Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19

No intuito de promover a segurança dos pacientes e profissionais da odontologia, a Sanders está disponibilizando este material que aborda as boas práticas de biossegurança nos atendimentos, o material contém importantes recomendações para que os profissionais de odontologia possam realizar um atendimento mais adequado neste momento de pandemia.

Recentemente, a OMS declarou uma pandemia causada pelo vírus Sars-CoV-2.

O corona vírus ou COVID-19 é uma doença respiratória transmitida por tosse, espirros, inalação de gotículas, contato indireto a mucosas orais, nasais e oculares, ou no contato com secreções respiratórias que carregavam o vírus.

O ambiente odontológico carrega inúmeros riscos devido aos procedimentos que envolvem comunicação face-a-face com pacientes e a exposição frequente à saliva, sangue e outros fluidos corporais, bem como manuseio de instrumentos perfuro cortantes.

A propagação aérea é outro fator relevante pois transmite gotículas e aerossóis, o que causa grande preocupação nas clínicas odontológicas e hospitais, porque é bastante difícil evitar a produção de grandes quantidades de aerossóis e gotículas misturadas com a saliva do paciente e até sangue durante as práticas odontológicas.

Portanto, de maneira geral os profissionais de Odontologia desempenham um papel fundamental na adoção de medidas de prevenção da transmissão, pois aerossóis e gotículas são os principais meios de propagação.

Recomenda-se que profissionais de saúde trabalhem e tomem medidas bem como, se todos os seus pacientes estivessem contaminados.

Vale lembrar que os profissionais de odontologia estão mais expostos ao vírus que os pacientes, durante um procedimento dentário os pacientes quem ficam com a cavidade oral aberta e emitindo aerossóis.

A melhor maneira de prevenir qualquer tipo de contaminação é adotar ações preventivas, impedindo a propagação do vírus, por isso o controle de ambientes com risco biológico precisa ser parte da rotina e conhecimento de todos os profissionais que trabalham com odontologia.

Desta forma esse material de Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 – foi elaborado tendo em base os 4 agentes essenciais: CLÍNICA, DENTISTA, EQUIPE AUXILIAR e PACIENTE

Boas práticas de Biossegurança – CLÍNICA

A sua clínica precisa dispor de elementos básicos para uma precaução padrão, e deve ser seguida para todos os pacientes independente da suspeita ou não de infecções:

  • Oferecer máscaras cirúrgicas de fácil acesso;
  • Dispor de Álcool Gel nos ambientes da clínica;
  • Obter Lenço descartável para higiene nasal em caso de necessidade sua ou do paciente;
  • Pia e sabonete na recepção da clínica para higienização das mãos e rosto;
  • Luvas coloque-as imediatamente antes de qualquer contato com o paciente e descarte-as logo após o uso, higienizando as mãos em seguida;
  • Óculos, máscara e avental: use óculos e máscara e ou avental quando houver risco de contato de sangue ou secreções, para proteção da mucosa de olhos, boca, nariz, roupa e superfícies corporais;
  • Caixa pérfuro-cortante: descarte, de forma adequada e em recipientes apropriados, agulhas e seringas, sem desconectá-las ou reencapá-las;
  • Se possível, a clínica pode contar com um quarto privativo confortável para isolamento de pacientes que tenham possíveis infecções para espera da consulta e recuperações pós tratamento em caso de necessidade.

As clínicas podem contar também com alertas visuais bem como placas, cartazes, e pôsteres em locais estratégicos para fornecer aos pacientes e acompanhantes, instruções sobre a forma correta de como proceder durante o atendimento.

Cuidados na sala de espera
  • Colocar tapete desinfectante bactericida na porta de entrada;
  • A sala de espera deve conter uma área de 1,2m2 por pessoa;
  • As cadeiras de espera devem conter 1 metro de distância por pessoa;
  • Optar sempre por lixeiras com acionamento por pedal para quaisquer descartes;
  • Manter o ambiente sempre arejado e ventilado;
  • Eliminar, restringir ou controlar o uso de alguns itens compartilhados pelos pacientes assim como canetas, pranchetas, telefones e revistas;
  • Realizar diariamente a limpeza e desinfecção das superfícies de ambientes utilizados pelos pacientes;
  • Realizar a cada atendimento a limpeza e desinfecção de equipamentos e produtos para saúde que tenham sido utilizados;
Cuidados na sala de atendimento

É essencial a realização da limpeza e desinfecção das superfícies da sala de atendimento e de outros ambientes utilizados pelo paciente a cada atendimento.

Agentes de desinfecção que odontológicos que podem ser utilizado nas superfícies da sala de atendimento:
  • Hipoclorito de Sódio a 1%;
  • Quaternário de amônio e biguanida;
  • Glucoprotamina;
  • Álcool 70%.

Vale lembrar que esses agentes são contraindicados para acrílicos, borrachas e plásticos pois endurecem e os tornam amarelados. No caso do uso do quaternário de amônio e biguanida ou glucoprotamina, o profissional limpa desinfecta simultaneamente com esses produtos.

Espaço da sala de atendimento
  • A sala de atendimento deve ser fechada, com área mínima de 9m2.
  • Salas de atendimento coletivo deve ter no mínimo a distância de 0,8 metros nas cabeceiras e 1m nas laterais de cada cadeira, entre 2 cadeiras deve haver a distância de 2 metros, com uma barreira mecânica entre essas no caso da distância mínima.
  • O spray emitido por uma caneta de alta rotação atinge até um raio de 2 metros, por isso esses locais expostos a tais aerossóis devem ser sempre desinfectados, lembrando que há evidencias que o corona vírus pode permanecer infeccioso em superfícies inanimadas em temperatura ambiente por até 9 dias.
A desinfecção das superfícies da sala de atendimento deve ser feita para garantir a biossegurança:
  • Das áreas menos contaminadas para as mais contaminada;
  • De cima para baixo;
  • De dentro para fora.

Obs: Atendendo todas as regras de biossegurança.

É preciso lembrar das mangueiras de ar e água e o filtro do ar acondicionado. Para a limpeza do biofilme das mangueiras de ar e água prefira utilizar ácido paracético para desinfecção de alto nível (efetivo na possível presença de matéria orgânica).

Locais que devem ser revestidos por barreiras (filmes de PVC ou sacos plásticos):
  • Botões manuais de acionamento;
  • Alças de refletores;
  • Encostos de cabeça;
  • Braços da cadeira odontológica;
  • Encosto do mocho;
  • Canetas de alta rotação;
  • Corpo da seringa tríplice;
  • Pontas de unidade de sucção;
  • Superfícies assim como: bancadas e carrinho auxiliar devem ser cobertas por campos descartáveis e impermeáveis.
  • Seringas tríplices devem ter pontas descartáveis.
Descontaminação de equipamentos e instrumentais
  • Peças de mão sem anti-refluxo devem ser evitadas para não contaminar o sistema de ar e água do equipo;
  • Todas as peças de mão (alta e baixa rotação) devem passar pelo processo de descontaminação com detergente enzimático, limpeza e esterilização de acordo com a RDC/ANVISA nº 15 de 15/03/2012;
  • Os instrumentais que forem utilizados precisam ser umectados previamente, limpos com detergentes enzimáticos, não deve ser usado detergente convencional e ao final devem ser esterilizados.
Centrais para manipulação de materiais com dois
ambientes
  • Ambiente sujo: local de lavagem e descontaminação de materiais com bancada, pia e guichê para a área limpa (sala de esterilização de material), com área mínima de 4,8 m2. As atividades de recebimento, limpeza, lavagem e separação de materiais são consideradas “sujas” e, portanto, devem ser realizadas em ambiente(s) próprio(s) e exclusivo(s) e com paramentação adequada, mediante a colocação dos seguintes EPIs: avental plástico, máscara, gorro, calçados fechados, óculos e luvas grossas de borracha (não cirúrgicas). Entretanto, deve-se permitir a passagem direta dos materiais entre esse(s) ambiente(s) e os demais ambientes “limpos” através de guichê ou similar;
  • Ambiente limpo: preparo/esterilização/estocagem de material, com bancada para equipamentos de esterilização, armários para guarda de material e guichê para distribuição de material, com área mínima de 4,8 m2.

Os materiais para o revestimento de paredes, pisos e tetos de ambientes de áreas críticas e semicríticas devem ser resistentes à lavagem e ao uso de desinfetantes, não podem possuir ranhuras ou perfis estruturais aparentes, mesmo após o uso e limpeza frequente.

