Comprar ou Alugar Equipamentos | Qual é a Melhor Opção?

O crescimento de uma instituição tem como desafio aliar investimento responsável com um bom plano de desenvolvimento, por isso questionamentos como Comprar ou Alugar se tornam comuns, ainda mais se tratando de equipamentos .

A estratégia adotada para implementar a infraestrutura em um cenário de expansão ou em tempos de crise, certamente pode ser decisiva para se chegar a uma equação favorável.

A dúvida sobre comprar ou alugar equipamentos é quase sempre recorrente.

Mas sempre tendo em vista que hoje em dia é quase impossível gerenciar qualquer negócio sem o auxílio da tecnologia.

Como consolidar uma instituição no mercado, trabalhando de modo inteligente a demanda por equipamentos?

Entenda quais são os principais pontos que devem ser avaliados pelo gestor ao ampliar a sua estrutura e saiba qual a condição que melhor se ajusta a realidade de seu momento atual.

Coeficiente custo-benefício

Equipamentos de ponta são artigos que toda instituição quer para se tornar um diferencial.

Antes de fechar qualquer negócio, a solução é colocar todos os custos em planilha, elaborando um quadro de médio ou longo prazo.

No caso de compra, deve se levar em conta a manutenção, tempo estimado de vida útil, taxa de atratividade anual e valor de venda ao final do prazo requerido.

Feitos os cálculos, compare com as mensalidades de aluguel, frequência de uso e o valor de insumos e acessórios, caso tenha.

Este é um bom ponto de partida.

Atualização de equipamentos

Tenha sempre um equipamento atualizado tecnologicamente e atendendo todas as normas exigidas no período.

Valor de venda no mercado

Antes de tudo, para calcular o valor, estipule o prazo de vida útil do equipamento e projete a taxa de depreciação pelo tempo que pretende ficar com o equipamento.

A Receita Federal apresenta uma tabela que taxa a depreciação de 20% ao ano.

Não esqueça também de incluir a porcentagem do Imposto de Renda sobre as prestações de compra.

O valor residual do patrimônio deve apresentar uma vantagem à instituição, em termos de planos de expansão e de diferencial no mercado.

Lembre-se de que a aquisição aumenta o poder patrimonial, sendo vantajoso para aquelas que querem aumentar o seu poder econômico.

Garantias financeiras

Quando a compra for efetivada via financiamento, é exigido uma garantia financeira que compromete a instituição por conta da propriedade fiduciária. Esta se prolonga até o final do contrato, algumas vezes não sendo possível substituir os bens integrantes da garantia.

Custos de manutenção

Tecnologia é sinônimo de conhecimento e conexão com as atualidades.

Por isso, todos os equipamentos tecnológicos necessitam de manutenção e de cuidados constantes.

Esses cuidados garantem a sua boa funcionalidade e auxilia no bom andamento das atividades dentro da instituição.

Por isso, ao projetar os custos com a manutenção de material, tenha em mente a especialidade de mão de obra necessária para executá-la.

Nível de maturidade da instituição

O tamanho e a expectativa de crescimento de uma instituição são pontos essenciais para elaborar a melhor estratégia de investimento.

Portanto, antes de comprar ou alugar equipamentos, saiba delinear qual posição o seu negócio ocupa no mercado.

Caso esteja começando ou enfrentando uma transição de risco, certamente é válido incorporar o aluguel de equipamentos, mesmo a título de teste.

Em alguns casos, é possível combinar a aquisição de material com locação de bens mais valiosos, trazendo um equilíbrio harmônico para as finanças e para as prosperidades das atividades.

Por isso, antes de comprar ou alugar equipamentos, avalie cuidadosamente todas as vantagens e desvantagens que vêm acompanhados da ação.

A Sanders do Brasil conta com uma linha de equipamentos para CME e lançou uma linha comercial de alugueis de seus equipamentos, confira conosco os valores para compra ou para locação que preparamos para você.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

Como desenvolver o controle e a prevenção de infecções em odontologia.

Os profissionais de saúde dentária, sua equipe e os instrumentos utilizados em seu consultório estão constantemente expostos a tecidos orais potencialmente infectados, saliva e sangue. Por isso é essencial que esses profissionais verifiquem sempre se o controle e a prevenção de infecções cruzadas estão sendo promovidos em seu consultório, tanto para os pacientes quanto para os membros da equipe.

Conhecimento e Treinamento para o controle e a prevenção de infecções

A princípio o primeiro passo em direção a um consultório protegido e livre de infecções é a conscientização.

Consciência e conhecimento estão entre os requisitos essenciais para o controle e prevenção de infecções em odontologia.

