Equipamentos médicos-hospitalares

Gestão hospitalar: entenda a diferença entre calibração e validação de autoclave

Para garantir que o parque tecnológico do hospital esteja funcionando corretamente, é necessário que os equipamentos médico-hospitalares sejam calibrados regularmente de acordo com as suas especificações e necessidades.

Atualmente, existem diferentes tipos de manutenção que podem ser executados em equipamentos hospitalares. Dessa forma, é imprescindível saber escolher qual é o tipo ideal para o seu aparelho naquele momento. Confira abaixo as principais diferenças entre os procedimentos de calibração, verificação e ajuste para sanar as dúvidas mais frequentes sobre o assunto.

Validação de autoclave para hospitais

Muitos administradores hospitalares passam pela situação de receber o fiscal da Vigilância Sanitária em seu hospital e, então, ficam sabendo que devem apresentar o relatório de validação da autoclave da CME (Central de Material Esterilizado). Mas o que é a validação e como atender a essa exigência da melhor forma?

As autoclaves são equipamentos presentes na rotina de praticamente todas as centrais de materiais esterilizados (CME) dos Hospitais, e realizam a esterilização de materiais envolvidos em processos cirúrgicos, certificando de que microrganismos contaminantes sejam inativados, levando mais segurança aos pacientes e colaboradores do hospital.

Realizam o processo de esterilização, respeitando na maioria das vezes uma sequência de remoção do ar (pulsos de vácuo e vapor), rampa de aquecimento, exposição (esterilização) e secagem.

Nas autoclaves de esterilização a vapor, este processo é executado pela ação da temperatura presente no vapor saturado que é responsável pela penetração de calor.

Na validação o processo de utilização da autoclave é avaliado em sua totalidade a partir de três tipos de qualificações:

1) Na Qualificação Térmica (QT), as medidas de temperatura são coletadas em vários pontos da câmara interna, visando garantir a distribuição de calor no espaço que será ocupado pelo material a esterilizar. As medidas são formatadas em gráficos de temperatura versus tempo, e devem mostrar que todos os pontos estão acima da temperatura mínima do programa selecionado de esterilização.

2) Na Qualificação de Instalação (QI) é realizada a inspeção dos suprimentos para o funcionamento da autoclave conforme as instruções do fabricante, garantindo que as ligações de água, energia e ar comprimido, por exemplo, estejam satisfatórias.

3) Por fim, a Qualificação da Operação (QO) consiste de acompanhamento de toda a preparação e processamento da carga que será esterilizada na autoclave.

Importância da Validação:

Validar o processo de esterilização é imprescindível, por muitos motivos, dentre estes, seguem abaixo alguns:

É o meio mais seguro de provar de forma documentada (evidências) que um processo de esterilização é eficaz;

Padroniza o processo de esterilização conforme referência de credibilidade (normas nacionais e internacionais)

Coloca a CME em conformidade com as exigências do ONA (Organização Nacional de Acreditação) ou outro órgão acreditador;

É possível otimizar a melhor programação, aplicação e montagem do processo de esterilização.

Coloca o CME de um hospital ou empresa terceirizada de esterilização de acordo com a Resolução da Vigilância Sanitária (Lei) – RDC 15

Manter a qualificação e calibração dentro dos prazos exigidos é de suma importância. Do contrário, colocaria a entidade sujeita a punições como multa e até mesmo suspensão do alvará de funcionamento durante as auditorias da ANVISA.

Segundo as normas nacionais e internacionais, a validação completa do processo de esterilização do equipamento deve ser feita uma única vez, na ocasião da instalação do equipamento“ou” se o equipamento for submetido a intervenção que possa causar impacto ao seu processo, tal como transportar o equipamento de local, troca da câmara de esterilização, troca do controlador (CLP), etc.

Equipamentos médico-hospitalares Entenda as Principais Diferenças entre: Calibração, Verificação e Ajuste

Calibração

Calibração é o conjunto de operações que caracteriza a relação de concordância entre as medidas do instrumento em questão e as medidas padronizadas estabelecidas por órgãos nacionais e internacionais. A utilização deste método garante a confiabilidade e a segurança dos envolvidos durante a utilização dos equipamentos médico-hospitalares.

A norma ISO 9001:2015 designa o monitoramento da calibração dos instrumentos de medição para que os produtos fornecidos estejam de acordo com requisitos exigidos, além de evidenciar a importância de calibrar o equipamento médico-hospitalar em intervalos especificados.

