares, tornou-se vital para assegurar a qualidade no atendimento médico, e a saúde dos pacientes, os Esterilizadores estão cada vez mais integrados em hospitais, clínicas, estúdios etc.

Esse processo é basicamente o que chamamos de “deveres padrões de atendimento”. Os profissionais que trabalham nos hospitais, em sua totalidade, precisam obrigatoriamente garantir que exista métodos, que garantam a segurança dos pacientes, assim como as próprias.

Isso significa toda a equipe que atua em hospitais, sejam eles médicos, enfermeiros, recepcionistas, devem sempre trabalhar pela segurança das pessoas presentes na instalação médica e enfrentar uma “batalha” que é travada todos os dias em todo o mundo, onde os “inimigos” são conhecidos como IACS (Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde).

Riscos na esterilização inadequada de equipamentos hospitalares

A condução inadequada de um processo de esterilização pode acarretar consequências drásticas ao paciente, algumas delas são:

  1. Propagação de infecções:
    Se o equipamento hospitalar apresentar qualquer tipo de substância não identificada, ele poderá aumentar facilmente o risco de propagação de infecções, expondo com isso partes específicas do corpo a algumas bactérias.
  2. A disseminação de doenças:
    Se a esterilização dos equipamentos hospitalares não for realizada corretamente, imediatamente após o uso, torna-se muito fácil a disseminação de doenças de um paciente para outro. Exemplos também incluem AIDS, HIV, hepatite e, infelizmente, muitas outras.
  3. Riscos de morte:
    Embora possa parecer dramático, o equipamento médico contaminado devido à falta de esterilização adequada não é motivo de brincadeira. Infecções graves podem ocorrer, e em alguns casos, levar à morte de pacientes.
Esterilizadores em instrumentos hospitalares: como proceder?

Para garantir uma esterilização de equipamentos hospitalares de qualidade, existem três etapas principais que devem ser seguidas na seguinte ordem: limpeza, desinfecção e a esterilização.

Primeiro passo na esterilização de equipamentos hospitalares: limpeza

A limpeza basicamente significa remover todos os materiais estranhos visíveis – incluindo poeira e sujeira.

Limpando o equipamento hospitalar manualmente com sabão ou detergente e água corrente.

O objetivo principal da limpeza dos instrumentos hospitalares é a redução da carga biológica.

Esse processo evita qualquer tipo de contaminação inicial, ou seja, a retirada de materiais estranhos faz com que qualquer tipo de “população de organismos” sejam reduzidos.

Mas, vale lembrar que a limpeza representa apenas o mínimo necessário no tratamento de equipamentos hospitalares perigosos e não perigosos.

Essa limpeza não é suficiente para garantir a segurança no reuso desses instrumentos.

Isso significa que, na maioria dos casos, a limpeza é apenas o primeiro passo na desinfecção e esterilização dos instrumentos hospitalares.

Segundo passo na esterilização de equipamentos hospitalares: desinfecção

A desinfecção é a próxima etapa no manuseio de equipamentos médicos. Você pode se perguntar qual é a diferença entre a desinfecção e a esterilização (terceira e última etapa).

Portanto, embora a desinfecção signifique matar todos os microorganismos vivos, e destruir todos os esporos bacterianos, ainda assim é necessário o processo de esterilização, já que as bactérias são muito resistentes, e entram em um estado de hibernação, permitindo assim que elas resistam até às condições mais difíceis.

Não somente sua resistência, mas é preciso se atentar aos esporos bacterianos (capacidade bacteriana de reprodução rápida quando estão expostas em ambientes que ameaçam a sua sobrevivência, ou seja, que não oferecem nutrientes suficientes para que cresçam e se reproduzam) que podem ser muito perigosos, bem como tétano ou antraz.

Entretanto os métodos de desinfecção podem ser físicos, por ação térmica, ou químicos, pelo uso de desinfetantes.

Os físicos são os equipamentos de pasteurização bem como desinfetadoras e lavadoras de descarga.

Os desinfetantes mais utilizados são a base de aldeídos, ácido peracético, soluções cloradas e álcool. Podem, também, ser utilizados produtos à base de quaternário de amônia e peróxido de hidrogênio.

Terceiro e último passo na esterilização de equipamentos hospitalares: esterilização

Uma vez que os equipamentos hospitalares tenham passado pelos dois últimos estágios de descontaminação, o processo mais eficaz e radical de eliminação de germes pode começar.

É através da esterilização, que TODOS os microrganismos perigosos, sem exceções, são eliminados.

Não somos os únicos a recomendar o uso de autoclaves: a OMS aconselha fortemente seu uso em todas as instalações médicas, que precisam esterilizar instrumentos que possam ter entrado em contato com fluidos originários de dentro do corpo.

Nesse sentido os Esterilizadores utilizam agentes químicos ou físicos para destruir todas as formas de vida microbiana, sendo aplicada especificamente a objetos inanimados.

Os Esterilizadores de artigos hospitalares que oferecem maior segurança é o vapor saturado sob pressão, realizado em autoclave.

Este processo tem como parâmetros: o vapor, a pressão, a temperatura e o tempo.

Autoclaves: o princípio da esterilização de instrumentos em hospitais

Portanto o uso de autoclaves para esterilização a vapor tornou-se, de longe, o novo padrão para descontaminação de equipamentos hospitalares.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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COVID-19 | Manual de atendimento de idosos nas instituições de longa permanência

Considerando que a Organização Mundial da Saúde, no dia 11 de março de 2020, declarou que a COVID-19, nova doença causada pelo novo Coronavírus (COVD-19), é uma pandemia;

Considerando também que a sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária e condições clínicas associadas. Segundo CDC China Weekly Acesed, Feb. 20, a letalidade provocada pela COVID-19 por faixa etária na China está entre 3,6% em pacientes entre 60 e 69 anos, podendo chegar a 14,8% em pacientes acima ou igual a 80 anos.

A Sanders do brasil, está disponibilizando esse manual a fim de orientar sobre a assistência à pessoa idosa nas Instituições de longa permanência no manejo e controle da infecção COVID-19.

Orientações Gerais

Os idosos, idade acima de 60 anos, especialmente portadores de comorbidades como diabetes, obesidade, hipertensão arterial, doenças do coração, pulmão e rins, doenças neurológicas, em tratamento para câncer, portadores de imunossupressão entre outras, e aqueles com mais de 80 anos e portadores
de síndrome de fragilidade, adotem medidas de restrição de contato social.

Assim, devem evitar aglomerações ou viagens, e contato com qualquer pessoa e contatos íntimos com crianças.
O atendimento às pessoas idosas deve ser realizado preferencialmente em domicílio evitando-se a exposição coletiva em serviços de saúde.

Idosos frequentemente são assistidos por cuidadores e profissionais de saúde.

Tais profissionais, se apresentarem sintomas de gripe, devem evitar contato com seus pacientes e se houver qualquer dúvida sobre o contágio devem poupar os atendimentos.

Idosos que vivem em instituições de longa permanência (ILPIs) representam grupo de alto risco para complicações pelo vírus, uma vez que tendem a ser mais frágeis. Para estes, deve-se EVITAR visitas para reduzir o risco de transmissão, evitar sair da instituição, evitar atividades em grupo e redobrar os cuidados com a higiene.

O profissional que atende a este público deve ter excesso de cuidado nas medidas de higiene.

