Como é realizado o Teste de Segurança Elétrica?

Você ainda possui dúvidas sobre como é feito cada um dos testes em Equipamentos Médicos?
Nosso post irá esclarecer todas as suas dúvidas e exemplificar quais medidas garantem que o Equipamento esteja nas condições de funcionamento especificadas pelo INMETRO e ANVISA.

Normas e Especificações sobre o TSE
As normas responsáveis pela especificação e cumprimento do TSE são NBR IEC 60601 e IEC 62353.
IEC 60601 estabelece requisitos gerais para segurança básica e desempenho essencial dos equipamentos eletromédicos, sendo então a principal norma que trata sobre o TSE.

A verificação da Corrente de Fuga, Inspeção visual dos cabos, Medição da resistência ao fio de aterramento, Medição do isolamento dos chassis e do fio de contato com o paciente são os testes gerais determinados pela IEC 60601, além de classificar os Equipamentos Médicos em 03 classes.
Já a IEC 62353 é utilizada para testes de dispositivos médicos em hospitais, especificando a realização de testes recorrentes e testes pós reparos dos equipamentos, com o objetivo de padronizar as técnicas de avaliação da segurança dos equipamentos.

A ausência ou má execução da realização do teste de segurança elétrica é capaz de responsabilizar o responsável por danos causados ao paciente ou ao operador. A principal ocorrência relacionada aos equipamentos eletromédicos é o acidente envolvendo a eletrecidade (choque elétrico).
Caso ocorra (por motivos que explicaremos abaixo) os efeitos podem ser adversos e causar até a morte! Dentre eles estão as contrações musculares, fibrilações cardíacas, parada cardíaca, eletrólise sanguínea, queimadura superficial ou profunda, perturbação no sistema nervoso e inibição dos centros nervosos.

Como é realizado o testes de segurança elétrica?
Os testes de segurança elétrica são realizados em 03 situações diferentes:
De modo periódico (de acordo com a necessidade de cada equipamento)
Após a manutenção do equipamento (após reparos e consertos)
Antes da primeira utilização no paciente (após ser instalado no local onde o equipamento será utilizado)

O teste se inicia averiguando a documentação necessária para o registro do processo, identificando o estado e informações da qualidade. Após a verificação da documentação, é necessário que sejam feitos quatro tipos de testes especificados pelas normas obrigatórias: teste da resistência de aterramento, teste para identificar a corrente de fuga, teste para resistência de isolamento e, por último, teste funcional.

Os testes são obrigatórios para todos os equipamentos, porém podem ser feitos de modo bastante específicos dependendo das características do próprio equipamento (classe, modelo, marca, tipo de alimentação). Verifique no manual de cada equipamento, características que podem ser específicas do mesmo.

Após todos os procedimentos, é importante que o técnico (ou responsável pelos testes) efetue a documentação do procedimento.
A documentação do processo é uma etapa fundamental executada antes, durante e depois do Teste. Além de servir como registro caso seja necessário o requerimento de provas, com a documentação é possível ter uma visão geral do estado do equipamento e declarar possíveis conclusões.

Etapas do Teste
Teste da resistência de aterramento.
O aterramento de um equipamento permite que seja construído um caminho adequado para a circulação das correntes do sistema, evitando acidentes e garantindo melhor desempenho da instalação.
O teste da resistência de aterramento é efetuado para verificar se existe o controle das tensões e correntes através de um caminho de baixa impedância para o terra. Ou seja, se o sistema de segurança do equipamento está conforme.
Este teste é executado utilizando um dispositivo que aplique uma determinada corrente (nunca inferior à 200mA) em uma resistência de 500mΩ, com tensão em circuito aberto de no máximo 24V.

Teste da corrente de fuga
A corrente de fuga é uma corrente indesejada e não funcional que é gerada a partir de isolamentos incorretos, fios e cabos ligados de maneira inadequada ou isolantes que foram danificados.
Caso a corrente de fuga flua por uma parte do equipamento que não está aterrada ou está de maneira inadequada, ela pode passar pelo corpo de uma pessoa que efetue contato com o equipamento.
Dividida em 03 tipos de corrente, o teste da corrente de fuga possui um espaço importante no TSE pois identifica possíveis defeitos no equipamento para que sejam eliminados, impedindo os riscos de choque elétrico.

