COVID-19 | Manual de atendimento de idosos nas instituições de longa permanência

Considerando que a Organização Mundial da Saúde, no dia 11 de março de 2020, declarou que a COVID-19, nova doença causada pelo novo Coronavírus (COVD-19), é uma pandemia;

Considerando também que a sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária e condições clínicas associadas. Segundo CDC China Weekly Acesed, Feb. 20, a letalidade provocada pela COVID-19 por faixa etária na China está entre 3,6% em pacientes entre 60 e 69 anos, podendo chegar a 14,8% em pacientes acima ou igual a 80 anos.

A Sanders do brasil, está disponibilizando esse manual a fim de orientar sobre a assistência à pessoa idosa nas Instituições de longa permanência no manejo e controle da infecção COVID-19.

Orientações Gerais

Os idosos, idade acima de 60 anos, especialmente portadores de comorbidades como diabetes, obesidade, hipertensão arterial, doenças do coração, pulmão e rins, doenças neurológicas, em tratamento para câncer, portadores de imunossupressão entre outras, e aqueles com mais de 80 anos e portadores
de síndrome de fragilidade, adotem medidas de restrição de contato social.

Assim, devem evitar aglomerações ou viagens, e contato com qualquer pessoa e contatos íntimos com crianças.
O atendimento às pessoas idosas deve ser realizado preferencialmente em domicílio evitando-se a exposição coletiva em serviços de saúde.

Idosos frequentemente são assistidos por cuidadores e profissionais de saúde.

Tais profissionais, se apresentarem sintomas de gripe, devem evitar contato com seus pacientes e se houver qualquer dúvida sobre o contágio devem poupar os atendimentos.

Idosos que vivem em instituições de longa permanência (ILPIs) representam grupo de alto risco para complicações pelo vírus, uma vez que tendem a ser mais frágeis. Para estes, deve-se EVITAR visitas para reduzir o risco de transmissão, evitar sair da instituição, evitar atividades em grupo e redobrar os cuidados com a higiene.

O profissional que atende a este público deve ter excesso de cuidado nas medidas de higiene.

Devemos ainda alertar e reforçar toda a população de que as medidas preventivas mais eficazes para reduzir a capacidade de contágio do coronavírus são:

  • “etiqueta respiratória”;
  • higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool gel a 70%;
  • buscar manter a distância mínima de 2 m entre leitos, identificação e isolamento respiratório dos acometidos pelo vírus e uso dos EPIs (equipamentos de proteção individual) pelos profissionais de saúde.
Assim, devem-se adotar rotineiramente as seguintes medidas de prevenção:
Na identificação de trabalhadores com sintomas respiratórios na instituição:
  • Solicitar que o trabalhador faça uso da máscara imediatamente;
  • Afastá-lo imediatamente das suas atividades;
  • Verificar, por telefone, se a unidade de saúde mais próxima receberá este paciente ou se deslocará profissionais da saúde até o estabelecimento, para a elucidação diagnóstica (coleta de material caso necessário) e encaminhamentos complementares;
  • Comunicar à vigilância epidemiológica local a ocorrência de suspeita de caso(s) de infecção humana pelo novo coronavírus (COVID-19).
Na ocorrência de trabalhadores com diagnóstico de infecção pelo coronavírus (COVID-19) confirmado:
  • De acordo com as normas vigentes, afastar o funcionário pelo prazo determinado de acordo com a recomendação médica;
  • Manter ventilação natural nos ambientes e diminuir o uso de condicionadores de ar ao estritamente necessário.

No manejo de residentes com sintomas respiratórios:

