Fotopolimerizador | Introdução aos cuidados

O Fotopolimerizador começou a ser mais utilizado primeiramente a partir da década de 70, através da utilização de resinas compostas.

Quanto a sua luz, no passado, era utilizado o tradicional sistema de luz halógena.

Tempos depois, os fabricantes passaram a utilizar fontes de laser de argônio e arco de plasma de xenônio.

Reduzindo assim o tempo de polimerização com uma grande otimização da hora clínica de consultório.

Nesse sentido, os modelos mais novos de fotopolimerizador contam com luzes de LED, fazendo com que ele já emita a luz azul de forma direta, evitando a necessidade de se comprimir outras ondas de luzes.

Por consequência, faz com que o aparelho não sofra com o alto aquecimento.

Luz azul do fotopolimerizador

O agente que inicia a resina, geralmente é o canforoquinona, que é fotoativado através do comprimento de onda de luz visível na média de 470nm.

Alguns modelos de fotopolimerizadores podem atuar de forma mista, alterando sua intensidade conforme o processo vai acontecendo. Isso varia de acordo com uma programação do dentista, evitando a contração de polimerização das resinas compostas.

A cor azul do fotopolimerizador aquece de forma uniforme toda a estrutura molecular da resina, alterando-a e fazendo com ela se prenda de forma uniforme, trazendo maior resistência e durabilidade àquele material.

Cuidados com o fotopolimerizador

O fotopolimerizador é uma peça de alto valor e que tende a durar por muitos anos. Mas para isso, alguns cuidados precisam ser tomados para que essa durabilidade seja alta. Alguns deles são:

  • Primeiramente, guarde o seu equipamento em local apropriado, protegido de raios solares e umidade.
  • O condutor de luz não pode ser mergulhado em solventes ou substâncias que contenham acetona na sua composição
  • Evitar que o terminal condutor de luz toque a resina a ser polimerizada. Isso fará com que os resíduos não obstruam o feixe de luz;
  • O equipamento não pode sofrer quedas;
  • Caso a ponteira condutora de luz seja danificada (quebra, riscos ou sujeiras que não possam ser retirados facilmente), esta deve ser encaminhada para a manutenção e realização de um novo polimento ou substituição;
  • Jamais utilize iodopovidona, glutaraldeídos ou produtos clorados, pois com o tempo podem produzir ataques superficiais sobre o corpo do instrumento;
  • Não tente reparar componentes defeituosos ou substituir por partes de outro aparelho. Somente com a utilização das peças originais é garantido o perfeito funcionamento do aparelho;
  • Após cada ciclo de utilização, remova a ponteira condutora de luz e o protetor ocular.
Limpeza e assepsia

Outro fator importante que possibilita uma maior durabilidade, é a conservação através da limpeza e assepsia. Em suma a assepsia habitual ou corrente deverá ser feita antes e depois do atendimento de cada paciente, garantindo que nenhuma contaminação ocorra de um paciente para outro.

A ponteira de fibra óptica pode ser esterilizada em Autoclave a 134°C a pressão de 2,3 kg/cm2. Já a ponteira de polímero NÃO deve ser autoclavada. Para efetuar a limpeza e desinfecção do seu equipamento, pode-se utilizar substâncias bactericidas bem como:

  • Lenços umedecidos com líquido desinfetante de superfície;
  • A limpeza dos óculos, do protetor ocular e da ponteira condutora de luz pode ser realizada utilizando lenços descartáveis umedecidos com álcool 70%, assim como, lavados com água e sabão neutro.
Considerações finais

De acordo com alguns autores, independente do fotopolimerizador utilizado, a qualidade da luz é de fundamental importância para o sucesso clínico dos procedimentos realizados com materiais resinosos.

Assim, a intensidade ou densidade de potência da luz emitida preconizada é de 470 mW/cm2 para adequada fotopolimerização de incrementos dos compósitos de até 2 mm.

Portanto, apesar de toda a preocupação quanto à qualidade da luz emitida e técnicas de fotopolimerização, estudos demonstram a falta de conscientização dos profissionais quanto à manutenção de seus aparelhos fotopolimerizadores. Foi constatado que muitos profissionais realizam a troca da lâmpada halógena apenas depois que esta queima.

Além disso, não é realizado o monitoramento da intensidade de luz dos seus aparelhos com um radiômetro.

O correto é que um protocolo de manutenção preventiva e periódica dos aparelhos fotopolimerizadores seja feito, o que, dessa forma, poderia evitar a diminuição excessiva da intensidade de luz emitida.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

Como desenvolver o controle e a prevenção de infecções em odontologia.