Todas as partes envolvidas no tratamento odontológico devem estar cientes dos possíveis processos de disseminação de doenças dentárias de um paciente para outro. Três partes estão envolvidas:

  • O paciente – Os pacientes devem estar cientes e educados quanto ao controle de infecções. É preciso deixar claro como eles podem desempenhar seu papel na prevenção da propagação de uma infecção de um paciente para o outro.
  • Profissionais de Odontologia – Os dentistas são os responsáveis por educar e treinar os membros da sua equipe, é importante deixar claro sobre a importância do controle de infecções cruzadas e os riscos que estarão expostos caso não cumpram com as regras de controle.
  • Profissionais de saúde bucal – Todos os profissionais ligados a saúde bucal precisam manter seus conhecimentos atualizados através de todas as fontes possíveis, assim ele adquire conhecimento e podem auxiliar outros profissionais, membros da equipe e os pacientes.
Compromisso Ético

Obter o máximo de conhecimento e entendimento possível, ainda não é o suficiente. Um profissional deve possuir um compromisso ético e profissional, garantindo o controle de infecções e doenças. Educação e atenção plena, obviamente, ajudarão a desenvolver esse compromisso.

Adesão às normas e diretrizes

A responsabilidade de fornecer padrões e diretrizes para práticas mais seguras é supervisionada em nível nacional e internacional pelo órgãos responsáveis. Os profissionais de odontologia devem atender os requisitos em seu município, bem como os padrões internacionais. 

Padrões básicos de segurança para o controle e a prevenção de infecções

Alguns padrões de segurança são básicos e essenciais, precisam ser adotados com todos como rotina, sem qualquer conhecimento prévio de status de infecção do paciente. Além disso esses padrões precisam ser seguidos para que os riscos de transmissão de infecções sejam minimizados.

Padrões de Segurança
Higienizar as Mãos 

A higienização das mãos é sem dúvidas a medida de proteção mais crucial contra a infecção cruzada em ambientes dentários. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os profissionais de saúde lavem as mãos antes e imediatamente após a realização de qualquer atendimento ou procedimento. Para exames de rotina, pode-se lavar as mãos com sabão ou detergente à base de álcool. No entanto, para procedimentos cirúrgicos, deve-se realizar uma lavagem cuidadosa das mãos, juntamente com a limpeza sob as unhas.

Roupas e artigos de proteção

Os equipamentos de proteção individual (EPI), são muito eficazes na prevenção da transmissão de doenças em ambientes dentários. As luvas formam uma barreira adequada e impedem a passagem de bactérias do sangue e dos fluidos corporais dos pacientes. Da mesma forma, máscaras e óculos são altamente eficazes contra a prevenção da transmissão de infecções transmitidas pelo ar. Além disso, recomenda-se que os profissionais de saúde bucal usem mangas compridas, como barreiras de proteção.

O gerenciamento adequado dos resíduos

Produzidos durante o procedimento clínico odontológico deve ser assegurado que eles não se tornem uma fonte de infecção para os pacientes e os profissionais de saúde.

Manuseio e descarte de agulhas e objetos cortantes

Certamente que a maioria dos procedimentos odontológicos requerem o uso de instrumentos cirúrgicos cortantes, que podem atuar como fonte de infecção cruzada, se não forem descartados adequadamente.

 As práticas odontológicas devem ter processos definidos para garantir as extremidades de trabalho dos instrumentos descartáveis ​​antes de descartá-los. Por outro lado, instrumentos afiados reutilizáveis ​​devem ser adequadamente esterilizados antes de serem reutilizados no próximo paciente.

Limpeza, descontaminação e esterilização 

A esterilização garante que todos os microrganismos, incluindo esporos na superfície dos instrumentos dentários, sejam destruídos, reduzindo as chances de infecção cruzada. Portanto uma solução avançada que abrange o processo de descontaminação e esterilização do início ao fim manterá você coberto e proporcionará a tranqüilidade necessária para se concentrar no tratamento de seus pacientes. 

Certifique-se de que seu fornecedor de soluções possa responder a todas as etapas do processo com o seguinte: um limpador ultrassônico para eliminar descartes duros, uma máquina seladora para garantir armazenamento estéril adequado até a reutilização dos instrumentos, uma lavadora desinfetadora alta qualidade de desinfetar os instrumentos antes que eles entrem no esterilizador e, mais importante, uma autoclave avançada que fornecerá resultados de alta qualidade sem compromisso. 

Ter equipamentos de ponta pode tornar o processo fácil e aumentar a produtividade, deixando mais tempo para se concentrar no atendimento ao paciente.

