O coração do hospital: a rotina da Central de Materiais e Esterilização

O coração do hospital: a rotina da Central de Materiais e Esterilização

Dos curativos mais simples aos procedimentos cirúrgicos mais complexos, todas as configurações de uma infraestrutura hospitalar estão diretamente relacionadas ao CME (Central de Materiais e Esterilização). O centro, que movimenta produtos de saúde, é visto como o coração do hospital, pois sem ele o atendimento fica prejudicado. No entanto, mesmo com uma legislação rígida sobre o tema, muitas unidades hospitalares enfrentam problemas no dia a dia de trabalho.

Os processos básicos da CME incluem: inspeção, limpeza, preparo, embalagem, esterilização e armazenamento de produtos para saúde. E é fundamental garantir que o procedimento ocorra sem problemas em um ambiente totalmente adequado para que o processo de limpeza desses produtos não ameace a segurança dos pacientes e dos profissionais de saúde.

Um estudo publicado em 2004 pela Universidade do Litoral Oeste do Estado do Paraná relatou a necessidade de aumentar a conscientização sobre a relevância das CME para um ambiente hospitalar seguro. De acordo com a publicação, o centro costuma ser instalado em outra área, com móveis remanejados de outros ambientes e em colaboração com profissionais que ainda não se adaptaram à atividade.

Riscos – Seguir as melhores práticas é fundamental, pois a falha nesse processo pode contribuir para a persistência de sangue, fluidos corporais, tecidos e outros detritos biológicos em alguns desses dispositivos2. Se isso acontecer, esses resíduos normalmente invisíveis favorecem a formação de biofilmes na superfície do material, aumentando o risco de infecção associado à realização do procedimento. Além disso, o reprocessamento inadequado pode levar a outros eventos adversos, como irritação da mucosa e do tecido devido a resíduos desinfetantes no material devido a etapas de lavagem com falha.

Infecções de sítio cirúrgico são alguns dos eventos adversos mais e garantir a esterilização ideal em todos os produtos para a saúde é fundamental para mitigar qualquer risco. Porém não só o paciente cirúrgico fica exposto à riscos quando há falhas nas centrais de materiais e esterilização1. Se artigos de nebulização, por exemplo, não forem devidamente esterilizados, esses pacientes são expostos a possíveis infecções do trato respiratório, infecções essas que estão entre as três mais importantes no ambiente hospitalar.

As diretrizes também atuam para a segurança dos profissionais de saúde. Estudo3 publicado pela SOBECC (Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização) investigou a ocorrência de acidentes de trabalho e os principais riscos ocupacionais dentro da CME. Como resultado, concluiu que entre os acidentes de trabalho levantados, as lesões com perfurocortantes e as queimaduras por autoclave foram as mais representativas nas instituições.

Regulamentação – Aplicável a materiais reutilizáveis ​​como equipamentos, aparelhos e outros produtos médicos, o reprocessamento é regulamentado pela Anvisa (Autoridade Nacional de Vigilância Sanitária), além da RDC/Anvisa nº 15/2012 existem outras resoluções – estabelecendo requisitos Boas práticas em produto para saúde processamento – deve ser seguido. Primeiramente, para ser autorizado para reprocessamento, o produto não pode ser incluído na lista de produtos médicos de uso único mencionada na RE/Anvisa nº 2.605/2006 e não pode conter as palavras “Sem Reprocessamento” em seu rótulo, conforme RDC/ Anvisa nº 156/2006.

A RE/Anvisa 2.606/2006 propõe uma resolução para orientar o padrão de reprocessamento adequado, que trata do desenvolvimento, validação e implantação de protocolos para o reprocessamento de produtos médicos.

Quando se fala em uso único, um manual apresentado pela Anvisa trata dos aspectos legais, éticos e técnicos do reprocessamento de produtos e afirma que o material não pode ser reutilizado se:

– Comprovado que todas as superfícies do material não podem ser limpas;
– A esterilidade pós-reprocessamento não pode ser demonstrada;
– A avaliação de resíduos químicos tóxicos indica risco de uso no paciente;
– A integridade e funcionalidade do dispositivo de uso único não podem ser demonstradas e documentadas como seguras para o paciente.

Categorias e Equipes – Os Centros são divididos em duas categorias. O CME Classe I processa produtos de saúde não críticos, semicríticos e críticos de conformação não complexa para facilitar o processamento; o CME Classe II realiza todas essas operações, bem como processa produtos críticos com conformações complexas.

Para coordenar todas as atividades ali realizadas, devem contar com um profissional responsável, de nível superior, que, para a Central de Materiais e Esterilização Classe II, deve atuar exclusivamente na unidade durante toda a jornada de trabalho.

Todos os profissionais devem receber treinamento específico e regular sobre temas como classificação de nutracêuticos; conceitos básicos de microbiologia; transporte de produtos contaminados; monitoramento de processos por meio de indicadores químicos, biológicos e físicos; rastreabilidade, armazenamento de produtos higiênicos e distribuição; manutenção da esterilidade; e processo de limpeza, desinfecção, preparo, inspeção, entre outros.

Além de uma equipe dedicada trabalhando no CME, qualquer unidade que realize mais de 500 procedimentos por mês (excluindo entregas) deve ter um Comitê de Controle de Produtos de Saúde (CPPS) e, claro, o chefe do CME.

Cenário – Um estudo realizado pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia analisou as condições técnicas para o reprocessamento de produtos médicos em hospitais. Como resultado, depois de estudar quatro hospitais, ele concluiu que as instalações eram geralmente mal equipadas, o que aumentava o risco para os pacientes.

Os hospitais analisados ​​possuem CME (Central de Materiais e Esterilização) próprios para reprocessamento interno de produtos médicos. A coordenação dessas unidades é dirigida por enfermeiros, que nem sempre compreendem e compreendem plenamente a legislação vigente.

Outro ponto relevante – e tem impacto direto na gestão de risco – estava no fato de que nenhuma das unidades analisadas contava com um comitê responsável pelo gerenciamento dos produtos médicos da instituição. Além disso, em todos os hospitais observados a temperatura e a umidade relativa do ar eram inadequadas; não havia água quente nas pias utilizadas para limpeza dos produtos contaminados (água quente é fundamental para o uso de detergentes enzimáticos); não havia sistema de água potável com filtro bacteriano para retenção de conteúdos microbianos da água usada na limpeza dos artigos; não existiam lavadoras ultrassônicas (imprescindíveis para limpeza de produtos canulados) nem secadoras automatizadas; não havia balança para controle de peso dos pacotes a serem esterilizados; entre tantos outros pontos problemáticos.

A Sanders do Brasil possui soluções para sua Central de Materiais e Esterilização, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.

Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

Boas práticas para manejo da lavadora Termodesinfectora

Boas práticas para manejo da lavadora Termodesinfectora

Com o aumento da complexidade do desenho dos instrumentos, há a necessidade de um processo de limpeza mais criterioso. Nesse cenário, a lavadora Termodesinfectora atende a essa demanda na CME. Trata-se de uma máquina que limpa em altas temperaturas, matando os microrganismos presentes e garantindo o controle de doenças e de contaminações que podem ocorrer por meio do contato com esses materiais.​

Indústria, hospitais, clínicas e laboratórios exigem processos rigorosos de reprocessamento de seu instrumentário. Para combate aos microrganismos proliferadores de infecções contidos nos instrumentos de manipulação hospitalar, é muito utilizada a lavadora termodesinfectora.