Geralmente, as calibrações são realizadas por empresas especializadas ou laboratórios acreditados, ou seja, instituições que são auditadas por um órgão de confiança, como o Instituto de Pesos e Medidas (IPEM). A execução de calibração em equipamentos médico-hospitalares garante a confiabilidade de operação do aparelho, além de promover um ambiente seguro aos pacientes, operadores e profissionais do hospital.

Ao finalizar o procedimento, um certificado de calibração é emitido contendo todas as informações necessárias sobre o equipamento médico-hospitalar em questão. Esse conjunto de dados é definido pela NBR ISO/IEC 17025:2017, norma que rege os Sistemas de Gestão da Qualidade em laboratórios de metrologia.

Alguns exemplos de equipamentos médico-hospitalares que devem ser calibrados regularmente são Cardioversores, Eletrocardiógrafos e Ventiladores Pulmonares.

Verificação

Trata-se de uma calibração simplificada cujo objetivo é realizar testes em sistemas de medição a fim de verificar se eles estão de acordo com as especificações determinadas pelos órgãos nacionais e internacionais. Diferentemente da calibração, não há grande rigor metrológico e cálculo estatístico, logo, não é possível confiar certificado.

O procedimento de verificação pode ser útil para emitir laudos de avaliação cotidianos, além de ter a possibilidade de ser empregado em checklists de manutenções preventivas, por exemplo.

Ajuste

O ajuste é um procedimento de correção que deve ser executado quando o equipamento em questão não está operando de forma compatível com a utilização usual desse aparelho ou quando é necessário reparar algum erro detectado. Esse método é dividido em três tipos (automático, semi-automático e manual) e geralmente é efetuado por um técnico especializado.

Esse procedimento também pode ser realizados quando a calibração é executada e o equipamento hospitalar não está de acordo com as normas padrões estabelecidas. Sendo assim, é necessário realizar um ajuste para que o aparelho volta a funcionar em conformidade com as condições de uso.

A Sanders do Brasil produz e comercializa equipamentos médico-hospitalares certificados e qualificados, entre em contato com nossa equipe e conheça nossas soluções.

CME: Embalagem, Esterilização e Armazenagem

Para garantir a qualidade do processo de esterilização, são necessárias medidas que evitem a recontaminação do artigo após o processamento, seja no armazenamento, transporte ou durante a manipulação. Por esse motivo, torna-se necessário o conhecimento, pelos profissionais que atuam no centro de material e esterilização (CME), da diversidade de embalagens disponíveis no mercado e na utilização apropriada das mesmas, uma vez que, qualquer falha ocorrida no processamento dos artigos pode acarretar ônus ao paciente, à instituição e a à equipe multiprofissional, pois a qualidade do material distribuído, está diretamente relacionada com a qualidade da assistência prestada.

A autoclavagem é um tratamento térmico muito utilizado nos serviços de saúde para esterilização de materiais. Nesse processo o material contaminado (previamente lavado e embalado) é submetido a uma temperatura elevada durante um período de tempo suficiente para destruir todos os agentes patogênicos, por meio do contato com vapor de água sob pressão. O papel grau cirúrgico é o material mais usado nos CME’s para embalar os produtos a serem esterilizados. Tal embalagem desempenha um importante papel na corrente de proteção dos profissionais e pacientes.

Tipos de Embalagens para Esterilização de Materiais Hospitalares

Dependendo do tipo de uso, armazenagem e transporte, um artigo esterilizado deve ser embalado em uma ou mais camadas de embalagem: Pode ser embalagem primária, secundária e de transporte. A qualidade da esterilização do material embalado tem relação direta com a qualidade da autoclave que a equipe profissional utiliza no CME.

Papel Kraft

O uso do papel kraft como embalagem para esterilização é proibido pela Anvisa, segundo a RDC15/2002.

Além de apresentar inconstância na gramatura, microfuros, não suportar umidade e ter efeito memória, o material contém amido, corante e produtos tóxicos. Isso pode prejudicar a saúde dos profissionais que manuseiam o produto na hora da selagem do papel.

Portanto, o uso deste material na Central de Material e Esterilização (CME) deve ser descartado.

Brim (algodão)

Difundido ainda hoje em muitos hospitais, o uso do tecido de algodão para esterilização é visto como uma alternativa mais barata entre muitos compradores e enfermeiros. No entanto, é bom lembrar que devem ser colocados na ponta do lápis os gastos com a lavanderia (água, sabão, energia), além da mão de obra empregada no processo para poder reutilizá-lo. Afinal de contas, os funcionários poderiam dedicar este tempo para executar outras tarefas.