Devemos ainda alertar e reforçar toda a população de que as medidas preventivas mais eficazes para reduzir a capacidade de contágio do coronavírus são:

  • “etiqueta respiratória”;
  • higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool gel a 70%;
  • buscar manter a distância mínima de 2 m entre leitos, identificação e isolamento respiratório dos acometidos pelo vírus e uso dos EPIs (equipamentos de proteção individual) pelos profissionais de saúde.
Assim, devem-se adotar rotineiramente as seguintes medidas de prevenção:
Na identificação de trabalhadores com sintomas respiratórios na instituição:
  • Solicitar que o trabalhador faça uso da máscara imediatamente;
  • Afastá-lo imediatamente das suas atividades;
  • Verificar, por telefone, se a unidade de saúde mais próxima receberá este paciente ou se deslocará profissionais da saúde até o estabelecimento, para a elucidação diagnóstica (coleta de material caso necessário) e encaminhamentos complementares;
  • Comunicar à vigilância epidemiológica local a ocorrência de suspeita de caso(s) de infecção humana pelo novo coronavírus (COVID-19).
Na ocorrência de trabalhadores com diagnóstico de infecção pelo coronavírus (COVID-19) confirmado:
  • De acordo com as normas vigentes, afastar o funcionário pelo prazo determinado de acordo com a recomendação médica;
  • Manter ventilação natural nos ambientes e diminuir o uso de condicionadores de ar ao estritamente necessário.

No manejo de residentes com sintomas respiratórios:

  • Na presença de febre e/ou outros sintomas respiratórios, verificar por telefone se a unidade de saúde mais próxima receberá este paciente ou se deslocará profissionais da saúde até o estabelecimento, para a elucidação diagnóstica (coleta de material caso necessário) e encaminhamentos complementares;
  • Comunicar à vigilância epidemiológica local a ocorrência de suspeita de caso(s) de infecção humana pelo coronavírus (COVID-19);
  • Aos estabelecimentos que dispõem de profissional de saúde em seus quadros profissionais, fica obrigatória a notificação dos casos suspeitos, à vigilância epidemiológica local;
  • Seguir as recomendações de uso de máscara e as medidas padrão de controle;
  • Se possível, manter o residente em quarto privativo até elucidação diagnóstica, ou agrupar os casos suspeitos em um mesmo quarto;
  • Restringir a permanência nos ambientes de atividades coletivas (refeitórios, salas de jogos, etc.) até elucidação diagnóstica;
  • Manter ventilação natural nos ambientes e diminuir o uso de condicionadores de ar ao estritamente necessário.
Avaliação clínica inicial:
  • Procurar sinais de gravidade: dispnéia, desconforto respiratório, saturação da hemoglobina pelo oxigênio menor de 95% ou exacerbação de doença preexistente=iniciar medidas de suporte e encaminhar para internação (leito na instituição ou no serviço de referência regional, através da regulação);
  • Se sinais de choque, insuficiência respiratória ou instabilidade hemodinâmica, iniciar medidas de suporte e encaminhamento imediato para vaga de UTI (leito na instituição ou no serviço de referência regional, através da regulação;
  • Caso paciente se enquadre na definição de caso suspeito e não tenha sinais de gravidade, tenha sido notificado para a vigilância epidemiológica e realizada a coleta de material para diagnóstico etiológico, tenha recebido tratamento para comorbidades, descompensação respiratória outros vírus respiratórios (oseltamivir, enquanto influenza for o vírus predominante na identificação pela vigilância laboratorial), o mesmo deve receber orientações gerais sobre manter-se em isolamento domiciliar e cuidados com sua saúde.
No manejo de residentes com diagnóstico de infecção pelo novo coronavírus (COVID-19) confirmado:
  • Manter o residente em quarto privativo, ou agrupar os residentes com diagnóstico confirmado para COVID-19 dentro do mesmo quarto.Restringir a permanência nos ambientes de atividades coletivas (refeitórios, salas de jogos, etc.);
  • Quando em ambientes de circulação e em transporte, fazer uso de máscara cirúrgica;
  • Reforçar os procedimentos de higiene e desinfecção de utensílios do residente, equipamentos médicos e ambientes de convivência;
  • Restringir o uso de lenços de pano para higiene respiratória, fornecendo lenços de papel descartáveis que sejam trocados com frequência pela equipe da ILPI.
Instituir as medidas de precaução, conforme segue:
  • Lavar com água e sabonete ou friccionar as mãos com álcool a 70% (se as mãos não estiverem visivelmente sujas) antes e após o contato com o residente, após a remoção das luvas e após o contato com sangue ou secreções;
  • Durante a assistência direta ao residente utilizar luvas, óculos, máscara, gorro e/ou avental descartável conforme exposição ao risco. Colocá-los imediatamente antes do contato com o residente ou com as superfícies e retirá-los logo após o uso, higienizando as mãos em seguida;
  • Equipamentos como termômetro, esfigmomanômetro e estetoscópio preferencialmente, devem ser de uso exclusivo do paciente. Caso não seja possível, promover a higienização dos mesmos com álcool 70% ou outro desinfetante indicado para este fim imediatamente após o uso.
No acesso de visitantes:
  • Restringir o acesso de visitantes com febre até elucidação diagnóstica;
  • Proibir o acesso de visitantes com sintomas respiratórios e ou diagnóstico confirmado para influenza ou COVID-19.
Das medidas padrão de controle:
  • Determinar uso de máscara aos funcionários assintomáticos que trabalham em outras instituições onde há pacientes diagnosticados com o COVID-19;
  • Divulgar e reforçar medidas de higiene das mãos – com preparação alcoólica ou água e sabonete líquido (ou espuma) – para funcionários, visitantes e residentes;
  • Disponibilizar dispensadores com preparação alcoólica nos principais pontos de assistência e circulação;
  • Divulgar e reforçar a etiqueta respiratória – se tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com cotovelo flexionado ou lenço de papel – para funcionários, visitantes e residentes, bem como evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas;
  • Sempre que possível, manter os ambientes ventilados naturalmente (portas e/ou janelas abertas);
  • Reforçar os procedimentos de higiene e desinfecção de utensílios, equipamentos e ambientes de convivência;
  • Atualizar a situação vacinal para influenza e doença pneumocócica conforme indicação, para residentes e funcionários;
  • Restringir o uso de utensílios compartilhados como: copos, xícaras, garrafas de água, etc.
Uso de máscaras:
  • Usar máscara cirúrgica é uma das medidas de prevenção para limitar a propagação de doenças respiratórias, incluindo a COVID-19. No entanto, apenas o uso da máscara cirúrgica é insuficiente para fornecer o nível seguro de proteção;
  • Outras medidas igualmente relevantes devem ser adotadas, como a higiene das mãos com água e sabonete (líquido ou espuma) ou preparação alcoólica antes e após a utilização das máscaras;
  • Usar máscaras quando não indicado pode gerar custos desnecessários e criar uma falsa sensação de segurança. Além disso, a máscara deve estar apropriadamente ajustada à face e ser sistematicamente substituída para garantir sua eficácia e reduzir o risco de transmissão.
  • Todos os profissionais devem ser orientados sobre como usar, remover, descartar e na ação de higiene das mãos antes e após o uso.
Para o uso correto de máscaras:
  • Colocar a máscara cuidadosamente para cobrir a boca e o nariz e amarrar com segurança, para minimizar os espaços entre a face e a máscara;
  • Enquanto estiver em uso, evitar tocar na máscara;
  • Remover a máscara usando a técnica apropriada (ou seja, não tocar na frente, mas remover soltando as amarras);
  • Após a remoção, ou sempre que tocar inadvertidamente na máscara usada, higienizar as mãos usando preparação alcoólica ou água e sabonete líquido (ou espuma);
  • Descartar imediatamente a máscara após a remoção, não sendo permitido reutilizar máscaras descartáveis;
  • Caso a máscara fique úmida, substituir por uma nova, limpa e seca;
  • Máscaras de tecido (por exemplo, algodão ou gaze) não são recomendadas para esses ambientes.
  • As orientações contidas nesta recomendação técnica devem ser impressas e expostas nos locais de maior circulação da ILPI.
Pacientes com suspeita ou confirmação de infecção por COVID-19 com sinais e sintomas que permitam assistência domiciliar devem seguir as seguintes recomendações:
  • Manter o paciente em quarto individual bem ventilado. Caso não seja possível manter em quarto privativo, manter a distância de pelo menos um metro da pessoa doente;
  • Limitar o número de cuidadores e não receber visitas;
  • Limitar a circulação do paciente e verificar se ambientes compartilhados (ex.: cozinha, banheiro) são bem ventilados (manter as janelas abertas);
  • O cuidador deve usar máscara cirúrgica bem ajustada ao rosto quando estiver na mesma sala e durante a manipulação da pessoa doente. As máscaras não devem ser tocadas ou manuseadas durante o uso. Se a máscara ficar molhada ou suja com secreções, deve ser trocada imediatamente;
  • Descartar a máscara cirúrgica imediatamente após o uso, sem tocar na superfície externa, e realizar a higiene das mãos com água e sabonete ou produto alcoólico após a remoção da máscara;
  • Ao realizar higiene das mãos com água e sabonete, utilizar, preferencialmente toalhas de papel descartáveis para secar as mãos. Caso toalhas de papel descartáveis não estejam disponíveis, usar toalhas de pano e trocar quando ficarem molhada;
  • Os cuidados de medida preventiva (etiqueta respiratória) devem ser praticados por todos, cuidadores e pacientes. Cobrir a boca e o nariz durante a tosse e espirros, usando máscara cirúrgica, lenços de papel ou cotovelo flexionado, seguido de higiene das mãos;
  • Descartar os materiais usados para cobrir a boca e o nariz imediatamente após o uso;
  • Evitar o contato direto com fluidos corporais, principalmente os orais, ou secreções respiratórias e fezes;
EPI’s e Materiais pessoais
  • Usar luvas descartáveis para fornecer cuidados orais ou respiratórios e quando manipular fezes, urina e resíduos. Realizar a higiene das mãos antes e depois da remoção das luvas;
  • Luvas, máscaras e outros resíduos gerados pelo paciente ou durante os cuidados com o paciente devem ser colocadas em lixeira com saco de lixo no quarto da pessoa doente antes do descarte com outros resíduos domésticos;
  • Evitar o compartilhamento de escovas de dente, talheres, pratos, bebidas, toalhas ou roupas de cama, tereré, chimarrão e narguilé;
  • Talheres e pratos devem ser limpos com água e sabão ou detergente comum após o uso e podem ser reutilizados;
Superfícies
  • Limpar e desinfetar as superfícies frequentemente tocadas, como mesas de cabeceira, quadros de cama e outros móveis do quarto do paciente diariamente com desinfetante doméstico comum;
  • Limpar e desinfetar as superfícies do banheiro pelo menos uma vez ao dia com desinfetante doméstico comum;
  • Roupas limpas e sujas, roupas de cama, toalhas de banho e de mão do paciente devem ser lavadas com água e sabão comum. Evitar agitar a roupa suja;
  • Usar luvas descartáveis e roupas de proteção (por exemplo, aventais de plástico). Retirar o avental antes da remoção das luvas e realizar higiene das mãos imediatamente após;
  • Considerando as evidências limitadas de transmissão pessoa a pessoa, indivíduos que podem ter sido expostos a casos suspeitos de infecção por COVID-19 (incluindo cuidadores e trabalhadores de saúde) devem ser aconselhados a monitorar sua saúde por 14 dias, a partir do último dia do possível contato, e procurar atendimento médico imediato se desenvolver quaisquer sintomas, particularmente, febre, tosse ou falta de ar;
  • Contatos sintomáticos devem entrar em contato com o serviço de saúde informando sua chegada e durante o transporte até a unidade de saúde usar máscara cirúrgica o tempo todo e evitar utilizar transporte público. É aconselhado chamar uma ambulância ou utilizar veículo privado com boa ventilação;
  • Álcool gel é uma das alternativas para assepsia, mas lavar as mãos frequentemente com produtos surfactantes, como sabão, detergente, sabonete líquido ou em barra e até shampoos.
Sanders