Teste da resistência de isolamento
A resistência de isolamento é um tipo de resistência elétrica do material isolante do equipamento. Em boas condições de uso e aplicação, este valor de resistência deve ser alto, impedindo que a corrente flua caso toque no equipamento.
De acordo com as normas, este teste deve ser feito de acordo com a instrução do próprio fabricante, mas geralmente é executada aplicando-se 500V contínuos entre dois pontos diferentes de teste.

Teste Funcional
O último mas não menos importante teste realizado nos Equipamentos Médicos, é o teste funcional. Este teste se trata da verificação de todas as funções básicas executadas pelo equipamento, antes da utilização.
Esta etapa é muito importante e necessita ser documentada. Por se tratar de testes específicos para cada equipamento, as normas não estabelecem procedimento padrão.

Conclusão
O teste de segurança elétrica para equipamentos médicos é indispensável tanto para a segurança dos operados quanto para os pacientes. Fica sob a responsabilidade da ANVISA fiscalizar tais procedimentos.
A responsabilidade de efetuar o processo parte dos gestores e técnicos da Instituição.
É importante ressaltar que antes de qualquer teste, o manual de cada equipamento deve ser observado e servir como material de apoio para a execução dos procedimentos.
A calibração dos materiais utilizados (como multímetro, por exemplo) também possui influência direta nos resultados encontrados durante o TSE de cada equipamento.
A utilização de programas analisadores e softwares pode auxiliar durante o procedimento e podem ser adquiridos em estabelecimentos de saúde ou ferramentas online. Porém ainda não substituem a documentação.

Você sabe a diferença entre a limpeza e desinfecção?

Aprenda sobre a Lavadora Ultrassônica e a Termodesinfectora e saiba qual delas recomendar aos seus clientes

Lavadora Ultrassônica e Termodesinfectora causam muitas dúvidas durante o processo de entendimento sobre a limpeza e desinfecção. Dúvidas como “qual equipamento utilizar” ou “é necessário os dois?” são muito comuns no ambiente hospitalar!
O processo desenvolvido para efetuar a descontaminação dos instrumentais hospitalares é constituído por 03 processos:limpeza, desinfecção e esterilização.

limpeza é o primeiro passo do ciclo de processamento de artigos, sendo também o mais importante. Este processo consiste na remoção da sujidade orgânica e inorgânica (sangue, secreções, fezes) utilizando água, sabão ou detergente enzimático. A falha ou execução incorreta da limpeza pode dificultar ou até mesmo impedir os processos seguintes, pois a sujidade funciona como uma barreira de proteção natural aos microorganismos.
O processo de limpeza pode ser feito manual, porém torna-se repetitivo e cansativo. Por isto, a limpeza automatizada pode ser feita através da Lavadora Termodesinfectora e a Lavadora Ultrassônica.

desinfecção é o processo de eliminação total ou parcial da carga microbiana dos artigos. Esta etapa é feita pela Lavadora Termodesinfectora.
Por efetuar uma desinfecção de alto nível, os artigos que passaram pela limpeza dentro da Termodesinfectora foram também desinfectados, não necessitando da realização de outro processo (semi-críticos).
Os artigos submetidos ao processo de limpeza na lavadora ultrassônica, seguirão para a autoclavagem.
esterilização, como citado acima, é o processo de destruição de todos os microorganismos através de vapor saturado, a tal ponto que não seja mais possível detectá-los.

Dicas sobre a Lavadora Ultrassônica e Termodesinfectora

  • O material pode ser lavado e desinfetado ou lavado e esterelizado, mas não os três processos. Isto porque apenas dois dos procedimentos são necessários para garantir a destruição das vidas microbiológicas existentes.
  • As lavadoras ultrassônicas não realizam a termodesinfecção, um dos motivos que um equipamento não substituir o outro. Não podemos nos esqucer das bitolas das canulas e da RDC15.
  • Preparamos para você um e-mail completo com conceitos importantes sobre a limpeza e desinfecção, além de mais informações sobre a Lavadora Termodesinfectora e a Lavadora Ultrassônica.

Você está vendo seu faturamento cair pois clientes preferem comprar nas lojas virtuais do que na sua loja?

Você está vendo seu faturamento cair pois clientes preferem comprar nas lojas virtuais do que na sua loja? Será mesmo apenas o preço mais baixo? Vamos lhe apresentar algumas dicas que podem lhe ajudar a reverter esta realidade!