A Termodesinfectora efetua o processo de  limpeza, termodesinfecção e secagem de materiais, atendendo às CMEs e normas da Anvisa. 

Termodesinfectora WDS-200SD – Sanders do Brasil
LAVADORA TERMODESINFECTORA – CARACTERÍSTICAS

Uma lavadora termodesinfectora conta com os mais diversos acessórios para realizar uma desinfecção eficiente.

Esses acessórios complementares são disponibilizados para maior capacidade de desinfecção de instrumentos. Assim como cirúrgicos, instrumentos MIS e instrumentos de oftalmologia, instrumentos de anestesia e instrumentos de cirurgia robótica, por exemplo.

 A Sanders do Brasil possui Lavadora termodesinfectoras da linha WDS, possui capacidade de 380 / 290 litros e documenta todo o processo, ou seja, é possível imprimir a documentação e rastreabilidade da Lavagem.

Além disso, dispensa o uso de carrinho e acompanha um Rack geral com cestos DIN.

Para exemplificar sua robustez com seu rack de cinco (5) níveis é possível lavar até 10 cestos DIN. Além disso, possui doze programações de lavagem, sendo seis pré-programadas e seis abertas para programação do usuário.

O sistema de controle da lavadora Termodesinfectora é muito eficiente. É caracterizado por um sistema de controle PLC com painel touch Screen de tela colorida que monitora e exibe status sobre o ciclo e alarmes.

Com isso torna-se muito fácil definir a duração do ciclo de lavagem, a dosagem de detergente, a temperatura da água (até 93°C ) e selecionar entre a  água fria, água quente ou água desmineralizada.

Vale lembrar que a lavadora termodesinfectora tem sua estrutura feita em aço inox AISI 304 e 316. Assim como seus painéis externos que possuem acabamento escovado.

Assim a máquina é sinônimo de durabilidade e qualidade. 

Manejo da Lavadora Termodesinfectora

Considerando a importância do equipamento, é necessário submete-lo a manutenção periódica por motivos de segurança. A segurança das lavadoras termodesinfectadoras inclui, além da avaliação da temperatura e do tempo do ciclo, a conferência do volume de detergente admitido durante a limpeza e a avaliação da eficácia desta com testes em associação às normas observadas durante a rotina de uso do equipamento. 

Conferindo o volume de detergente: Para observar se a diluição do detergente está bem calibrada, utiliza-se uma proveta graduada. Posicionamos esse instrumento na saída do dosador, dentro da lavadora, e acionamos o comando de dosagem. A quantidade de produto dentro da proveta representa a quantidade utilizada em cada ciclo. O resultado dessa ação deve ser comparado aos parâmetros preestabelecidos para o equipamento. ​

Eficácia da limpeza: Para essa avaliação, precisamos programar um ciclo de limpeza e excluir as fases de termodesinfecção e secagem, testando a capacidade de limpeza com simulação de sujidade. Para monitorar essa etapa, utiliza-se um indicador de limpeza.

Avaliação da temperatura e do tempo do ciclo:

Para confirmar se a termodesinfecção está ocorrendo, verifica-se se o tempo e a temperatura programados foram de fato atingidos. Além disso, também temos que checar rotineiramente algumas normas a serem cumpridas. Dentre essas normas, podemos citar as principais, que devem ser observados diariamente:​

  • Condutividade da água;​
  • Volume de detergente;​
  • Limpeza e fixação da grelha do reservatório de água dentro da câmara;​
  • Movimento das hastes de pulverização;​
  • Papel da impressora;​
  • Cartucho de tinta da impressora; ​
  • Vazamentos de água; ​
  • Inspeção visual da limpeza de todas as cargas.​

​Por fim, conclui-se que é preciso adotar um procedimento contínuo de testes para avaliar a operação das lavadoras termodesinfectoras. Isso nos permite diagnosticar precocemente as falhas, trazendo mais controle e qualidade ao processo automatizado de limpeza e termodesinfecção. 

AS VANTAGENS DAS LAVADORAS TERMODESINFECTORAS 

Portanto a grande vantagem da lavadora termodesinfectora é que ela é equipada com braços aspersores de líquidos sem contato com materiais que cobrem toda a área de limpeza.

Com um sistema de super secagem por turbina para circulação de ar quente filtrado por filtro absoluto (HEPA), sendo sua distribuição de ar quente uniforme por todas as zonas da câmara da lavadora.  

Com isso, logo após a  lavagem e desinfecção há uma secagem perfeita de todos os materiais desinfectados, tudo feito pela mesma lavadora.

A Sanders do Brasil é capaz de atender necessidades médicas, clínicas, industriais e laboratoriais com excelência. Além de lavadoras termodesinfectoras, o catálogo da empresa conta com lavadoras ultrassônicas, lavadoras de endoscópio, secadoras e outros, conheça nossos produtos acesse nosso site. 

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.

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Tudo sobre a esterilização de materiais odontológicos

A esterilização de materiais odontológicos é o método pelo qual todos os microrganismos são destruídos, inclusive os esporos de bactérias, que são formas de resistência. Vale ressaltar que a morte microbiana é definida como a incapacidade de reprodução. Ou seja, microrganismos presentes no material estéril não são capazes de se reproduzir e causar infecções.

Entenda a importância da esterilização dos materiais odontológicos

Primeiramente, é preciso compreender que algumas bactérias podem apresentar duas formas de desenvolvimento. Assim, chama-se de forma vegetativa a bactéria que se reproduz ativamente, dobrando sua quantidade a cada determinado espaço de tempo. Ao contrário do que vem inicialmente em nossa mente, na forma vegetativa a bactéria está em plena função metabólica.

Em contraste, em sua forma de resistência, conhecida como endósporo, não há reprodução e muito menos atividade metabólica. O endósporo é feito para resistir às condições ambientais mais severas. Uma vez que esse esporo bacteriano encontra condições favoráveis (disponibilidade nutricional), ele retorna a sua forma vegetativa e recomeça a multiplicação bacteriana.

Outra maneira interessante de persistir em um ambiente hostil é a formação de uma estrutura chamada de “biofilme microbiano”, se não fossem as presenças de endósporos e de biofilmes, bastaria ferver seu material odontológico na água por 15 minutos e todas as bactérias na forma vegetativa, fungos e vírus seriam eliminados. Entretanto, endósporos de bactérias patogênicas, como por exemplo Clostridium tetani e Clostridium botulinum, bem como biofilmes com dezenas de espécies de microrganismos, podem resistir a essas condições.

Por isso, a esterilização, bem como a verificação de sua eficiência, são tão crucias para o exercício de uma odontologia de qualidade e segura tanto para o profissional quanto para o paciente.

Saiba os processos de esterilização dos materiais e como eles ocorrem

A princípio, os instrumentos odontológicos precisam ser lavados, escovados para retirar qualquer resíduo e secos. Não adianta esterilizar sem antes limpar corretamente. A sujeira dificulta o processo de esterilização. A utilização de uma lavadora ultrassônica melhora a qualidade a limpeza, conheça as lavadoras da Sanders.