Precauções especiais de controle e a prevenção de infecções para pacientes em risco

Precauções devem ser praticadas com pacientes que sofrem de doenças infecciosas como HIV, hepatite B e C:

  • Infecção  transmitida pelo ar – a proteção contra infecções transmitidas pelo ar exige imunização contra gripe, tuberculose ativa ou varicela. Isso também pode envolver o uso de máscaras respiratórias imunizadas, de preferência em salas com pressão negativa.
  • Precauções de contato  – Recomenda -se o uso de aventais e luvas de plástico durante as operações. Eles devem ser usados, por exemplo, contra MRSA, telhas ou Impetigo.
Limpeza da linha de água da unidade odontológica 

Outra fonte potencial de infecção na prática odontológica é a linha d’água. Uma linha d’água dedicada deve ser providenciada para esterilização e para instrumentos que exijam água durante o uso, como peças de mão odontológicas, raspadores ultrassônicos etc. A inspeção regular da linha d’água também é necessária para evitar a formação de biofilme que pode resultar em infecção.

Vamos resumir

Da mesma forma o objetivo dessas medidas é prevenir e controlar a infecção, e elas devem se tornar uma parte essencial dos valores essenciais de qualquer clínica odontológica. Dentistas e gerentes de clínicas são encarregados da segurança de seus pacientes e da equipe odontológica. 

Portanto, eles devem conceber um processo abrangente em sua prática para minimizar a transmissão de infecções e criar um ambiente seguro para seus pacientes e equipe odontológica. 

Sob o mesmo ponto de vista, se sua prática seguir as diretrizes de controle de infecção combinadas ao uso de produtos e soluções de processamento estéril de alta qualidade , certamente você será classificado entre os melhores do campo. 

É claro que um profissional de odontologia que enfatiza a segurança, não apenas porque é necessário, mas como algo de valores, vale a pena ser confiável e respeitado pelos pacientes.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Reprocessamento de equipamentos para a saúde: regras da ANVISA.

Certamente não existem dúvidas de que todo reprocessamento de equipamentos feito nas unidades de saúde, é um procedimento complexo e de suma importância, cujo principal objetivo é evitar que ocorra infecções, presença de endotoxinas, biofilmes, perda da integridade do material entre outros.

Além disso, há uma preocupação com eventos adversos relacionados aos resíduos de material imunológico de um paciente para outro.

Por meio de equipamentos mal reprocessados ou reações decorrentes de resíduos de produtos mal utilizados durante a limpeza do artigo.

Desse modo, é de suma importância que o profissional responsável pelo reprocessamento desses equipamentos seja altamente capacitado e tenha profundos conhecimentos sobre crescimento microbiano, curva de crescimento, morte microbiana, esporos bacterianos, endotoxinas, carga microbiana (bioburden), biofilmes, resistência microbiológica, príons, entre tantos outros.

Além de características como: responsabilidade, iniciativa, equilíbrio emocional, trabalho em equipe, capacidade organização.

Essas características são exigidas rotineiramente nesta atividade de extrema importância em uma unidade de saúde.

É preciso contar também com equipamentos de qualidade como circuladores, lavadoras, pistolas de limpeza e secadoras.

Esses equipamentos são essenciais para garantir a qualidade do processo.

O que é reprocessamento?

O reprocessamento trata-se de um procedimento de Limpeza, desinfecção e esterilização de materiais ou instrumentos hospitalares.

Esse procedimento tem o papel de garantir a suficiência e a segurança para que esses materiais possam ser reutilizados, sem oferecer nenhum tipo de risco biológico aos pacientes.

Quais materiais podem ser reprocessados?

O reprocessamento de produtos para a saúde envolve todos os materiais hospitalares que podem ser considerados reutilizáveis.

Isso se resume aos equipamentos, aparelhos ou produtos de uso médico, odontológicos ou laboratoriais, que tenham a finalidade de prevenir, diagnosticar, tratar ou reabilitar pacientes.

Lembrando que é preciso desconsiderar a utilização de materiais de uso farmacológicos, imunológicos ou metabólicos para aplicações em seres humanos.

Quais os materiais que são proibidos para reutilização?

Outra preocupação que deve haver nos estabelecimentos de saúde é sobre a reutilização de artigos de uso único que, embora venham de fábrica contendo a identificação de “uso único”, ainda são reutilizados.

O reuso destes artigos envolve questões legais, médicas, éticas e econômicas, sendo amplamente discutido. Esses materiais são:

  • Bisturis descartáveis
  • Cateteres
  • Escalpes
  • Espéculos
  • Luvas cirúrgicas
  • Marcapasso
  • Placas e parafusos
  • Prótese vascular
  • Sondas nasogástricas
  • Sondas vesicais
  • Tubos endotraqueais
Quais são as exigências da Anvisa sobre o reprocessamento de produtos para a saúde?