Os profissionais de saúde dentária, sua equipe e os instrumentos utilizados em seu consultório estão constantemente expostos a tecidos orais potencialmente infectados, saliva e sangue. Por isso é essencial que esses profissionais verifiquem sempre se o controle e a prevenção de infecções cruzadas estão sendo promovidos em seu consultório, tanto para os pacientes quanto para os membros da equipe.

Conhecimento e Treinamento para o controle e a prevenção de infecções

A princípio o primeiro passo em direção a um consultório protegido e livre de infecções é a conscientização.

Consciência e conhecimento estão entre os requisitos essenciais para o controle e prevenção de infecções em odontologia.

Todas as partes envolvidas no tratamento odontológico devem estar cientes dos possíveis processos de disseminação de doenças dentárias de um paciente para outro. Três partes estão envolvidas:

  • O paciente – Os pacientes devem estar cientes e educados quanto ao controle de infecções. É preciso deixar claro como eles podem desempenhar seu papel na prevenção da propagação de uma infecção de um paciente para o outro.
  • Profissionais de Odontologia – Os dentistas são os responsáveis por educar e treinar os membros da sua equipe, é importante deixar claro sobre a importância do controle de infecções cruzadas e os riscos que estarão expostos caso não cumpram com as regras de controle.
  • Profissionais de saúde bucal – Todos os profissionais ligados a saúde bucal precisam manter seus conhecimentos atualizados através de todas as fontes possíveis, assim ele adquire conhecimento e podem auxiliar outros profissionais, membros da equipe e os pacientes.
Compromisso Ético

Obter o máximo de conhecimento e entendimento possível, ainda não é o suficiente. Um profissional deve possuir um compromisso ético e profissional, garantindo o controle de infecções e doenças. Educação e atenção plena, obviamente, ajudarão a desenvolver esse compromisso.

Adesão às normas e diretrizes

A responsabilidade de fornecer padrões e diretrizes para práticas mais seguras é supervisionada em nível nacional e internacional pelo órgãos responsáveis. Os profissionais de odontologia devem atender os requisitos em seu município, bem como os padrões internacionais. 

Padrões básicos de segurança para o controle e a prevenção de infecções

Alguns padrões de segurança são básicos e essenciais, precisam ser adotados com todos como rotina, sem qualquer conhecimento prévio de status de infecção do paciente. Além disso esses padrões precisam ser seguidos para que os riscos de transmissão de infecções sejam minimizados.

Padrões de Segurança
Higienizar as Mãos 

A higienização das mãos é sem dúvidas a medida de proteção mais crucial contra a infecção cruzada em ambientes dentários. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os profissionais de saúde lavem as mãos antes e imediatamente após a realização de qualquer atendimento ou procedimento. Para exames de rotina, pode-se lavar as mãos com sabão ou detergente à base de álcool. No entanto, para procedimentos cirúrgicos, deve-se realizar uma lavagem cuidadosa das mãos, juntamente com a limpeza sob as unhas.

Roupas e artigos de proteção

Os equipamentos de proteção individual (EPI), são muito eficazes na prevenção da transmissão de doenças em ambientes dentários. As luvas formam uma barreira adequada e impedem a passagem de bactérias do sangue e dos fluidos corporais dos pacientes. Da mesma forma, máscaras e óculos são altamente eficazes contra a prevenção da transmissão de infecções transmitidas pelo ar. Além disso, recomenda-se que os profissionais de saúde bucal usem mangas compridas, como barreiras de proteção.

O gerenciamento adequado dos resíduos

Produzidos durante o procedimento clínico odontológico deve ser assegurado que eles não se tornem uma fonte de infecção para os pacientes e os profissionais de saúde.

Manuseio e descarte de agulhas e objetos cortantes

Certamente que a maioria dos procedimentos odontológicos requerem o uso de instrumentos cirúrgicos cortantes, que podem atuar como fonte de infecção cruzada, se não forem descartados adequadamente.

 As práticas odontológicas devem ter processos definidos para garantir as extremidades de trabalho dos instrumentos descartáveis ​​antes de descartá-los. Por outro lado, instrumentos afiados reutilizáveis ​​devem ser adequadamente esterilizados antes de serem reutilizados no próximo paciente.

Limpeza, descontaminação e esterilização 

A esterilização garante que todos os microrganismos, incluindo esporos na superfície dos instrumentos dentários, sejam destruídos, reduzindo as chances de infecção cruzada. Portanto uma solução avançada que abrange o processo de descontaminação e esterilização do início ao fim manterá você coberto e proporcionará a tranqüilidade necessária para se concentrar no tratamento de seus pacientes. 