Equipamento individuais de proteção (EPIs):
  • Jaleco/avental impermeável, touca, luvas, máscara cirúrgica e proteções de superfícies: devem ser utilizados durante atendimentos e descartados após cada atendimento em lixeira de conteúdo infectante.
  • Devem ser usados durante o contato direto com o paciente, e retirados no momento administrativo da consulta (escrita, digitação em computador, por exemplo).
  • Jalecos devem ter fechamento traseiro. Protetores de superfícies devem cobrir áreas críticas para proteção do paciente, apoio de instrumental, em especial de regiões de difícil limpeza em caso de contaminação direta.
  • Óculos e protetores faciais: devem ser utilizados nos atendimentos a pessoas com síndrome gripal, dentro do consultório. Devem ser usados durante o contato direto com o paciente (exame físico), e retirados no momento administrativo da consulta (escrita, digitação em computador, por exemplo). Podem ser desinfectados após cada consulta e reutilizados.
  • Roupas e pijamas cirúrgicos: deve-se imergir em solução de hipoclorito de sódio (roupas brancas) ou Lysoform® (roupa colorida), depois disso lavar separado de outras roupas, com água e sabão. Deve ser usado pela equipe odontológica que trabalha direto com o paciente e pelos pacientes em casos de procedimentos invasivos.
  • Respirador facial (N95): deve ser usado por profissionais envolvidos em procedimentos que gerem aerossóis (manipulação de vias aéreas, exames invasivos), podendo ser trocada a cada atendimento.
Qual tipo de máscara o profissional deve utilizar para garantir as normas de biossegurança?
  • MÁSCARA CIRÚRGICA: É utilizada rotineiramente e em pacientes suspeitos ou confirmados com o COVID-19 desde que não sejam realizados procedimentos que gerem aerossóis, com uso complementar de protetor facial;
  • MÁSCARA N95 ou PFF2: É utilizada em procedimentos que geram aerossóis em pacientes suspeitos ou confirmados com o COVID-19, com uso complementar de protetor facial. Reutilizar em situações excepcionais, guardar 4 dias acondicionado em recipiente arejado antes do reuso. Não tocar na parte externa da máscara quando reutilizada, usando as tiras laterais com luvas de procedimento novas;
  • MÁSCARA DE TECIDO: Seu uso não é recomendada em hipótese nenhuma pela OMS, bem como as feitas em casa;
Boas práticas de Biossegurança – DENTISTA
Cuidados na paramentação
  • Higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;
  • Óculos de proteção ou protetor facial;
  • Máscara cirúrgica;
  • Avental;
  • Luvas de procedimento;
  • Gorro.
Atividades de rotina – biossegurança
  1. Diariamente ao chegar fazer a desinfecção dos sapatos em um tapete desinfectante bactericida na porta de entrada;
  2. Verificar a temperatura corporal e se estiver acima de 37 graus observar se tomou vacina para gripe a mais de 10 dias, e retornar para casa em observação;
  3. Remover anéis, colares, brincos e outros ornamentos;
  4. Higienizar as mãos e rosto com água e sabão no banheiro;
  5. Fazer a desinfecção do celular com papel toalha descartável embebido em álcool 70;
  6. Desinfetar bolsas que vão entrar na clínica com spray de álcool 70, as demais devem ser guardadas nos armários. Sempre que necessitar acessá-las, não se esqueça de lavar as mãos com água e sabão de forma correta;
  7. Colocar o propé em polipropileno 30 gramas;
  8. Vestir gorro em polipropileno 30 gramas, de tamanho adequado, acomodando todo o cabelo e orelhas no seu interior;
  9. Vestir jaleco avental em polipropileno 30 gramas com mangas longas, punhos com elástico e gola tipo colarinho. Comprimento 3/4, até metade da canela, fechamento traseiro com alças na altura dos ombros e na altura da cintura;
Assim como..
  1. Colocar máscara tipo concha N95 ou PFF2 e protetor facial para atendimentos com grande aerossolização. Nesse sentido, Para aumentar a vida útil da máscara N95 ou PFF2 pode-se utilizar uma mascara cirúrgica sobreposta. Para atendimento clínico sem aerosol máscara cirúrgica (3 filtros), conforme nota técnica nº 08/2020 da Anvisa. Lembre-se vírus permanecem suspensos no aerosol, então para sua proteção não remova a máscara no ambiente da clínica;
  2. Colocar óculos de proteção, com alça de elástico ou fechamento lateral;
  3. No atendimento dentro da clínica utilizar luvas de procedimento de látex ou vinilica, sempre que remover as luvas, deve fazer nova lavagem das mãos com água e sabão e secar com papel toalha descartável. Lembre-se que ao tocar em alguma parte na clínica com a luva, ela deve ser desinfetada com álcool 70 gel ou trocada imediatamente. Sobreluvas plásticas podem auxiliar em caso de necessidade;
  4. Para cirurgias, deve fazer a degermação cirúrgica das mãos com degermante a base de clorexidina 2%, secagem com lenço de banho;
  5. No caso de cirurgias deve-se vestir pijama cirúrgico e sobre esse o jaleco/avental cirúrgico impermeável e usar luvas cirúrgicas estéreis.
Desparamentação (remoção dos EPIs)

Portanto para o profissional de saúde, esse procedimento é crítico para se evitar potencial contaminação.

  1. Remova as luvas;
  2. Em seguida remova a proteção facial de trás para frente;
  3. Remova o jaleco/avental puxando pela região dos ombros;
  4. Remova gorro e máscara em movimento único de trás pra frente;
  5. Para a desinfecção da viseira utilize novas luvas;
  6. Higienize as mãos e rosto sempre ao final de todo processo e as mãos após cada passo.
Atendimentos de urgência em pacientes com COVID-19
  • Em casos de pulpite irreversível de pacientes com COVID-19, fazer sob isolamento absoluto e a exposição da polpa se possível, ser feita por meio químico-mecânico manuais;
  • Em casos de contusão de tecidos moles de pacientes com COVID-19, devem realizar suturas preferencialmente com fio absorvível;
  • Nesse sentido, o enxágue da ferida deve ser feita lentamente para evitar pulverização.
Cuidados de biossegurança ao sair da clínica ou chegar em casa
  • Deixe bolsa, carteira, chaves e outros objetos pessoais em uma caixa na entrada de seu consultório;
  • Ao voltar para casa, não toque em nada sem antes se higienizar;
  • Retire os sapatos;
  • Higienize seu aparelho celular e os óculos com álcool 70%;
  • Tire sua roupa e coloque-a em uma sacola dentro do cesto de roupas sujas. Lave com alvejante, recomendado acima de 60°;
  • Tome banho e higienize bem as áreas mais expostas bem como mãos, punhos, pescoço e rosto.

Você profissional de odontologia, confira: Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 – Parte 2 , e continue descobrindo mais sobre essas boas práticas focadas nos dois próximos agentes essenciais: EQUIPE AUXILIAR e PACIENTE.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 – Parte 2

No intuito de promover a segurança dos pacientes e profissionais da odontologia, a Sanders está disponibilizando este material que aborda as boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos durante a pandemia causada pela COVID-19 – Parte 2, o material contém importantes recomendações para que os profissionais de odontologia possam realizar um atendimento mais adequado neste momento tão delicado.

Vale lembrar que essa é a segunda parte do material, por isso se você acessou diretamente esse conteúdo, clique no link Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 e confira primeira parte.

Boas práticas de Biossegurança – EQUIPE AUXILIAR

Profissionais de apoio (que prestem assistência a menos de 1 metro dos pacientes):

  1. Higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;
  2. Óculos de proteção ou protetor facial;
  3. Máscara cirúrgica;
  4. Avental;
  5. Luvas de procedimento;
  6. Gorro.

Profissionais de apoio : recepção e seguranças (que
precisem entrar em contato, a menos de 1 metro):

  1. Higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;
  2. Distanciamento social especialmente em caso suspeito de infecção viral;
  3. Máscara cirúrgica (se não for possível manter a distância de um metro dos pacientes com sintomas gripais)
  4. Observação: usar durante o turno de trabalho, trocar a máscara se estiver úmida ou suja.

Profissionais de apoio: Higiene e limpeza ambiental (quando realizar a limpeza do quarto/área de isolamento):

  1. Higiene das mãos frequente com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;
  2. Gorro;
  3. Óculos de proteção ou protetor facial;
  4. Máscara cirúrgica;
  5. Avental;
  6. Luvas de borracha com cano longo;
  7. Botas impermeáveis de cano longo.
Cuidados de biossegurança dos profissionais de apoio:
  • Ao agendar consultas, instrua os pacientes e acompanhantes a informar já na chegada ao serviço se estiverem com sintomas de alguma infecção respiratória (por exemplo, tosse, coriza, febre, dificuldade para respirar) e tomar as ações preventivas apropriadas, por exemplo, usar máscara cirúrgica a partir da entrada do serviço, se puder ser tolerada;
  • Manter pelo menos 1 metro de distância de pacientes visivelmente infectados e utilizar uma máscara (descartável) apenas quando estiver perto do paciente.
  • Evitar o contato com as secreções do paciente, quando for descartar o lixo do paciente, utilizar luvas descartáveis.
  • Os profissionais devem lavar com água e sabão ou higienizar as mãos com álcool gel com frequência, após tocar objetos, outras pessoas ou usar o banheiro;
  • Se a pessoa tiver acompanhante, este deve ser orientado a não entrar no ambiente clínico, salvo em situações de necessidade;
  • Os profissionais diretamente envolvidos no atendimento clínico permanecerão com estas em local fechado (consultório), tocando-o e examinando-o, devem usar EPI (gorro, máscara, avental, luvas, óculos de proteção), que devem ser trocados a cada atendimento, com exceção dos óculos.
Rotinas de biossegurança dos profissionais de apoio clínico:
  • Antes de mais nada diariamente ao chegar, fazer desinfecção dos sapatos em tapete desinfectante bactericida na porta de entrada,
  • Verificar a temperatura corporal do funcionário e se estiver acima de 37 graus e relatar se tomou vacina para gripe a mais de 10 dias, e pedir para retornar a sua casa em observação;
  • Antes de entrar em ambiente clínico, remover anéis, colares, brincos e outros ornamentos, guardar pertences pessoais no seu armário, lavar as mãos com água e sabão no banheiro, fazer a desinfecção do celular com papel toalha descartável embebido de álcool 70.
  • Desinfetar bolsas que vão entrar na clínica com álcool 70 spray. Sempre que necessitar acessar seus pertences, não se esqueça de lavar as mãos com água e sabão de forma correta;
  • Colocar o propé em polipropileno 30 gramas para entrar em ambiente clínico;
  • Vestir gorro em polipropileno 30 gramas, de tamanho adequado, acomodando todo o cabelo e orelhas no seu interior. Vestir jaleco/ avental em polipropileno 30 gramas com mangas longas, punhos com elástico e gola tipo colarinho. Comprimento 3/4, até metade da canela, fechamento traseiro com alças na altura dos ombros e na altura da cintura;
  • Colocar máscara tipo concha N95 ou PFF2 e protetor facial para atendimentos com aerossolização. Para atendimento clínico se aerosol máscara cirúrgica (3 filtros), conforme nota técnica nº 08/2020 da Anvisa. Lembre-se vírus permanecem suspensos no aerosol, então para sua proteção não remova a máscara no ambiente da clínica.
  • Colocar óculos de proteção, com alça de elástico ou fechamento lateral;
Assim como…
  • No atendimento dentro da clínica utilizar luvas de procedimentos de látex ou vinilica, sempre que remover as luvas, deve fazer nova lavagem das mãos com água e sabão e secar com papel toalha descartável, em caso de necessidade utilize sobre luvas plásticas descartáveis. Lembre-se que ao tocar em alguma parte na clínica com a luva, ela deve ser desinfetada com álcool 70 gel ou trocada imediatamente;
  • Para cirurgias deve fazer a degermação cirúrgica das mãos com degermante a base de clorexidina 2%, secagem com compressa cirúrgica estéril. No caso de cirurgias deve-se vestir pijama cirúrgico e sobre esse o jaleco/avental cirúrgico impermeável e usar luvascirúrgicas estéreis;
  • Na lavagem do instrumental usar luvas grossas tipo doméstica de cor vermelha, para embalagem do instrumental de cor azul, da mesma forma para a desinfecção dos equipamentos de cor amarela;
  • Ao final de cada atendimento, para remover instrumental da mesa cirúrgica utilizar luvas grossas, depositando-os dentro de tapware para o transporte até a central de esterilização;
  • Caso haja contaminação por matéria orgânica da vestimenta, ela deve ser trocada imediatamente e dispensada no lixo hospitalar imediatamente;
Ao fim do expediente…
  • Ao final do expediente remover o propé, luvas (sem tocar no lado externo), avental, gorro e sobre máscara e dispensa-los no lixo hospitalar. Óculos de proteção devem ser dispensados dentro de recipiente com solução desinfetante. A máscara PFF2 caso tenha sujidade ou úmida deve ser descartada no lixo hospitalar, caso contrário, dispensá-la em local previamente desinfetado para reutilização. Lembre-se de não tocar no lado externo da máscara.
  • Lavar as mãos com água e sabão de forma correta, enxugar com papel toalha estéril, desinfetar com álcool 70 gel, deixar secar, apanhar seus pertences no armário e retornar a sua casa. Mas caso seu armário seja utilizado por outra pessoa em outro expediente deverá fazer a desinfecção do mesmo ao sair.
  • Se houver necessidade de encaminhamento do paciente para outro serviço de saúde, sempre notificar previamente os cuidados com o paciente para o serviço que referenciado.
Desparamentação (remoção dos EPIs):