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Referência: MATO GROSSO DO SUL. Governo do Estado. MANUAL DE CONDUTAS PARA ENFRENTAMENTO DO COVID-19: MANUAL DE CONDUTAS PARA ENFRENTAMENTO DO COVID-19. 2020. Disponível em: https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/Manual-de-Condutas-corrigido-15.04.2020.pdf. Acesso em: 04 abr. 2020.

Limpeza Ultrassônica e suas Vantagens

A Limpeza ultrassônica utiliza o ultrassom, ou seja, vibrações no ar que vão além dos limites sonoros, essas vibrações são imperceptíveis pelo ser humano.

O que é Ultrassom?

O ultrassom utiliza de ondas mecânicas, acústicas, eletromagnéticas e longitudinais que percorrem por toda a matéria a ser limpa, desenvolvendo-se de modo que interaja com a substância e mostre suas peculiaridades, bem como os seus aspectos.

As frequências ultrassônicas são geradas através de trasdutores, por isso, são sistemas capazes de converter um tipo de energia em outra.

No caso dos métodos ultrassônicos, em síntese são transformados de forma mútua, energia elétrica em mecânica.

Formado por ondas de grande extensão, o som de frequência é distribuído por meio de matérias líquidas e sólidas. Por isso, as diferentes velocidades de propagação variam de acordo com a matéria que está sendo analisada, da passagem de um meio para o outro, sofrendo uma grande diminuição da intensidade do sinal em consequência dos efeitos de absorção, reflexão e dispersão.

O desenvolvimento dos métodos de utilização do ultrassom é aprimorado e tem por objetivo satisfazer as necessidades do ser humano, a fim de transmitir informações por meio de ondas sonoras.

Em diversas áreas tecnológicas, é utilizado para detectar objetos, medir determinadas distâncias, encontrar falhas em estruturas e, nos parques industriais, é usado para aceleração de processos químicos e para a higienização de utensílios e equipamentos.

A técnica de higienização por meio de ultrassom é mais um emprego de suas funcionalidades.

A aplicação desses procedimentos tem superado as expectativas de consumidores da área de maneira surpreendente.

Os diversos formatos e as capacidades que possuem em comportar a matéria adequam-se à necessidade da área tecnológica interessada em aderir o processo.

Existem alguns modelos que, com a finalidade de oferecem uma assistência maior na atividade, possuem algumas opções de aquecimento, e cronômetros mecânicos ou digitais, garantindo sucesso no resultado do sistema de limpeza industrial, farmacêutica e biomédica.

A limpeza por ultrassom

O processo de limpeza através do ultrassom tem como objetivo principal a redução da exposição ocupacional a agentes microbianos em peças e equipamentos.

Proporcionando assim melhorias no processo de apuração e aumento na produtividade.

O método de lavagem e enxágue do equipamento remove microrganismos fazendo com que ocorra a diminuição eficiente da existência de carga microbiana.

As ondas ultrassônicas são produzidas através de um gerador e um transdutor.

Portanto seu processo consiste no intervalo de frequência de ondas entre 20.000 a 100.000 ciclos por segundo, exigindo-se a faixa de frequência de 20.000 a 50.000 ciclos a mais empregadas para o processo de limpeza.

As lavadoras ultrassônicas são indicadas para o processo de purificação de equipamentos assim como, industriais de autopeças, montadoras, indústrias farmacêuticas, indústrias de alimentos e bebidas. Além de instrumentos convencionais, laboratoriais e clínicos.

A Limpeza ultrassônica se dá por meio da cavitação, ou seja, processo que consiste em bolhas microscópicas geradas pelo contato entre a água, o uso da solução de higiene adequada e a frequência do ultrassom.