O método de esterilização exigido pela vigilância atualmente é a autoclavagemSua esterilização acontece pelo vapor sob pressão quando as moléculas de água em alta temperatura colidem com moléculas orgânicas, como DNA, lipídios e proteínas. Esse processo é capaz de destruir até os esporos bacterianos mais resistentes quando submetidos a 121°C por 15 minutos. Os instrumentais devem estar embalados para esterilização, após a limpeza com água, sabão enzimático e secagem.

O indicador biológico é o método mais indicado para se certificar do funcionamento correto da autoclave, pois possui endósporos (não patogênicos) bacterianos viáveis em seu interior. Devem ser utilizados pelos menos uma vez por semana.

Além da higienização dos instrumentais e esterilização deles, é necessário usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como luvas, gorros, óculos, etc., para garantir a segurança tanto do cirurgião-dentista quanto da assistente.

Resumindo, não adianta nada desinfetar ou fazer a esterilização de materiais odontológicos se o processo não for realizado corretamente. É claro que um profissional de odontologia que enfatiza a segurança, não apenas porque é necessário, mas como algo de valores, vale a pena ser confiável e respeitado pelos pacientes.

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Como fazer o teste biológico da autoclave?

Como fazer o teste biológico da autoclave?

Você sabe qual a importância do teste biológico para autoclave?

Esse procedimento visa a verificação da eficiência do processo de esterilização pelo vapor sob pressão. Por meio dele, podemos entender se a autoclave está funcionando corretamente, realizando o processo como ele precisa ser.

O que o teste biológico em uma autoclave faz?

O processo de teste ocorre porque é necessário monitorar se a autoclave tem a eficiência necessária para esterilizar os instrumentos. O monitoramento com biomarcadores é o mais recomendado e confiável.
Utiliza microrganismos independentes especialmente preparados para identificar o processo de esterilização.

Para quem tem dúvidas sobre a frequência dos testes biológicos em autoclave, recomenda-se o teste semanal de acordo com as normas regulatórias.

A bactéria utilizada foi Bacillus Stearothermophylus (bactéria Coryneform). Na verdade, é uma medida de saber se sua máquina está apta para uso.

Como fazer o teste biológico da autoclave?

Acompanhe o passo a passo para fazer o teste biológico na sua autoclave.

  • Coloque o teste dentro do pacote junto com o material que irá passar pela esterilização;
  • Feche a autoclave e realize o processo de esterilização;
  • Após o ciclo de esterilização, aguarde entre 10 a 15 minutos para o resfriamento;
  • Abra o pacote e retire a ampola;
  • Na incubadora, coloque o indicador-teste (que passou pela esterilização) e o indicado-controle (que não passou pela autoclave). Assim é possível testar também se a incubadora está funcionando corretamente;
  • Dobre a parte superior da ampola plástica, resultando na quebra do vidro interno da ampola. Isso libera o contato dos esporos ao meio de cultura. Tome cuidado para não romper a parte plástica.
  • Não agite a ampola e evite derrubá-la. Além disso, sua parte superior possui um filtro que não deve ser molhado;
  • Verifique as amostras 4 vezes, de 12 em 12 horas.

O Controle e a Checagem das Amostras

Durante as 4 inspeções, atenção deve ser dada à coloração. As ampolas esterilizadas devem começar a ficar roxas, enquanto as ampolas não esterilizadas permanecerão amarelas. Isso indica que o processo de esterilização foi concluído corretamente.

Se ambas as ampolas ficarem roxas, significa que as bactérias cresceram. Como resultado, a esterilização não foi realizada corretamente e foi necessária a manutenção da autoclave.
Se ambos os indicadores ficarem amarelos no final da incubação, significa que não há crescimento bacteriano. Isso indica que a incubadora requer manutenção e, portanto, não pode ser avaliada para esterilização.

Em outras palavras, o frasco de teste (que foi autoclavado) permanecerá roxo, indicando que os esporos foram destruídos. As ampolas de controle (não autoclavadas) ficarão amarelas, indicando que os esporos estão vivos.

Como manusear os materiais odontológicos

Por ser um material que pode conter bactérias, o manuseio adequado dos materiais odontológicos é essencial. Portanto, esses aparelhos não podem ser descartados diretamente como lixo comum. Para manter e limpar o aparelho, basta enrolar a ampola em algodão e recolocá-la na autoclave para esterilização. Depois de esterilizados, podem ser descartados.

Sanders do Brasil é referencia em produtos de alta tecnologia para Central de Materiais e Esterilização, CMEs, com produtos destinados ao controle de infecções, entre em contato e conheça nossas soluções.

Podologia e a Biossegurança

A podologia é sem dúvidas uma das importantes ciências que cuidam do corpo humano.

Os pés são membros inferiores extremamente sensitivos e que se conectam ao restante do nosso corpo e nos permitem obter equilíbrio em qualquer superfície.

Por isso, é de extrema importância que um podólogo, profissional especializado nessa parte específica do corpo, tome todos os cuidados em todos os seus procedimentos de trabalho durante todos os processos que são realizados em sua clínica.

Biossegurança na Podologia

O profissional de podologia, está diariamente em contato com diversas infecções e obstruções da pele do seu cliente, com isso o profissional torna-se mais propenso a adquirir doenças infecciosas como Hepatites B e C, micoses, AIDS entre outros.

Portanto, seguir os padrões de biossegurança, e cumprir todas as recomendações de higiene durante os procedimentos é essencial para, evitar riscos à sua saúde, e a de seus clientes.

Os cuidados com os equipamentos utilizados e a higiene do ambiente de trabalho, são essenciais para garantir as normas de higiene, somente assim é possível evitar pequenos acidentes e possíveis contaminações .

Sem nenhuma exceção, todos os materiais devem ser lavados, desinfetados e esterilizados após cada atendimento, seguindo os procedimentos operacionais de cada um desses processos.

Equipamentos de segurança

Os EPI’s ( equipamentos de proteção individual) devem ser utilizados durante todo o atendimento.

Esses equipamentos, são responsáveis por prevenir diversas doenças e lesões no ambiente de trabalho.

Alguns exemplos de EPI’s são:

Óculos protetores: responsável por bloquear o contato com os olhos de possíveis resíduos de unhas ou produtos durante todo o procedimento;

Máscaras protetoras: responsável por minimizar os riscos de contaminação através do ar;

Touca protetora: Evita que o cabelo do profissional toque em resíduos durante o processo, e evita também que o cabelo do profissional caia no ambiente laboral.

Luvas protetoras: as luvas diminuem consideravelmente o risco de contaminação por sangue, além de evitar a disseminação de germes.

Esterilização de materiais

A esterilização é responsável por destruir todas as formas de vida microbiana, como vírus, bactérias, fungos e protozoários e qualquer tipo de microorganismo que possa estar contido nos instrumentos, descartando a possibilidade da transmissão de doenças de um cliente para outro.

Uma esterilização bem feita, evita o risco de contaminação através dos equipamentos manuseados e também a contaminação cruzada entre os usuários.

É importante lembrar que todo o material utilizado durante o processo, como alicates, bisturis, dentre outros devem ser esterilizados em autoclaves e embalados de forma individual.

As autoclaves são equipamentos práticos, rápidos e seguros, sendo a principal opção da maioria dos podólogos.

Além disso, elas proporcionam uma grande economia, devido ao seu baixo consumo de energia, são bastante resistentes, fazendo com que os podólogos não tenham que se preocupar com manutenções frequentes, além de apresenta um ótimo custo benefício.