Portanto para o profissional de saúde, essas práticas de biossegurança são críticas para se evitar potencial contaminação;

  • Remova as luvas;
  • Em seguida remova a proteção facial de trás para frente;
  • Remova o jaleco/avental puxando pela região dos ombros;
  • Remova gorro e máscara em movimento único de trás pra frente;
  • Para a desinfecção da viseira utilize novas luvas;
  • Higienize as mãos e rosto sempre posteriormente ao processo e as mãos após cada passo.
Cuidados ao sair da clínica ou chegar em casa:
  • Deixe objetos bem como: bolsa, carteira, chaves e outros objetos pessoais em uma caixa na entrada de seu consultório.
  • Ao voltar para casa, não toque em nada sem antes se higienizar.
  • Retire os sapatos.
  • Higienize seu aparelho celular e os óculos com álcool 70%.
  • Tire sua roupa e coloque-a em uma sacola dentro do cesto de roupas sujas. Lave com alvejante, recomendado acima de 60°.
  • Tome banho e higienize bem as áreas mais expostas, assim como mãos, punhos, pescoço e rosto.
Boas práticas de Biossegurança – PACIENTE

O seu papel de profissional da saúde é fundamental para orientar e explicar todas as práticas de biossegurança e como o paciente deve agir para prevenir a propagação de vírus e doenças contagiosas, e, além disso, passar segurança aos seus pacientes, afinal dentistas são profissionais treinados em sua formação acadêmica para trabalhar em ambientes de alto risco biológico.

Aqui reunimos as recomendações para transmitir aos pacientes, para que tenha um atendimento seguro para ele e para você, profissional.

Cuidados gerais de biossegurança que pacientes devem ter ao chegar em uma clínica odontológica:
  • Orientar os pacientes que caso estejam com gripe ou tosse, que coloquem uma máscara antes de sair de casa e adotem as medidas de etiqueta respiratória:
  • Se tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com cotovelo flexionado ou lenço de papel;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal (descartar imediatamente logo depois do uso, assim como, realizar a higiene das mãos);
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Realizar a higiene das mãos.
  • Lavagem mão e rosto: realizar a higiene das mãos assim como o rosto com água e sabão por 20 segundos.
  • Caso necessário, fazer a desinfecção das mãos com álcool gel.
  • Não tocar no rosto.
  • Termômetro: solicitar ao atendente a aferição da temperatura corporal.
  • Prenda o cabelo e evite usar brincos, anéis e correntes.
  • Bolsa: verifique se a clínica oferece um local seguro para guardar sua bolsa na sala de espera ou deixe-a com um acompanhante. Caso opte por entrar com a bolsa em ambiente clínico, recomenda-se desinfectar com álcool 70 em spray.
  • Utilizar um protetor para calçados (propé) fornecido pela clínica (salto alto limita a utilização desse protetor).
Práticas de biossegurança para pacientes e acompanhantes ao chegarem a uma consulta odontológica

Pacientes e acompanhantes devem ser orientados a informar já na chegada à clínica se estiverem com sintomas de alguma infecção respiratória (como por exemplo, tosse, coriza, febre, dificuldade para respirar) e devem-se tomar as ações preventivas apropriadas, como uso de máscara cirúrgica logo na entrada (devem haver mascaras cirurgicas disponiveis na entrada na clinica, caso contrario um paciente gripado deve solicitar), se puder ser tolerada, e realizar distanciamento social;

  • Recomenda-se que na porta de entrada da clínica, o paciente faça a desinfecção dos seus calçados em tapete desinfetante bactericida;
  • Lavar as mãos com água e sabão por 20 segundos, secar com papel toalha descartável e fazer a desinfecção das mãos com álcool em gel 70%, deixando secar naturalmente. Após a desinfecção não tocar em mais nada, inclusive o celular, que deve permanecer desligado;
  • Assim que adentrar na clínica, é recomendado que a atendente afira a temperatura corporal do paciente com um termômetro digital infravermelho e atualize a anamnese (mesmo quando o paciente é de retorno, sempre perguntar sobre sintomatologia viral ou se algum familiar, amigo, conhecido teve ou está com algum sintoma). Se o paciente tiver temperatura superior a 37 graus, deve-se fornecer máscara ao paciente, instruir sobre os sintomas e pedir para retornar a sua casa para repousar e buscar atendimento médico;
  • Quando entrar em ambiente clínico, remover anéis, pulseira, e outros acessórios. Logo depois desligar e guardar o celular, desinfetar bolsas com álcool 70% em spray;
Assim como…
  • Colocar o propé em polipropileno 30 gramas;
  • Devido a sensibilidade do vírus à oxidação, recomenda-se antissepsia pré-operatória com peróxido de hidrogênio de 0,5 de 1% ou polvidona a 0,2%), com o objetivo de reduzir a carga viral. A clorexidina parece não ser eficaz. Realizar este procedimento após redução consistente da saliva residual, por aspiração contínua. A indicação do uso de agentes de oxidação é exclusivamente para pré-procedimento, não é recomendado o uso contínuo desse produto pelo paciente.
  • O bochecho pré-procedimento (15mL da solução por 30 segundos), realizado pelo paciente, somente deve ocorrer se o mesmo estiver consciente, orientado e contactuante e sem ventilação mecânica.
  • Não utilizar a cuspideira e sim a mesma pia que foi utilizada para a higienização das mãos e rosto;
  • Fornecer ao paciente gorro de polipropileno 30 gramas, e orientar para que todo o cabelo e orelhas fiquem dentro do gorro;
  • Fornecer avental em polipropileno 20 gramas de manga longa com elástico, com fechamento posterior e alças na altura dos ombros e na altura da cintura;
  • Orientar pacientes que ao sair da clínica remova o propé, tomando o cuidado de não tocar na sola e no sapato. Logo depois remova o gorro pela parte interna e o avental, depositando-os no lixo hospitalar;
  • Retornar ao banheiro para lavar as mãos com água e sabão comum, secar com papel toalha descartável e desinfetar as mãos com álcool em gel 70%, espera secar e retornar para casa em segurança.
Práticas de biossegurança ao chegar em casa
  • Deixe bolsa, carteira, chaves e outros objetos pessoais em uma caixa na entrada do consultório.
  • Ao voltar para casa, não toque em nada sem antes se higienizar.
  • Retire os sapatos.
  • Higienize seu aparelho celular e os óculos com álcool 70%.
  • Tire sua roupa e coloque-a em uma sacola dentro do cesto de roupas sujas. Logo depois Lave com alvejante, recomendado acima de 60°.
  • Tome banho e higienize bem as áreas mais expostas assim como mãos, punhos, pescoço e rosto.
Assistência odontológica em pacientes com quadro de infecção viral aguda

O tratamento odontológico apresenta um alto risco para a disseminação de vírus, justamente pela alta carga viral presente nas vias aéreas superiores e devido à grande possibilidade de exposição à materiais biológicos proporcionado pela geração de aerossóis durante os procedimentos.

Portanto, especialmente em tempos de surto de COVID-19, os procedimentos odontológicos recomenda-se, serem restritos a casos emergenciais e de urgência, os quais são citados: sangramento descontrolado; celulite facial ou bactéria difusa em partes moles, infecção intra-oral ou extra-oral, com inchaço que potencialmente comprometa a via aérea do paciente; e trauma envolvendo ossos faciais, com potencial comprometimento das vias aéreas do paciente.

Quadros de urgência representam dor extrema ou riscos de piora do quadro sistêmico do paciente em pouco tempo e também devem ser tratados.