1 – Agregue valor
Agregar outros serviços pode ser um diferencial para o lojista, pois fornecer uma experiência exclusiva ao cliente, evita que ele procure o concorrente e principalmete as lojas virtuais.
Por exemplo: ofereça um equipamento e agregue à ele um treinamento, curso ou uma consultoria técnica. Isto pode ser o seu diferencial.

2 – Utilize técnicas de upsell e cross-sell
Descobrir novas formas de fazer upsell e cross-sell pode ser muito lucrativo pois, ao contrário do que se pensa, oferecer produtos complementares não faz com que o cliente realize a substituição, mas sim a compra dos dois.

3 – Atraia o cliente
O objetivo é fazer com que o potencial cliente procure por seu vendedor voluntariamente, ao invés do mesmo ir até o cliente. É importante encontrar uma maneira de levar o cliente de bom grado até um funcionário e isto pode ser feito através de divulgações de promoções e um marketing bem desenvolvido.

4 – Peça avaliações
As lojas online desenvolvem uma ótima ferramenta para que o público avalie o produto e o serviço através de sites de comércio eletrônico que enviam e-mails automatizados para incentivar os usuários a deixarem comentários. Por que não fazer o mesmo em suas lojas físicas?
Quando um cliente efetuar uma compra, você pode solicitar o endereço de email e enviar uma avaliação do seu produto através das redes sociais ou sites de referência como Google.

5 – Exiba os produtos
Quando o consumidor adquire um produto sem examiná-lo, levando em consideração apenas as imagens e informações contidas nele, pode não ter suas expectativas atendidas.
Apresente o seu produto! Clientes que apreciam o comércio convencional optam por este segmento devido a valorização de conhecer antes de comprar, além da amizade, carisma e confiança que um vendedor “tête a tête” propicia.

6 – Tenha uma loja virtual
Complemente sua estratégia com uma loja virtual, é simples, prática e barata de se obter.
Faça com que ela seja mais uma força aliada às suas estratégias de vendas.

7 dicas infalíveis para fidelizar seus pacientes e não perdê-los para outras clínicas odontológicas

Você vê o número de pacientes do seu consultório cair gradativamente? Saiba como fidelizar seus clientes e driblar a concorrência.

1 – Faça seu cliente se sentir único
Manter um bom relacionamento com o cliente também é crucial. Utilize o seu software de cadastramento e colete dados como data de aniversário, telefone e endereço. Com o telefone é possível enviar mensagens para lembrá-lo das datas das consultas e com o endereço é possível enviar pequenas lembranças e brindes para o seu cliente. Mostrar ao seu paciente que você se lembra dele, mesmo através de atos simples, fará com que ele se sinta valorizado.

2- Realize um bom atendimento
Comece tratando seu cliente como você gostaria de ser tratado, desde o momento do agendamento da consulta até o dia em que ele irá ao consultório! A atenção e empatia são indispensáveis para a satisfação do paciente e, por isso, é importante recepcioná-lo e tratá-lo com educação e empatia.

3 – Invista em marketing
O marketing é um ótimo meio para garantir que as pessoas conheçam sua clínica e se interessem em procurá-lo. Por isto, divulgar sua clínica nas redes sociais, sites e outros meios é uma ótima ferramenta para divulgar seu trabalho, além de ser um método bom e barato.
Para o marketing da sua clínica é importante criar uma identidade com logomarca, slogan e cores características que remetam à sua clínica. Ao criar esta identidade ela faz com que você seja facilmente reconhecido dentro do mercado.

4 – Aposte na tecnologia
Clientes se sentem mais confortáveis com a segurança que a tecnologia pode oferecer. Além de garantir exatidão e facilitar a realização dos processos, equipamentos com alta tecnologia podem oferecer redução de custos à longo prazo e garantir que os pacientes e profissionais fiquem menos expostos à agentes prejuciais à saúde.
Além disto, é possível aplicar a tecnologia até mesmo durante o agendamento das consultas através da utilização de softwares. Trocar o sistema convencional (cadernos e bilhetes) agiliza o processo e evita aquela famosa “perda do papelzinho” com a data e horário da consulta marcada.

5 – Prepare sua equipe
Uma equipe capacitada é capaz de transmitir mais segurança durante o atendimento do cliente, devido ao maior conhecimento. Realize ou ofereça treinamentos à sua equipe: disponibilize um curso de gestão, balconista ou até mesmo algo mais técnico na própria área. Além disso, mantenha uma linha de vestimentas conforme e que armonizem entre todos os colaboladores da clínica.