Vale lembrar também que o algodão não resiste à umidade e possui baixa barreira antimicrobiana (34%), aumentando o risco de infecções hospitalares. A cada nova lavagem, as fibras se desgastam, e o monitoramento de reutilizações pode ser complicado para o hospital.

Papel Crepado para esterilização

O papel crepado possui baixa resistência à tração, podendo furar ou rasgar com facilidade. O material possui efeito memória (pouco maleável), dificultando o manuseio e a abertura asséptica.

Não é compatível com Plasma de Peróxido de Hidrogênio.

Papel Grau Cirúrgico

O papel grau cirúrgico é o material mais usado nos CME’s para embalagem de produtos a esterilizar na autoclave, e um dos elos da corrente de proteção dos profissionais e pacientes. Normalmente apresentado em forma de rolo, é composto de uma lâmina plástica termo resistente e outra de SMS (spunbond-meltblown-spunbond) ambas fundidas lateralmente, onde se encontram indicadores químicos que mostram quando foi submetido ao calor e pressão de autoclave. 

Outros tipos de papel não são recomendados para embalar materiais a esterilizar em autoclaves sob calor, vapor e pressão. Mesmo o papel grau cirúrgico precisa ser autorizado pela ANVISA, pois há de ter porosidade controlada e seguir as normas oficiais de segurança e qualidade. Recomenda-se atenção no ato da aquisição do papel grau cirúrgico.

Conheça as autoclaves da Sanders do Brasil.

Tecido SMS para esterilização

O SMS é um tecido-não-tecido 100% polipropileno. É considerado o material para esterilização mais completo, uma vez que possui alta barreira contra microrganismos, é compatível com todos os processos gasosos e a vapor e tem alta resistência contra rasgos e furos.

É maleável, repele líquidos e  permite a penetração do agente esterilizante.

O SMS também possui tempo de validade extenso, podendo a chegar até 6 meses dependendo das condições de armazenamento.

O material é composto por três camadas:
Spunbond: duas lâminas externas que garantem a resistência e durabilidade do material.
Meltblown: uma lâmina interna que forma uma barreira efetiva contra bactérias e líquidos.

ESTERILIZAÇÃO

Com o material limpo e embalado adequadamente, e todos os cuidados tomados, chega o momento de autoclavar.

O processo de autoclavagem consiste em manter o material contaminado em contato com um vapor de água sob pressão, em temperatura elevada, garantindo-se condições de alta temperatura (entre 105 e 150°C) por um período de tempo suficiente para matar todos os micro-organismos.

Os períodos de exposição para esterilização a vapor variam com o tamanho, formato, peso, densidade e composição do material do dispositivo a ser esterilizado, entre outros fatores.

Nesse processo o material contaminado (previamente lavado e embalado) é submetido a uma temperatura elevada durante um período de tempo suficiente para destruir todos os agentes patogênicos, por meio do contato com vapor de água sob pressão. O papel grau cirúrgico é o material mais usado nos CME’s para embalar os produtos a serem esterilizados. Tal embalagem desempenha um importante papel na corrente de proteção dos profissionais e pacientes.

ARMAZENAGEM

A armazenagem de produtos hospitalares requer atenção especial em qualquer lugar. O local para armazenagem segue critérios definidos pela ANVISA e sua Resolução RDC 15, de março de 2020.

Este tipo de material demanda cuidados específicos, e qualquer erro, por menor que possa parecer, pode acarretar em perda do material ou de sua utilidade.

Afinal, todo produto médico contém uma série de normas e cuidados e a armazenagem de materiais hospitalares deve ser feita de forma responsável.

Em relação ao prazo de validade, a ANVISA nessa resolução coloca como sendo a data limite de uso do produto esterilizado: prazo estabelecido em cada instituição, baseado em um plano de avaliação da integridade das embalagens, fundamentado na resistência das embalagens, eventos relacionados ao seu manuseio (estocagem em gavetas, empilhamento de pacotes, dobras das embalagens), condições de umidade e temperatura, segurança da selagem e rotatividade do estoque armazenado.

Isso facilita bastante, mas todos os cuidados devem ser tomados para garantir um bom acondicionamento, como:

  1. O transporte do CME até a sala de armazenagem deve ser feito em suportes adequados para a manipulação reduzir-se ao mínimo e o mais segura possível.
  2. As prateleiras devem ser feitas de material não poroso, resistente a limpezas úmidas e a produtos saneantes.
  3. Os nichos devem ser arejados, em local seco e com luminosidade controlada.
  4. O armazenamento deve privilegiar a leitura das etiquetas com datação e identidade das coleções esterilizadas.
  5. O material deve circular o mínimo possível até o local de armazenagem e deste até a sala de atendimento.