Conforme as regras determinadas pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão responsável pelo inspeção e monitoramento da qualidade desse processo, o reprocessamento de materiais de saúde que estão contidos na categoria de “uso único” precisam atender alguns padrões que exigem o máximo de qualidade e segurança.

Quanto ao processo de registro e de rotulagem dos produtos médicos, é necessário requerer à Anvisa o enquadramento do material, definindo-o como sendo único ou reutilizável.

Após a análise dos produtos de saúde, a Anvisa definirá a categoria estabelecida, mas, apesar de o órgão estabelecer esse controle rígido de definir em resoluções as regras que garantam a segurança.

É também fundamental que os fornecedores desses materiais reutilizáveis estejam atentos aos riscos que um reprocessamento inapropriado pode causar aos pacientes e usuários, ou seja, um reprocessamento feito sem os produtos adequados pode causar danos aos pacientes.

Vantagens

Contudo o reprocessamento de equipamentos para saúde é um tema ainda muito complexo, mas essa prática oferece muitas vantagens, econômicas e ecológicas.

Com a reutilização dos produtos, automaticamente haverá menos gastos, assim como a reutilização proporciona uma menor quantidade de resíduos que precisaram ser descartados, diminuindo assim os poluentes no meio ambiente.

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Estúdios de Tatuagem e a Biossegurança

É extremamente natural que qualquer pessoa que decida fazer uma Tatuagem, opte por um profissional renomado, que ofereça um espaço específico para essa atividade sendo ele limpo e seguro, garantindo uma experiência satisfatória, deixando bem claro que essa atividade não vai oferecer qualquer tipo de risco para a saúde do cliente.

Consequentemente é de suma importância que os profissionais tatuadores estejam sempre atentos para que o seu estúdio apresente todas essas características, além de garantir que estejam também dentro das normas e regras de biossegurança estabelecidas pela ANVISA.

Tatuagem e a biossegurança

O ato de tatuar consiste na pigmentação e a perfuração da pele, ou seja, as chances de uma contaminação são eminentes, tanto para o cliente quanto para o profissional tatuador. Isso se explica devido a utilização de materiais que estão em contato direto com o ar, sangue e os fluidos corporais do cliente, que se porventura apresentar alguma contaminação pode acarretar diversas doenças.

Portanto conhecer e garantir as normas de biossegurança é essencial nesse ofício, o ato de tatuar lida diretamente com a integridade da pele do cliente, por isso, primeiramente algumas medidas de biossegurança devem ser implementadas pelos proprietários de estúdios de Tatuagem. Algumas dessas medidas são:

  • Manter-se atento aos cuidados básicos: o tatuador deve ter o hábito de lavar corretamente as mãos, no mínimo antes e após o procedimento;
  • Uso de acessórios de proteção: acessórios de uso pessoal do tatuador são indispensáveis, como luvas, aventais e máscaras;
  • Armazenamento de equipamentos: todos os equipamentos devem estar armazenados em armários limpos, que não apresentem nenhum tipo de umidade e devem se manter fechados durante todo o tempo que não estão em uso. Já os materiais que necessitam de esterilização devem ser armazenados em locais separados, limpos e secos;
  • Produtos: todos os produtos devem estar de acordo com a ANVISA, principalmente as tintas utilizadas no procedimento;
  • Materiais descartáveis: os materiais descartáveis como luvas, agulhas e lâminas devem ser eliminados logo após o uso. Lembrando que o uso de materiais descartáveis, não elimina a necessidade de práticas de assepsia e desinfecção;
  • Material esterilizado: todo o material utilizado no processo, como agulhas de Tatuagem devem ser esterilizados em autoclaves e embalados individualmente.
A segurança antes de tudo

É possível observar que muitos dos profissionais tatuadores, ainda não entenderam a real importância dos processos de biossegurança, subestimando assim as consequências de um processo malconduzido. Apesar da dificuldade em mensurar e explicar o risco inerente à prática desse ofício, os tatuadores percebem sua existência, mas a preocupação com a arte é na maioria das vezes é o que prevalece.

Em vários momentos pode-se constatar que cada profissional atua da forma diferente, de maneira empírica, sem se preocupar com normas ou protocolos de biossegurança, gerando riscos, tanto para o cliente quanto para o profissional.

Contudo é necessária a padronização do procedimento, até mesmo para que este ofício se consolide como profissão.
As ações de biossegurança no ofício de tatuar podem apontar uma nova área de atuação para o enfermeiro visto que, entre suas competências, se destacam a educação em saúde e o treinamento de pessoal em proteção da saúde do trabalhador.