6 – Organize o ambiente
O ambiente da sua clínica ou consultório odontológico precisam passar o máximo de confiança possível por se tratar de um espaço onde são prestados serviços de saúde.
Inicie pela recepção: deixe à disposição água, café ou um biscoito; selecione móveis confortáveis que armonizem com a decoração; crie distrações como uma TV ou Wi-Fi grátis, mantenha a iluminação adequada e deixe a disposição instrumentos e utensílios necessários para o agendamento de uma consulta.

7 – Não irrite seus pacientes
Se você demora para chegar ao consultório e sempre atrasa o atendimento dos seus pacientes, saiba que isto é capaz de fazer com que você os perca e garante que eles saiam insatisfeitos. Atenda seus pacientes no horário agendado e nunca encaixe clientes de última hora, por mais rápido que seja o procedimento.
Mantenha sua agenda devidamente organizada a fim de evitar atrasos e deixe um tempo extra entre cada consulta, impedindo que os imprevistos atrapalhem e atrasem seu próximo paciente.

A ANS publica em Junho/2018 novas regras para planos de saúde

ACOMPANHE AS ALTERAÇÕES SEGUNDO A AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR:

  • A principal consequência da nova medida é a representação de gastos suplementares. De acordo com a nova alteração, planos com coparticipação podem ter taxas de até 40% do valor dos atendimentos.
  • As alterações só poderão valer para NOVOS CONTRATOS.
  • As novas resoluções passarão a ser efetivas à partir de dezembro de 2018.
  • Para serviços prestados por pronto-socorro, poderá ser cobrado apenas o valor fixo, cujo limite não poderá ultrapassar 50% da mensalidade.
  • A regulamentação será aplicada para planos franqueados ou com coparticipação. A classe mais atingida será os beneficiários de planos de saúde coletivos ou empresariais.
  • Os planos individuais, familiares ou convênios com cobertura completa não sofrerão alterações.
  • O limite mensal e anual do valor pago pela coparticipação ou franquia NÃO DEVE extrapolar o valor equivalente à mensalidade fixa e, anualmente, o equivalente à 12 mensalidades fixas.
  • Planos coletivos ou com coparticipação deverão aderir à nova regra durante a renegociação (aniversário), mesmo com contrato já efetivado.

Atendimento Online 

Porque os hospitais devem trocar as fichas pelo prontuário eletrônico?

Saiba como cortar custos, aumentar a produtividade dos recepcionistas e otimizar o tempo dentro da sua clínica ou hospital através do Prontuário Eletrônico

EficiênciaO Formulário eletrônico auxilia de modo prático, possibilita que o histórico seja visto de modo claro e objetivo, permite a fácil atualização do estado clínico do paciente e evita perda de informações por corrosão devido ao tempo. Além disso, é possível otimizar o tempo das recepcionistas, restando tempo para se dedicar à outras tarefas.

Praticidade
É possível acessar qualquer informação dentro de poucos instantes, inclusive informações que não são recentes. Isto evita que, para encontrar determinado dado ou informação, seja necessário fazer a busca entre centenas de fichas.

Corte de custos
Com o prontuário eletrônico não é mais necessário a compra de armários pra arquivamento de fichas. Além disso, é possível gerar economia de papel, espaço e ainda ajudar o meio ambiente.

SegurançaAs fichas convencionais permitem que qualquer pessoa tenha acesso aos dados dos pacientes, exames e casos clínicos. Com o prontuário eletrônico é possível limitar os usuários visitantes para que apenas eles tenham acesso, evitando fraude no sigilo de informações.

Evita ilegibilidade e rasurasCom o prontuário eletrônico é possível evitar qualquer rasura ou informações que estejam ilegíveis, inclusive decifrar “anotações médicas”.

Mantém a padronização
Com a passagem de dados para o meio eletrônico é possível corrigir diferenças que existiam entre uma ficha e outra. Além disso, padronizar os dados que serão necessários para o cadastro de todos os pacientes evita com que sejam esquecidas algumas informações e documentos importantes.