Certifique-se de que seu fornecedor de soluções possa responder a todas as etapas do processo com o seguinte: um limpador ultrassônico para eliminar descartes duros, uma máquina seladora para garantir armazenamento estéril adequado até a reutilização dos instrumentos, uma lavadora desinfetadora alta qualidade de desinfetar os instrumentos antes que eles entrem no esterilizador e, mais importante, uma autoclave avançada que fornecerá resultados de alta qualidade sem compromisso. 

Ter equipamentos de ponta pode tornar o processo fácil e aumentar a produtividade, deixando mais tempo para se concentrar no atendimento ao paciente.

Precauções especiais de controle e a prevenção de infecções para pacientes em risco

Precauções devem ser praticadas com pacientes que sofrem de doenças infecciosas como HIV, hepatite B e C:

  • Infecção  transmitida pelo ar – a proteção contra infecções transmitidas pelo ar exige imunização contra gripe, tuberculose ativa ou varicela. Isso também pode envolver o uso de máscaras respiratórias imunizadas, de preferência em salas com pressão negativa.
  • Precauções de contato  – Recomenda -se o uso de aventais e luvas de plástico durante as operações. Eles devem ser usados, por exemplo, contra MRSA, telhas ou Impetigo.
Limpeza da linha de água da unidade odontológica 

Outra fonte potencial de infecção na prática odontológica é a linha d’água. Uma linha d’água dedicada deve ser providenciada para esterilização e para instrumentos que exijam água durante o uso, como peças de mão odontológicas, raspadores ultrassônicos etc. A inspeção regular da linha d’água também é necessária para evitar a formação de biofilme que pode resultar em infecção.

Vamos resumir

Da mesma forma o objetivo dessas medidas é prevenir e controlar a infecção, e elas devem se tornar uma parte essencial dos valores essenciais de qualquer clínica odontológica. Dentistas e gerentes de clínicas são encarregados da segurança de seus pacientes e da equipe odontológica. 

Portanto, eles devem conceber um processo abrangente em sua prática para minimizar a transmissão de infecções e criar um ambiente seguro para seus pacientes e equipe odontológica. 

Sob o mesmo ponto de vista, se sua prática seguir as diretrizes de controle de infecção combinadas ao uso de produtos e soluções de processamento estéril de alta qualidade , certamente você será classificado entre os melhores do campo. 

É claro que um profissional de odontologia que enfatiza a segurança, não apenas porque é necessário, mas como algo de valores, vale a pena ser confiável e respeitado pelos pacientes.

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Coronavírus e as Clínicas de estética: práticas de prevenção.

Pessoas ao redor do mundo estão enfrentando um novo inimigo invisível. O coronavírus, causador da doença Covid-19, teve inicio em dezembro de 2019 , na cidade de Wuhan, na China.

O que parecia distante, infelizmente hoje tornou-se uma realidade no Brasil.

Portanto cabe agora a cada um de nós assumirmos o nosso papel para a prevenção do contágio e proliferação dessa e de outras doenças que só podem ser evitadas através das normas de biossegurança.

Para uma clínica de estética por exemplo, os riscos de contaminação pelo coronavírus tornam-se eminentes.

Portanto entenda como manter a biossegurança e evitar a proliferação dessa ou de qualquer outra doença em sua clínica de estética.

Como o esteticista pode se precaver contra a COVID-19

Primeiramente o uso de EPI’s Equipamentos de Proteção Individual, tornam-se indispensáveis para evitar a transmissão do coronavírus ou qualquer outra doença transmissível. Alguns desses equipamentos são:

1. Máscara

Entre os possíveis meios de transmissão do vírus, a principal são pelas gotículas de saliva, liberada durante as tosses e espirros. Por isso o uso de máscaras é indispensável.

As máscaras não evitam o contágio, pois outros orifícios ficam expostos, mas evitam que o vírus seja espalhado através de tosses e espirros.

Fora da clínica, quem precisa usar máscaras? Apenas pessoas contagiadas ou com sintomas da doença. 

2. Jaleco

Outro EPI muito importante é o jaleco, os clientes podem ter utilizado de diversos meios de transporte para chegar até a clínica, carro, ônibus ou rua. O jaleco em si fica estritamente no ambiente da clínica, evitando que o profissional leve microorganismos nocivos, levados por clientes, para dentro de suas casas.