  • Na presença de febre e/ou outros sintomas respiratórios, verificar por telefone se a unidade de saúde mais próxima receberá este paciente ou se deslocará profissionais da saúde até o estabelecimento, para a elucidação diagnóstica (coleta de material caso necessário) e encaminhamentos complementares;
  • Comunicar à vigilância epidemiológica local a ocorrência de suspeita de caso(s) de infecção humana pelo coronavírus (COVID-19);
  • Aos estabelecimentos que dispõem de profissional de saúde em seus quadros profissionais, fica obrigatória a notificação dos casos suspeitos, à vigilância epidemiológica local;
  • Seguir as recomendações de uso de máscara e as medidas padrão de controle;
  • Se possível, manter o residente em quarto privativo até elucidação diagnóstica, ou agrupar os casos suspeitos em um mesmo quarto;
  • Restringir a permanência nos ambientes de atividades coletivas (refeitórios, salas de jogos, etc.) até elucidação diagnóstica;
  • Manter ventilação natural nos ambientes e diminuir o uso de condicionadores de ar ao estritamente necessário.
Avaliação clínica inicial:
  • Procurar sinais de gravidade: dispnéia, desconforto respiratório, saturação da hemoglobina pelo oxigênio menor de 95% ou exacerbação de doença preexistente=iniciar medidas de suporte e encaminhar para internação (leito na instituição ou no serviço de referência regional, através da regulação);
  • Se sinais de choque, insuficiência respiratória ou instabilidade hemodinâmica, iniciar medidas de suporte e encaminhamento imediato para vaga de UTI (leito na instituição ou no serviço de referência regional, através da regulação;
  • Caso paciente se enquadre na definição de caso suspeito e não tenha sinais de gravidade, tenha sido notificado para a vigilância epidemiológica e realizada a coleta de material para diagnóstico etiológico, tenha recebido tratamento para comorbidades, descompensação respiratória outros vírus respiratórios (oseltamivir, enquanto influenza for o vírus predominante na identificação pela vigilância laboratorial), o mesmo deve receber orientações gerais sobre manter-se em isolamento domiciliar e cuidados com sua saúde.
No manejo de residentes com diagnóstico de infecção pelo novo coronavírus (COVID-19) confirmado:
  • Manter o residente em quarto privativo, ou agrupar os residentes com diagnóstico confirmado para COVID-19 dentro do mesmo quarto.Restringir a permanência nos ambientes de atividades coletivas (refeitórios, salas de jogos, etc.);
  • Quando em ambientes de circulação e em transporte, fazer uso de máscara cirúrgica;
  • Reforçar os procedimentos de higiene e desinfecção de utensílios do residente, equipamentos médicos e ambientes de convivência;
  • Restringir o uso de lenços de pano para higiene respiratória, fornecendo lenços de papel descartáveis que sejam trocados com frequência pela equipe da ILPI.
Instituir as medidas de precaução, conforme segue:
  • Lavar com água e sabonete ou friccionar as mãos com álcool a 70% (se as mãos não estiverem visivelmente sujas) antes e após o contato com o residente, após a remoção das luvas e após o contato com sangue ou secreções;
  • Durante a assistência direta ao residente utilizar luvas, óculos, máscara, gorro e/ou avental descartável conforme exposição ao risco. Colocá-los imediatamente antes do contato com o residente ou com as superfícies e retirá-los logo após o uso, higienizando as mãos em seguida;
  • Equipamentos como termômetro, esfigmomanômetro e estetoscópio preferencialmente, devem ser de uso exclusivo do paciente. Caso não seja possível, promover a higienização dos mesmos com álcool 70% ou outro desinfetante indicado para este fim imediatamente após o uso.
No acesso de visitantes:
  • Restringir o acesso de visitantes com febre até elucidação diagnóstica;
  • Proibir o acesso de visitantes com sintomas respiratórios e ou diagnóstico confirmado para influenza ou COVID-19.
Das medidas padrão de controle:
  • Determinar uso de máscara aos funcionários assintomáticos que trabalham em outras instituições onde há pacientes diagnosticados com o COVID-19;
  • Divulgar e reforçar medidas de higiene das mãos – com preparação alcoólica ou água e sabonete líquido (ou espuma) – para funcionários, visitantes e residentes;
  • Disponibilizar dispensadores com preparação alcoólica nos principais pontos de assistência e circulação;
  • Divulgar e reforçar a etiqueta respiratória – se tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com cotovelo flexionado ou lenço de papel – para funcionários, visitantes e residentes, bem como evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas;
  • Sempre que possível, manter os ambientes ventilados naturalmente (portas e/ou janelas abertas);
  • Reforçar os procedimentos de higiene e desinfecção de utensílios, equipamentos e ambientes de convivência;
  • Atualizar a situação vacinal para influenza e doença pneumocócica conforme indicação, para residentes e funcionários;
  • Restringir o uso de utensílios compartilhados como: copos, xícaras, garrafas de água, etc.
Uso de máscaras:
  • Usar máscara cirúrgica é uma das medidas de prevenção para limitar a propagação de doenças respiratórias, incluindo a COVID-19. No entanto, apenas o uso da máscara cirúrgica é insuficiente para fornecer o nível seguro de proteção;