Sob o mesmo ponto de vista, segue abaixo orientações para ajudar na tomada de decisões e identificação dos casos:

EMERGÊNCIA

Situações que potencializam o risco de morte o paciente.

  • Sangramentos não controlados.
  • Celulites ou infecções bacterianas difusas, com aumento de volume (edema) de localização intra-oral ou extra-oral, e potencial risco de comprometimento da via aérea do paciente.
  • Traumatismo envolvendo os ossos da face, com potencial comprometimento da via aérea do paciente.
URGÊNCIA

Situações que determinam prioridade para o atendimento, mas não potencializam o risco de morte do paciente.

  • Pericoronarite.
  • Dor odontogênica aguda (Pulpite).
  • Alveolite.
  • Abscessos dentários ou periodontais.
  • Fratura dentária que resulta em dor ou trauma de tecidos moles bucais.
  • Necessidade de tratamento odontológico prévio a procedimento médico crítico.
  • Cimentação de coroas ou próteses fixas.
  • Biópsias.
  • Ajustes de órteses e próteses que estejam causando dor, comprometendo a função mastigatória.
  • Finalização de tratamento ou troca de medicação intracanal.
  • Remoção de lesões de cárie extensas ou restaurações que estejam causando dor.
  • Tratamento de necroses teciduais.
  • Mucosites.
  • Trauma dentário com avulsão ou luxação.
Atenção !

O presente manual não substitui as orientações da Organização Mundial de Saúde, Ministério da Saúde e demais órgãos relacionados, bem como não substitui as instruções de uso específicas dos produto mencionados. É de responsabilidade exclusiva do profissional dentista avaliar cada caso clínico antes de utilizar os produtos ou aplicar as técnicas difundidas no manual.

Você profissional de odontologia, confira: Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 , e continue descobrindo mais sobre essas boas práticas focadas nos dois primeiros agentes essenciais: CLÍNICA e DENTISTA.

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Fotopolimerizador | Introdução aos cuidados

O Fotopolimerizador começou a ser mais utilizado primeiramente a partir da década de 70, através da utilização de resinas compostas.

Quanto a sua luz, no passado, era utilizado o tradicional sistema de luz halógena.

Tempos depois, os fabricantes passaram a utilizar fontes de laser de argônio e arco de plasma de xenônio.

Reduzindo assim o tempo de polimerização com uma grande otimização da hora clínica de consultório.

Nesse sentido, os modelos mais novos de fotopolimerizador contam com luzes de LED, fazendo com que ele já emita a luz azul de forma direta, evitando a necessidade de se comprimir outras ondas de luzes.

Por consequência, faz com que o aparelho não sofra com o alto aquecimento.

Luz azul do fotopolimerizador

O agente que inicia a resina, geralmente é o canforoquinona, que é fotoativado através do comprimento de onda de luz visível na média de 470nm.

Alguns modelos de fotopolimerizadores podem atuar de forma mista, alterando sua intensidade conforme o processo vai acontecendo. Isso varia de acordo com uma programação do dentista, evitando a contração de polimerização das resinas compostas.

A cor azul do fotopolimerizador aquece de forma uniforme toda a estrutura molecular da resina, alterando-a e fazendo com ela se prenda de forma uniforme, trazendo maior resistência e durabilidade àquele material.

Cuidados com o fotopolimerizador

O fotopolimerizador é uma peça de alto valor e que tende a durar por muitos anos. Mas para isso, alguns cuidados precisam ser tomados para que essa durabilidade seja alta. Alguns deles são:

  • Primeiramente, guarde o seu equipamento em local apropriado, protegido de raios solares e umidade.
  • O condutor de luz não pode ser mergulhado em solventes ou substâncias que contenham acetona na sua composição
  • Evitar que o terminal condutor de luz toque a resina a ser polimerizada. Isso fará com que os resíduos não obstruam o feixe de luz;
  • O equipamento não pode sofrer quedas;
  • Caso a ponteira condutora de luz seja danificada (quebra, riscos ou sujeiras que não possam ser retirados facilmente), esta deve ser encaminhada para a manutenção e realização de um novo polimento ou substituição;
  • Jamais utilize iodopovidona, glutaraldeídos ou produtos clorados, pois com o tempo podem produzir ataques superficiais sobre o corpo do instrumento;
  • Não tente reparar componentes defeituosos ou substituir por partes de outro aparelho. Somente com a utilização das peças originais é garantido o perfeito funcionamento do aparelho;
  • Após cada ciclo de utilização, remova a ponteira condutora de luz e o protetor ocular.
Limpeza e assepsia

Outro fator importante que possibilita uma maior durabilidade, é a conservação através da limpeza e assepsia. Em suma a assepsia habitual ou corrente deverá ser feita antes e depois do atendimento de cada paciente, garantindo que nenhuma contaminação ocorra de um paciente para outro.

A ponteira de fibra óptica pode ser esterilizada em Autoclave a 134°C a pressão de 2,3 kg/cm2. Já a ponteira de polímero NÃO deve ser autoclavada. Para efetuar a limpeza e desinfecção do seu equipamento, pode-se utilizar substâncias bactericidas bem como:

  • Lenços umedecidos com líquido desinfetante de superfície;
  • A limpeza dos óculos, do protetor ocular e da ponteira condutora de luz pode ser realizada utilizando lenços descartáveis umedecidos com álcool 70%, assim como, lavados com água e sabão neutro.
Considerações finais

De acordo com alguns autores, independente do fotopolimerizador utilizado, a qualidade da luz é de fundamental importância para o sucesso clínico dos procedimentos realizados com materiais resinosos.

Assim, a intensidade ou densidade de potência da luz emitida preconizada é de 470 mW/cm2 para adequada fotopolimerização de incrementos dos compósitos de até 2 mm.

Portanto, apesar de toda a preocupação quanto à qualidade da luz emitida e técnicas de fotopolimerização, estudos demonstram a falta de conscientização dos profissionais quanto à manutenção de seus aparelhos fotopolimerizadores. Foi constatado que muitos profissionais realizam a troca da lâmpada halógena apenas depois que esta queima.

Além disso, não é realizado o monitoramento da intensidade de luz dos seus aparelhos com um radiômetro.

O correto é que um protocolo de manutenção preventiva e periódica dos aparelhos fotopolimerizadores seja feito, o que, dessa forma, poderia evitar a diminuição excessiva da intensidade de luz emitida.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Como desenvolver o controle e a prevenção de infecções em odontologia.

Os profissionais de saúde dentária, sua equipe e os instrumentos utilizados em seu consultório estão constantemente expostos a tecidos orais potencialmente infectados, saliva e sangue. Por isso é essencial que esses profissionais verifiquem sempre se o controle e a prevenção de infecções cruzadas estão sendo promovidos em seu consultório, tanto para os pacientes quanto para os membros da equipe.

Conhecimento e Treinamento para o controle e a prevenção de infecções

A princípio o primeiro passo em direção a um consultório protegido e livre de infecções é a conscientização.

Consciência e conhecimento estão entre os requisitos essenciais para o controle e prevenção de infecções em odontologia.

Todas as partes envolvidas no tratamento odontológico devem estar cientes dos possíveis processos de disseminação de doenças dentárias de um paciente para outro. Três partes estão envolvidas:

  • O paciente – Os pacientes devem estar cientes e educados quanto ao controle de infecções. É preciso deixar claro como eles podem desempenhar seu papel na prevenção da propagação de uma infecção de um paciente para o outro.
  • Profissionais de Odontologia – Os dentistas são os responsáveis por educar e treinar os membros da sua equipe, é importante deixar claro sobre a importância do controle de infecções cruzadas e os riscos que estarão expostos caso não cumpram com as regras de controle.
  • Profissionais de saúde bucal – Todos os profissionais ligados a saúde bucal precisam manter seus conhecimentos atualizados através de todas as fontes possíveis, assim ele adquire conhecimento e podem auxiliar outros profissionais, membros da equipe e os pacientes.
Compromisso Ético

Obter o máximo de conhecimento e entendimento possível, ainda não é o suficiente. Um profissional deve possuir um compromisso ético e profissional, garantindo o controle de infecções e doenças. Educação e atenção plena, obviamente, ajudarão a desenvolver esse compromisso.

Adesão às normas e diretrizes

A responsabilidade de fornecer padrões e diretrizes para práticas mais seguras é supervisionada em nível nacional e internacional pelo órgãos responsáveis. Os profissionais de odontologia devem atender os requisitos em seu município, bem como os padrões internacionais. 

Padrões básicos de segurança para o controle e a prevenção de infecções

Alguns padrões de segurança são básicos e essenciais, precisam ser adotados com todos como rotina, sem qualquer conhecimento prévio de status de infecção do paciente. Além disso esses padrões precisam ser seguidos para que os riscos de transmissão de infecções sejam minimizados.

Padrões de Segurança
Higienizar as Mãos 

A higienização das mãos é sem dúvidas a medida de proteção mais crucial contra a infecção cruzada em ambientes dentários. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os profissionais de saúde lavem as mãos antes e imediatamente após a realização de qualquer atendimento ou procedimento. Para exames de rotina, pode-se lavar as mãos com sabão ou detergente à base de álcool. No entanto, para procedimentos cirúrgicos, deve-se realizar uma lavagem cuidadosa das mãos, juntamente com a limpeza sob as unhas.

Roupas e artigos de proteção

Os equipamentos de proteção individual (EPI), são muito eficazes na prevenção da transmissão de doenças em ambientes dentários. As luvas formam uma barreira adequada e impedem a passagem de bactérias do sangue e dos fluidos corporais dos pacientes. Da mesma forma, máscaras e óculos são altamente eficazes contra a prevenção da transmissão de infecções transmitidas pelo ar. Além disso, recomenda-se que os profissionais de saúde bucal usem mangas compridas, como barreiras de proteção.