Classificação dos materiais de trabalho

Os artigos ou instrumentos de trabalho de um podólogo, são divididos em três categorias: críticos, semicríticos e não-críticos.

Essas categorias determinam o tipo de contato que cada um possui com o nosso corpo. Além disso, elas indicam os procedimentos higiênicos que devem ser tomados na podologia .

  • Artigos críticos: artigos que em contato perfuram a pele, penetrando-a e chegando ao sistema vascular. Por isso apresentam um alto risco de contaminação, caso o material esteja infectado. São ele: bisturi, brocas e alicates são alguns deles e devem ser devidamente esterilizados.
  • Artigos semicríticos:  entram em contato com a pele mas não na íntegra, ou seja, quando a pele apresenta algum tipo de infecção ou sangramento. São peças como pinça e estilete, por exemplo. Esses materiais assim como os críticos precisam ser esterilizados motivando a inativação de vírus e a destruição de microrganismos patogênicos.
  • Artigos não críticos: são os artigos que entram em contato com a pele intacta. Não sofrem nenhum tipo de contato interno com a pele, por isso devem sofrer processo de higienização comum. Estão nessa lista artigos como bandejas, estojos, mandril, e etc. O processo de limpeza tem como finalidade a remoção de qualquer material estranho dos instrumentos.

Conhecer a terminologia e o processo de cada um desses artigos é essencial para que não haja riscos de contágio ao cliente durante o procedimento.

Portanto um profissional que atua nesses espaços precisa ter em mente que ele precisa passar por um forte treinamento sobre biossegurança. Somente assim estará apto a trabalhar e realizar as tarefas com a máxima proteção, para si mesmo, para os colegas e todo o local.

A podologia exige um trabalho minucioso e detalhista, assim como requer muita dedicação e obediência a determinadas normas.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19

No intuito de promover a segurança dos pacientes e profissionais da odontologia, a Sanders está disponibilizando este material que aborda as boas práticas de biossegurança nos atendimentos, o material contém importantes recomendações para que os profissionais de odontologia possam realizar um atendimento mais adequado neste momento de pandemia.

Recentemente, a OMS declarou uma pandemia causada pelo vírus Sars-CoV-2.

O corona vírus ou COVID-19 é uma doença respiratória transmitida por tosse, espirros, inalação de gotículas, contato indireto a mucosas orais, nasais e oculares, ou no contato com secreções respiratórias que carregavam o vírus.

O ambiente odontológico carrega inúmeros riscos devido aos procedimentos que envolvem comunicação face-a-face com pacientes e a exposição frequente à saliva, sangue e outros fluidos corporais, bem como manuseio de instrumentos perfuro cortantes.

A propagação aérea é outro fator relevante pois transmite gotículas e aerossóis, o que causa grande preocupação nas clínicas odontológicas e hospitais, porque é bastante difícil evitar a produção de grandes quantidades de aerossóis e gotículas misturadas com a saliva do paciente e até sangue durante as práticas odontológicas.

Portanto, de maneira geral os profissionais de Odontologia desempenham um papel fundamental na adoção de medidas de prevenção da transmissão, pois aerossóis e gotículas são os principais meios de propagação.

Recomenda-se que profissionais de saúde trabalhem e tomem medidas bem como, se todos os seus pacientes estivessem contaminados.

Vale lembrar que os profissionais de odontologia estão mais expostos ao vírus que os pacientes, durante um procedimento dentário os pacientes quem ficam com a cavidade oral aberta e emitindo aerossóis.

A melhor maneira de prevenir qualquer tipo de contaminação é adotar ações preventivas, impedindo a propagação do vírus, por isso o controle de ambientes com risco biológico precisa ser parte da rotina e conhecimento de todos os profissionais que trabalham com odontologia.

Desta forma esse material de Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 – foi elaborado tendo em base os 4 agentes essenciais: CLÍNICA, DENTISTA, EQUIPE AUXILIAR e PACIENTE

Boas práticas de Biossegurança – CLÍNICA

A sua clínica precisa dispor de elementos básicos para uma precaução padrão, e deve ser seguida para todos os pacientes independente da suspeita ou não de infecções:

  • Oferecer máscaras cirúrgicas de fácil acesso;
  • Dispor de Álcool Gel nos ambientes da clínica;
  • Obter Lenço descartável para higiene nasal em caso de necessidade sua ou do paciente;
  • Pia e sabonete na recepção da clínica para higienização das mãos e rosto;
  • Luvas coloque-as imediatamente antes de qualquer contato com o paciente e descarte-as logo após o uso, higienizando as mãos em seguida;
  • Óculos, máscara e avental: use óculos e máscara e ou avental quando houver risco de contato de sangue ou secreções, para proteção da mucosa de olhos, boca, nariz, roupa e superfícies corporais;
  • Caixa pérfuro-cortante: descarte, de forma adequada e em recipientes apropriados, agulhas e seringas, sem desconectá-las ou reencapá-las;
  • Se possível, a clínica pode contar com um quarto privativo confortável para isolamento de pacientes que tenham possíveis infecções para espera da consulta e recuperações pós tratamento em caso de necessidade.

As clínicas podem contar também com alertas visuais bem como placas, cartazes, e pôsteres em locais estratégicos para fornecer aos pacientes e acompanhantes, instruções sobre a forma correta de como proceder durante o atendimento.

Cuidados na sala de espera
  • Colocar tapete desinfectante bactericida na porta de entrada;
  • A sala de espera deve conter uma área de 1,2m2 por pessoa;
  • As cadeiras de espera devem conter 1 metro de distância por pessoa;
  • Optar sempre por lixeiras com acionamento por pedal para quaisquer descartes;
  • Manter o ambiente sempre arejado e ventilado;
  • Eliminar, restringir ou controlar o uso de alguns itens compartilhados pelos pacientes assim como canetas, pranchetas, telefones e revistas;
  • Realizar diariamente a limpeza e desinfecção das superfícies de ambientes utilizados pelos pacientes;
  • Realizar a cada atendimento a limpeza e desinfecção de equipamentos e produtos para saúde que tenham sido utilizados;
Cuidados na sala de atendimento

É essencial a realização da limpeza e desinfecção das superfícies da sala de atendimento e de outros ambientes utilizados pelo paciente a cada atendimento.

Agentes de desinfecção que odontológicos que podem ser utilizado nas superfícies da sala de atendimento:
  • Hipoclorito de Sódio a 1%;
  • Quaternário de amônio e biguanida;
  • Glucoprotamina;
  • Álcool 70%.

Vale lembrar que esses agentes são contraindicados para acrílicos, borrachas e plásticos pois endurecem e os tornam amarelados. No caso do uso do quaternário de amônio e biguanida ou glucoprotamina, o profissional limpa desinfecta simultaneamente com esses produtos.

Espaço da sala de atendimento
  • A sala de atendimento deve ser fechada, com área mínima de 9m2.
  • Salas de atendimento coletivo deve ter no mínimo a distância de 0,8 metros nas cabeceiras e 1m nas laterais de cada cadeira, entre 2 cadeiras deve haver a distância de 2 metros, com uma barreira mecânica entre essas no caso da distância mínima.
  • O spray emitido por uma caneta de alta rotação atinge até um raio de 2 metros, por isso esses locais expostos a tais aerossóis devem ser sempre desinfectados, lembrando que há evidencias que o corona vírus pode permanecer infeccioso em superfícies inanimadas em temperatura ambiente por até 9 dias.
A desinfecção das superfícies da sala de atendimento deve ser feita para garantir a biossegurança:
  • Das áreas menos contaminadas para as mais contaminada;
  • De cima para baixo;
  • De dentro para fora.