A dissolução e reação são fatores que devem ser considerados no processo da limpeza de resíduos.

Igualmente é de grande importância conhecer os componentes do agente de purificação.

A ficha técnica de segurança, bem como a tensão superficial da água, a temperatura, as frequências e as potências das ondas.

A tensão superficial da água pode ser reduzida de acordo com a utilização adequada do detergente associado ao método de lavagem. Esse recurso exige menos energia no sistema de cavitação das bolhas. Quando a temperatura do equipamento está entre 55oC a 70oC, o resultado de higienização é mais eficiente.

No que se refere à frequência e às potências das ondas, o valor da repetição ideal é de 20.000 ciclos por segundo para limpeza pesada, assim como, para a limpeza de partículas menores, a frequência alterna em torno de 80 kHz.

Vantagens
  • Resultados mais eficientes e seguros: Esse método de limpeza possui a capacidade de atingir os poros da superfície e as áreas mais difíceis de serem alcançadas, proporcionando assim mais eficiência e rapidez na eliminação da sujeira, agilizando o processo de esterilização.
  • Maior tempo de vida útil dos instrumentos: Esse método de lavagem diminuir e muito a possibilidade de desgastes dos instrumentos utilizados nessa técnica de limpeza, pois a lavadora não os coloca em atrito durante a lavagem, diferente do processo de lavagem manual.
  • Fim dos processos manuais: Além de diminuir os riscos inerentes que uma lavagem de instrumentos hospitalares de forma manual pode oferecer a um individuo, a Limpeza ultrassônica reduz os gastos com capacitações de colaboradores em decorrência aos avanços tecnológicos. As lavadoras ultrassônicas tornam o processo mais higiênico visto que não há contato humano com as peças a serem limpas, além da significativa redução de dispêndio com recursos humanos, pois a sequência é automatizada.

Nesse sentido, essa automação diminui e muito os erros com o uso inadequado de insumos.

Garantindo assim os parâmetros em todas as fases do processo, evitando acidentes que poderiam ocorrer devido ao uso inadequado da dosagem de produtos, e consequentemente o desperdício de materiais.

Essas características são de extrema importância para o entendimento do quanto as lavadoras tornam o processo mais eficiente e satisfatório.

Diminuição de gastos e adoção de recursos sustentáveis

A tomada de decisões aliadas á boas práticas de sustentabilidade são indispensáveis para as empresas que querem se destacar, ou seja, desenvolvimento econômico adaptado aos métodos de interação com o meio ambiente são o que chamamos de indústrias 4.0.

Portanto além de resultar na diminuição evidente no consumo e desperdício de água, o processo de limpeza por ultrassom interfere na redução do lapso temporal necessário para a conclusão da atividade e na economia de produtos químicos, antes utilizados nas atividades manuais.

Como ação de sustentabilidade empresarial, essas análises positivas de diminuição de recursos contribuem para resultados que visem ao respeito pelo meio ambiente.

Da mesma forma promove o desenvolvimento sustentável da sociedade.

Eliminação das contaminações hospitalares causadas por instrumentos mal lavados

O poder da alta temperatura no método da Limpeza ultrassônica auxilia no combate a infecções clínicas e hospitalares.

Portanto esse processo, se aliado a outros meios de destruição das cargas microbianas, garantem a máxima efetividade, eliminando assim as chances de contaminação de pacientes e profissionais causados por instrumentos mal higienizados.

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10 dicas de segurança para evitar riscos biológicos em hospitais

10 dicas de segurança para evitar riscos biológicos em hospitais

Riscos biológicos são facilmente encontrados em ambientes hospitalares, tendo como medida preventiva fundamental a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual para médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde.

Existem normas e classificações que regem os níveis de contenção adequados para os seus manuseios. Entretanto, as instituições de saúde devem possuir meios próprios de tratar novos riscos. A implementação de novas técnicas de biossegurança deve ser adotada sempre que as medidas existentes se mostrarem ineficazes.

No ambiente hospitalar, podem ser encontrados todos os tipos de riscos. Além dos biológicos, existem os riscos químicos, físicos e vários outros perigos que podem causar acidentes. Nesses locais, e em todos os outros, a melhor saída para evitar problemas é a prevenção.

Mas afinal, o que são os riscos biológicos? Eles existem apenas em hospitais? Acompanhe as dicas de como evitar as ameaças de contágio.

O que são os riscos biológicos e onde são encontrados?

O risco biológico é considerado existente quando há microrganismos capazes de provocar doenças no homem, como vírus, bactérias, protozoários, parasitas, fungos, entre outros.

Todas as pessoas estão expostas a esses microrganismos o tempo todo, quando andam de transporte público, na escola, no shopping, no trabalho e até mesmo em casa.

Entretanto, existem profissões em que os trabalhadores se expõe a um maior número de microrganismos, como acontece com funcionários de hospitais e clínicas. Nesses locais, esse risco é maior.

Isso ocorre porque os agentes podem ser encontrados em fluidos corporais, como sangue, em objetos, como seringas descartadas ou em qualquer material utilizado em pessoas ou em animais infectados.

As principais fontes de contaminação são provenientes do contato da mão com a boca, da mão com os olhos, ou por meio de toque em feridas superficiais na superfície cutânea exposta e pela perfuração da pele.

Logo, todo resíduo hospitalar ou de serviços de saúde — além de atendimentos ou procedimentos feitos de forma incorreta — são potencialmente infectantes e oferecem riscos biológicos.

Os microrganismos podem causar doenças leves, medianas e graves. Conheça algumas doenças podem se contraídas por meio dos riscos biológicos:

  • HIV;
  • hepatite B;
  • herpes viral;
  • rubéola;
  • tuberculose;

Quais profissões devem se preocupar com o risco biológico?

Todas as categorias profissionais estão sujeitas a riscos biológicos, já que sua definição básica seria a exposição a qualquer agente causador de doenças.

Todos nós estamos expostos o tempo todo, entretanto existem algumas profissões que sofrem um risco maior. Um ótimo exemplo são os trabalhadores da área da saúde. Os profissionais de limpeza pública, de hospitais, clínicas e da área alimentícia, são alguns dos acometidos.

O contato com material biológico infectado acontece diariamente com dentistas, pesquisadores, enfermeiros, trabalhadores dos atendimentos de emergência, estudantes e estagiários dessas áreas.

É preciso saber os fatores que aumentam os riscos biológicos, implementar e fazer as normas de segurança do local serem seguidas, a fim de proteger os trabalhadores e todas as pessoas envolvidas direta e indiretamente com o serviço.

Como evitar os riscos biológicos em hospitais?

Devido a esse perigo de contaminação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou algumas regras de como o lixo hospitalar deve ser armazenado e tratado no Brasil.

A legislação se aplica não só a hospitais, como também a centros de pesquisa, clínicas, consultórios, necrotérios e laboratórios. Ela evita a contaminação de trabalhadores e pacientes e é capaz de prevenir danos ao meio ambiente.

Confira algumas medidas práticas que podem prevenir a contaminação acidental:

  • evitar ter contato das mãos com o rosto;
  • não passar cosméticos, não comer e nem beber na área do laboratório;
  • usar avental, luvas descartáveis e outros Equipamentos de Proteção Individual necessários.

Veja, a seguir, 10 dicas de prevenção de riscos biológicos.

1. Conheça o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde?

Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) é o documento técnico que descreve todas as ações referentes aos resíduos — desde a geração até a disposição final.

As medidas de segurança adotadas para prevenir contaminações consistem em uma série de procedimentos padrões que devem ser seguidos à risca pelas instituições que prestam serviços relacionados à saúde humana e animal.