3. Luvas descartáveis

A maior parte do trabalho realizado por esteticistas é feito com as mãos. Porém as mãos tocam inúmeras superfícies, que podem estar carregados de bactérias e conter o vírus.

Por isso as mãos acabam sendo um meio perigoso de contágio, seja na pele ou debaixo das unhas. Portanto a melhor forma de não levar isso até seus clientes é com a utilização de luvas.

Para que o cuidado seja tomado de forma correta, é preciso fazer a anti-sepsia das mãos antes de colocar as luvas, assim como é indicado que seja feito das mãos dos clientes também.

4. Touca

Pode não parecer, mas o cabelo também é responsável por carregar muitas sujidades. E seu uso é indispensável para a saúde estética.

Assepsia do ambiente e materiais

Falamos sobre você e seus EPI’s. Mas e a clínica?

Quais cuidados devem ser tomados na clínica de estética contra o coronavírus.

É imprescindível que o ambiente esteja o mais limpo possível para diminuir o risco de contaminação do COVID-19. Para isso pode-se usar álcool 70% para assepsia de materiais e bancadas de trabalho. Lembre-se de aplicar o produto com papel toalha ou uma gaze de algodão, e fazer o descarte em seguida.

O descarte correto dos materiais também é uma medida importante que garantirá não só a higiene, mas também a segurança da clínica e de seus profissionais. Essas táticas, embora destinadas para o novo coronavírus, também ajudariam a conter outras enfermidades contagiosas e tão ameaçadoras quanto ele. 

Outro fator tão importante quanto a assepsia da clínica é a esterilização dos materiais e acessórios que você utiliza em seus atendimentos. Você pode utilizar uma autoclave para realizar esta limpeza.

Esterilização dos materiais e equipamentos
  • Produtos: o ideal é usar materiais devidamente limpos e assépticos ou descartáveis para retirar o produto da sua embalagem; 
  • Maca: antes de fazer a troca do lençol descartável, deve-se aplicar álcool 70% na superfície da maca;
  • Equipamentos: com um algodão umedecido com a solução antisséptica, friccionar por no mínimo 30 segundos por toda a extensão do acessório que entra em contato com a cliente (eletrodos, manoplas, canetas, etc.); 
  • Procedimentos: é muito importante a assepsia das mãos do cliente antes de iniciar o tratamento, para evitar contaminação.

Dê preferência aos materiais autoclaváveis, como, por exemplo, os pincéis para peelings químicos autoclaváveis.

Converse com o cliente sobre o coronavírus

Nesse momento critico em que vivemos, todo cuidado ainda é pouco. Portanto para evitar o contágio do Coronavírus, o diálogo é muito importante. 

Se seu cliente apresentar qualquer sintoma de gripe ou febre, por exemplo, procure remarcar a sessão para outra data. O mesmo vale para você. 

Quando receber o cliente em clínica, ofereça álcool 70% para a antissepsia das mãos, e tome todas as precauções que conversamos acima. 

Importância da biossegurança contra o coronavírus

Manter uma boa imagem em relação à biossegurança na atuação profissional, funciona também como um diferencial para o esteticista, que reforça o seu compromisso com a saúde do cliente e o seu próprio bem-estar. 

A rotina dos estabelecimentos tem mudado muito desde o anuncio da pandemia. Na área de beleza não foi diferente, pudemos reparar uma queda expressiva na quantidade de clientes que ainda frequentam as clínicas de estética. Por isso para os profissionais que ainda continuam com as portas abertas, realize os serviços oferecendo o máximo de segurança para os clientes, tome todas as medidas de biossegurança e demonstre que o o cliente estará seguro em sua clínica.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Reprocessamento de equipamentos para a saúde: regras da ANVISA.

Certamente não existem dúvidas de que todo reprocessamento de equipamentos feito nas unidades de saúde, é um procedimento complexo e de suma importância, cujo principal objetivo é evitar que ocorra infecções, presença de endotoxinas, biofilmes, perda da integridade do material entre outros.

Além disso, há uma preocupação com eventos adversos relacionados aos resíduos de material imunológico de um paciente para outro.

Por meio de equipamentos mal reprocessados ou reações decorrentes de resíduos de produtos mal utilizados durante a limpeza do artigo.

Desse modo, é de suma importância que o profissional responsável pelo reprocessamento desses equipamentos seja altamente capacitado e tenha profundos conhecimentos sobre crescimento microbiano, curva de crescimento, morte microbiana, esporos bacterianos, endotoxinas, carga microbiana (bioburden), biofilmes, resistência microbiológica, príons, entre tantos outros.