O gerenciamento adequado dos resíduos

Produzidos durante o procedimento clínico odontológico deve ser assegurado que eles não se tornem uma fonte de infecção para os pacientes e os profissionais de saúde.

Manuseio e descarte de agulhas e objetos cortantes

Certamente que a maioria dos procedimentos odontológicos requerem o uso de instrumentos cirúrgicos cortantes, que podem atuar como fonte de infecção cruzada, se não forem descartados adequadamente.

 As práticas odontológicas devem ter processos definidos para garantir as extremidades de trabalho dos instrumentos descartáveis ​​antes de descartá-los. Por outro lado, instrumentos afiados reutilizáveis ​​devem ser adequadamente esterilizados antes de serem reutilizados no próximo paciente.

Limpeza, descontaminação e esterilização 

A esterilização garante que todos os microrganismos, incluindo esporos na superfície dos instrumentos dentários, sejam destruídos, reduzindo as chances de infecção cruzada. Portanto uma solução avançada que abrange o processo de descontaminação e esterilização do início ao fim manterá você coberto e proporcionará a tranqüilidade necessária para se concentrar no tratamento de seus pacientes. 

Certifique-se de que seu fornecedor de soluções possa responder a todas as etapas do processo com o seguinte: um limpador ultrassônico para eliminar descartes duros, uma máquina seladora para garantir armazenamento estéril adequado até a reutilização dos instrumentos, uma lavadora desinfetadora alta qualidade de desinfetar os instrumentos antes que eles entrem no esterilizador e, mais importante, uma autoclave avançada que fornecerá resultados de alta qualidade sem compromisso. 

Ter equipamentos de ponta pode tornar o processo fácil e aumentar a produtividade, deixando mais tempo para se concentrar no atendimento ao paciente.

Precauções especiais de controle e a prevenção de infecções para pacientes em risco

Precauções devem ser praticadas com pacientes que sofrem de doenças infecciosas como HIV, hepatite B e C:

  • Infecção  transmitida pelo ar – a proteção contra infecções transmitidas pelo ar exige imunização contra gripe, tuberculose ativa ou varicela. Isso também pode envolver o uso de máscaras respiratórias imunizadas, de preferência em salas com pressão negativa.
  • Precauções de contato  – Recomenda -se o uso de aventais e luvas de plástico durante as operações. Eles devem ser usados, por exemplo, contra MRSA, telhas ou Impetigo.
Limpeza da linha de água da unidade odontológica 

Outra fonte potencial de infecção na prática odontológica é a linha d’água. Uma linha d’água dedicada deve ser providenciada para esterilização e para instrumentos que exijam água durante o uso, como peças de mão odontológicas, raspadores ultrassônicos etc. A inspeção regular da linha d’água também é necessária para evitar a formação de biofilme que pode resultar em infecção.

Vamos resumir

Da mesma forma o objetivo dessas medidas é prevenir e controlar a infecção, e elas devem se tornar uma parte essencial dos valores essenciais de qualquer clínica odontológica. Dentistas e gerentes de clínicas são encarregados da segurança de seus pacientes e da equipe odontológica. 

Portanto, eles devem conceber um processo abrangente em sua prática para minimizar a transmissão de infecções e criar um ambiente seguro para seus pacientes e equipe odontológica. 

Sob o mesmo ponto de vista, se sua prática seguir as diretrizes de controle de infecção combinadas ao uso de produtos e soluções de processamento estéril de alta qualidade , certamente você será classificado entre os melhores do campo. 

É claro que um profissional de odontologia que enfatiza a segurança, não apenas porque é necessário, mas como algo de valores, vale a pena ser confiável e respeitado pelos pacientes.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Coronavírus e as Clínicas de estética: práticas de prevenção.

Pessoas ao redor do mundo estão enfrentando um novo inimigo invisível. O coronavírus, causador da doença Covid-19, teve inicio em dezembro de 2019 , na cidade de Wuhan, na China.

O que parecia distante, infelizmente hoje tornou-se uma realidade no Brasil.

Portanto cabe agora a cada um de nós assumirmos o nosso papel para a prevenção do contágio e proliferação dessa e de outras doenças que só podem ser evitadas através das normas de biossegurança.

Para uma clínica de estética por exemplo, os riscos de contaminação pelo coronavírus tornam-se eminentes.

Portanto entenda como manter a biossegurança e evitar a proliferação dessa ou de qualquer outra doença em sua clínica de estética.

Como o esteticista pode se precaver contra a COVID-19

Primeiramente o uso de EPI’s Equipamentos de Proteção Individual, tornam-se indispensáveis para evitar a transmissão do coronavírus ou qualquer outra doença transmissível. Alguns desses equipamentos são:

1. Máscara

Entre os possíveis meios de transmissão do vírus, a principal são pelas gotículas de saliva, liberada durante as tosses e espirros. Por isso o uso de máscaras é indispensável.

As máscaras não evitam o contágio, pois outros orifícios ficam expostos, mas evitam que o vírus seja espalhado através de tosses e espirros.

Fora da clínica, quem precisa usar máscaras? Apenas pessoas contagiadas ou com sintomas da doença. 

2. Jaleco

Outro EPI muito importante é o jaleco, os clientes podem ter utilizado de diversos meios de transporte para chegar até a clínica, carro, ônibus ou rua. O jaleco em si fica estritamente no ambiente da clínica, evitando que o profissional leve microorganismos nocivos, levados por clientes, para dentro de suas casas.

3. Luvas descartáveis

A maior parte do trabalho realizado por esteticistas é feito com as mãos. Porém as mãos tocam inúmeras superfícies, que podem estar carregados de bactérias e conter o vírus.

Por isso as mãos acabam sendo um meio perigoso de contágio, seja na pele ou debaixo das unhas. Portanto a melhor forma de não levar isso até seus clientes é com a utilização de luvas.

Para que o cuidado seja tomado de forma correta, é preciso fazer a anti-sepsia das mãos antes de colocar as luvas, assim como é indicado que seja feito das mãos dos clientes também.

4. Touca

Pode não parecer, mas o cabelo também é responsável por carregar muitas sujidades. E seu uso é indispensável para a saúde estética.

Assepsia do ambiente e materiais

Falamos sobre você e seus EPI’s. Mas e a clínica?

Quais cuidados devem ser tomados na clínica de estética contra o coronavírus.

É imprescindível que o ambiente esteja o mais limpo possível para diminuir o risco de contaminação do COVID-19. Para isso pode-se usar álcool 70% para assepsia de materiais e bancadas de trabalho. Lembre-se de aplicar o produto com papel toalha ou uma gaze de algodão, e fazer o descarte em seguida.

O descarte correto dos materiais também é uma medida importante que garantirá não só a higiene, mas também a segurança da clínica e de seus profissionais. Essas táticas, embora destinadas para o novo coronavírus, também ajudariam a conter outras enfermidades contagiosas e tão ameaçadoras quanto ele. 

Outro fator tão importante quanto a assepsia da clínica é a esterilização dos materiais e acessórios que você utiliza em seus atendimentos. Você pode utilizar uma autoclave para realizar esta limpeza.

Esterilização dos materiais e equipamentos
  • Produtos: o ideal é usar materiais devidamente limpos e assépticos ou descartáveis para retirar o produto da sua embalagem; 
  • Maca: antes de fazer a troca do lençol descartável, deve-se aplicar álcool 70% na superfície da maca;
  • Equipamentos: com um algodão umedecido com a solução antisséptica, friccionar por no mínimo 30 segundos por toda a extensão do acessório que entra em contato com a cliente (eletrodos, manoplas, canetas, etc.); 
  • Procedimentos: é muito importante a assepsia das mãos do cliente antes de iniciar o tratamento, para evitar contaminação.

Dê preferência aos materiais autoclaváveis, como, por exemplo, os pincéis para peelings químicos autoclaváveis.

Converse com o cliente sobre o coronavírus

Nesse momento critico em que vivemos, todo cuidado ainda é pouco. Portanto para evitar o contágio do Coronavírus, o diálogo é muito importante. 

Se seu cliente apresentar qualquer sintoma de gripe ou febre, por exemplo, procure remarcar a sessão para outra data. O mesmo vale para você. 

Quando receber o cliente em clínica, ofereça álcool 70% para a antissepsia das mãos, e tome todas as precauções que conversamos acima. 

Importância da biossegurança contra o coronavírus

Manter uma boa imagem em relação à biossegurança na atuação profissional, funciona também como um diferencial para o esteticista, que reforça o seu compromisso com a saúde do cliente e o seu próprio bem-estar. 

A rotina dos estabelecimentos tem mudado muito desde o anuncio da pandemia. Na área de beleza não foi diferente, pudemos reparar uma queda expressiva na quantidade de clientes que ainda frequentam as clínicas de estética. Por isso para os profissionais que ainda continuam com as portas abertas, realize os serviços oferecendo o máximo de segurança para os clientes, tome todas as medidas de biossegurança e demonstre que o o cliente estará seguro em sua clínica.

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Reprocessamento de equipamentos para a saúde: regras da ANVISA.

Certamente não existem dúvidas de que todo reprocessamento de equipamentos feito nas unidades de saúde, é um procedimento complexo e de suma importância, cujo principal objetivo é evitar que ocorra infecções, presença de endotoxinas, biofilmes, perda da integridade do material entre outros.

Além disso, há uma preocupação com eventos adversos relacionados aos resíduos de material imunológico de um paciente para outro.

Por meio de equipamentos mal reprocessados ou reações decorrentes de resíduos de produtos mal utilizados durante a limpeza do artigo.

Desse modo, é de suma importância que o profissional responsável pelo reprocessamento desses equipamentos seja altamente capacitado e tenha profundos conhecimentos sobre crescimento microbiano, curva de crescimento, morte microbiana, esporos bacterianos, endotoxinas, carga microbiana (bioburden), biofilmes, resistência microbiológica, príons, entre tantos outros.