Obs: Atendendo todas as regras de biossegurança.

É preciso lembrar das mangueiras de ar e água e o filtro do ar acondicionado. Para a limpeza do biofilme das mangueiras de ar e água prefira utilizar ácido paracético para desinfecção de alto nível (efetivo na possível presença de matéria orgânica).

Locais que devem ser revestidos por barreiras (filmes de PVC ou sacos plásticos):
  • Botões manuais de acionamento;
  • Alças de refletores;
  • Encostos de cabeça;
  • Braços da cadeira odontológica;
  • Encosto do mocho;
  • Canetas de alta rotação;
  • Corpo da seringa tríplice;
  • Pontas de unidade de sucção;
  • Superfícies assim como: bancadas e carrinho auxiliar devem ser cobertas por campos descartáveis e impermeáveis.
  • Seringas tríplices devem ter pontas descartáveis.
Descontaminação de equipamentos e instrumentais
  • Peças de mão sem anti-refluxo devem ser evitadas para não contaminar o sistema de ar e água do equipo;
  • Todas as peças de mão (alta e baixa rotação) devem passar pelo processo de descontaminação com detergente enzimático, limpeza e esterilização de acordo com a RDC/ANVISA nº 15 de 15/03/2012;
  • Os instrumentais que forem utilizados precisam ser umectados previamente, limpos com detergentes enzimáticos, não deve ser usado detergente convencional e ao final devem ser esterilizados.
Centrais para manipulação de materiais com dois
ambientes
  • Ambiente sujo: local de lavagem e descontaminação de materiais com bancada, pia e guichê para a área limpa (sala de esterilização de material), com área mínima de 4,8 m2. As atividades de recebimento, limpeza, lavagem e separação de materiais são consideradas “sujas” e, portanto, devem ser realizadas em ambiente(s) próprio(s) e exclusivo(s) e com paramentação adequada, mediante a colocação dos seguintes EPIs: avental plástico, máscara, gorro, calçados fechados, óculos e luvas grossas de borracha (não cirúrgicas). Entretanto, deve-se permitir a passagem direta dos materiais entre esse(s) ambiente(s) e os demais ambientes “limpos” através de guichê ou similar;
  • Ambiente limpo: preparo/esterilização/estocagem de material, com bancada para equipamentos de esterilização, armários para guarda de material e guichê para distribuição de material, com área mínima de 4,8 m2.

Os materiais para o revestimento de paredes, pisos e tetos de ambientes de áreas críticas e semicríticas devem ser resistentes à lavagem e ao uso de desinfetantes, não podem possuir ranhuras ou perfis estruturais aparentes, mesmo após o uso e limpeza frequente.

Equipamento individuais de proteção (EPIs):
  • Jaleco/avental impermeável, touca, luvas, máscara cirúrgica e proteções de superfícies: devem ser utilizados durante atendimentos e descartados após cada atendimento em lixeira de conteúdo infectante.
  • Devem ser usados durante o contato direto com o paciente, e retirados no momento administrativo da consulta (escrita, digitação em computador, por exemplo).
  • Jalecos devem ter fechamento traseiro. Protetores de superfícies devem cobrir áreas críticas para proteção do paciente, apoio de instrumental, em especial de regiões de difícil limpeza em caso de contaminação direta.
  • Óculos e protetores faciais: devem ser utilizados nos atendimentos a pessoas com síndrome gripal, dentro do consultório. Devem ser usados durante o contato direto com o paciente (exame físico), e retirados no momento administrativo da consulta (escrita, digitação em computador, por exemplo). Podem ser desinfectados após cada consulta e reutilizados.
  • Roupas e pijamas cirúrgicos: deve-se imergir em solução de hipoclorito de sódio (roupas brancas) ou Lysoform® (roupa colorida), depois disso lavar separado de outras roupas, com água e sabão. Deve ser usado pela equipe odontológica que trabalha direto com o paciente e pelos pacientes em casos de procedimentos invasivos.
  • Respirador facial (N95): deve ser usado por profissionais envolvidos em procedimentos que gerem aerossóis (manipulação de vias aéreas, exames invasivos), podendo ser trocada a cada atendimento.
Qual tipo de máscara o profissional deve utilizar para garantir as normas de biossegurança?
  • MÁSCARA CIRÚRGICA: É utilizada rotineiramente e em pacientes suspeitos ou confirmados com o COVID-19 desde que não sejam realizados procedimentos que gerem aerossóis, com uso complementar de protetor facial;
  • MÁSCARA N95 ou PFF2: É utilizada em procedimentos que geram aerossóis em pacientes suspeitos ou confirmados com o COVID-19, com uso complementar de protetor facial. Reutilizar em situações excepcionais, guardar 4 dias acondicionado em recipiente arejado antes do reuso. Não tocar na parte externa da máscara quando reutilizada, usando as tiras laterais com luvas de procedimento novas;
  • MÁSCARA DE TECIDO: Seu uso não é recomendada em hipótese nenhuma pela OMS, bem como as feitas em casa;
Boas práticas de Biossegurança – DENTISTA
Cuidados na paramentação
  • Higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;
  • Óculos de proteção ou protetor facial;
  • Máscara cirúrgica;
  • Avental;
  • Luvas de procedimento;
  • Gorro.
Atividades de rotina – biossegurança
  1. Diariamente ao chegar fazer a desinfecção dos sapatos em um tapete desinfectante bactericida na porta de entrada;
  2. Verificar a temperatura corporal e se estiver acima de 37 graus observar se tomou vacina para gripe a mais de 10 dias, e retornar para casa em observação;
  3. Remover anéis, colares, brincos e outros ornamentos;
  4. Higienizar as mãos e rosto com água e sabão no banheiro;
  5. Fazer a desinfecção do celular com papel toalha descartável embebido em álcool 70;
  6. Desinfetar bolsas que vão entrar na clínica com spray de álcool 70, as demais devem ser guardadas nos armários. Sempre que necessitar acessá-las, não se esqueça de lavar as mãos com água e sabão de forma correta;
  7. Colocar o propé em polipropileno 30 gramas;
  8. Vestir gorro em polipropileno 30 gramas, de tamanho adequado, acomodando todo o cabelo e orelhas no seu interior;
  9. Vestir jaleco avental em polipropileno 30 gramas com mangas longas, punhos com elástico e gola tipo colarinho. Comprimento 3/4, até metade da canela, fechamento traseiro com alças na altura dos ombros e na altura da cintura;
Assim como..
  1. Colocar máscara tipo concha N95 ou PFF2 e protetor facial para atendimentos com grande aerossolização. Nesse sentido, Para aumentar a vida útil da máscara N95 ou PFF2 pode-se utilizar uma mascara cirúrgica sobreposta. Para atendimento clínico sem aerosol máscara cirúrgica (3 filtros), conforme nota técnica nº 08/2020 da Anvisa. Lembre-se vírus permanecem suspensos no aerosol, então para sua proteção não remova a máscara no ambiente da clínica;
  2. Colocar óculos de proteção, com alça de elástico ou fechamento lateral;
  3. No atendimento dentro da clínica utilizar luvas de procedimento de látex ou vinilica, sempre que remover as luvas, deve fazer nova lavagem das mãos com água e sabão e secar com papel toalha descartável. Lembre-se que ao tocar em alguma parte na clínica com a luva, ela deve ser desinfetada com álcool 70 gel ou trocada imediatamente. Sobreluvas plásticas podem auxiliar em caso de necessidade;
  4. Para cirurgias, deve fazer a degermação cirúrgica das mãos com degermante a base de clorexidina 2%, secagem com lenço de banho;
  5. No caso de cirurgias deve-se vestir pijama cirúrgico e sobre esse o jaleco/avental cirúrgico impermeável e usar luvas cirúrgicas estéreis.
Desparamentação (remoção dos EPIs)

Portanto para o profissional de saúde, esse procedimento é crítico para se evitar potencial contaminação.