Todas os geradores de resíduos de serviços de saúde precisam fazer um PGRSS de acordo com as normas e regras dos órgãos de vigilância sanitária e meio ambiente — tanto a nível federal, quanto estadual e municipal. Veja alguns exemplos de organizações que são obrigadas a elaborar um planejamento:

  • laboratórios;
  • necrotérios;
  • funerárias;
  • hospitais;
  • drogarias e farmácias.

No caso de ambientes hospitalares, os detalhes podem fazer a diferença entre a vida e a morte de uma pessoa. Por isso, o cuidado deve ser redobrado.

2. Oferecer treinamento para os funcionários e Seguir as Normas de Segurança

Conhecer os riscos aos quais se está exposto é muito importante para adquirir a noção do quão sério é o trabalho na área da saúde. Por isso, é imprescindível apresentar os perigos de infecção e contaminação aos trabalhadores recém-contratados.

Também é necessário, ainda, realizar reciclagens e treinamentos constantes. Não apenas para lembrar os funcionários dos perigos, mas também para informar mudanças nos processos ou a ocorrência de novas ameaças.

Instruir os colaboradores sobre os perigos do trabalho pode evitar diversos acidentes sérios e processos futuros. Então, todo esse cuidado deve ser visto como um investimento. Além disso, a capacitação é obrigatória por lei e pode ser encontrada nas NR 1 (1.7) e NR 32 (32.2.4.9).

Por isso, é importante conhecer a legislação brasileira quanto às normas de biossegurança. Ou seja, os procedimentos obrigatórios que devem ser adotados a fim de evitar contaminações diretas e cruzadas entre materiais de pesquisa, animais, superfícies, utensílios e pessoas.

Além das NRs e outras normas do Ministério do Trabalho, regras da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e recomendações normativas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e OIT (Organização Internacional do Trabalho) devem ser consideradas.

3. Usar EPIs adequadamente

Conforme a NR-06, Equipamentos de Proteção Individual são dispositivos destinados à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Esses itens devem ser oferecidos gratuitamente pelas empresas, sempre que as medidas de ordem geral não oferecerem proteção completa para os riscos presentes no local de trabalho.

Também são usados enquanto a proteção coletiva estiver sendo implantada, ou em situações de emergência.

No caso dos hospitais, cada área ou departamento exige o uso de um ou mais EPI, pois é difícil proteger os trabalhadores simultaneamente de todos os riscos químicos, físicos, biológicos e de acidentes.

Luvas, aventais, máscaras e calçados de proteção são alguns itens utilizados por quem trabalha em hospitais.

Outro exemplo são os aventais de chumbo, que protegem profissionais de radiologia médica da exposição à radiação ionizante, que está relacionada ao desenvolvimento de câncer.

Esses utensílios servem como uma barreira protetora para o profissional. Eles escondem os olhos, as roupas, a entrada das vias aéreas e as mãos. A fim de garantir a eficácia da proteção, é essencial utilizá-los da maneira certa. Portanto, as máscaras e luvas serão trocadas a cada paciente atendido, assim como as mãos serão bem lavadas e desinfectadas com álcool.

4. Lave as mãos antes e depois de qualquer procedimento

As mãos são um dos maiores veículos de microrganismos. Nós tocamos em tudo, colocamos as mãos uns nos outros, barramos espirros, abrimos maçanetas. E em um hospital, onde as pessoas estão debilitadas e sujeitas às mais diversas doenças, o cuidado com as mãos deve ser ainda maior.

Médicos e enfermeiros devem higienizá-las e desinfectá-las com álcool 70% em todas as trocas de pacientes antes de colocarem a nova luva. Da mesma forma, os visitantes, trabalhadores terceirizados e pacientes também não podem se esquecer de realizar essa limpeza.

Eles devem ser estimulados a lavar as mãos constantemente, a fim de quebrar o ciclo de contaminação hospitalar. Para tanto, placas e sinais de avisos sobre a importância de higienizar as mãos — e com instruções — devem ser afixados nos locais apropriados.

5. Limpeza e Desinfecção de Superfícies e Equipamentos

Os princípios básicos para a limpeza e desinfecção de superfícies e equipamentos em serviços de saúde são a seguir descritos no Manual da Anvisa para a Limpeza e Desinfecção de superfícies.

O álcool 70% é uma das soluções mais eficientes para a desinfecção de mãos, superfícies, utensílios e equipamentos. A limpeza constante dos locais em que há trânsito de pessoas é de extrema importância para evitar riscos biológicos.

A limpeza com água corrente e sabão ou detergente pode ser suficiente para eliminar o material biológico, como por exemplo, sangue, fluídos corporais e resíduos de tecidos. Tudo deve ser limpo antes e após o uso.

Deixar o material biológico em superfícies é uma atitude a ser evitada, pois é propício para a proliferação de microrganismos residuais. Assim, isso pode proteger bactérias e vírus dos efeitos da esterilização e desinfecção.

Fique atento quanto à designação de desinfetantes apropriados. Um agente infeccioso em particular pode requerer cuidados maiores e mais específicos. Por esse motivo, os procedimentos padrões são muito importantes e devem ser seguidos.

6. Eliminar corretamente os resíduos hospitalares

Os resíduos gerados são grandes fontes de contaminação, tanto para os colaboradores quanto para pacientes e acompanhantes.

Portanto, lidar corretamente com o lixo hospitalar é uma das práticas mais eficientes para manter o ambiente seguro.

Os protocolos e normas de biossegurança incluem o descarte de resíduos em local apropriado. Os lixos são divididos em tipos e cada um deles tem um destino diferente.

Tipos de lixo hospitalar

De acordo com a Resolução RDC nº 33/03, os resíduos hospitalares são classificados como:

  • Grupo A (potencialmente infectantes) – que tenham presença de agentes biológicos que apresentem risco de infecção. Ex.: bolsas de sangue contaminado;
  • Grupo B (químicos) – que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independente de suas características inflamáveis, de corrosividade, reatividade e toxicidade. Por exemplo, medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raio-X;
  • Grupo C (rejeitos radioativos) – materiais que contenham radioatividade em carga acima do padrão e que não possam ser reutilizados, como exames de medicina nuclear;
  • Grupo D (resíduos comuns) – qualquer lixo hospitalar que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes, como gesso, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis;
  • Grupo E (perfurocortantes) – objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro.

7. Contrate uma empresa especializada para coletar o lixo

Como vimos, o lixo hospitalar pode ser extremamente perigoso. Coletar e descartar o resíduo hospitalar exige muito conhecimento e cuidado em todas as etapas. Além da ameaça a saúde humana esse tipo de lixo também pode causar sérios problemas ao meio ambiente.

Caso algum material do lixo potencialmente infectante entre em contato com o solo ou com a água, pode causar contaminações muito graves. A vegetação pode ser prejudicada e os seres vivos que tiverem contato com essa água podem ser infectados.

Para evitar que isso aconteça, é necessário contratar uma empresa especializada em coletar, transportar e descartar corretamente o lixo hospitalar.

8. Siga os protocolos em caso de acidente

Se acontecer qualquer tipo de acidente e ferimento de funcionários, é necessário seguir todos os procedimentos padrões do local. Dessa maneira, garante-se que as medidas necessárias de socorro tenham efeito e o risco de transmissão de doenças seja minimizado.

Outra medida que precisa ser tomada em caso de acidentes que envolvam sangue, fluídos corporais ou qualquer outro material potencialmente contaminado: a empresa deve comunicar o ocorrido à Previdência Social. Isso deve ser feito através da emissão de uma Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), até o primeiro dia útil após o acidente.

9. Elabore um plano de emergência

É fundamental para qualquer empresa — principalmente em ambientes com tantos riscos como hospitais — a elaboração de um plano de emergência. É óbvio que ninguém deseja precisar de um plano como esse — e a empresa precisa fazer de tudo para evitar —, mas acidentes de trabalho podem acontecer.