Além de características como: responsabilidade, iniciativa, equilíbrio emocional, trabalho em equipe, capacidade organização.

Essas características são exigidas rotineiramente nesta atividade de extrema importância em uma unidade de saúde.

É preciso contar também com equipamentos de qualidade como circuladores, lavadoras, pistolas de limpeza e secadoras.

Esses equipamentos são essenciais para garantir a qualidade do processo.

O que é reprocessamento?

O reprocessamento trata-se de um procedimento de Limpeza, desinfecção e esterilização de materiais ou instrumentos hospitalares.

Esse procedimento tem o papel de garantir a suficiência e a segurança para que esses materiais possam ser reutilizados, sem oferecer nenhum tipo de risco biológico aos pacientes.

Quais materiais podem ser reprocessados?

O reprocessamento de produtos para a saúde envolve todos os materiais hospitalares que podem ser considerados reutilizáveis.

Isso se resume aos equipamentos, aparelhos ou produtos de uso médico, odontológicos ou laboratoriais, que tenham a finalidade de prevenir, diagnosticar, tratar ou reabilitar pacientes.

Lembrando que é preciso desconsiderar a utilização de materiais de uso farmacológicos, imunológicos ou metabólicos para aplicações em seres humanos.

Quais os materiais que são proibidos para reutilização?

Outra preocupação que deve haver nos estabelecimentos de saúde é sobre a reutilização de artigos de uso único que, embora venham de fábrica contendo a identificação de “uso único”, ainda são reutilizados.

O reuso destes artigos envolve questões legais, médicas, éticas e econômicas, sendo amplamente discutido. Esses materiais são:

  • Bisturis descartáveis
  • Cateteres
  • Escalpes
  • Espéculos
  • Luvas cirúrgicas
  • Marcapasso
  • Placas e parafusos
  • Prótese vascular
  • Sondas nasogástricas
  • Sondas vesicais
  • Tubos endotraqueais
Quais são as exigências da Anvisa sobre o reprocessamento de produtos para a saúde?

Conforme as regras determinadas pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão responsável pelo inspeção e monitoramento da qualidade desse processo, o reprocessamento de materiais de saúde que estão contidos na categoria de “uso único” precisam atender alguns padrões que exigem o máximo de qualidade e segurança.

Quanto ao processo de registro e de rotulagem dos produtos médicos, é necessário requerer à Anvisa o enquadramento do material, definindo-o como sendo único ou reutilizável.

Após a análise dos produtos de saúde, a Anvisa definirá a categoria estabelecida, mas, apesar de o órgão estabelecer esse controle rígido de definir em resoluções as regras que garantam a segurança.

É também fundamental que os fornecedores desses materiais reutilizáveis estejam atentos aos riscos que um reprocessamento inapropriado pode causar aos pacientes e usuários, ou seja, um reprocessamento feito sem os produtos adequados pode causar danos aos pacientes.

Vantagens

Contudo o reprocessamento de equipamentos para saúde é um tema ainda muito complexo, mas essa prática oferece muitas vantagens, econômicas e ecológicas.

Com a reutilização dos produtos, automaticamente haverá menos gastos, assim como a reutilização proporciona uma menor quantidade de resíduos que precisaram ser descartados, diminuindo assim os poluentes no meio ambiente.

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Estúdios de Tatuagem e a Biossegurança

É extremamente natural que qualquer pessoa que decida fazer uma Tatuagem, opte por um profissional renomado, que ofereça um espaço específico para essa atividade sendo ele limpo e seguro, garantindo uma experiência satisfatória, deixando bem claro que essa atividade não vai oferecer qualquer tipo de risco para a saúde do cliente.

Consequentemente é de suma importância que os profissionais tatuadores estejam sempre atentos para que o seu estúdio apresente todas essas características, além de garantir que estejam também dentro das normas e regras de biossegurança estabelecidas pela ANVISA.

Tatuagem e a biossegurança

O ato de tatuar consiste na pigmentação e a perfuração da pele, ou seja, as chances de uma contaminação são eminentes, tanto para o cliente quanto para o profissional tatuador. Isso se explica devido a utilização de materiais que estão em contato direto com o ar, sangue e os fluidos corporais do cliente, que se porventura apresentar alguma contaminação pode acarretar diversas doenças.

Portanto conhecer e garantir as normas de biossegurança é essencial nesse ofício, o ato de tatuar lida diretamente com a integridade da pele do cliente, por isso, primeiramente algumas medidas de biossegurança devem ser implementadas pelos proprietários de estúdios de Tatuagem. Algumas dessas medidas são:

  • Manter-se atento aos cuidados básicos: o tatuador deve ter o hábito de lavar corretamente as mãos, no mínimo antes e após o procedimento;
  • Uso de acessórios de proteção: acessórios de uso pessoal do tatuador são indispensáveis, como luvas, aventais e máscaras;
  • Armazenamento de equipamentos: todos os equipamentos devem estar armazenados em armários limpos, que não apresentem nenhum tipo de umidade e devem se manter fechados durante todo o tempo que não estão em uso. Já os materiais que necessitam de esterilização devem ser armazenados em locais separados, limpos e secos;
  • Produtos: todos os produtos devem estar de acordo com a ANVISA, principalmente as tintas utilizadas no procedimento;
  • Materiais descartáveis: os materiais descartáveis como luvas, agulhas e lâminas devem ser eliminados logo após o uso. Lembrando que o uso de materiais descartáveis, não elimina a necessidade de práticas de assepsia e desinfecção;
  • Material esterilizado: todo o material utilizado no processo, como agulhas de Tatuagem devem ser esterilizados em autoclaves e embalados individualmente.
A segurança antes de tudo

É possível observar que muitos dos profissionais tatuadores, ainda não entenderam a real importância dos processos de biossegurança, subestimando assim as consequências de um processo malconduzido. Apesar da dificuldade em mensurar e explicar o risco inerente à prática desse ofício, os tatuadores percebem sua existência, mas a preocupação com a arte é na maioria das vezes é o que prevalece.

Em vários momentos pode-se constatar que cada profissional atua da forma diferente, de maneira empírica, sem se preocupar com normas ou protocolos de biossegurança, gerando riscos, tanto para o cliente quanto para o profissional.

Contudo é necessária a padronização do procedimento, até mesmo para que este ofício se consolide como profissão.
As ações de biossegurança no ofício de tatuar podem apontar uma nova área de atuação para o enfermeiro visto que, entre suas competências, se destacam a educação em saúde e o treinamento de pessoal em proteção da saúde do trabalhador.

Por isso é preciso que os profissionais que optam por equipamentos de aço cirúrgico, sobretudo entendam que a esterilização é um dos principais pontos para a garantia de um procedimento saudável e seguro. É recomendável que lâminas, biqueiras, agulhas e hastes sejam esterilizadas em autoclaves.

Uso das autoclaves

O uso de autoclaves resume-se em práticas rápidas e seguras, sendo a principal escolha da maioria dos tatuadores. Além disso, elas proporcionam mais economia, devido ao seu baixo consumo de energia; são resistentes, fazendo com que os tatuadores não tenham que se preocupar com manutenções frequentes, e apresentam um ótimo custo benefício.

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10 dicas de segurança para evitar riscos biológicos em hospitais

10 dicas de segurança para evitar riscos biológicos em hospitais

Riscos biológicos são facilmente encontrados em ambientes hospitalares, tendo como medida preventiva fundamental a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual para médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde.

Existem normas e classificações que regem os níveis de contenção adequados para os seus manuseios. Entretanto, as instituições de saúde devem possuir meios próprios de tratar novos riscos. A implementação de novas técnicas de biossegurança deve ser adotada sempre que as medidas existentes se mostrarem ineficazes.

No ambiente hospitalar, podem ser encontrados todos os tipos de riscos. Além dos biológicos, existem os riscos químicos, físicos e vários outros perigos que podem causar acidentes. Nesses locais, e em todos os outros, a melhor saída para evitar problemas é a prevenção.

Mas afinal, o que são os riscos biológicos? Eles existem apenas em hospitais? Acompanhe as dicas de como evitar as ameaças de contágio.

O que são os riscos biológicos e onde são encontrados?

O risco biológico é considerado existente quando há microrganismos capazes de provocar doenças no homem, como vírus, bactérias, protozoários, parasitas, fungos, entre outros.

Todas as pessoas estão expostas a esses microrganismos o tempo todo, quando andam de transporte público, na escola, no shopping, no trabalho e até mesmo em casa.

Entretanto, existem profissões em que os trabalhadores se expõe a um maior número de microrganismos, como acontece com funcionários de hospitais e clínicas. Nesses locais, esse risco é maior.

Isso ocorre porque os agentes podem ser encontrados em fluidos corporais, como sangue, em objetos, como seringas descartadas ou em qualquer material utilizado em pessoas ou em animais infectados.

As principais fontes de contaminação são provenientes do contato da mão com a boca, da mão com os olhos, ou por meio de toque em feridas superficiais na superfície cutânea exposta e pela perfuração da pele.

Logo, todo resíduo hospitalar ou de serviços de saúde — além de atendimentos ou procedimentos feitos de forma incorreta — são potencialmente infectantes e oferecem riscos biológicos.

Os microrganismos podem causar doenças leves, medianas e graves. Conheça algumas doenças podem se contraídas por meio dos riscos biológicos:

  • HIV;
  • hepatite B;
  • herpes viral;
  • rubéola;
  • tuberculose;

Quais profissões devem se preocupar com o risco biológico?

Todas as categorias profissionais estão sujeitas a riscos biológicos, já que sua definição básica seria a exposição a qualquer agente causador de doenças.

Todos nós estamos expostos o tempo todo, entretanto existem algumas profissões que sofrem um risco maior. Um ótimo exemplo são os trabalhadores da área da saúde. Os profissionais de limpeza pública, de hospitais, clínicas e da área alimentícia, são alguns dos acometidos.