Além de características como: responsabilidade, iniciativa, equilíbrio emocional, trabalho em equipe, capacidade organização.

Essas características são exigidas rotineiramente nesta atividade de extrema importância em uma unidade de saúde.

É preciso contar também com equipamentos de qualidade como circuladores, lavadoras, pistolas de limpeza e secadoras.

Esses equipamentos são essenciais para garantir a qualidade do processo.

O que é reprocessamento?

O reprocessamento trata-se de um procedimento de Limpeza, desinfecção e esterilização de materiais ou instrumentos hospitalares.

Esse procedimento tem o papel de garantir a suficiência e a segurança para que esses materiais possam ser reutilizados, sem oferecer nenhum tipo de risco biológico aos pacientes.

Quais materiais podem ser reprocessados?

O reprocessamento de produtos para a saúde envolve todos os materiais hospitalares que podem ser considerados reutilizáveis.

Isso se resume aos equipamentos, aparelhos ou produtos de uso médico, odontológicos ou laboratoriais, que tenham a finalidade de prevenir, diagnosticar, tratar ou reabilitar pacientes.

Lembrando que é preciso desconsiderar a utilização de materiais de uso farmacológicos, imunológicos ou metabólicos para aplicações em seres humanos.

Quais os materiais que são proibidos para reutilização?

Outra preocupação que deve haver nos estabelecimentos de saúde é sobre a reutilização de artigos de uso único que, embora venham de fábrica contendo a identificação de “uso único”, ainda são reutilizados.

O reuso destes artigos envolve questões legais, médicas, éticas e econômicas, sendo amplamente discutido. Esses materiais são:

  • Bisturis descartáveis
  • Cateteres
  • Escalpes
  • Espéculos
  • Luvas cirúrgicas
  • Marcapasso
  • Placas e parafusos
  • Prótese vascular
  • Sondas nasogástricas
  • Sondas vesicais
  • Tubos endotraqueais
Quais são as exigências da Anvisa sobre o reprocessamento de produtos para a saúde?

Conforme as regras determinadas pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão responsável pelo inspeção e monitoramento da qualidade desse processo, o reprocessamento de materiais de saúde que estão contidos na categoria de “uso único” precisam atender alguns padrões que exigem o máximo de qualidade e segurança.

Quanto ao processo de registro e de rotulagem dos produtos médicos, é necessário requerer à Anvisa o enquadramento do material, definindo-o como sendo único ou reutilizável.

Após a análise dos produtos de saúde, a Anvisa definirá a categoria estabelecida, mas, apesar de o órgão estabelecer esse controle rígido de definir em resoluções as regras que garantam a segurança.

É também fundamental que os fornecedores desses materiais reutilizáveis estejam atentos aos riscos que um reprocessamento inapropriado pode causar aos pacientes e usuários, ou seja, um reprocessamento feito sem os produtos adequados pode causar danos aos pacientes.

Vantagens

Contudo o reprocessamento de equipamentos para saúde é um tema ainda muito complexo, mas essa prática oferece muitas vantagens, econômicas e ecológicas.

Com a reutilização dos produtos, automaticamente haverá menos gastos, assim como a reutilização proporciona uma menor quantidade de resíduos que precisaram ser descartados, diminuindo assim os poluentes no meio ambiente.

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Estúdios de Tatuagem e a Biossegurança

É extremamente natural que qualquer pessoa que decida fazer uma Tatuagem, opte por um profissional renomado, que ofereça um espaço específico para essa atividade sendo ele limpo e seguro, garantindo uma experiência satisfatória, deixando bem claro que essa atividade não vai oferecer qualquer tipo de risco para a saúde do cliente.

Consequentemente é de suma importância que os profissionais tatuadores estejam sempre atentos para que o seu estúdio apresente todas essas características, além de garantir que estejam também dentro das normas e regras de biossegurança estabelecidas pela ANVISA.

Tatuagem e a biossegurança

O ato de tatuar consiste na pigmentação e a perfuração da pele, ou seja, as chances de uma contaminação são eminentes, tanto para o cliente quanto para o profissional tatuador. Isso se explica devido a utilização de materiais que estão em contato direto com o ar, sangue e os fluidos corporais do cliente, que se porventura apresentar alguma contaminação pode acarretar diversas doenças.