No Brasil as condições de armazenamento representam o maior desafio por causa das grandes diferenças de temperatura e umidade. A qualidade da esterilização do material embalado tem relação direta com a qualidade da autoclave que a equipe profissional utiliza no CME. O Investimento em biossegurança sempre tem alto retorno para médio e longo prazo.

A Sanders do Brasil é referencia na fabricação de equipamentos e soluções para CME, fale com nossos especialistas e conheça nossos produtos.

Podologia e a Biossegurança

A podologia é sem dúvidas uma das importantes ciências que cuidam do corpo humano.

Os pés são membros inferiores extremamente sensitivos e que se conectam ao restante do nosso corpo e nos permitem obter equilíbrio em qualquer superfície.

Por isso, é de extrema importância que um podólogo, profissional especializado nessa parte específica do corpo, tome todos os cuidados em todos os seus procedimentos de trabalho durante todos os processos que são realizados em sua clínica.

Biossegurança na Podologia

O profissional de podologia, está diariamente em contato com diversas infecções e obstruções da pele do seu cliente, com isso o profissional torna-se mais propenso a adquirir doenças infecciosas como Hepatites B e C, micoses, AIDS entre outros.

Portanto, seguir os padrões de biossegurança, e cumprir todas as recomendações de higiene durante os procedimentos é essencial para, evitar riscos à sua saúde, e a de seus clientes.

Os cuidados com os equipamentos utilizados e a higiene do ambiente de trabalho, são essenciais para garantir as normas de higiene, somente assim é possível evitar pequenos acidentes e possíveis contaminações .

Sem nenhuma exceção, todos os materiais devem ser lavados, desinfetados e esterilizados após cada atendimento, seguindo os procedimentos operacionais de cada um desses processos.

Equipamentos de segurança

Os EPI’s ( equipamentos de proteção individual) devem ser utilizados durante todo o atendimento.

Esses equipamentos, são responsáveis por prevenir diversas doenças e lesões no ambiente de trabalho.

Alguns exemplos de EPI’s são:

Óculos protetores: responsável por bloquear o contato com os olhos de possíveis resíduos de unhas ou produtos durante todo o procedimento;

Máscaras protetoras: responsável por minimizar os riscos de contaminação através do ar;

Touca protetora: Evita que o cabelo do profissional toque em resíduos durante o processo, e evita também que o cabelo do profissional caia no ambiente laboral.

Luvas protetoras: as luvas diminuem consideravelmente o risco de contaminação por sangue, além de evitar a disseminação de germes.

Esterilização de materiais

A esterilização é responsável por destruir todas as formas de vida microbiana, como vírus, bactérias, fungos e protozoários e qualquer tipo de microorganismo que possa estar contido nos instrumentos, descartando a possibilidade da transmissão de doenças de um cliente para outro.

Uma esterilização bem feita, evita o risco de contaminação através dos equipamentos manuseados e também a contaminação cruzada entre os usuários.

É importante lembrar que todo o material utilizado durante o processo, como alicates, bisturis, dentre outros devem ser esterilizados em autoclaves e embalados de forma individual.

As autoclaves são equipamentos práticos, rápidos e seguros, sendo a principal opção da maioria dos podólogos.

Além disso, elas proporcionam uma grande economia, devido ao seu baixo consumo de energia, são bastante resistentes, fazendo com que os podólogos não tenham que se preocupar com manutenções frequentes, além de apresenta um ótimo custo benefício.

Classificação dos materiais de trabalho

Os artigos ou instrumentos de trabalho de um podólogo, são divididos em três categorias: críticos, semicríticos e não-críticos.

Essas categorias determinam o tipo de contato que cada um possui com o nosso corpo. Além disso, elas indicam os procedimentos higiênicos que devem ser tomados na podologia .