O contato com material biológico infectado acontece diariamente com dentistas, pesquisadores, enfermeiros, trabalhadores dos atendimentos de emergência, estudantes e estagiários dessas áreas.

É preciso saber os fatores que aumentam os riscos biológicos, implementar e fazer as normas de segurança do local serem seguidas, a fim de proteger os trabalhadores e todas as pessoas envolvidas direta e indiretamente com o serviço.

Como evitar os riscos biológicos em hospitais?

Devido a esse perigo de contaminação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou algumas regras de como o lixo hospitalar deve ser armazenado e tratado no Brasil.

A legislação se aplica não só a hospitais, como também a centros de pesquisa, clínicas, consultórios, necrotérios e laboratórios. Ela evita a contaminação de trabalhadores e pacientes e é capaz de prevenir danos ao meio ambiente.

Confira algumas medidas práticas que podem prevenir a contaminação acidental:

  • evitar ter contato das mãos com o rosto;
  • não passar cosméticos, não comer e nem beber na área do laboratório;
  • usar avental, luvas descartáveis e outros Equipamentos de Proteção Individual necessários.

Veja, a seguir, 10 dicas de prevenção de riscos biológicos.

1. Conheça o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde?

Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) é o documento técnico que descreve todas as ações referentes aos resíduos — desde a geração até a disposição final.

As medidas de segurança adotadas para prevenir contaminações consistem em uma série de procedimentos padrões que devem ser seguidos à risca pelas instituições que prestam serviços relacionados à saúde humana e animal.

Todas os geradores de resíduos de serviços de saúde precisam fazer um PGRSS de acordo com as normas e regras dos órgãos de vigilância sanitária e meio ambiente — tanto a nível federal, quanto estadual e municipal. Veja alguns exemplos de organizações que são obrigadas a elaborar um planejamento:

  • laboratórios;
  • necrotérios;
  • funerárias;
  • hospitais;
  • drogarias e farmácias.

No caso de ambientes hospitalares, os detalhes podem fazer a diferença entre a vida e a morte de uma pessoa. Por isso, o cuidado deve ser redobrado.

2. Oferecer treinamento para os funcionários e Seguir as Normas de Segurança

Conhecer os riscos aos quais se está exposto é muito importante para adquirir a noção do quão sério é o trabalho na área da saúde. Por isso, é imprescindível apresentar os perigos de infecção e contaminação aos trabalhadores recém-contratados.

Também é necessário, ainda, realizar reciclagens e treinamentos constantes. Não apenas para lembrar os funcionários dos perigos, mas também para informar mudanças nos processos ou a ocorrência de novas ameaças.

Instruir os colaboradores sobre os perigos do trabalho pode evitar diversos acidentes sérios e processos futuros. Então, todo esse cuidado deve ser visto como um investimento. Além disso, a capacitação é obrigatória por lei e pode ser encontrada nas NR 1 (1.7) e NR 32 (32.2.4.9).

Por isso, é importante conhecer a legislação brasileira quanto às normas de biossegurança. Ou seja, os procedimentos obrigatórios que devem ser adotados a fim de evitar contaminações diretas e cruzadas entre materiais de pesquisa, animais, superfícies, utensílios e pessoas.

Além das NRs e outras normas do Ministério do Trabalho, regras da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e recomendações normativas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e OIT (Organização Internacional do Trabalho) devem ser consideradas.

3. Usar EPIs adequadamente

Conforme a NR-06, Equipamentos de Proteção Individual são dispositivos destinados à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Esses itens devem ser oferecidos gratuitamente pelas empresas, sempre que as medidas de ordem geral não oferecerem proteção completa para os riscos presentes no local de trabalho.

Também são usados enquanto a proteção coletiva estiver sendo implantada, ou em situações de emergência.

No caso dos hospitais, cada área ou departamento exige o uso de um ou mais EPI, pois é difícil proteger os trabalhadores simultaneamente de todos os riscos químicos, físicos, biológicos e de acidentes.

Luvas, aventais, máscaras e calçados de proteção são alguns itens utilizados por quem trabalha em hospitais.

Outro exemplo são os aventais de chumbo, que protegem profissionais de radiologia médica da exposição à radiação ionizante, que está relacionada ao desenvolvimento de câncer.

Esses utensílios servem como uma barreira protetora para o profissional. Eles escondem os olhos, as roupas, a entrada das vias aéreas e as mãos. A fim de garantir a eficácia da proteção, é essencial utilizá-los da maneira certa. Portanto, as máscaras e luvas serão trocadas a cada paciente atendido, assim como as mãos serão bem lavadas e desinfectadas com álcool.

4. Lave as mãos antes e depois de qualquer procedimento

As mãos são um dos maiores veículos de microrganismos. Nós tocamos em tudo, colocamos as mãos uns nos outros, barramos espirros, abrimos maçanetas. E em um hospital, onde as pessoas estão debilitadas e sujeitas às mais diversas doenças, o cuidado com as mãos deve ser ainda maior.

Médicos e enfermeiros devem higienizá-las e desinfectá-las com álcool 70% em todas as trocas de pacientes antes de colocarem a nova luva. Da mesma forma, os visitantes, trabalhadores terceirizados e pacientes também não podem se esquecer de realizar essa limpeza.

Eles devem ser estimulados a lavar as mãos constantemente, a fim de quebrar o ciclo de contaminação hospitalar. Para tanto, placas e sinais de avisos sobre a importância de higienizar as mãos — e com instruções — devem ser afixados nos locais apropriados.

5. Limpeza e Desinfecção de Superfícies e Equipamentos

Os princípios básicos para a limpeza e desinfecção de superfícies e equipamentos em serviços de saúde são a seguir descritos no Manual da Anvisa para a Limpeza e Desinfecção de superfícies.

O álcool 70% é uma das soluções mais eficientes para a desinfecção de mãos, superfícies, utensílios e equipamentos. A limpeza constante dos locais em que há trânsito de pessoas é de extrema importância para evitar riscos biológicos.

A limpeza com água corrente e sabão ou detergente pode ser suficiente para eliminar o material biológico, como por exemplo, sangue, fluídos corporais e resíduos de tecidos. Tudo deve ser limpo antes e após o uso.

Deixar o material biológico em superfícies é uma atitude a ser evitada, pois é propício para a proliferação de microrganismos residuais. Assim, isso pode proteger bactérias e vírus dos efeitos da esterilização e desinfecção.

Fique atento quanto à designação de desinfetantes apropriados. Um agente infeccioso em particular pode requerer cuidados maiores e mais específicos. Por esse motivo, os procedimentos padrões são muito importantes e devem ser seguidos.

6. Eliminar corretamente os resíduos hospitalares

Os resíduos gerados são grandes fontes de contaminação, tanto para os colaboradores quanto para pacientes e acompanhantes.

Portanto, lidar corretamente com o lixo hospitalar é uma das práticas mais eficientes para manter o ambiente seguro.

Os protocolos e normas de biossegurança incluem o descarte de resíduos em local apropriado. Os lixos são divididos em tipos e cada um deles tem um destino diferente.

Tipos de lixo hospitalar

De acordo com a Resolução RDC nº 33/03, os resíduos hospitalares são classificados como:

  • Grupo A (potencialmente infectantes) – que tenham presença de agentes biológicos que apresentem risco de infecção. Ex.: bolsas de sangue contaminado;
  • Grupo B (químicos) – que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independente de suas características inflamáveis, de corrosividade, reatividade e toxicidade. Por exemplo, medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raio-X;
  • Grupo C (rejeitos radioativos) – materiais que contenham radioatividade em carga acima do padrão e que não possam ser reutilizados, como exames de medicina nuclear;
  • Grupo D (resíduos comuns) – qualquer lixo hospitalar que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes, como gesso, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis;
  • Grupo E (perfurocortantes) – objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro.

7. Contrate uma empresa especializada para coletar o lixo

Como vimos, o lixo hospitalar pode ser extremamente perigoso. Coletar e descartar o resíduo hospitalar exige muito conhecimento e cuidado em todas as etapas. Além da ameaça a saúde humana esse tipo de lixo também pode causar sérios problemas ao meio ambiente.

Caso algum material do lixo potencialmente infectante entre em contato com o solo ou com a água, pode causar contaminações muito graves. A vegetação pode ser prejudicada e os seres vivos que tiverem contato com essa água podem ser infectados.

Para evitar que isso aconteça, é necessário contratar uma empresa especializada em coletar, transportar e descartar corretamente o lixo hospitalar.

8. Siga os protocolos em caso de acidente

Se acontecer qualquer tipo de acidente e ferimento de funcionários, é necessário seguir todos os procedimentos padrões do local. Dessa maneira, garante-se que as medidas necessárias de socorro tenham efeito e o risco de transmissão de doenças seja minimizado.

Outra medida que precisa ser tomada em caso de acidentes que envolvam sangue, fluídos corporais ou qualquer outro material potencialmente contaminado: a empresa deve comunicar o ocorrido à Previdência Social. Isso deve ser feito através da emissão de uma Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), até o primeiro dia útil após o acidente.

9. Elabore um plano de emergência

É fundamental para qualquer empresa — principalmente em ambientes com tantos riscos como hospitais — a elaboração de um plano de emergência. É óbvio que ninguém deseja precisar de um plano como esse — e a empresa precisa fazer de tudo para evitar —, mas acidentes de trabalho podem acontecer.

O plano de emergência é um documento que tem o objetivo de explicar como se deve agir em situações anormais. Além de acidentes de trabalho, podemos citar explosões, roubos e assaltos, inundações e todo o tipo de tragédia.

O hospital não pode parar de funcionar. Afinal, as vidas de muitos pacientes dependem do seu funcionamento. Além disso, parar de operar geraria muitos transtornos aos funcionários, fornecedores e prejuízo para a própria instituição. Para evitar problemas no futuro, é mais fácil pensar estrategicamente agora em soluções para superar situações difíceis.