  1. Remova as luvas;
  2. Em seguida remova a proteção facial de trás para frente;
  3. Remova o jaleco/avental puxando pela região dos ombros;
  4. Remova gorro e máscara em movimento único de trás pra frente;
  5. Para a desinfecção da viseira utilize novas luvas;
  6. Higienize as mãos e rosto sempre ao final de todo processo e as mãos após cada passo.
Atendimentos de urgência em pacientes com COVID-19
  • Em casos de pulpite irreversível de pacientes com COVID-19, fazer sob isolamento absoluto e a exposição da polpa se possível, ser feita por meio químico-mecânico manuais;
  • Em casos de contusão de tecidos moles de pacientes com COVID-19, devem realizar suturas preferencialmente com fio absorvível;
  • Nesse sentido, o enxágue da ferida deve ser feita lentamente para evitar pulverização.
Cuidados de biossegurança ao sair da clínica ou chegar em casa
  • Deixe bolsa, carteira, chaves e outros objetos pessoais em uma caixa na entrada de seu consultório;
  • Ao voltar para casa, não toque em nada sem antes se higienizar;
  • Retire os sapatos;
  • Higienize seu aparelho celular e os óculos com álcool 70%;
  • Tire sua roupa e coloque-a em uma sacola dentro do cesto de roupas sujas. Lave com alvejante, recomendado acima de 60°;
  • Tome banho e higienize bem as áreas mais expostas bem como mãos, punhos, pescoço e rosto.

Você profissional de odontologia, confira: Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 – Parte 2 , e continue descobrindo mais sobre essas boas práticas focadas nos dois próximos agentes essenciais: EQUIPE AUXILIAR e PACIENTE.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 – Parte 2

No intuito de promover a segurança dos pacientes e profissionais da odontologia, a Sanders está disponibilizando este material que aborda as boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos durante a pandemia causada pela COVID-19 – Parte 2, o material contém importantes recomendações para que os profissionais de odontologia possam realizar um atendimento mais adequado neste momento tão delicado.

Vale lembrar que essa é a segunda parte do material, por isso se você acessou diretamente esse conteúdo, clique no link Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 e confira primeira parte.

Boas práticas de Biossegurança – EQUIPE AUXILIAR

Profissionais de apoio (que prestem assistência a menos de 1 metro dos pacientes):

  1. Higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;
  2. Óculos de proteção ou protetor facial;
  3. Máscara cirúrgica;
  4. Avental;
  5. Luvas de procedimento;
  6. Gorro.

Profissionais de apoio : recepção e seguranças (que
precisem entrar em contato, a menos de 1 metro):

  1. Higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;
  2. Distanciamento social especialmente em caso suspeito de infecção viral;
  3. Máscara cirúrgica (se não for possível manter a distância de um metro dos pacientes com sintomas gripais)
  4. Observação: usar durante o turno de trabalho, trocar a máscara se estiver úmida ou suja.

Profissionais de apoio: Higiene e limpeza ambiental (quando realizar a limpeza do quarto/área de isolamento):

  1. Higiene das mãos frequente com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;
  2. Gorro;
  3. Óculos de proteção ou protetor facial;
  4. Máscara cirúrgica;
  5. Avental;
  6. Luvas de borracha com cano longo;
  7. Botas impermeáveis de cano longo.
Cuidados de biossegurança dos profissionais de apoio:
  • Ao agendar consultas, instrua os pacientes e acompanhantes a informar já na chegada ao serviço se estiverem com sintomas de alguma infecção respiratória (por exemplo, tosse, coriza, febre, dificuldade para respirar) e tomar as ações preventivas apropriadas, por exemplo, usar máscara cirúrgica a partir da entrada do serviço, se puder ser tolerada;
  • Manter pelo menos 1 metro de distância de pacientes visivelmente infectados e utilizar uma máscara (descartável) apenas quando estiver perto do paciente.
  • Evitar o contato com as secreções do paciente, quando for descartar o lixo do paciente, utilizar luvas descartáveis.
  • Os profissionais devem lavar com água e sabão ou higienizar as mãos com álcool gel com frequência, após tocar objetos, outras pessoas ou usar o banheiro;
  • Se a pessoa tiver acompanhante, este deve ser orientado a não entrar no ambiente clínico, salvo em situações de necessidade;
  • Os profissionais diretamente envolvidos no atendimento clínico permanecerão com estas em local fechado (consultório), tocando-o e examinando-o, devem usar EPI (gorro, máscara, avental, luvas, óculos de proteção), que devem ser trocados a cada atendimento, com exceção dos óculos.
Rotinas de biossegurança dos profissionais de apoio clínico:
  • Antes de mais nada diariamente ao chegar, fazer desinfecção dos sapatos em tapete desinfectante bactericida na porta de entrada,
  • Verificar a temperatura corporal do funcionário e se estiver acima de 37 graus e relatar se tomou vacina para gripe a mais de 10 dias, e pedir para retornar a sua casa em observação;
  • Antes de entrar em ambiente clínico, remover anéis, colares, brincos e outros ornamentos, guardar pertences pessoais no seu armário, lavar as mãos com água e sabão no banheiro, fazer a desinfecção do celular com papel toalha descartável embebido de álcool 70.
  • Desinfetar bolsas que vão entrar na clínica com álcool 70 spray. Sempre que necessitar acessar seus pertences, não se esqueça de lavar as mãos com água e sabão de forma correta;
  • Colocar o propé em polipropileno 30 gramas para entrar em ambiente clínico;
  • Vestir gorro em polipropileno 30 gramas, de tamanho adequado, acomodando todo o cabelo e orelhas no seu interior. Vestir jaleco/ avental em polipropileno 30 gramas com mangas longas, punhos com elástico e gola tipo colarinho. Comprimento 3/4, até metade da canela, fechamento traseiro com alças na altura dos ombros e na altura da cintura;
  • Colocar máscara tipo concha N95 ou PFF2 e protetor facial para atendimentos com aerossolização. Para atendimento clínico se aerosol máscara cirúrgica (3 filtros), conforme nota técnica nº 08/2020 da Anvisa. Lembre-se vírus permanecem suspensos no aerosol, então para sua proteção não remova a máscara no ambiente da clínica.
  • Colocar óculos de proteção, com alça de elástico ou fechamento lateral;
Assim como…
  • No atendimento dentro da clínica utilizar luvas de procedimentos de látex ou vinilica, sempre que remover as luvas, deve fazer nova lavagem das mãos com água e sabão e secar com papel toalha descartável, em caso de necessidade utilize sobre luvas plásticas descartáveis. Lembre-se que ao tocar em alguma parte na clínica com a luva, ela deve ser desinfetada com álcool 70 gel ou trocada imediatamente;
  • Para cirurgias deve fazer a degermação cirúrgica das mãos com degermante a base de clorexidina 2%, secagem com compressa cirúrgica estéril. No caso de cirurgias deve-se vestir pijama cirúrgico e sobre esse o jaleco/avental cirúrgico impermeável e usar luvascirúrgicas estéreis;
  • Na lavagem do instrumental usar luvas grossas tipo doméstica de cor vermelha, para embalagem do instrumental de cor azul, da mesma forma para a desinfecção dos equipamentos de cor amarela;
  • Ao final de cada atendimento, para remover instrumental da mesa cirúrgica utilizar luvas grossas, depositando-os dentro de tapware para o transporte até a central de esterilização;
  • Caso haja contaminação por matéria orgânica da vestimenta, ela deve ser trocada imediatamente e dispensada no lixo hospitalar imediatamente;
Ao fim do expediente…
  • Ao final do expediente remover o propé, luvas (sem tocar no lado externo), avental, gorro e sobre máscara e dispensa-los no lixo hospitalar. Óculos de proteção devem ser dispensados dentro de recipiente com solução desinfetante. A máscara PFF2 caso tenha sujidade ou úmida deve ser descartada no lixo hospitalar, caso contrário, dispensá-la em local previamente desinfetado para reutilização. Lembre-se de não tocar no lado externo da máscara.
  • Lavar as mãos com água e sabão de forma correta, enxugar com papel toalha estéril, desinfetar com álcool 70 gel, deixar secar, apanhar seus pertences no armário e retornar a sua casa. Mas caso seu armário seja utilizado por outra pessoa em outro expediente deverá fazer a desinfecção do mesmo ao sair.
  • Se houver necessidade de encaminhamento do paciente para outro serviço de saúde, sempre notificar previamente os cuidados com o paciente para o serviço que referenciado.
Desparamentação (remoção dos EPIs):