  • Artigos críticos: artigos que em contato perfuram a pele, penetrando-a e chegando ao sistema vascular. Por isso apresentam um alto risco de contaminação, caso o material esteja infectado. São ele: bisturi, brocas e alicates são alguns deles e devem ser devidamente esterilizados.
  • Artigos semicríticos:  entram em contato com a pele mas não na íntegra, ou seja, quando a pele apresenta algum tipo de infecção ou sangramento. São peças como pinça e estilete, por exemplo. Esses materiais assim como os críticos precisam ser esterilizados motivando a inativação de vírus e a destruição de microrganismos patogênicos.
  • Artigos não críticos: são os artigos que entram em contato com a pele intacta. Não sofrem nenhum tipo de contato interno com a pele, por isso devem sofrer processo de higienização comum. Estão nessa lista artigos como bandejas, estojos, mandril, e etc. O processo de limpeza tem como finalidade a remoção de qualquer material estranho dos instrumentos.

Conhecer a terminologia e o processo de cada um desses artigos é essencial para que não haja riscos de contágio ao cliente durante o procedimento.

Portanto um profissional que atua nesses espaços precisa ter em mente que ele precisa passar por um forte treinamento sobre biossegurança. Somente assim estará apto a trabalhar e realizar as tarefas com a máxima proteção, para si mesmo, para os colegas e todo o local.

A podologia exige um trabalho minucioso e detalhista, assim como requer muita dedicação e obediência a determinadas normas.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Coronavírus e as Clínicas de estética: práticas de prevenção.

Pessoas ao redor do mundo estão enfrentando um novo inimigo invisível. O coronavírus, causador da doença Covid-19, teve inicio em dezembro de 2019 , na cidade de Wuhan, na China.

O que parecia distante, infelizmente hoje tornou-se uma realidade no Brasil.

Portanto cabe agora a cada um de nós assumirmos o nosso papel para a prevenção do contágio e proliferação dessa e de outras doenças que só podem ser evitadas através das normas de biossegurança.

Para uma clínica de estética por exemplo, os riscos de contaminação pelo coronavírus tornam-se eminentes.

Portanto entenda como manter a biossegurança e evitar a proliferação dessa ou de qualquer outra doença em sua clínica de estética.

Como o esteticista pode se precaver contra a COVID-19

Primeiramente o uso de EPI’s Equipamentos de Proteção Individual, tornam-se indispensáveis para evitar a transmissão do coronavírus ou qualquer outra doença transmissível. Alguns desses equipamentos são:

1. Máscara

Entre os possíveis meios de transmissão do vírus, a principal são pelas gotículas de saliva, liberada durante as tosses e espirros. Por isso o uso de máscaras é indispensável.

As máscaras não evitam o contágio, pois outros orifícios ficam expostos, mas evitam que o vírus seja espalhado através de tosses e espirros.

Fora da clínica, quem precisa usar máscaras? Apenas pessoas contagiadas ou com sintomas da doença. 

2. Jaleco

Outro EPI muito importante é o jaleco, os clientes podem ter utilizado de diversos meios de transporte para chegar até a clínica, carro, ônibus ou rua. O jaleco em si fica estritamente no ambiente da clínica, evitando que o profissional leve microorganismos nocivos, levados por clientes, para dentro de suas casas.

3. Luvas descartáveis

A maior parte do trabalho realizado por esteticistas é feito com as mãos. Porém as mãos tocam inúmeras superfícies, que podem estar carregados de bactérias e conter o vírus.

Por isso as mãos acabam sendo um meio perigoso de contágio, seja na pele ou debaixo das unhas. Portanto a melhor forma de não levar isso até seus clientes é com a utilização de luvas.

Para que o cuidado seja tomado de forma correta, é preciso fazer a anti-sepsia das mãos antes de colocar as luvas, assim como é indicado que seja feito das mãos dos clientes também.

4. Touca

Pode não parecer, mas o cabelo também é responsável por carregar muitas sujidades. E seu uso é indispensável para a saúde estética.

Assepsia do ambiente e materiais

Falamos sobre você e seus EPI’s. Mas e a clínica?

Quais cuidados devem ser tomados na clínica de estética contra o coronavírus.

É imprescindível que o ambiente esteja o mais limpo possível para diminuir o risco de contaminação do COVID-19. Para isso pode-se usar álcool 70% para assepsia de materiais e bancadas de trabalho. Lembre-se de aplicar o produto com papel toalha ou uma gaze de algodão, e fazer o descarte em seguida.

O descarte correto dos materiais também é uma medida importante que garantirá não só a higiene, mas também a segurança da clínica e de seus profissionais. Essas táticas, embora destinadas para o novo coronavírus, também ajudariam a conter outras enfermidades contagiosas e tão ameaçadoras quanto ele. 