10. Use a comunicação ao seu favor

Campanhas de conscientização — sobre o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual, a forma certa de lavar as mãos, além de outras medidas para evitar os riscos biológicos e outros perigos no ambiente hospitalar — não devem ser vistas como um custo para a empresa. Essa comunicação interna, se feita da maneira correta, pode ser entendia como um investimento.

Afinal, comunicar de forma eficiente com todos os funcionários, inclusive trabalhadores terceirizados, é uma maneira efetiva de evitar um acidente grave, que pode, inclusive, terminar com a morte de alguém. E quando o assunto é a proliferação de microrganismos, é fundamental que todos estejam muito conscientes dos riscos e de como evitá-los.

O hospital é um ambiente destinado aos cuidados com a saúde, a recuperação e a prevenção de doenças. Apesar disso, inevitavelmente, é um local que oferece enormes perigos à segurança dos pacientes, funcionários e acompanhantes.

Profissionais da saúde devem ficar em constante alerta, já que suas vidas estão em jogo a todo momento. Entendeu a relevância de entender quais são os riscos biológicos em hospitais e quais as dicas para evitá-los?

Fonte: http://blog.morhena.com.br/6-dicas-de-seguranca-para-evitar-riscos-biologicos-em-hospitais/

Vai escolher produtos odontológicos para o consultório? Tome 6 cuidados!

Produtos odontológicos: Tome 6 cuidados!

Na área odontológica, o atendimento, a infraestrutura do consultório e a qualificação do profissional contribuem para definir a qualidade da experiência do paciente, ou seja ruim, neutra ou excelente

O padrão dos materiais utilizados também exercem um papel importante para o paciente classificar o atendimento.

Por isso, é necessário que o profissional entenda a importância de trabalhar com produtos odontológicos que atendam os requisitos para trazer o melhor resultado possível ao tratamento.

O atendimento com materiais adequados e de boa qualidade ajudam a garantir resultados superiores nos tratamentos e maiores margens de lucratividade entre outras vantagens.

Por outro lado, materiais de qualidade duvidosa podem gerar não somente retrabalhos mas também a perda da reputação do profissional no mercado que atua.

Pensando nisso, vamos abordar neste artigo alguns cuidados para a melhor escolha dos produtos odontológicos. Continue a leitura e aprenda!

1. Escolha uma marca de confiança

Sabemos que muitas empresas fazem diversas promessas em seu marketing com o objetivo de fecharem a venda. No entanto, isso não assegura os resultados do material que fornecem. Portanto, antes de tudo, avalie o histórico e reputação da empresa.

Descubra há quanto tempo ela está no mercado, quais as suas linhas de produtos, quais as certificações já conquistadas e como estão os seus registros nos devidos órgãos certificadores de qualidade (ex. ISO) assim como a situação na Vigilância Sanitária (ANVISA)

Perceber a relevância da marca internacionalmente é ideal para analisar a qualidade dos produtos odontológicos, considerando que foram aprovados por diferentes normas e padrões globais.

Complementando, veja também a opinião dos professores e formadores de opinião sobre a empresa e o material que pretende utilizar. Essa é uma prática interessante para entender a  performance clínica do produto. Como exemplo, nos casos de produtos de estética avaliar a estabilidade dimensional, adaptação marginal e mudança de cor, nos casos de produtos endodônticos a facilidade de uso, o tempo de presa e a sintomatologia pós operatória.

2. Utilize produtos inovadores

Partindo do pressuposto que seja uma marca seja de empresa confiável, deve-se realizar esforços para conhecer mais profundamente o produto em relação às suas características e propriedades .

É preciso compreender técnica e cientificamente quais são as substâncias químicas envolvidas na composição e os benefícios que promoverão no tratamento.. Assim, pode-se inferir o impacto desse produto na qualidade final do procedimento assim como na saúde do paciente.

Como isso é possível? Por meio da leitura de artigos e participação de cursos e congressos por exemplo! Adquirir o hábito de leitura científica torna o profissional mais capacitado e o auxilia a conhecer as inovações da área. Se os resultados clínicos obtidos comprovam o que o produto promete, conclui-se na prática a veracidade e a validade do investimento no aperfeiçoamento técnico e científico.

3. Aposte no investimento em tecnologia

A odontologia por anos foi praticada por técnicas e produtos que se exigia procedimentos morosos e comumente artesanais. Com o avanço tecnológico das últimas décadas, ocorreu um grande salto na prática odontológica.

Na Endodontia o surgimento de equipamentos digitais como os aparelhos de tomada radiográfica, limas rotatórias, microscópios e cimentos prontos para uso que dispensam manipulação, tornaram a qualidade do atendimento e a vida do cirurgião dentista menos estressantes.

A tecnologia aplicada na produção dos materiais permite a possibilidades de melhorar as propriedades físicas, químicas, mecânicas e principalmente biológicas dos produtos, possibilitando portanto resultados mais previsíveis aos tratamentos.

4. Não se esqueça dos impactos na saúde do paciente

Embora tenhamos mencionado o impacto dos produtos na reputação de um profissional, sabemos que o efeito maior acontece na saúde do paciente. De fato, a odontologia atua em uma região específica do corpo humano. Porém, a repercussão na saúde do indivíduo pode ser sistêmica.

Muitos procedimentos na endodontia utilizam materiais não apenas de forma provisória, mas também como componentes permanentes, os quais estarão próximos de ossos, vasos sanguíneos e nervos.

Diante disso, sempre que possível a utilização de materiais que não sejam apenas inertes mas que possam interagir com os tecidos dentais promovendo uma bioatividade terá um prognóstico mais favorável para preservar a função do dente.

5. Esteja atento às tendências e novidades do mercado

Independentemente do setor, é essencial que as empresas ofereçam materiais inovadores para os profissionais. Na odontologia, a tendência é a escolha de produtos mais biológicos possíveis — como os biocerâmicos, que também são bioativos trazendo maiores benefícios no processo de cura de uma lesão endodôntica.

Sanders do Brasil, por exemplo, é uma empresa que investe fortemente em pesquisa e desenvolvimento na busca de inovações, disponibilizando produtos que otimizam a qualidade dos procedimentos realizados pelos cirurgiões-dentistas.

Reiteramos, assim, a necessidade de conhecimento aprofundado da composição dos produtos uma vez que é um dos fatores chaves para a decisão dos produtos a serem utilizados na prática odontológica diária.

6. Avalie o custo-benefício

O custo é um fator importante a ser considerado nessa fase da decisão da técnica ou produto a ser utilizado. Contudo, o erro consiste em focar no menor preço e esquecer as consequências deste na qualidade final do tratamento. O preço não deve ser uma variável única mas sim no custo-benefício que será obtido com um produto de boa qualidade.

Importante lembrar que pela grande maioria dos materiais serem utilizado no tratamento em diversos procedimentos, deve-se avaliar o preço de aplicação individual e não o valor total da aquisição do produto. Ter essa noção financeira é ideal para que o profissional perceba como realmente é o custo-benefício no cenário do tratamento.

E, além da noção financeira, o conhecimento abordado neste artigo ajuda a entender que a melhor análise não e se o produto é “caro ou barato” e sim a proporção do “custo-benefício” que irá trazer no seu atendimento profissional.

Saiba mais sobre Gerenciamento de Consultórios Odontológicos.

Conclusão

Concluímos, então, que os produtos odontológicos têm impacto direto na reputação do profissional e na saúde do paciente. Além disso, não devem ser priorizados determinados materiais em detrimento de outros, pois todos são importantes no tratamento como um todo e a falha em uma etapa pode ser crucial para o fracasso da conduta.

Aproveite a oportunidade e conheça a linha de produtos Odontológicos da Sanders do Brasil.

Bomba a vácuo: A importância no consultório odontológico

Hoje falaremos sobre um em especial: a bomba a vácuo.  Você vai entender como ela funciona e, principalmente, qual sua importância para um consultório de Odontologia.

Você já conferiu em nosso post Gerenciamento de Consultórios Odontológicos sobre planejamento e na gestão do seu consultório, porém há equipamentos fundamentais, para o bom funcionamento de seu espaço, certo?

Qual sua importância?

Muitos profissionais sabem que “devem” ter uma em seu consultório, mas não entendem a importância real deste equipamento na rotina odontológica.

O uso da bomba de vácuo é fundamental para que não haja uma sobrecarga no compressor odontológico. Dessa forma, o equipamento alcança uma durabilidade muito maior, pois não executa as devidas funções no limite de sua capacidade.

Além disso, devido ao uso rotineiro dos sugadores, a necessidade de uma bomba no consultório é maior ainda. Isso porque ela auxilia a prevenir o desgaste das peças, diminui a frequência de manutenções mais trabalhosas e controla o excesso de ruído no equipamento.

Portanto, em todos os procedimentos que exigem sucção, ela torna-se uma potencial aliada. Por fim, ela ainda reduz o raio de alcance da névoa contaminante, bem como a própria formação por si só.

Como funciona?

Você sabe como é o funcionamento de uma bomba a vácuo? Nós vamos te explicar.

Em primeiro lugar, as elas podem funcionar de acordo com três princípios, variando de acordo com o tipo. Vale lembrar, ainda, que cada tipo tem uma velocidade, potência e eficiência.

No princípio mais básico que refere à funcionalidade de uma bomba a vácuo, é onde o deslocamento positivo transporta uma carga de gás de uma entrada para uma saída ou escape.

Quando a câmara se expande, ela naturalmente cria um vácuo e suga mais gás em todo o seu interior. A seção destas câmaras são seladas por água; então quando o vácuo é criado, o nível dessa água sobe e, sem ser afetada pela pressão, ela é empurrada para baixo.

Acessórios para a bomba de vácuo

Além da bomba a vácuo, a Sanders do Brasil você também possui acessórios complementares para sua utilização. Alguns deles são:

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