  • Outras medidas igualmente relevantes devem ser adotadas, como a higiene das mãos com água e sabonete (líquido ou espuma) ou preparação alcoólica antes e após a utilização das máscaras;
  • Usar máscaras quando não indicado pode gerar custos desnecessários e criar uma falsa sensação de segurança. Além disso, a máscara deve estar apropriadamente ajustada à face e ser sistematicamente substituída para garantir sua eficácia e reduzir o risco de transmissão.
  • Todos os profissionais devem ser orientados sobre como usar, remover, descartar e na ação de higiene das mãos antes e após o uso.
Para o uso correto de máscaras:
  • Colocar a máscara cuidadosamente para cobrir a boca e o nariz e amarrar com segurança, para minimizar os espaços entre a face e a máscara;
  • Enquanto estiver em uso, evitar tocar na máscara;
  • Remover a máscara usando a técnica apropriada (ou seja, não tocar na frente, mas remover soltando as amarras);
  • Após a remoção, ou sempre que tocar inadvertidamente na máscara usada, higienizar as mãos usando preparação alcoólica ou água e sabonete líquido (ou espuma);
  • Descartar imediatamente a máscara após a remoção, não sendo permitido reutilizar máscaras descartáveis;
  • Caso a máscara fique úmida, substituir por uma nova, limpa e seca;
  • Máscaras de tecido (por exemplo, algodão ou gaze) não são recomendadas para esses ambientes.
  • As orientações contidas nesta recomendação técnica devem ser impressas e expostas nos locais de maior circulação da ILPI.
Pacientes com suspeita ou confirmação de infecção por COVID-19 com sinais e sintomas que permitam assistência domiciliar devem seguir as seguintes recomendações:
  • Manter o paciente em quarto individual bem ventilado. Caso não seja possível manter em quarto privativo, manter a distância de pelo menos um metro da pessoa doente;
  • Limitar o número de cuidadores e não receber visitas;
  • Limitar a circulação do paciente e verificar se ambientes compartilhados (ex.: cozinha, banheiro) são bem ventilados (manter as janelas abertas);
  • O cuidador deve usar máscara cirúrgica bem ajustada ao rosto quando estiver na mesma sala e durante a manipulação da pessoa doente. As máscaras não devem ser tocadas ou manuseadas durante o uso. Se a máscara ficar molhada ou suja com secreções, deve ser trocada imediatamente;
  • Descartar a máscara cirúrgica imediatamente após o uso, sem tocar na superfície externa, e realizar a higiene das mãos com água e sabonete ou produto alcoólico após a remoção da máscara;
  • Ao realizar higiene das mãos com água e sabonete, utilizar, preferencialmente toalhas de papel descartáveis para secar as mãos. Caso toalhas de papel descartáveis não estejam disponíveis, usar toalhas de pano e trocar quando ficarem molhada;
  • Os cuidados de medida preventiva (etiqueta respiratória) devem ser praticados por todos, cuidadores e pacientes. Cobrir a boca e o nariz durante a tosse e espirros, usando máscara cirúrgica, lenços de papel ou cotovelo flexionado, seguido de higiene das mãos;
  • Descartar os materiais usados para cobrir a boca e o nariz imediatamente após o uso;
  • Evitar o contato direto com fluidos corporais, principalmente os orais, ou secreções respiratórias e fezes;
EPI’s e Materiais pessoais
  • Usar luvas descartáveis para fornecer cuidados orais ou respiratórios e quando manipular fezes, urina e resíduos. Realizar a higiene das mãos antes e depois da remoção das luvas;
  • Luvas, máscaras e outros resíduos gerados pelo paciente ou durante os cuidados com o paciente devem ser colocadas em lixeira com saco de lixo no quarto da pessoa doente antes do descarte com outros resíduos domésticos;
  • Evitar o compartilhamento de escovas de dente, talheres, pratos, bebidas, toalhas ou roupas de cama, tereré, chimarrão e narguilé;
  • Talheres e pratos devem ser limpos com água e sabão ou detergente comum após o uso e podem ser reutilizados;
Superfícies
  • Limpar e desinfetar as superfícies frequentemente tocadas, como mesas de cabeceira, quadros de cama e outros móveis do quarto do paciente diariamente com desinfetante doméstico comum;
  • Limpar e desinfetar as superfícies do banheiro pelo menos uma vez ao dia com desinfetante doméstico comum;
  • Roupas limpas e sujas, roupas de cama, toalhas de banho e de mão do paciente devem ser lavadas com água e sabão comum. Evitar agitar a roupa suja;
  • Usar luvas descartáveis e roupas de proteção (por exemplo, aventais de plástico). Retirar o avental antes da remoção das luvas e realizar higiene das mãos imediatamente após;
  • Considerando as evidências limitadas de transmissão pessoa a pessoa, indivíduos que podem ter sido expostos a casos suspeitos de infecção por COVID-19 (incluindo cuidadores e trabalhadores de saúde) devem ser aconselhados a monitorar sua saúde por 14 dias, a partir do último dia do possível contato, e procurar atendimento médico imediato se desenvolver quaisquer sintomas, particularmente, febre, tosse ou falta de ar;
  • Contatos sintomáticos devem entrar em contato com o serviço de saúde informando sua chegada e durante o transporte até a unidade de saúde usar máscara cirúrgica o tempo todo e evitar utilizar transporte público. É aconselhado chamar uma ambulância ou utilizar veículo privado com boa ventilação;
  • Álcool gel é uma das alternativas para assepsia, mas lavar as mãos frequentemente com produtos surfactantes, como sabão, detergente, sabonete líquido ou em barra e até shampoos.
Sanders