Outro fator tão importante quanto a assepsia da clínica é a esterilização dos materiais e acessórios que você utiliza em seus atendimentos. Você pode utilizar uma autoclave para realizar esta limpeza.

Esterilização dos materiais e equipamentos
  • Produtos: o ideal é usar materiais devidamente limpos e assépticos ou descartáveis para retirar o produto da sua embalagem; 
  • Maca: antes de fazer a troca do lençol descartável, deve-se aplicar álcool 70% na superfície da maca;
  • Equipamentos: com um algodão umedecido com a solução antisséptica, friccionar por no mínimo 30 segundos por toda a extensão do acessório que entra em contato com a cliente (eletrodos, manoplas, canetas, etc.); 
  • Procedimentos: é muito importante a assepsia das mãos do cliente antes de iniciar o tratamento, para evitar contaminação.

Dê preferência aos materiais autoclaváveis, como, por exemplo, os pincéis para peelings químicos autoclaváveis.

Converse com o cliente sobre o coronavírus

Nesse momento critico em que vivemos, todo cuidado ainda é pouco. Portanto para evitar o contágio do Coronavírus, o diálogo é muito importante. 

Se seu cliente apresentar qualquer sintoma de gripe ou febre, por exemplo, procure remarcar a sessão para outra data. O mesmo vale para você. 

Quando receber o cliente em clínica, ofereça álcool 70% para a antissepsia das mãos, e tome todas as precauções que conversamos acima. 

Importância da biossegurança contra o coronavírus

Manter uma boa imagem em relação à biossegurança na atuação profissional, funciona também como um diferencial para o esteticista, que reforça o seu compromisso com a saúde do cliente e o seu próprio bem-estar. 

A rotina dos estabelecimentos tem mudado muito desde o anuncio da pandemia. Na área de beleza não foi diferente, pudemos reparar uma queda expressiva na quantidade de clientes que ainda frequentam as clínicas de estética. Por isso para os profissionais que ainda continuam com as portas abertas, realize os serviços oferecendo o máximo de segurança para os clientes, tome todas as medidas de biossegurança e demonstre que o o cliente estará seguro em sua clínica.

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Clínica Veterinária, e os equipamentos de biossegurança.

Se você deseja adquirir uma Clínica Veterinária, saiba que precisará de alguns equipamentos básicos para garantir primeiramente a biossegurança dos colaboradores da empresa e dos pets que serão atendidos diariamente nela.

Mercado pet no Brasil

O mercado pet no Brasil tem crescido de forma assustadora, desse modo, empreendedores de todo o País tem apostado nesse ramo, visto que investir em um pet shop ou em uma Clínica Veterinária tem se tornado cada vez mais viável diante do cenário nacional.

Mas lembre-se, entender sobre a gestão e os processos desse tipo de mercado, bem como a disponibilidade de produtos e equipamentos para uma Clínica Veterinária é indispensável, só assim é possível saber como e onde colocar seus investimentos de forma correta e segura.

O mercado de Clínicas Veterinárias tem movimentado cerca de 15 bilhões de reais por ano, e surpreendentemente tem apresentado um crescimento constante de 17% ao ano. Contudo o que se explica é que, atualmente o Brasil possui uma população de cães e gatos estimada em 78,1 milhões de animais, onde 54,2 milhões são cães e 23,9 milhões são felinos. Isso, sem contar as outras espécies de animais de estimação, que encontramos no Brasil.

Gestão e entendimento do negócio

Portanto antes de empreender nesse ramo é preciso entender que assim como qualquer outra Clínica, a Veterinária requer o investimento em equipamentos indispensáveis para garantir o cumprimento das normas de biossegurança. Dessa forma ter em mãos um plano de negócio pode auxiliar e muito para identificar as fraquezas dos concorrentes e fazer a diferença nesse mercado.

Com a visualização clara do público-alvo, é possível entender as necessidades existentes e estabelecer metas, prazos e projeções financeiras.

Além disso um bom plano de negócio possibilita o estudo da concorrência, possibilitando as melhores escolhas em estrutura, bons equipamentos, produtos e serviços, para poder ultrapassá-las na preferência do público.

Nesse sentido outro ponto muito importante na hora de empreender, é a escolha dos melhores fornecedores e prestadores de serviços, essa escolha bem-feita consequentemente garante a qualidade dos serviços que você irá oferecer no futuro, um bom fornecedor pode fazer toda a diferença no seu negócio.