Portanto conhecer e garantir as normas de biossegurança é essencial nesse ofício, o ato de tatuar lida diretamente com a integridade da pele do cliente, por isso, primeiramente algumas medidas de biossegurança devem ser implementadas pelos proprietários de estúdios de Tatuagem. Algumas dessas medidas são:

  • Manter-se atento aos cuidados básicos: o tatuador deve ter o hábito de lavar corretamente as mãos, no mínimo antes e após o procedimento;
  • Uso de acessórios de proteção: acessórios de uso pessoal do tatuador são indispensáveis, como luvas, aventais e máscaras;
  • Armazenamento de equipamentos: todos os equipamentos devem estar armazenados em armários limpos, que não apresentem nenhum tipo de umidade e devem se manter fechados durante todo o tempo que não estão em uso. Já os materiais que necessitam de esterilização devem ser armazenados em locais separados, limpos e secos;
  • Produtos: todos os produtos devem estar de acordo com a ANVISA, principalmente as tintas utilizadas no procedimento;
  • Materiais descartáveis: os materiais descartáveis como luvas, agulhas e lâminas devem ser eliminados logo após o uso. Lembrando que o uso de materiais descartáveis, não elimina a necessidade de práticas de assepsia e desinfecção;
  • Material esterilizado: todo o material utilizado no processo, como agulhas de Tatuagem devem ser esterilizados em autoclaves e embalados individualmente.
A segurança antes de tudo

É possível observar que muitos dos profissionais tatuadores, ainda não entenderam a real importância dos processos de biossegurança, subestimando assim as consequências de um processo malconduzido. Apesar da dificuldade em mensurar e explicar o risco inerente à prática desse ofício, os tatuadores percebem sua existência, mas a preocupação com a arte é na maioria das vezes é o que prevalece.

Em vários momentos pode-se constatar que cada profissional atua da forma diferente, de maneira empírica, sem se preocupar com normas ou protocolos de biossegurança, gerando riscos, tanto para o cliente quanto para o profissional.

Contudo é necessária a padronização do procedimento, até mesmo para que este ofício se consolide como profissão.
As ações de biossegurança no ofício de tatuar podem apontar uma nova área de atuação para o enfermeiro visto que, entre suas competências, se destacam a educação em saúde e o treinamento de pessoal em proteção da saúde do trabalhador.

Por isso é preciso que os profissionais que optam por equipamentos de aço cirúrgico, sobretudo entendam que a esterilização é um dos principais pontos para a garantia de um procedimento saudável e seguro. É recomendável que lâminas, biqueiras, agulhas e hastes sejam esterilizadas em autoclaves.

Uso das autoclaves

O uso de autoclaves resume-se em práticas rápidas e seguras, sendo a principal escolha da maioria dos tatuadores. Além disso, elas proporcionam mais economia, devido ao seu baixo consumo de energia; são resistentes, fazendo com que os tatuadores não tenham que se preocupar com manutenções frequentes, e apresentam um ótimo custo benefício.

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Clínica Veterinária, e os equipamentos de biossegurança.

Se você deseja adquirir uma Clínica Veterinária, saiba que precisará de alguns equipamentos básicos para garantir primeiramente a biossegurança dos colaboradores da empresa e dos pets que serão atendidos diariamente nela.

Mercado pet no Brasil

O mercado pet no Brasil tem crescido de forma assustadora, desse modo, empreendedores de todo o País tem apostado nesse ramo, visto que investir em um pet shop ou em uma Clínica Veterinária tem se tornado cada vez mais viável diante do cenário nacional.

Mas lembre-se, entender sobre a gestão e os processos desse tipo de mercado, bem como a disponibilidade de produtos e equipamentos para uma Clínica Veterinária é indispensável, só assim é possível saber como e onde colocar seus investimentos de forma correta e segura.

O mercado de Clínicas Veterinárias tem movimentado cerca de 15 bilhões de reais por ano, e surpreendentemente tem apresentado um crescimento constante de 17% ao ano. Contudo o que se explica é que, atualmente o Brasil possui uma população de cães e gatos estimada em 78,1 milhões de animais, onde 54,2 milhões são cães e 23,9 milhões são felinos. Isso, sem contar as outras espécies de animais de estimação, que encontramos no Brasil.

Gestão e entendimento do negócio

Portanto antes de empreender nesse ramo é preciso entender que assim como qualquer outra Clínica, a Veterinária requer o investimento em equipamentos indispensáveis para garantir o cumprimento das normas de biossegurança. Dessa forma ter em mãos um plano de negócio pode auxiliar e muito para identificar as fraquezas dos concorrentes e fazer a diferença nesse mercado.

Com a visualização clara do público-alvo, é possível entender as necessidades existentes e estabelecer metas, prazos e projeções financeiras.