Por isso é preciso que os profissionais que optam por equipamentos de aço cirúrgico, sobretudo entendam que a esterilização é um dos principais pontos para a garantia de um procedimento saudável e seguro. É recomendável que lâminas, biqueiras, agulhas e hastes sejam esterilizadas em autoclaves.

Uso das autoclaves

O uso de autoclaves resume-se em práticas rápidas e seguras, sendo a principal escolha da maioria dos tatuadores. Além disso, elas proporcionam mais economia, devido ao seu baixo consumo de energia; são resistentes, fazendo com que os tatuadores não tenham que se preocupar com manutenções frequentes, e apresentam um ótimo custo benefício.

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O que é uma Lavadora Termodesinfectora?

Indústria, hospitais, clínicas e laboratórios exigem processos rigorosos de reprocesamento de seu instrumentário. Para combate aos microrganismos proliferadores de infecções contidos nos instrumentos de manipulação hospitalar, é muito utilizada a lavadora termodesinfectora.

A Termodesinfectora efetua o processo de  limpeza, termodesinfecção e secagem de materiais, atendendo às CMEs e normas da Anvisa. 

Termodesinfectora WDS-200SD
Termodesinfectora WDS-200SD – Sanders do Brasil
LAVADORA TERMODESINFECTORA – CARACTERÍSTICAS

Uma lavadora termodesinfectora conta com os mais diversos acessórios para realizar uma desinfecção eficiente.

Esses acessórios complementares são disponibilizados para maior capacidade de desinfecção de instrumentos. Assim como cirúrgicos, instrumentos MIS e instrumentos de oftalmologia, instrumentos de anestesia e instrumentos de cirurgia robótica, por exemplo.

 A Sanders do Brasil possui Lavadora termodesinfectoras da linha WDS, possui capacidade de 380 / 290 litros e documenta todo o processo, ou seja, é possível imprimir a documentação e rastreabilidade da Lavagem.

Além disso, dispensa o uso de carrinho e acompanha um Rack geral com cestos DIN.

Para exemplificar sua robustez com seu rack de cinco (5) níveis é possível lavar até 10 cestos DIN. Além disso, possui doze programações de lavagem, sendo seis pré-programadas e seis abertas para programação do usuário.

O sistema de controle da lavadora Termodesinfectora é muito eficiente. É caracterizado por um sistema de controle PLC com painel touch Screen de tela colorida que monitora e exibe status sobre o ciclo e alarmes.

Com isso torna-se muito fácil definir a duração do ciclo de lavagem, a dosagem de detergente, a temperatura da água (até 93°C ) e selecionar entre a  água fria, água quente ou água desmineralizada.

Vale lembrar que a lavadora termodesinfectora tem sua estrutura feita em aço inox AISI 304 e 316. Assim como seus painéis externos que possuem acabamento escovado.

Assim a máquina é sinônimo de durabilidade e qualidade. 

AS VANTAGENS DAS LAVADORAS TERMODESINFECTORAS 

Portanto a grande vantagem da lavadora termodesinfectora é que ela é equipada com braços aspersores de líquidos sem contato com materiais que cobrem toda a área de limpeza.

Com um sistema de super secagem por turbina para circulação de ar quente filtrado por filtro absoluto (HEPA), sendo sua distribuição de ar quente uniforme por todas as zonas da câmara da lavadora.  

Com isso, logo após a  lavagem e desinfecção há uma secagem perfeita de todos os materiais desinfectados, tudo feito pela mesma lavadora.

A Sanders do Brasil é capaz de atender necessidades médicas, clínicas, industriais e laboratoriais com excelência. Além de lavadoras termodesinfectoras, o catálogo da empresa conta com lavadoras ultrassônicas, lavadoras de endoscópio, secadoras e outros, conheça nossos produtos acesse nosso site. 

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Como aumentar o número de pacientes utilizando o Facebook?

Quem não é visto, não é lembrado

Por mais curioso que pareça, 92 milhões de usuários utilizam as redes sociais ou bancos de buscas antes mesmo de efetuar uma compra, ação ou serviço.
Se você possui uma página no Facebook e aparece para o seu cliente constantemente, as chances aumentam de ele se lembrar de você quando precisar de uma consulta.

Divulgue o seu logo

Não é muito comum que hospitais e clínicas odontologicas possuam uma logomarca, porém isto é mais importante que você imagina.
Colocar o seu logo em todas as publicações faz com que os usuários guardem insconcientemente a sua clínica cada vez que virem uma publicação.

Faça publicações

Crie um cronograma e execute uma publicação na página da sua clínica pelo menos 03 vezes por semana. Se você não tem noções de desenvolver uma arte para a divulgação, não se preocupe, existem aplicativos no celular (comoo Canvas) que permitem a criação de textos com imagens e fundos criativos. Você não precisa ser um gênio do marketing.