Portanto para o profissional de saúde, essas práticas de biossegurança são críticas para se evitar potencial contaminação;

  • Remova as luvas;
  • Em seguida remova a proteção facial de trás para frente;
  • Remova o jaleco/avental puxando pela região dos ombros;
  • Remova gorro e máscara em movimento único de trás pra frente;
  • Para a desinfecção da viseira utilize novas luvas;
  • Higienize as mãos e rosto sempre posteriormente ao processo e as mãos após cada passo.
Cuidados ao sair da clínica ou chegar em casa:
  • Deixe objetos bem como: bolsa, carteira, chaves e outros objetos pessoais em uma caixa na entrada de seu consultório.
  • Ao voltar para casa, não toque em nada sem antes se higienizar.
  • Retire os sapatos.
  • Higienize seu aparelho celular e os óculos com álcool 70%.
  • Tire sua roupa e coloque-a em uma sacola dentro do cesto de roupas sujas. Lave com alvejante, recomendado acima de 60°.
  • Tome banho e higienize bem as áreas mais expostas, assim como mãos, punhos, pescoço e rosto.
Boas práticas de Biossegurança – PACIENTE

O seu papel de profissional da saúde é fundamental para orientar e explicar todas as práticas de biossegurança e como o paciente deve agir para prevenir a propagação de vírus e doenças contagiosas, e, além disso, passar segurança aos seus pacientes, afinal dentistas são profissionais treinados em sua formação acadêmica para trabalhar em ambientes de alto risco biológico.

Aqui reunimos as recomendações para transmitir aos pacientes, para que tenha um atendimento seguro para ele e para você, profissional.

Cuidados gerais de biossegurança que pacientes devem ter ao chegar em uma clínica odontológica:
  • Orientar os pacientes que caso estejam com gripe ou tosse, que coloquem uma máscara antes de sair de casa e adotem as medidas de etiqueta respiratória:
  • Se tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com cotovelo flexionado ou lenço de papel;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal (descartar imediatamente logo depois do uso, assim como, realizar a higiene das mãos);
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Realizar a higiene das mãos.
  • Lavagem mão e rosto: realizar a higiene das mãos assim como o rosto com água e sabão por 20 segundos.
  • Caso necessário, fazer a desinfecção das mãos com álcool gel.
  • Não tocar no rosto.
  • Termômetro: solicitar ao atendente a aferição da temperatura corporal.
  • Prenda o cabelo e evite usar brincos, anéis e correntes.
  • Bolsa: verifique se a clínica oferece um local seguro para guardar sua bolsa na sala de espera ou deixe-a com um acompanhante. Caso opte por entrar com a bolsa em ambiente clínico, recomenda-se desinfectar com álcool 70 em spray.
  • Utilizar um protetor para calçados (propé) fornecido pela clínica (salto alto limita a utilização desse protetor).
Práticas de biossegurança para pacientes e acompanhantes ao chegarem a uma consulta odontológica

Pacientes e acompanhantes devem ser orientados a informar já na chegada à clínica se estiverem com sintomas de alguma infecção respiratória (como por exemplo, tosse, coriza, febre, dificuldade para respirar) e devem-se tomar as ações preventivas apropriadas, como uso de máscara cirúrgica logo na entrada (devem haver mascaras cirurgicas disponiveis na entrada na clinica, caso contrario um paciente gripado deve solicitar), se puder ser tolerada, e realizar distanciamento social;

  • Recomenda-se que na porta de entrada da clínica, o paciente faça a desinfecção dos seus calçados em tapete desinfetante bactericida;
  • Lavar as mãos com água e sabão por 20 segundos, secar com papel toalha descartável e fazer a desinfecção das mãos com álcool em gel 70%, deixando secar naturalmente. Após a desinfecção não tocar em mais nada, inclusive o celular, que deve permanecer desligado;
  • Assim que adentrar na clínica, é recomendado que a atendente afira a temperatura corporal do paciente com um termômetro digital infravermelho e atualize a anamnese (mesmo quando o paciente é de retorno, sempre perguntar sobre sintomatologia viral ou se algum familiar, amigo, conhecido teve ou está com algum sintoma). Se o paciente tiver temperatura superior a 37 graus, deve-se fornecer máscara ao paciente, instruir sobre os sintomas e pedir para retornar a sua casa para repousar e buscar atendimento médico;
  • Quando entrar em ambiente clínico, remover anéis, pulseira, e outros acessórios. Logo depois desligar e guardar o celular, desinfetar bolsas com álcool 70% em spray;
Assim como…
  • Colocar o propé em polipropileno 30 gramas;
  • Devido a sensibilidade do vírus à oxidação, recomenda-se antissepsia pré-operatória com peróxido de hidrogênio de 0,5 de 1% ou polvidona a 0,2%), com o objetivo de reduzir a carga viral. A clorexidina parece não ser eficaz. Realizar este procedimento após redução consistente da saliva residual, por aspiração contínua. A indicação do uso de agentes de oxidação é exclusivamente para pré-procedimento, não é recomendado o uso contínuo desse produto pelo paciente.
  • O bochecho pré-procedimento (15mL da solução por 30 segundos), realizado pelo paciente, somente deve ocorrer se o mesmo estiver consciente, orientado e contactuante e sem ventilação mecânica.
  • Não utilizar a cuspideira e sim a mesma pia que foi utilizada para a higienização das mãos e rosto;
  • Fornecer ao paciente gorro de polipropileno 30 gramas, e orientar para que todo o cabelo e orelhas fiquem dentro do gorro;
  • Fornecer avental em polipropileno 20 gramas de manga longa com elástico, com fechamento posterior e alças na altura dos ombros e na altura da cintura;
  • Orientar pacientes que ao sair da clínica remova o propé, tomando o cuidado de não tocar na sola e no sapato. Logo depois remova o gorro pela parte interna e o avental, depositando-os no lixo hospitalar;
  • Retornar ao banheiro para lavar as mãos com água e sabão comum, secar com papel toalha descartável e desinfetar as mãos com álcool em gel 70%, espera secar e retornar para casa em segurança.
Práticas de biossegurança ao chegar em casa
  • Deixe bolsa, carteira, chaves e outros objetos pessoais em uma caixa na entrada do consultório.
  • Ao voltar para casa, não toque em nada sem antes se higienizar.
  • Retire os sapatos.
  • Higienize seu aparelho celular e os óculos com álcool 70%.
  • Tire sua roupa e coloque-a em uma sacola dentro do cesto de roupas sujas. Logo depois Lave com alvejante, recomendado acima de 60°.
  • Tome banho e higienize bem as áreas mais expostas assim como mãos, punhos, pescoço e rosto.
Assistência odontológica em pacientes com quadro de infecção viral aguda