Além disso um bom plano de negócio possibilita o estudo da concorrência, possibilitando as melhores escolhas em estrutura, bons equipamentos, produtos e serviços, para poder ultrapassá-las na preferência do público.

Nesse sentido outro ponto muito importante na hora de empreender, é a escolha dos melhores fornecedores e prestadores de serviços, essa escolha bem-feita consequentemente garante a qualidade dos serviços que você irá oferecer no futuro, um bom fornecedor pode fazer toda a diferença no seu negócio.

Espaços funcionais de uma Clínica Veterinária

Alguns dos requisitos básicos estruturais que uma Clínica Veterinária deve conter são: recepção, consultas de emergência assim como as previamente agendadas, internações, salas de pós-operatórios e uma estrutura preparada para o armazenamento e descarte de materiais diversos, visando sempre a biossegurança de todos.

Equipamentos de biossegurança para Clínicas Veterinárias

Como já vimos, as Clínica Veterinária assim como as clínicas e hospitais humanos, necessitam de uma série de equipamentos de segurança, tanto para que o licenciamento sanitário seja aprovado, quanto para o bom funcionamento e garantia da qualidade no atendimento. Dentre os equipamentos de biossegurança que são essenciais para qualquer clínica veterinária estão:

  • Autoclaves;
  • Lavadoras ultrassônicas;
  • Seladoras;
  • Geladeira, freezer e cooler para armazenamento de medicações e vacinas.
Qualidade no atendimento

Esses equipamentos são de exigência básica para licenciamento na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com a finalidade de garantir a higienização de forma correta de equipamentos e roupas utilizadas.

Esses equipamentos não apenas são essenciais para garantir a qualidade da higienização, como também são essenciais para o armazenamento dos equipamentos, evitando o risco de contaminação.

Além dos equipamentos básicos exigidos para o licenciamento, podemos listar outros como:
  • Macas;
  • máquinas de tosa;
  • instrumentos cirúrgicos;
  • estetoscópio, oftalmoscópio, otoscópio e laringoscópio;
  • broncodilatadores;
  • aparelhos de ultrassonografia e radiografia;
  • uniformes;
  • kits para atendimento de emergência;
  • medicações e vacinas;
  • produtos de higiene e limpeza, toalhas e outros materiais descartáveis.

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Biossegurança e a Estética.

A Biossegurança e a Estética estão diretamente ligadas, visto que a biossegurança em si é o conjunto de estudos fundamentais para qualquer profissional que atue nessa área.

Mas será que os profissionais realmente conhecem o real significado dessas práticas diante de todas as recomendações dadas?

O que é Biossegurança?

A Biossegurança é o conjunto de procedimentos adaptados para o espaço de saúde e estética, assegurando a proteção e a segurança do paciente, assim como a do profissional.

A biossegurança tem como papel principal orientar e auxiliar os profissionais de saúde e estética.

O objetivo é de diminuir a transmissão de doenças através do emprego de uma série de medidas de controle dentro de clínicas, hospitais, centros de estética entre outros.

Portanto para que o conjuntos de normas de biossegurança possam ocorrer de forma efetiva é preciso contar com o auxílio de equipamentos específicos de esterilização e desinfecção.

Esterilização e Desinfecção.

Consequentemente a esterilização é sem dúvida uma das medidas de biossegurança na estética mais fundamentais.

Essa prática evita qualquer tipo de transmissão de agentes causadores de doenças, como por exemplo o Covid-19 (família de vírus que causam infecções respiratórias e tem matado muitas pessoas no mundo todo).

A esterilização é extremamente importante nos serviços de saúde como hospitais, clínicas e consultórios odontológicos, mas também é fundamental em salões de beleza, centros de estética, estúdios de tatuagens entre outros.

 O equipamento de esterilização mais recomendado pela ANVISA atualmente são as autoclaves.

Da mesma forma esse equipamento é obrigatório nesses estabelecimentos, mas o sucesso e a garantia da esterilização e a segurança do paciente dependem também de alguns passos fundamentais que o profissional responsável precisa tomar. Ou seja, são várias as medidas e cada passo é importante.

As autoclaves são disponibilizadas por empresas como a Sanders, e certamente possuem diversas opções de tamanhos para os mais variados tipos de serviços e orçamentos.

Atenção aos profissionais de estética.

A primeira coisa que um profissional precisa mensurar ao abrir um centro de estética é: “se os equipamentos que vão garantir a biossegurança no local estão de acordo com as necessidades de cada ambiente”.