Abaixo você confere alguns exemplos de publicações que podem ser feitas:
Faça publicações – TBT (Throwback Thursday)

A hashtag TBT é uma expressão inglesa que remete a algo do passado. Você pode criar publicações no Facebook envolvendo atos de sucesso da sua clínica e que aconteceram há algum tempo.
Pode ser um cliente satisfeito, uma conquista como reforma da clínica, instalação de equipamentos médicos e muito mais.

Faça publicações – Curiosidades

Crie publicações sobre curiosidades da área da saúde. Se você não é criativo pesquise algumas curiosidades no Google, mas evite plágios e seja sempre inovador.

Faça publicações – Dicas

Assim como o exemplo anterior, faça publicações relacionadas há dicas para os seus usuários e futuros pacientes. Dicas como “escove os dentes apenas 30 minutos após a refeição” ou “faça o exame de sangue com 12 horas de jejum” podem parecer simples para você, mas os usuários adoram.

Faça publicações – Enquetes

Enquetes são uma ótima opção para interagir com os usuários, lembrando é claro de produzir enquetes sempre envolvendo os assuntos da área da saúde ou do tipo da sua clínica. Uma dica: produza as enquetes após há algum tempo de publicações, pois você já terá tenpo para ter fidelizado muitos usuários e não correr o risco de enquetes sem resposta.

Interaja!

Durante as suas publicações com certeza haverão comentários, críticas e elogios dos usuários. Procure sempre responder e interagir, pois os pacientes sentirão que são especiais e tiveram sua atenção correspondida.

Com apenas dez minutos diários e uma força de vontade de destacar sua página nas redes sociais, você consegue aumentar o número de pacientes e usuários, melhorando o marketing da sua clínica!
A Sanders do Brasil deseja que este conteúdo seja produtivo à você e que seu consultório prospere!

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Teste de Segurança Elétrica

Como é realizado o Teste de Segurança Elétrica?

Você ainda possui dúvidas sobre como é feito cada Teste de Segurança Elétrica em Equipamentos Médicos?

Nosso post irá esclarecer todas as suas dúvidas e exemplificar quais medidas garantem que o Equipamento esteja nas condições de funcionamento especificadas pelo INMETRO e ANVISA.

Normas e Especificações sobre o TSE

As normas responsáveis pela especificação e cumprimento do TSE são NBR IEC 60601 e IEC 62353.
IEC 60601 estabelece requisitos gerais para segurança básica e desempenho essencial dos equipamentos eletromédicos, sendo então a principal norma que trata sobre o TSE.

A verificação da Corrente de Fuga, Inspeção visual dos cabos, Medição da resistência ao fio de aterramento, Medição do isolamento dos chassis e do fio de contato com o paciente são os testes gerais determinados pela IEC 60601, além de classificar os Equipamentos Médicos em 03 classes.

Já a IEC 62353 é utilizada para testes de dispositivos médicos em hospitais, especificando a realização de testes recorrentes e testes pós reparos dos equipamentos, com o objetivo de padronizar as técnicas de avaliação da segurança dos equipamentos.

A ausência ou má execução da realização do teste de segurança elétrica é capaz de responsabilizar o responsável por danos causados ao paciente ou ao operador.

A principal ocorrência relacionada aos equipamentos eletromédicos é o acidente envolvendo a eletrecidade (choque elétrico).

Caso ocorra (por motivos que explicaremos abaixo) os efeitos podem ser adversos e causar até a morte! Dentre eles estão as contrações musculares, fibrilações cardíacas, parada cardíaca, eletrólise sanguínea, queimadura superficial ou profunda, perturbação no sistema nervoso e inibição dos centros nervosos.

Como é realizado o testes de segurança elétrica?

Os testes de segurança elétrica são realizados em 03 situações diferentes:
De modo periódico (de acordo com a necessidade de cada equipamento)
Após a manutenção do equipamento (após reparos e consertos)
Antes da primeira utilização no paciente (após ser instalado no local onde o equipamento será utilizado)

O teste se inicia averiguando a documentação necessária para o registro do processo, identificando o estado e informações da qualidade. 

Após a verificação da documentação, é necessário que sejam feitos quatro tipos de testes especificados pelas normas obrigatória, bem como:

  • Resistência de aterramento;
  • Identificar a corrente de fuga;
  • Resistência de isolamento e, por último;
  • Funcional.

Os testes são obrigatórios para todos os equipamentos, porém podem ser feitos de modo bastante específicos dependendo das características do próprio equipamento (classe, modelo, marca, tipo de alimentação).

