Gerenciamento de Consultório Odontológico

Você tem dificuldade no planejamento e na Gerenciamento do seu Consultório Odontológico?

Nós sabemos o quão é difícil terminar a graduação com todo o conhecimento técnico da profissão. Porém mais difícil ainda é não possuir o conhecimento para empreender e abrir um consultório.
Por isso separamos um conteúdo que irá te ensinar como gerenciar sua clínica odontológica e buscar melhores resultados.

Otimize sua agenda

O agendamento de pacientes no sistema tradicional produz acúmulo de papeis, requer tempo e gera dificuldade na busca ou cancelamento de uma consulta. Invista em um software de gestão! Através dele é possível ganhar agilidade, otimizar recursos e melhorar a qualidade no atendimento.

Controle seu estoque

O grande fluxo de instrumentos e produtos descartáveis requer que eles sejam administrados, pois sua falta pode impedir que uma consulta seja feita. Tenha um bom controle de estoque! Utilize ferramentas que permitam a vistoria dos produtos existentes ou daqueles que necessitam de pedido ao fornecedor.

Conte com outros profissionais

Nenhum negócio é constituído apenas por profissionais da área de atuação. Para um bom gerenciamento é necessário contar com o auxílio de profissionais de outras áreas assim como contadores, serviços de limpeza, advogados e entre outros.

Mas é extremamente possível manter seu consultório sem estes serviços, porém será necessário tempo para estudar assuntos desconhecidos da sua profissão.

Tenha controle financeiro do seu Consultório Odontológico

Para que seu consultório não tenha prejuízos, é necessário registrar todas as movimentações. Organizar a entrada e saída de recursos evita erros de fluxo, por menor que seja a quantia.

Atualize sua estratégia 

Mantenha-se atualizado sobre a atuação de outras clínicas, assim é possível analisar como seu consultório se comporta no mercado e revisar conceitos que podem te colocar a frente do concorrente, atualizando seus objetivos e planejamento a curto e ao longo prazo.

Aposte na Tecnologia

Além de fornecer menos riscos aos seus pacientes, equipamentos automatizados reduzem custos à longo prazo, agilizam os processos e garantem que você dentista fique menos exposto à agentes prejudiciais à saúde.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

Limpeza hospitalar |como fazê-la de maneira eficiente?

O hospital que você gerencia realiza a Limpeza hospitalar de maneira correta? 

Pensando nisso, nós preparamos para você um post com todas as definições necessárias para que você as aplique de forma correta. 

Os 3Ps de Marcus Lemonis

Para aplicar a metodologia de Marcus Lemonis é importante saber que, primeiramente, o diagnóstico se inicia com a definição das necessidades e objetivos do seu hospital.

Estes objetivos podem ser divididos por setores ou por alas, o importante é definir O QUE ESTE SETOR FAZ, QUAL A FINALIDADE e QUE TIPO DE PROFISSIONAIS E PRODUTOS NECESSITO.

Para facilitar a divisão, observe a estrutura e o fluxo de cada ambiente, entenda as dimensões físicas, a circulação de pessoas.

Após isto e ao responder todas as perguntas, faça um mapeamento de risco definindo as áreas com pontos críticos.

Portanto, com todas estas informações é possível escolher o melhor tipo de produto para limpeza em cada setor e efetivar um trabalho com segurança.

Identifique o tipo de área e defina o tipo limpeza

Após você entender a importância de que o hospital é separado por áreas e que cada uma possui um tipo de limpeza, vamos falar um pouco sobre a diferença de cada uma delas: as áreas não críticas, semi críticas e críticas; e os tipos de limpeza existentes.

Áreas não Críticas

São partes do hospital que oferecem um número muito baixo de riscos de qualquer tipo de infecção hospitalar.

Como por exemplo a recepção, a sala de administração e os corredores.

Áreas semi Críticas

Apresentam, em relação ao índice anterior, um médio risco para aquisição de infecção hospitalar. São exemplos os quartos, sala de triagem e enfermaria.

Áreas Críticas

São áreas hospitalares de alto risco para aquisição de infecção hospitalar. São exemplos a UTI, o Centro Cirúrgico e as áreas de Isolamento.

Para os tipos de limpeza, existem três principais:

Limpeza imediata, concorrente e terminal.

Limpeza Imediata

É feita eventualmente, quando há presença imediata de matéria orgânica (vômito, sangue e secreções) e é necessária a desinfecção dessas superfícies.

Limpeza Concorrente

É realizada diariamente com o intuito de conservar as alas hospitalares e evitar o acúmulo de sujeira e agentes biológicos maléficos. Nos centros cirúrgicos este tipo de limpeza acontece posteriormente á cada procedimento, já no restante do hospital pode ser feita em banheiros, nos pisos, superfícies e equipamentos.