Pois a complexidade de cada ambiente implica em diferentes tipos e tamanhos de equipamentos, mesmo que o processo seja bastante semelhante para todos eles.

Esses equipamentos de esterilização são fundamentais para qualquer centro de estética, fica impossível ter um espaço sem a presença de pelo menos uma autoclave.

Da mesma forma é de suma importância que o profissional responsável pelo centro de estética compartilhe essas informações com todos da equipe.

Assim como é essencial fazer reuniões regulares para avaliar como as medidas de biossegurança estão sendo tomadas e se todos da equipe estão cientes da importância dessas medidas.

Algumas medidas que devem sempre ser passadas e garantidas pelo profissional de saúde assim como a sua equipe são:
  • Mão limpas: A higiene do profissional é tão importante quanto a utilização de qualquer equipamento, o cuidado com as mãos por exemplo é fundamental para garantir a saúde, pois as mãos constituem a principal via de transmissão de micro-organismos durante a assistência prestada aos pacientes.
  • Cumprir as normas sanitárias: Além dos equipamentos de biossegurança todo estabelecimento de estética deve respeitas a legislação sanitária vigente, dentre algumas regras gerais estão:
    1. O estabelecimento deve possuir lixeira de pedra com sacos plásticos mas, descartáveis para materiais contaminados, além disso deve conter lavatórios com sabonete líquido e papel toalha.
    2. Maca com a superfície lisa e lavável, mas com lençóis descartáveis.
    3. Da mesma forma as toucas e faixas devem ser descartáveis entre outros.
    4. Possuir paredes e pisos lisos e impermeáveis, evitando qualquer acúmulo de micro-organismos, poeira, secreções etc.
Cabe ao profissional antes de cada tratamento:
  • Fazer á higiene das próprias mãos mas de forma adequada;
  • Fazer a antissepsia das mãos do cliente antes do procedimento acima de tudo evitando infecções;
  • Quando o uso de luvas for necessário, optar pelas descartáveis e retirá-las somente quando terminar o serviço;
  • Toalhas e lençóis devem ser de uso exclusivo de cada cliente, ou seja, não se deve nunca utilizar a mesma toalha ou o mesmo lençol em dois clientes.

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Coronavírus: Confira informações e saiba como se prevenir

Com o objetivo de disseminar informações relevantes das autoridades de saúde a respeito do novo coronavírus, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibiliza as orientações e os cuidados para prevenir e evitar a propagação da doença.

Confira abaixo os principais esclarecimentos sobre o tema, que têm como base dados divulgados e atualizados pelo Ministério da Saúde:

O que é o coronavírus?

Trata-se de um vírus que causa doença respiratória pelo agente coronavírus, com casos originados na China e que vêm se disseminando rapidamente em outros países. 

É uma doença nova? Porque devo me preocupar? 

O novo coronavírus 2019-nCoV, é uma mutação da família coronavírus, conhecida desde os anos 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais.

Geralmente causam doenças respiratórias leves a moderada, semelhantes a um resfriado comum. 

Portanto trata-se de uma doença perigosa pela velocidade de disseminação e a capacidade de combatê-la.

A transmissão

As investigações sobre a transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação da doença se dá por contato próximo de pessoa por pessoa.

Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos.

Ainda não está claro com que facilidade o coronavírus se espalha de pessoa para pessoa. Além disso, a transmissão costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

  • Gotículas de saliva;
  • Espirro;
  • Tosse;
  • Catarro;
  • Contato pessoal próximo, bem como toque ou aperto de mão;
  • Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
Os sintomas do coronavírus 

Os sintomas são semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, assim como as pneumonias.

Os principais são indícios são:

  • Febre
  • Tosse
  • Dificuldade para respirar

Vale destacar que o vírus pode ficar incubado por duas semanas, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

O tratamento 

Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano.

É recomendado repouso e consumo de bastante água.

Outras medidas também devem ser adotadas para aliviar os sintomas, dependendo de cada caso, como, por exemplo:

  • Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos);
  • Uso de humidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse.
Importante:
  • Ao surgirem os primeiros sintomas, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.
A prevenção

Entre as medidas preventivas estão:

  • Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
  • Realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, bem como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
  • Evitar contato próximo, bem como, com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.
Importante: 
  • Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).
  • Para a realização de procedimentos que gerem disseminação de secreções respiratórias assim como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.

O Ministério da Saúde brasileiro tem divulgado informações sobre casos suspeitos que estão sendo investigados no país. Clique aqui para acessar.

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Fonte: ANS