Verifique no manual de cada equipamento, características que podem ser específicas do mesmo.

Após todos os procedimentos, é importante que o técnico (ou responsável pelos testes) efetue a documentação do procedimento.
A documentação do processo é uma etapa fundamental executada antes, durante e depois do Teste.

Além de servir como registro caso seja necessário o requerimento de provas, com a documentação é possível ter uma visão geral do estado do equipamento e declarar possíveis conclusões.

Etapas do Teste
Teste da resistência de aterramento.

O aterramento de um equipamento permite que seja construído um caminho adequado para a circulação das correntes do sistema, evitando acidentes e garantindo melhor desempenho da instalação.

O teste da resistência de aterramento é efetuado para verificar se existe o controle das tensões e correntes através de um caminho de baixa impedância para o terra. Ou seja, se o sistema de segurança do equipamento está conforme.

Este teste é executado utilizando um dispositivo que aplique uma determinada corrente (nunca inferior à 200mA) em uma resistência de 500mΩ, com tensão em circuito aberto de no máximo 24V.

Teste da corrente de fuga

A corrente de fuga é uma corrente indesejada e não funcional que é gerada a partir de isolamentos incorretos, fios e cabos ligados de maneira inadequada ou isolantes que foram danificados.

Caso a corrente de fuga flua por uma parte do equipamento que não está aterrada ou está de maneira inadequada, ela pode passar pelo corpo de uma pessoa que efetue contato com o equipamento.

Dividida em 03 tipos de corrente, o teste da corrente de fuga possui um espaço importante no TSE pois identifica possíveis defeitos no equipamento para que sejam eliminados, impedindo os riscos de choque elétrico.

Teste da resistência de isolamento

A resistência de isolamento é um tipo de resistência elétrica do material isolante do equipamento. Mas em boas condições de uso e aplicação, este valor de resistência deve ser alto, impedindo que a corrente flua caso toque no equipamento.

De acordo com as normas, este teste deve ser feito de acordo com a instrução do próprio fabricante. Mas geralmente é executada aplicando-se 500V contínuos entre dois pontos diferentes de teste.

Teste Funcional

O último mas não menos importante teste realizado nos Equipamentos Médicos, é o teste funcional.

Mas este teste trata-se da verificação de todas as funções básicas executadas pelo equipamento, antes da utilização.

Portanto, esta etapa é muito importante e necessita ser documentada. Por se tratar de testes específicos para cada equipamento, as normas não estabelecem procedimento padrão.

Conclusão

O teste de segurança elétrica para equipamentos médicos é indispensável tanto para a segurança dos operados quanto para os pacientes. Fica sob a responsabilidade da ANVISA fiscalizar tais procedimentos.

A responsabilidade de efetuar o processo parte dos gestores e técnicos da Instituição.

É importante ressaltar que antes de qualquer teste, o manual de cada equipamento deve ser observado e servir como material de apoio para a execução dos procedimentos.

A calibração dos materiais utilizados (como multímetro, por exemplo) também possui influência direta nos resultados encontrados durante o TSE de cada equipamento.

A utilização de programas analisadores e softwares pode auxiliar durante o procedimento e podem ser adquiridos em estabelecimentos de saúde ou ferramentas online. Porém ainda não substituem a documentação.

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Você está vendo seu faturamento cair pois clientes preferem comprar nas lojas virtuais do que na sua loja?

Você está vendo seu faturamento cair pois clientes preferem comprar nas lojas virtuais do que na sua loja? Será mesmo apenas o preço mais baixo? Vamos lhe apresentar algumas dicas que podem lhe ajudar a reverter esta realidade!

1 – Agregue valor

Agregar outros serviços pode ser um diferencial para o lojista, pois fornecer uma experiência exclusiva ao cliente, evita que ele procure o concorrente e principalmete as lojas virtuais.
Por exemplo: ofereça um equipamento e agregue à ele um treinamento, curso ou uma consultoria técnica. Isto pode ser o seu diferencial.

2 – Utilize técnicas de upsell e cross-sell

Descobrir novas formas de fazer upsell e cross-sell pode ser muito lucrativo. Ao contrário do que se pensa, oferecer produtos complementares não faz com que o cliente realize a substituição, mas sim a compra dos dois.

3 – Atraia o cliente

O objetivo é fazer com que o potencial cliente procure por seu vendedor voluntariamente, ao invés do mesmo ir até o cliente.

É importante encontrar uma maneira de levar o cliente de bom grado até um funcionário e isto pode ser feito através de divulgações de promoções e um marketing bem desenvolvido.

4 – Peça avaliações

As lojas online desenvolvem uma ótima ferramenta para que o público avalie o produto e o serviço através de sites de comércio eletrônico que enviam e-mails automatizados para incentivar os usuários a deixarem comentários.