A limpeza terminal

É o processo mais profundo e acolhe todas as superfícies existentes no hospital, desde pisos até janelas, luminárias, colchões e teto.

Em unidades onde há internação de pacientes, este tipo de limpeza ocorre após o óbito, transferência ou alta.

Em centros cirúrgicos é feita após o final do expediente diário.

Invista em equipamentos de qualidade

Um equipamento de qualidade que pode proporcionar mobilidade ao profissional sem comprometer os movimentos ergonômetros é a utilização de um kit específico para limpeza chamado MOP.

Ele pode substituir a vassoura convencional e o rodo, possui maior alcance sob superfícies complexas e locais de difícil acesso.

Existem alguns modelos MOP que permitem a troca do pano utilizado para limpeza, evitando o contato direto do profissional e prevenindo possíveis contaminações táteis.

Mas, os carrinhos multifuncionais também são uma ótima opção, eles evitam que o operador transporte carga excessiva utilizando o próprio corpo e tenha problemas de saúde à longo prazo.

Além disso, ele evita a circulação desnecessária do operador pelo hospital, já que possui grande capacidade de armazenamento de todo o kit que será utilizado para a limpeza.

Utilize desinfetantes hospitalares

Utilizar panos convencionais faz com que ele gere um acúmulo de agentes biológicos maléficos em sua superfície, além de fazer com que o operador tenha a necessidade de fazer contato tátil ao tocar o pano para remoção ou substituição.

Utilizar não-tecidos (descartáveis) evita que o operador toque na superfície, possui grande coeficiente de absorção e retenção, é resistente e ainda obedece à uma regra da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Profissionais Capacitados

Primeiramente, qualquer tipo de profissional que deseje trabalhar em um ambiente hospitalar, independente da área, deve ser portador de grande empatia, educação, paciência e proatividade.

O profissional de limpeza hospitalar, além de todas estas características ainda deve:

  • Possuir tranquilidade para lidar com a presença de fluidos corporais (sangue, vômito, secreção);
  • Capacidade de seguir instruções;
  • Capacidade de ler e seguir procedimentos;
  • Discrição e respeito;
  • Habilidade em reagir à situações inesperadas e de total estresse;
  • Sensibilidade em reconhecer a importância da sua função para a prevenção da infecção hospitalar.

Além do perfil do profissional, é importante que o hospital forneça cursos e treinamentos de capacitação assim como: Equipamentos de Proteção Coletiva e Individual, Riscos no ambiente de trabalho, Técnicas de higiene pessoal, descarte de resíduos.

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6 Dicas para suprir o aumento de pacientes nos Hospitais Privados

O avanço do número de enfermidades crônicas, a complexidade dos casos e o envelhecimento populacional estão se tornando responsáveis por aumentar a procura por serviços de saúde, tornando os hospitais lotados e causando a falta de organização até mesmo nos Hospitais Privados.

Saiba o que fazer para que seu hospital acompanhe o crescimento da demanda destes serviços sem perder a qualidade.

Equipamentos avançados em Hospitais Privados

Equipar os setores hospitalares com equipamentos de qualidade melhora a precisão no diagnóstico de doenças, agiliza o atendimento e gera economia à longo prazo.

Gerencie o fluxo de pacientes

Entender o fluxo de pacientes dentro do hospital é essencial para prevenir a superlotação e otimizar recursos. Esta monitoração pode ser feita através de indicadores e métodos, como por exemplo, o método IH.

Trabalho em equipe

Ter profissionais de qualidade e que façam um trabalho coletivo pode contribuir para melhorar o desempenho, reduzir o fator de risco em erros médicos e melhorar a satisfação dos pacientes, favorecendo um ambiente de trabalho harmonioso.

Produtos de qualidade em Hospitais Privados

O maior erro de instituições privadas é adquirir descartáveis e medicamentos de baixa qualidade devido ao preço vantajoso. No entanto esta vantagem acaba saindo cara para o próprio hospital: pacientes demandam mais tempo e necessitam de mais recursos. Use produtos de qualidade, isto trará custo-benefício e permitirá a rotatividade dos leitos.

Utilize um software

Portanto com a demanda de pacientes, a agilidade no sistema de triagem é muito importante.

Troque assim o sistema convencional de anotações por um software!

Além disso é possível permitir maior rotatividade, evitando o desgaste dos pacientes na fila e possibilitando o controle da quantidade de leitos ocupados, evitando a superlotação.

Aplique o Sistema de Cores

As faixas de riscos beneficiam o atendimento rápido e permite aos atendentes definir com agilidade em qual situação o paciente se encontra, economizando tempo e recursos em um diagnóstico incorreto.

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