Gerenciamento de Consultórios Odontológicos

Você tem dificuldade no planejamento e na gestão do seu consultório?
Nós sabemos o quão é difícil terminar a graduação com todo o conhecimento técnico da profissão. Porém mais difícil ainda é não possuir o conhecimento para empreender e abrir um consultório.
Por isto, separamos um conteúdo que irá te em como gerenciar sua clínica odontológica e buscar melhores resultados.
OTIMIZE SUA AGENDA
O agendamento de pacientes no sistema tradicional produz acúmulo de papeis, requer tempo e gera dificuldade na busca ou cancelamento de uma consulta. Invista em um software de gestão! Através dele é possível ganhar agilidade, otimizar recursos e melhorar a qualidade no atendimento.CONTROLE SEU ESTOQUE
O grande fluxo de instrumentos e produtos descartáveis requer que eles sejam administrados, pois sua falta pode impedir que uma consulta seja feita. Tenha um bom controle de estoque! Utilize ferramentas que permitam a vistoria dos produtos existentes ou daqueles que necessitam de pedido ao fornecedor.CONTE COM OUTROS PROFISSIONAIS
Nenhum negócio é constituído apenas por profissionais da área de atuação, para um bom gerenciamento é necessário contar com o auxílio de profissionais de outras áreas como contadores, serviços de limpeza, advogados e entre outros.
É extremamente possível manter seu consultório sem estes serviços, porém será necessário tempo para estudar assuntos desconhecidos da sua profissão.TENHA CONTROLE FINANCEIRO
Para que seu consultório não tenha prejuízos, é necessário registrar todas as movimentações. Organizar a entrada e saída de recursos evita erros de fluxo, por menor que seja a quantia.ATUALIZE SUA ESTRATÉGIA 
Mantenha-se atualizado sobre a atuação de outras clínicas, assim é possível analisar como seu consultório se comporta no mercado e revisar conceitos que podem te colocar a frente do concorrente, atualizando seus objetivos e planejamento a curto e ao longo prazo.APOSTE NA TECNOLOGIA
Além de fornecer menos riscos aos seus pacientes, equipamentos automatizados reduzem custos à longo prazo, agilizam os processos e garantem que você dentista fique menos exposto à agentes prejudiciais à saúde.

Limpeza hospitalar |como fazê-la de maneira eficiente?

O hospital que você gerencia realiza a Limpeza hospitalar de maneira correta? 

Pensando nisso, nós preparamos para você um post com todas as definições necessárias para que você as aplique de forma correta. 

Os 3Ps de Marcus Lemonis

Para aplicar a metodologia de Marcus Lemonis é importante saber que, primeiramente, o diagnóstico se inicia com a definição das necessidades e objetivos do seu hospital.

Estes objetivos podem ser divididos por setores ou por alas, o importante é definir O QUE ESTE SETOR FAZ, QUAL A FINALIDADE e QUE TIPO DE PROFISSIONAIS E PRODUTOS NECESSITO.

Para facilitar a divisão, observe a estrutura e o fluxo de cada ambiente, entenda as dimensões físicas, a circulação de pessoas.

Após isto e ao responder todas as perguntas, faça um mapeamento de risco definindo as áreas com pontos críticos.

Com todas estas informações é possível escolher o melhor tipo de produto para limpeza em cada setor e efetivar um trabalho com segurança.

Identifique o tipo de área e defina o tipo limpeza

Após você entender a importância de que o hospital é separado por áreas e que cada uma possui um tipo de limpeza, vamos falar um pouco sobre a diferença de cada uma delas: as áreas não críticas, semi críticas e críticas; e os tipos de limpeza existentes.

Áreas não críticas

São partes do hospital que oferecem um número muito baixo de riscos de qualquer tipo de infecção hospitalar. Como por exemplo a recepção, a sala de administração e os corredores.

Áreas semi críticas

Apresentam, em relação ao índice anterior, um médio risco para aquisição de infecção hospitalar. São exemplos os quartos, sala de triagem e enfermaria.

Áreas críticas

São áreas hospitalares de alto risco para aquisição de infecção hospitalar. São exemplos a UTI, o Centro Cirúrgico e as áreas de Isolamento.

Para os tipos de limpeza, existem três principais:

limpeza imediata, concorrente e terminal.

Limpeza imediata

É feita eventualmente, quando há presença imediata de matéria orgânica (vômito, sangue e secreções) e é necessária a desinfecção dessas superfícies.

Limpeza concorrente

É realizada diariamente com o intuito de conservar as alas hospitalares e evitar o acúmulo de sujeira e agentes biológicos maléficos. Nos centros cirúrgicos este tipo de limpeza acontece posteriormente á cada procedimento, já no restante do hospital pode ser feita em banheiros, nos pisos, superfícies e equipamentos.