Por que não fazer o mesmo em suas lojas físicas?

Quando um cliente efetuar uma compra, você pode solicitar o endereço de email e enviar uma avaliação do seu produto através das redes sociais ou sites de referência assim como Google.

5 – Exiba os produtos

Quando o consumidor adquire um produto sem examiná-lo, levando em consideração apenas as imagens e informações contidas nele, pode não ter suas expectativas atendidas.
Apresente o seu produto!

Clientes que apreciam o comércio convencional optam por este segmento devido a valorização de conhecer antes de comprar, além da amizade, carisma e confiança que um vendedor “tête a tête” propicia.

6 – Tenha uma loja virtual

Complemente sua estratégia com uma loja virtual, é simples, prática e barata de se obter.
Faça com que ela seja mais uma força aliada às suas estratégias de vendas.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

7 dicas infalíveis para fidelizar seus pacientes e não perdê-los para outras clínicas odontológicas

Você vê o número de pacientes do seu consultório cair gradativamente? Saiba como fidelizar seus pacientes e driblar a concorrência.

1 – Faça seu cliente se sentir único

Manter um bom relacionamento com o cliente é crucial no momento de fidelizar seus pacientes. Utilize o seu software de cadastramento e colete dados bem como data de aniversário, telefone e endereço.

Com o telefone é possível enviar mensagens para lembrá-lo das datas das consultas e com o endereço é possível enviar pequenas lembranças e brindes para o seu cliente.

Mostrar ao seu paciente que você se lembra dele, mesmo através de atos simples, fará com que ele se sinta valorizado.

2- Realize um bom atendimento

Comece tratando seu cliente assim como você gostaria de ser tratado, desde o momento do agendamento da consulta até o dia em que ele irá ao consultório!

A atenção e empatia são indispensáveis para a satisfação do paciente e, por isso, é importante recepcioná-lo e tratá-lo com educação e empatia.

3 – Invista em marketing

O marketing é um ótimo meio para garantir que as pessoas conheçam sua clínica e se interessem em procurá-lo.

Por isto, divulgar sua clínica nas redes sociais, sites e outros meios é uma ótima ferramenta para divulgar seu trabalho, além de ser um método bom e barato.

Para o marketing da sua clínica é importante criar uma identidade com logomarca, slogan e cores características que remetam à sua clínica. Ao criar esta identidade ela faz com que você seja facilmente reconhecido dentro do mercado.

4 – Aposte na tecnologia

Clientes se sentem mais confortáveis com a segurança que a tecnologia pode oferecer.

Garantem exatidão e facilitam a realização dos processos, equipamentos com alta tecnologia podem oferecer redução de custos à longo prazo.

Além disso de garantem também que os pacientes e profissionais fiquem menos expostos à agentes prejudicais à saúde.

Portanto é possível aplicar a tecnologia até mesmo durante o agendamento das consultas através da utilização de softwares.

Trocar o sistema convencional (cadernos e bilhetes) agiliza o processo e evita aquela famosa “perda do papelzinho” com a data e horário da consulta marcada.

5 – Prepare sua equipe

Uma equipe capacitada é capaz de transmitir mais segurança durante o atendimento do cliente, devido ao maior conhecimento. Realize ou ofereça treinamentos à sua equipe: disponibilize um curso de gestão, balconista ou até mesmo algo mais técnico na própria área. Além disso, mantenha uma linha de vestimentas conforme e que armonizem entre todos os colaboladores da clínica.

6 – Organize o ambiente

Para fidelizar seus pacientes o ambiente da sua clínica ou consultório odontológico precisam passar o máximo de confiança possível por se tratar de um espaço onde são prestados serviços de saúde.

Inicie pela recepção:

  • deixe à disposição água, café ou um biscoito;
  • selecione móveis confortáveis que armonizem com a decoração;
  • Crie distrações assim como uma TV ou Wi-Fi grátis,
  • Mantenha a iluminação adequada;
  • Deixe a disposição instrumentos e utensílios necessários para o agendamento de uma consulta.
7 – Não irrite seus pacientes

Se você demora para chegar ao consultório e sempre atrasa o atendimento dos seus pacientes, saiba que isto é capaz de fazer com que você os perca e garante que eles saiam insatisfeitos.

Por isso, atenda seus pacientes no horário agendado e nunca encaixe clientes de última hora, por mais rápido que seja o procedimento.

Mantenha sua agenda devidamente organizada a fim de evitar atrasos e deixe um tempo extra entre cada consulta, impedindo que os imprevistos atrapalhem e atrasem seu próximo paciente.

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