O plano de emergência é um documento que tem o objetivo de explicar como se deve agir em situações anormais. Além de acidentes de trabalho, podemos citar explosões, roubos e assaltos, inundações e todo o tipo de tragédia.

O hospital não pode parar de funcionar. Afinal, as vidas de muitos pacientes dependem do seu funcionamento. Além disso, parar de operar geraria muitos transtornos aos funcionários, fornecedores e prejuízo para a própria instituição. Para evitar problemas no futuro, é mais fácil pensar estrategicamente agora em soluções para superar situações difíceis.

10. Use a comunicação ao seu favor

Campanhas de conscientização — sobre o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual, a forma certa de lavar as mãos, além de outras medidas para evitar os riscos biológicos e outros perigos no ambiente hospitalar — não devem ser vistas como um custo para a empresa. Essa comunicação interna, se feita da maneira correta, pode ser entendia como um investimento.

Afinal, comunicar de forma eficiente com todos os funcionários, inclusive trabalhadores terceirizados, é uma maneira efetiva de evitar um acidente grave, que pode, inclusive, terminar com a morte de alguém. E quando o assunto é a proliferação de microrganismos, é fundamental que todos estejam muito conscientes dos riscos e de como evitá-los.

O hospital é um ambiente destinado aos cuidados com a saúde, a recuperação e a prevenção de doenças. Apesar disso, inevitavelmente, é um local que oferece enormes perigos à segurança dos pacientes, funcionários e acompanhantes.

Profissionais da saúde devem ficar em constante alerta, já que suas vidas estão em jogo a todo momento. Entendeu a relevância de entender quais são os riscos biológicos em hospitais e quais as dicas para evitá-los?

Fonte: http://blog.morhena.com.br/6-dicas-de-seguranca-para-evitar-riscos-biologicos-em-hospitais/

Endoscópios: Desinfecção e Limpeza

Endoscópios: Desinfecção e Limpeza

A desinfecção e limpeza de endoscópios são fundamentais na eliminação de microrganismos nocivos à saúde, assim como, fungos, vírus, bactérias e esporos.

Com este processamento, é possível garantir a segurança de pacientes e profissionais da área da saúde que têm contato com os equipamentos.

São vários os métodos, os procedimentos e as substâncias utilizadas para esterilizar os artigos hospitalares. Mas, para garantir a eficácia do controle microbiológico, é preciso seguir uma série de normas regulamentadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Processo de Limpeza

Os endoscópios são considerados materiais semicríticos, segundo a classificação de Spaulding.

Por isso, a esterilização é o processo mais indicado. Caso não seja possível sua realização, a desinfecção de alto nível torna-se necessária.

Por serem termosensíveis, os endoscópios não permitem esterilização em autoclave, a Sanders do Brasil possui soluções para o processo de Limpeza e Desinfecção de Endoscópios, bem como a Lavadora EWS-I que padroniza a rotina de limpeza e realiza a desinfecção e secagem, além disso possui dosagem de detergente automática, tampa com acionamento elétrico e detector de vazamento. 

O processo de limpeza dos endoscópios segue a ordem abaixo:
  • Limpeza: remoção das sujidades visíveis e detritos dos artigos com água e detergente enzimático. Ela pode ser feita de forma manual ou automatizada (lavadora), o que causa a consequente redução da carga microbiana. Este é o primeiro passo, que precede os processos de desinfecção;
  • Desinfecção: é um processo físico ou químico responsável pela eliminação da maioria dos microrganismos patogênicos de objetos e superfícies;
  • Esterilização: também realizada por um processo físico ou químico, a esterilização é responsável por eliminar todas as formas de vida microbiana, incluindo esporos microbianos.

Ao utilizar a Lavadora, a exposição do usuário aos efeitos nocivos das substâncias químicas é evitado, bem como o risco de danos ao endoscópio durante o reprocessamento. 

Outra grande vantagem do uso da lavadora é a Documentação impressa ou eletrônica com todos os registros dos parâmetros utilizados em cada reprocessamento. 

Como garantir a qualidade na desinfecção dos endoscópios?

Para garantir o sucesso no processo de desinfecção do endoscópio, é preciso seguir uma série de etapas e procedimentos.

Portanto, por serem aparelhos caros e frágeis, eles necessitam de manutenção rigorosa e específica.

Além disso, seguem as normas determinadas pela Anvisa, utilizar produtos de qualidade é fundamental para obter um bom resultado.

As Lavadoras de Endoscópios da Sanders do Brasil obedecem às normas da ANVISA sobre prevenção e combate à infecção hospitalar.

Para passar pelo processo de desinfecção, é necessário que a limpeza dos endoscópios seja realizada de maneira adequada.

Para isso, é preciso remover e eliminar todas as sujidades visíveis, com o auxílio de água e detergente enzimático.

 Isso garante a primeira etapa de higienização.

Os endoscópios não podem ser esterilizados pelos métodos clássicos.

Por isso, é preciso seguir as etapas e procedimentos adequados para que o endoscópio possa ser utilizado no próximo exame com segurança.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

Fevereiro Roxo e Laranja: Conscientização é o principal!

Fevereiro reúne duas campanhas de conscientização. O Fevereiro Roxo chama à atenção para o Lúpus, a Fibromialgia e o Alzheimer, que têm em comum o fato de serem doenças crônicas. A cura não está disponível até o momento.

Fevereiro Laranja volta-se para a conscientização sobre a Leucemia.

Diante da relevância dos temas, o mês também pode ser chamado de Fevereiro Roxo e Laranja.

Leucemia

A leucemia é um tipo de câncer com início na medula óssea que pode acometer desde crianças até idosos. Apenas em 2018, a estimativa foi de 10.800 novos casos, sendo 5.940 homens e 4.860 mulheres, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

O objetivo da campanha Fevereiro Laranja é alertar sobre a doença.

Existem mais de 12 tipos de leucemia: os quatro primários são leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia mieloide crônica (LMC), leucemia linfocítica aguda (LLA) e leucemia linfocítica crônica (CLL).

Fibromialgia

A Fibromialgia, o Lúpus e o Mal de Alzheimer são doenças distintas, mas que possuem uma característica em comum: não têm cura. O Fevereiro Roxo conscientiza sobre a importância do diagnóstico precoce e da qualidade de vida dos pacientes.

A fibromialgia é uma doença reumática caracterizada por dor muscular crônica e generalizada podendo evoluir para incapacidade física. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, de cada 10 pacientes com a doença, sete a nove são mulheres.

Fibromialgia, palavra derivada do latim: fibro (tecido fibroso, presente em ligamentos, tendões e fáscias) e, do grego: mio (tecido muscular), algos (dor) e ia (condição).

A doença é caracterizada por dor muscular difusa, fadiga, rigidez muscular, dor após esforço físico e anormalidades do sono.

Pode também haver sintomas de depressão, ansiedade, deficiência de memória, desatenção, dor de cabeça, tontura, vertigens, dormências, entre outros sintomas não relacionados ao aparelho locomotor.

A origem dessa doença permanece obscura, e, por isso, não há exames diagnósticos e tratamento específicos.

Lúpus

O lúpus é um distúrbio crônico que afeta o sistema imunológico fazendo o organismo produzir anticorpos em excesso e provocando inflamações e lesões, que podem afetar os órgãos internos ou somente a pele.

O tratamento adequado com medidas gerais (educação, apoio psicológico, atividade física, dieta, fotoproteção, não uso de tabaco, controle de fatores de risco cardiovascular, assim como glicemia, hipertensão arterial, colesterol e obesidade) e a administração de medicamentos é fundamental para o controle da doença e a minimização dos sintomas.