A limpeza terminal

É o processo mais profundo e acolhe todas as superfícies existentes no hospital, desde pisos até janelas, luminárias, colchões e teto. Em unidades onde há internação de pacientes, este tipo de limpeza ocorre após o óbito, transferência ou alta. Em centros cirúrgicos é feita após o final do expediente diário.

Invista em equipamentos de qualidade

Alguns equipamentos de qualidade que podem proporcionar mobilidade ao profissional sem comprometer os movimentos ergonômetros é a utilização de um kit específico para limpeza chamado MOP.

Ele pode substituir a vassoura convencional e o rodo, possui maior alcançe sob superfícies complexas e locais de difícil acesso.

Existem alguns modelos MOP que permitem a troca do pano utilizado para limpeza, evitando o contato direto do profissional e prevenindo possíveis contaminações táteis.

Os carrinhos multifuncionais também são uma ótima opção, eles evitam que o operador transporte carga excessiva utilizando o próprio corpo e tenha problemas de saúde à longo prazo.

Além disso, ele evita a circulação desnecessária do operador pelo hospital, já que possui grande capacidade de armazenamento de todo o kit que será utilizado para a limpeza.

Utilize desinfetantes hospitalares

Utilizar panos convencionais faz com que ele gere um acúmulo de agentes biológicos maléficos em sua superfície, além de fazer com que o operador tenha a necessidade de fazer contato tátil ao tocar o pano para remoção ou substituição.
Utilizar não-tecidos (descartáveis) evita que o operador toque na superfície, possui grande coeficiente de absorção e retenção, é resistente e ainda obedece à uma regra da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Profissionais Capacitados

Primeiramente, qualquer tipo de profissional que deseje trabalhar em um ambiente hospitalar, independente da área, deve ser portador de grande empatia, educação, paciência e proatividade.

O profissional de limpeza hospitalar, além de todas estas características ainda deve: possuir tranquilidade para lidar com a presença de fluidos corporais (sangue, vômito, secreção); capacidade de seguir instruções, capacidade de ler e seguir procedimentos, discrição e respeito, habilidade em reagir à situações inesperadas e de total estresse, sensibilidade em reconhecer a importância da sua função para a prevenção da infecção hospitalar.

Além do perfil do profissional, é importante que o hospital forneça cursos e treinamentos de capacitação como: Equipamentos de Proteção Coletiva e Individual, Riscos no ambiente de trabalho, Técnicas de higiene pessoal, descarte de resíduos.

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6 Dicas para suprir o aumento de pacientes no seu hospital privado

O avanço do número de enfermidades crônicas, a complexidade dos casos e o envelhecimento populacional estão se tornando responsáveis por aumentar a procura por serviços de saúde, tornando os hospitais lotados e causando a falta de organização.

Saiba o que fazer para que seu hospital acompanhe o crescimento da demanda destes serviços sem perder a qualidade.

  1. Equipamentos avançados
    Equipar os setores hospitalares com equipamentos de qualidade melhora a precisão no diagnóstico de doenças, agiliza o atendimento e gera economia à longo prazo.
  2. Gerencie o fluxo de pacientes
    Entender o fluxo de pacientes dentro do hospital é essencial para prevenir a superlotação e otimizar recursos. Esta monitoração pode ser feita através de indicadores e métodos, como por exemplo, o método IH.
  3. Trabalho em equipe
    Ter profissionais de qualidade e que façam um trabalho coletivo pode contribuir para melhorar o desempenho, reduzir o fator de risco em erros médicos e melhorar a satisfação dos pacientes, favorecendo um ambiente de trabalho harmonioso.
  4. Produtos de qualidade
    O maior erro de instituições privadas é adquirir descartáveis e medicamentos de baixa qualidade devido ao preço vantajoso. No entando esta vantagem acaba saindo cara para o próprio hospital: pacientes demandam mais tempo e necessitam de mais recursos. Use produtos de qualidade, isto trará custo-benefício e permitirá a rotatividade dos leitos.
  5. Utilize um software
    Com a demanda de pacientes, a agilidade no sistema de triagem é muito importante. Troque o sistema convencional de anotações por um sofwtare! Além de permitir rotatividade, evita o desgaste dos pacientes na fila e possibilita o controle da quantidade de leitos ocupados, evitando a superlotação.
  6. Aplique o Sistema de Cores
    As faixas de riscos beneficiam o atendimento rápido e permite aos atendentes definir com agilidade em qual situação o paciente se encontra, economizando tempo e recursos em um diagnóstico incorreto.

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