Espaços funcionais de uma Clínica Veterinária

Alguns dos requisitos básicos estruturais que uma Clínica Veterinária deve conter são: recepção, consultas de emergência assim como as previamente agendadas, internações, salas de pós-operatórios e uma estrutura preparada para o armazenamento e descarte de materiais diversos, visando sempre a biossegurança de todos.

Equipamentos de biossegurança para Clínicas Veterinárias

Como já vimos, as Clínica Veterinária assim como as clínicas e hospitais humanos, necessitam de uma série de equipamentos de segurança, tanto para que o licenciamento sanitário seja aprovado, quanto para o bom funcionamento e garantia da qualidade no atendimento. Dentre os equipamentos de biossegurança que são essenciais para qualquer clínica veterinária estão:

  • Autoclaves;
  • Lavadoras ultrassônicas;
  • Seladoras;
  • Geladeira, freezer e cooler para armazenamento de medicações e vacinas.
Qualidade no atendimento

Esses equipamentos são de exigência básica para licenciamento na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com a finalidade de garantir a higienização de forma correta de equipamentos e roupas utilizadas.

Esses equipamentos não apenas são essenciais para garantir a qualidade da higienização, como também são essenciais para o armazenamento dos equipamentos, evitando o risco de contaminação.

Além dos equipamentos básicos exigidos para o licenciamento, podemos listar outros como:
  • Macas;
  • máquinas de tosa;
  • instrumentos cirúrgicos;
  • estetoscópio, oftalmoscópio, otoscópio e laringoscópio;
  • broncodilatadores;
  • aparelhos de ultrassonografia e radiografia;
  • uniformes;
  • kits para atendimento de emergência;
  • medicações e vacinas;
  • produtos de higiene e limpeza, toalhas e outros materiais descartáveis.

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Biossegurança e a Estética.

A Biossegurança e a Estética estão diretamente ligadas, visto que a biossegurança em si é o conjunto de estudos fundamentais para qualquer profissional que atue nessa área.

Mas será que os profissionais realmente conhecem o real significado dessas práticas diante de todas as recomendações dadas?

O que é Biossegurança?

A Biossegurança é o conjunto de procedimentos adaptados para o espaço de saúde e estética, assegurando a proteção e a segurança do paciente, assim como a do profissional.

A biossegurança tem como papel principal orientar e auxiliar os profissionais de saúde e estética.

O objetivo é de diminuir a transmissão de doenças através do emprego de uma série de medidas de controle dentro de clínicas, hospitais, centros de estética entre outros.

Portanto para que o conjuntos de normas de biossegurança possam ocorrer de forma efetiva é preciso contar com o auxílio de equipamentos específicos de esterilização e desinfecção.

Esterilização e Desinfecção.

Consequentemente a esterilização é sem dúvida uma das medidas de biossegurança na estética mais fundamentais.

Essa prática evita qualquer tipo de transmissão de agentes causadores de doenças, como por exemplo o Covid-19 (família de vírus que causam infecções respiratórias e tem matado muitas pessoas no mundo todo).

A esterilização é extremamente importante nos serviços de saúde como hospitais, clínicas e consultórios odontológicos, mas também é fundamental em salões de beleza, centros de estética, estúdios de tatuagens entre outros.

 O equipamento de esterilização mais recomendado pela ANVISA atualmente são as autoclaves.

Da mesma forma esse equipamento é obrigatório nesses estabelecimentos, mas o sucesso e a garantia da esterilização e a segurança do paciente dependem também de alguns passos fundamentais que o profissional responsável precisa tomar. Ou seja, são várias as medidas e cada passo é importante.

As autoclaves são disponibilizadas por empresas como a Sanders, e certamente possuem diversas opções de tamanhos para os mais variados tipos de serviços e orçamentos.

Atenção aos profissionais de estética.

A primeira coisa que um profissional precisa mensurar ao abrir um centro de estética é: “se os equipamentos que vão garantir a biossegurança no local estão de acordo com as necessidades de cada ambiente”.

Pois a complexidade de cada ambiente implica em diferentes tipos e tamanhos de equipamentos, mesmo que o processo seja bastante semelhante para todos eles.

Esses equipamentos de esterilização são fundamentais para qualquer centro de estética, fica impossível ter um espaço sem a presença de pelo menos uma autoclave.

Da mesma forma é de suma importância que o profissional responsável pelo centro de estética compartilhe essas informações com todos da equipe.

Assim como é essencial fazer reuniões regulares para avaliar como as medidas de biossegurança estão sendo tomadas e se todos da equipe estão cientes da importância dessas medidas.