Mal de Alzheimer

O Mal de Alzheimer ou Doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativa de evolução lenta e progressiva, a doença afeta aproximadamente 10% dos indivíduos com idade superior a 65 anos e 40% dos indivíduos acima de 80 anos. 

Segundo o Ministério da Saúde, é a forma mais comum de demência em idosos, sendo responsável por mais da metade dos casos. 

Se essas doenças forem diagnosticadas precocemente, há tratamento para controle clínico e retardamento da evolução, podem ser evitados quadros mais graves. Se não há cura, que ao menos haja conforto.

Fevereiro Roxo e o Dia Mundial das Doenças Raras

O Dia Mundial das Doenças Raras, também é celebrado em Fevereiro, no dia 28 de fevereiro (e dia 29 em anos bissextos).

O intuito é conscientizar a população sobre um conjunto de milhares de enfermidades comumente negligenciadas.

As doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição.

O conceito de Doença Rara (DR), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a doença que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1,3 para cada 2 mil pessoas. 

Segundo o ministério da saúde, oitenta por cento (80%) delas decorrem de fatores genéticos, bem como as demais advêm de causas ambientais, infecciosas, imunológicas, entre outras.

Alguns exemplos de doenças raras infecciosas, ou seja, doenças transmitidas por microorganismos (vírus e bactérias, por exemplo) que apresentam sintomas específicos e/ou variados e com uma prevalência que pode ser diferente de acordo com a região geográfica, é Coronavírus, Hanseaníase, Ebola e Chicungunya.

Doenças Raras e a Biossegurança

A biossegurança é um conjunto de normas criadas para estabelecer a segurança dos trabalhadores de hospitais, assim como, nas clínicas de saúde.

A ausência de procedimentos de biossegurança poderia levar os riscos para fora do âmbito hospitalar.

Como epidemias, contaminação do solo e da água e disseminação de doenças raras ou erradicadas, atingindo o restante da população.

Hospitais, postos de saúde, laboratórios, centros de análises clínicas e demais estabelecimentos que lidam com saúde são ambientes de trabalho que oferecem variados riscos biológicos, químicos, físicos e ergonômicos.

Isso porque as atividades realizadas nesses locais envolvem a manipulação de produtos químicos, fluidos corporais, amostras contaminadas e contato com pessoas adoecidas.

Os acidentes mais comuns envolvem ferimentos com agulhas ou bisturis.

Quando isso acontece, pode haver contato com sangue contaminado, principalmente entre os profissionais de enfermagem, o que poderia levar os riscos para fora do âmbito hospitalar.

Como epidemias, disseminação de doenças raras ou erradicadas, atingindo o restante da população.

Por isso é importante seguir as normas de biossegurança.

No geral, as medidas de biossegurança envolvem dois pontos — os equipamentos de proteção individual (EPI) e os equipamentos de proteção coletiva (EPC).

Como exemplo a Autoclave é bastante utilizado no ambiente hospitalar.

Ela consiste em manter o material contaminado a uma temperatura elevada. Isso através do contato com vapor de água, durante um período de tempo suficiente para destruir todos os agentes patogênicos.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Central de Material e Esterilização: 5 coisas que você precisa saber

CME é a sigla para Central de Material e Esterilização. A sigla também pode ser conhecida como Central de Materiais Estéreis ou até Centro de Material Esterilizado, e apesar das variações, o objetivo é o mesmo: ser um setor destinado à limpeza, acondicionamento, esterilização e distribuição de todos os artigos médicos hospitalares.

A infecção hospitalar representa a quarta maior causa de óbitos em todo o mundo. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, fungos, vírus e bactérias matam cerca de cem mil pessoas todos os anos.

O assunto preocupa hospitais da rede pública e privada pela alta taxa de contágio, que chega a 15% de todos os pacientes internados em hospitais brasileiros. Nos EUA e em países da Europa, o nível chega a 10%.

A prevenção contra esse grave problema pode ser feita através de atitudes simples, como a correta higienização de instrumentos e utensílios médicos.

Por isso, em hospitais de médio e grande porte, há um setor específico para isso: o CME.

1. O que é CME (Central de Material e Esterilização)?

O processo de limpeza, esterilização e infecção envolve não apenas a remoção da sujeira, mas também a eliminação de todos os micro-organismos presentes no item a ser processado.

Essa prática é adotada pelo menos desde o século IX a.C., quando Homero aponta o uso do Enxofre como desinfetante. Com o passar do tempo e o sucessivo desenvolvimento dos estudos sobre a microbiologia, metodologias foram adotadas técnicas contra as doenças infecciosas.

No Brasil, a primeira Central de Material e Esterilização foi implantada na década de 1940, no Hospital das Clínicas de São Paulo. Desde então esse setor vem sendo constantemente desenvolvido, apesar das limitações.

2. Por que é tão importante?

A Central de Material e Esterilização é considerada como o setor mais importante de uma instituição hospitalar, sendo chamada de “coração do hospital”. Isso porque é a partir dela que todos os outros setores dão continuidade à assistência dos pacientes.

Um hospital é o lugar onde há a maior associação de fatores de risco à saúde humana. Pesquisas científicas sugerem que a infecção hospitalar ameaça mais que infecções como gripe, AIDS e tuberculose juntas, tendo em vista que nenhum outro ambiente combina, de forma tão insalubre, hospedeiros vulneráveis e patogenias resistentes.

Dessa forma, são indispensáveis ações para prevenir contaminações, já que ao lado de neoplasias e doenças cardiovasculares, respiratórias e contagiosas, a infecção hospitalar é a causa da maioria das mortes ao redor do mundo.

A enfermagem tem um papel fundamental na gestão de equipamentos médicos e principalmente dentro das CME, devendo adotar medidas de prevenção e controle de infecções.

Por serem profissionais qualificados e que atuam em conjuntos com os demais setores, os enfermeiros são os responsáveis por administrar e integrar essa central, planejando, executando e avaliando os métodos de esterilização.

3. Como funciona uma Central de Material e Esterilização?

Uma Central de Material e Esterilização pode ser descentralizada, quando cada unidade hospitalar esteriliza e prepara o material utilizado, semicentralizada, onde os materiais são preparados em cada unidade e esterilizados no mesmo local, ou centralizada, quando o preparo e a esterilização são feitos no mesmo lugar. A melhor e mais usada forma de funcionamento é a centralizada, já que proporciona mais eficiência, economia e qualidade.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é quem estabelece as diretrizes para o funcionamento de um Centro de Material Esterilizado. As normas abrangem todas as áreas e ações relacionadas ao setor.

Na constituição da equipe da CME, por exemplo, deve haver enfermeiros e técnicos ou auxiliares de enfermagem. O responsável pelo setor também deve ser preferencialmente enfermeiro, com curso superior, habilitação legal e treinamento voltado para o processamento de produtos para a saúde, devendo se dedicar integralmente à essa unidade. 

Ainda de acordo com a Anvisa, a infraestrutura da CME deve ser constituída de: sala de recepção e limpeza; sala de preparo e esterilização; sala de desinfecção química (quando aplicável); área de monitoramento do processo de esterilização; e sala de armazenamento e distribuição de materiais esterilizados.

E como ambientes de apoio, devem ser previstos: vestiário com sanitário para funcionários; depósito de material de limpeza; uma copa para os funcionários do setor; sala administrativa e sala para descanso de funcionários em plantões noturnos.