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

Referência: MATO GROSSO DO SUL. Governo do Estado. MANUAL DE CONDUTAS PARA ENFRENTAMENTO DO COVID-19: MANUAL DE CONDUTAS PARA ENFRENTAMENTO DO COVID-19. 2020. Disponível em: https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/Manual-de-Condutas-corrigido-15.04.2020.pdf. Acesso em: 04 abr. 2020.

Clínica Veterinária, e os equipamentos de biossegurança.

Se você deseja adquirir uma Clínica Veterinária, saiba que precisará de alguns equipamentos básicos para garantir primeiramente a biossegurança dos colaboradores da empresa e dos pets que serão atendidos diariamente nela.

Mercado pet no Brasil

O mercado pet no Brasil tem crescido de forma assustadora, desse modo, empreendedores de todo o País tem apostado nesse ramo, visto que investir em um pet shop ou em uma Clínica Veterinária tem se tornado cada vez mais viável diante do cenário nacional.

Mas lembre-se, entender sobre a gestão e os processos desse tipo de mercado, bem como a disponibilidade de produtos e equipamentos para uma Clínica Veterinária é indispensável, só assim é possível saber como e onde colocar seus investimentos de forma correta e segura.

O mercado de Clínicas Veterinárias tem movimentado cerca de 15 bilhões de reais por ano, e surpreendentemente tem apresentado um crescimento constante de 17% ao ano. Contudo o que se explica é que, atualmente o Brasil possui uma população de cães e gatos estimada em 78,1 milhões de animais, onde 54,2 milhões são cães e 23,9 milhões são felinos. Isso, sem contar as outras espécies de animais de estimação, que encontramos no Brasil.

Gestão e entendimento do negócio

Portanto antes de empreender nesse ramo é preciso entender que assim como qualquer outra Clínica, a Veterinária requer o investimento em equipamentos indispensáveis para garantir o cumprimento das normas de biossegurança. Dessa forma ter em mãos um plano de negócio pode auxiliar e muito para identificar as fraquezas dos concorrentes e fazer a diferença nesse mercado.

Com a visualização clara do público-alvo, é possível entender as necessidades existentes e estabelecer metas, prazos e projeções financeiras.

Além disso um bom plano de negócio possibilita o estudo da concorrência, possibilitando as melhores escolhas em estrutura, bons equipamentos, produtos e serviços, para poder ultrapassá-las na preferência do público.

Nesse sentido outro ponto muito importante na hora de empreender, é a escolha dos melhores fornecedores e prestadores de serviços, essa escolha bem-feita consequentemente garante a qualidade dos serviços que você irá oferecer no futuro, um bom fornecedor pode fazer toda a diferença no seu negócio.

Espaços funcionais de uma Clínica Veterinária

Alguns dos requisitos básicos estruturais que uma Clínica Veterinária deve conter são: recepção, consultas de emergência assim como as previamente agendadas, internações, salas de pós-operatórios e uma estrutura preparada para o armazenamento e descarte de materiais diversos, visando sempre a biossegurança de todos.

Equipamentos de biossegurança para Clínicas Veterinárias

Como já vimos, as Clínica Veterinária assim como as clínicas e hospitais humanos, necessitam de uma série de equipamentos de segurança, tanto para que o licenciamento sanitário seja aprovado, quanto para o bom funcionamento e garantia da qualidade no atendimento. Dentre os equipamentos de biossegurança que são essenciais para qualquer clínica veterinária estão:

  • Autoclaves;
  • Lavadoras ultrassônicas;
  • Seladoras;
  • Geladeira, freezer e cooler para armazenamento de medicações e vacinas.
Qualidade no atendimento

Esses equipamentos são de exigência básica para licenciamento na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com a finalidade de garantir a higienização de forma correta de equipamentos e roupas utilizadas.

Esses equipamentos não apenas são essenciais para garantir a qualidade da higienização, como também são essenciais para o armazenamento dos equipamentos, evitando o risco de contaminação.

Além dos equipamentos básicos exigidos para o licenciamento, podemos listar outros como:
  • Macas;
  • máquinas de tosa;
  • instrumentos cirúrgicos;
  • estetoscópio, oftalmoscópio, otoscópio e laringoscópio;
  • broncodilatadores;
  • aparelhos de ultrassonografia e radiografia;
  • uniformes;
  • kits para atendimento de emergência;
  • medicações e vacinas;
  • produtos de higiene e limpeza, toalhas e outros materiais descartáveis.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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