Algumas medidas que devem sempre ser passadas e garantidas pelo profissional de saúde assim como a sua equipe são:
  • Mão limpas: A higiene do profissional é tão importante quanto a utilização de qualquer equipamento, o cuidado com as mãos por exemplo é fundamental para garantir a saúde, pois as mãos constituem a principal via de transmissão de micro-organismos durante a assistência prestada aos pacientes.
  • Cumprir as normas sanitárias: Além dos equipamentos de biossegurança todo estabelecimento de estética deve respeitas a legislação sanitária vigente, dentre algumas regras gerais estão:
    1. O estabelecimento deve possuir lixeira de pedra com sacos plásticos mas, descartáveis para materiais contaminados, além disso deve conter lavatórios com sabonete líquido e papel toalha.
    2. Maca com a superfície lisa e lavável, mas com lençóis descartáveis.
    3. Da mesma forma as toucas e faixas devem ser descartáveis entre outros.
    4. Possuir paredes e pisos lisos e impermeáveis, evitando qualquer acúmulo de micro-organismos, poeira, secreções etc.
Cabe ao profissional antes de cada tratamento:
  • Fazer á higiene das próprias mãos mas de forma adequada;
  • Fazer a antissepsia das mãos do cliente antes do procedimento acima de tudo evitando infecções;
  • Quando o uso de luvas for necessário, optar pelas descartáveis e retirá-las somente quando terminar o serviço;
  • Toalhas e lençóis devem ser de uso exclusivo de cada cliente, ou seja, não se deve nunca utilizar a mesma toalha ou o mesmo lençol em dois clientes.

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Vantagens da esterilização em autoclaves para manicure e pedicure

A manicure e pedicure precisa ter cuidados fundamentais e obrigatórios para que seus materiais de trabalho não transmitam doenças. Entre eles estão a esterilização por autoclave.

Autoclave Para Manicure

A manicure e pedicure, por atender a uma vasta clientela, precisa ter o máximo de cuidados (fundamentais e obrigatórios) para que seus equipamentos não transmitam doenças como, micoses, hepatite B e C, bactérias, e até mesmo o vírus HIV (Aids), de uma cliente para outra. Para que esse problema seja resolvido, ela deverá tomar cuidados quanto a esterilização do material utilizado no seu trabalho.

Existem vários tipos de aparelhos e meios utilizados na esterilização de equipamentos, mas o mais indicado é a autoclave. A autoclave, para quem não sabe, esteriliza os materiais por vapor saturado (como se fosse uma panela de pressão), no entanto, muitas manicures não conhecem a fundo como deve ser feita a limpeza e higienização dos mesmos antes de colocá-los para esterilizar.

Por que é recomendado esterilizar os instrumentos em autoclave?
A autoclave é o equipamento mais indicado para a esterilização de instrumentos em serviços de saúde porque é mais seguro, mais rápido e permite maior controle do processo.

Quais são as vantagens da esterilização em autoclaves para as manicures?
Muitas clientes gostam de levar o seu próprio ‘Kit” individual de instrumentos. Entretanto, pode ser um pesadelo para as manicures! Isto porque as clientes, na maioria das vezes, não higienizam imediatamente os alicates ou não o fazem de maneira adequada danificando o instrumento. Um outro problema é que os alicates não são sistematicamente amolados (afiados) e isso definitivamente compromete o seu trabalho.

E qual o benefício para salão de beleza?

Além de você evitar doenças como Hepatites B, C e Aids, os seus clientes reconhecem quando um profissional busca a excelência em seus serviços e trazem cada vez mais clientes. Sem dúvida, um ciclo positivo de sucesso e prosperidade.

É obrigatório por lei utilizar autoclave nos salões de beleza?
Desde 2012, há uma lei federal que reconhece várias profissões da área da beleza entre elas, a de manicure. Dessa forma, ficou definida a responsabilidade  desses profissionais pela esterilização de seus instrumentos. Existem leis estaduais que já exigem o uso da autoclave pelos salões de beleza. 

O uso da autoclave em salões de beleza é uma tendência nacional.  Por isso, já esta sendo exigida pela vigilância sanitária, mesmo onde ainda não existe uma legislação específica. 

As autoclaves fazem todo o processo, sendo desnecessária a intervenção humana entre as etapas. Basta, então, higienizar os materiais adequadamente, embalá-los e depois leva-los a autoclave.

Portanto, exija kits descartáveis e materiais esterilizados. Caso a sua manicure não os ofereça, tenha você mesma o seu próprio material.

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