4. Quais os setores?

A esterilização dos materiais hospitalares dever ser feitas na seguinte sequência:

  • Expurgo: Todo o material “sujo” é recebido pelo setor e limpo antes da esterilização.
  • Preparo de materiais: Os utensílios são inspecionados, identificados, separados, embalados e preparados para a esterilização.
  • Esterilização: Aqui, o material é esterilizado por meios físicos (calor úmido ou seco) ou químicos (através de soluções).
  • Distribuição de materiais esterilizados: O último processo consiste em armazenar o material esterilizado e devolvê-lo aos setores de origem, com os cuidados necessários e estabelecidos.

Um exemplo de CME é do Hospital Alberto Rassi – HGG que adquiriu uma lavadora ultrassônica para a Central de Materiais Esterelizados e desde o dia 24 de abril 2015, os colaboradores do setor já utilizam o equipamento que garante também maior rapidez na disposição dos instrumentais ao Centro Cirúrgico.

Lavadora Ultrassônica Sanders utilizada na Central de Material e Esterilização do Hospital Alberto Rassi
Lavadora Ultrassônica Sanders – Fonte: IDTECH

5. Quais as principais barreiras?

A crescente resistência dos micro-organismos a agentes químicos e físicos obriga o setor a manter o rigor e uma constante atualização das formas de limpeza e esterilização.

Além disso, apesar da suma importância dentro dos hospitais, muitas CME ainda não seguem todos os padrões teóricos definidos. E isso é causado, principalmente, por uma junção de fatores, como altos custos de maquinário e manutenção, baixo investimento no setor, falta de profissionais qualificados para o e a ausência de planejamento.

6. Conclusão

Dadas as informações sobre os perigos das infecções e contaminações, a Central de Material e Esterilização ainda merece maior atenção dentro dos hospitais. Além da assistência prestada aos pacientes, os funcionários também precisam estar seguros, já que estão em contato diário com materiais de alto risco. Os enfermeiros, fundamentais para o funcionamento de um hospital, têm grande responsabilidade na garantia da eficácia dos processos contra infecções.

Uma sugestão é a criação de comissões especiais de fiscalização, com um bom relacionamento com a administração hospitalar, para aproximar as referências teóricas aos padrões de funcionamento do setor. Os funcionários devem, ainda, estar em constante treinamento, para que sejam aperfeiçoadas as técnicas de limpeza, esterilização, segurança e logística.

A Sanders do Brasil, cuja missão é preservar a vida dos pacientes e profissionais da área de saúde é referencia no desenvolvimento e fabricação de equipamentos para limpeza e desinfecção de materiais hospitalares, ajudando as instituições a combaterem a infecção hospitalar e cumprindo a RDC 15.

Acesse nosso site, conheça as nossas soluções e conte com a Sanders para seu negócio.

Cuba Ultrassônica – Limpeza Eficiente em Vários Segmentos de Mercado

A principal função da Cuba Ultrassônica é a limpeza por meio de cavitação em locais de difícil acesso. As bolhas de cavitação crescem na pressão negativa e implodem na pressão positiva gerada pelo ultrassom, criando uma força que faz com que essas bolhas implodam, promovendo uma onda de choque e de arraste que remove a sujeira das peças.

Lavadora Ultrassônica é o equipamento utilizado para automatização da limpeza de instrumentos cirúrgicos, instrumentos canulados como materiais de videoendoscopia, cânulas de lipo, lâmina para microscopia, tubos de ensaio, tubos cônicos, pipetas de vidro, placa de petri, câmera de newbauer, entre outros. 

A Cuba Ultrassônica ou lavadora ultrassônica possui ciclos de limpeza que reduzem o consumo de água, de saneantes e tornam o processo mais eficiente.

A limpeza é feita pelo processo de ultrassom onde o equipamento atinge uma frequência de vibração muito alta, por volta de 38 Khz onde ocorre a cavitação.

A limpeza ocorre quando a cavitação em conjunto a um detergente enzimático, gera a quebra das ligações entre a sujeira e a peça que está sendo limpa.

Em resumo, a limpeza por ultrassom é realizada pela cavitação e tem por objetivo a melhoria do processo e remoção de sujidades em local de difícil acesso.

As cubas ultrassônicas podem ser utilizadas em montadoras, indústrias farmacêuticas, indústrias de alimentos, indústrias de bebidas entre outros segmentos.

A lavadora ultrassônica diminui a possibilidade de desgastes dos instrumentos dos tipos laboratoriais, clínicos e farmacêuticos, dentre outros diversos utensílios utilizados na técnica de limpeza, pois a lavadora não os coloca em atrito, como ocorre durante uma lavagem manual.

A Sanders do Brasil possui Lavadoras Ultrassônicas que oferecem um processo automatizado de limpeza e principalmente atendem ao requisitos da RDC 15. Além disso, possuem características como secagem, rastreabilidade para o procedimento e capacidades de 3 até 35 litros.

Conheça mais sobre os produtos da Sanders do Brasil e suas aplicações em nosso Blog.

O que é uma Lavadora termodesinfectora?

Indústria, hospitais, clínicas e laboratórios exigem processos rigorosos de reprocesamento de seu instrumentário. Para combate aos microrganismos proliferadores de infecções contidos nos instrumentos de manipulação hospitalar, é muito utilizada a lavadora termodesinfectora.

A Termodesinfectora efetua o processo de  limpeza, termodesinfecção e secagem de materiais, atendendo às CMEs e normas da Anvisa. 

Termodesinfectora WDS-200SD
Termodesinfectora WDS-200SD – Sanders do Brasil

LAVADORA TERMODESINFECTORA – CARACTERÍSTICAS

Uma lavadora termodesinfectora conta com os mais diversos acessórios para realizar uma desinfecção eficiente.

Esses acessórios complementares são disponibilizados para maior capacidade de desinfecção de instrumentos cirúrgicos, instrumentos MIS e instrumentos de oftalmologia, instrumentos de anestesia e instrumentos de cirurgia robótica, por exemplo.

 A Sanders do Brasil possui Lavadora termodesinfectoras da linha WDS, possui capacidade de 380 / 290 litros e documenta todo o processo, ou seja, é possível imprimir a documentação e rastreabilidade da Lavagem.

Além disso, dispensa o uso de carrinho e acompanha um Rack geral com cestos DIN.

Para exemplificar sua robustez com seu rack de cinco (5) níveis é possível lavar até 10 cestos DIN além disso, possui doze programações de lavagem, sendo seis pré-programadas e seis abertas para programação do usuário.

O sistema de controle da lavadora termodesinfectora é muito eficiente e é caracterizado por um sistema de controle PLC com painel touch Screen de tela colorida que monitora e exibe status sobre o ciclo e alarmes.

Com isso torna-se muito fácil definir a duração do ciclo de lavagem, a dosagem de detergente, a temperatura da água (até 93°C ) e selecionar entre a  água fria, água quente ou água desmineralizada.

Vale lembrar que a lavadora termodesinfectora tem sua estrutura feita em aço inox AISI 304 e 316, assim como seus painéis externos que possuem acabamento escovado.

Assim a máquina é sinônimo de durabilidade e qualidade. 

AS VANTAGENS DAS LAVADORAS TERMODESINFECTORAS 

A grande vantagem da lavadora termodesinfectora é que ela é equipada com braços aspersores de líquidos sem contato com materiais que cobrem toda a área de limpeza, com um sistema de super secagem por turbina para circulação de ar quente filtrado por filtro absoluto (HEPA), sendo sua distribuição de ar quente uniforme por todas as zonas da câmara da lavadora.  Com isso, logo após a  lavagem e desinfecção há uma secagem perfeita de todos os materiais desinfectados, tudo feito pela mesma lavadora.

A Sanders do Brasil é capaz de atender necessidades médicas, clínicas, industriais e laboratoriais com excelência. Além de lavadoras termodesinfectoras, o catálogo da empresa conta com lavadoras ultrassônicas, lavadoras de endoscópio, secadoras e outros, conheça nossos produtos acesse nosso site.