O tratamento odontológico apresenta um alto risco para a disseminação de vírus, justamente pela alta carga viral presente nas vias aéreas superiores e devido à grande possibilidade de exposição à materiais biológicos proporcionado pela geração de aerossóis durante os procedimentos.

Portanto, especialmente em tempos de surto de COVID-19, os procedimentos odontológicos recomenda-se, serem restritos a casos emergenciais e de urgência, os quais são citados: sangramento descontrolado; celulite facial ou bactéria difusa em partes moles, infecção intra-oral ou extra-oral, com inchaço que potencialmente comprometa a via aérea do paciente; e trauma envolvendo ossos faciais, com potencial comprometimento das vias aéreas do paciente.

Quadros de urgência representam dor extrema ou riscos de piora do quadro sistêmico do paciente em pouco tempo e também devem ser tratados.

Sob o mesmo ponto de vista, segue abaixo orientações para ajudar na tomada de decisões e identificação dos casos:

EMERGÊNCIA

Situações que potencializam o risco de morte o paciente.

  • Sangramentos não controlados.
  • Celulites ou infecções bacterianas difusas, com aumento de volume (edema) de localização intra-oral ou extra-oral, e potencial risco de comprometimento da via aérea do paciente.
  • Traumatismo envolvendo os ossos da face, com potencial comprometimento da via aérea do paciente.
URGÊNCIA

Situações que determinam prioridade para o atendimento, mas não potencializam o risco de morte do paciente.

  • Pericoronarite.
  • Dor odontogênica aguda (Pulpite).
  • Alveolite.
  • Abscessos dentários ou periodontais.
  • Fratura dentária que resulta em dor ou trauma de tecidos moles bucais.
  • Necessidade de tratamento odontológico prévio a procedimento médico crítico.
  • Cimentação de coroas ou próteses fixas.
  • Biópsias.
  • Ajustes de órteses e próteses que estejam causando dor, comprometendo a função mastigatória.
  • Finalização de tratamento ou troca de medicação intracanal.
  • Remoção de lesões de cárie extensas ou restaurações que estejam causando dor.
  • Tratamento de necroses teciduais.
  • Mucosites.
  • Trauma dentário com avulsão ou luxação.
Atenção !

O presente manual não substitui as orientações da Organização Mundial de Saúde, Ministério da Saúde e demais órgãos relacionados, bem como não substitui as instruções de uso específicas dos produto mencionados. É de responsabilidade exclusiva do profissional dentista avaliar cada caso clínico antes de utilizar os produtos ou aplicar as técnicas difundidas no manual.

Você profissional de odontologia, confira: Boas práticas de biossegurança nos atendimentos odontológicos – COVID-19 , e continue descobrindo mais sobre essas boas práticas focadas nos dois primeiros agentes essenciais: CLÍNICA e DENTISTA.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Fotopolimerizador | Introdução aos cuidados

O Fotopolimerizador começou a ser mais utilizado primeiramente a partir da década de 70, através da utilização de resinas compostas.

Quanto a sua luz, no passado, era utilizado o tradicional sistema de luz halógena.

Tempos depois, os fabricantes passaram a utilizar fontes de laser de argônio e arco de plasma de xenônio.

Reduzindo assim o tempo de polimerização com uma grande otimização da hora clínica de consultório.

Nesse sentido, os modelos mais novos de fotopolimerizador contam com luzes de LED, fazendo com que ele já emita a luz azul de forma direta, evitando a necessidade de se comprimir outras ondas de luzes.

Por consequência, faz com que o aparelho não sofra com o alto aquecimento.

Luz azul do fotopolimerizador

O agente que inicia a resina, geralmente é o canforoquinona, que é fotoativado através do comprimento de onda de luz visível na média de 470nm.

Alguns modelos de fotopolimerizadores podem atuar de forma mista, alterando sua intensidade conforme o processo vai acontecendo. Isso varia de acordo com uma programação do dentista, evitando a contração de polimerização das resinas compostas.

A cor azul do fotopolimerizador aquece de forma uniforme toda a estrutura molecular da resina, alterando-a e fazendo com ela se prenda de forma uniforme, trazendo maior resistência e durabilidade àquele material.

Cuidados com o fotopolimerizador

O fotopolimerizador é uma peça de alto valor e que tende a durar por muitos anos. Mas para isso, alguns cuidados precisam ser tomados para que essa durabilidade seja alta. Alguns deles são:

  • Primeiramente, guarde o seu equipamento em local apropriado, protegido de raios solares e umidade.
  • O condutor de luz não pode ser mergulhado em solventes ou substâncias que contenham acetona na sua composição
  • Evitar que o terminal condutor de luz toque a resina a ser polimerizada. Isso fará com que os resíduos não obstruam o feixe de luz;
  • O equipamento não pode sofrer quedas;
  • Caso a ponteira condutora de luz seja danificada (quebra, riscos ou sujeiras que não possam ser retirados facilmente), esta deve ser encaminhada para a manutenção e realização de um novo polimento ou substituição;
  • Jamais utilize iodopovidona, glutaraldeídos ou produtos clorados, pois com o tempo podem produzir ataques superficiais sobre o corpo do instrumento;
  • Não tente reparar componentes defeituosos ou substituir por partes de outro aparelho. Somente com a utilização das peças originais é garantido o perfeito funcionamento do aparelho;
  • Após cada ciclo de utilização, remova a ponteira condutora de luz e o protetor ocular.
Limpeza e assepsia

Outro fator importante que possibilita uma maior durabilidade, é a conservação através da limpeza e assepsia. Em suma a assepsia habitual ou corrente deverá ser feita antes e depois do atendimento de cada paciente, garantindo que nenhuma contaminação ocorra de um paciente para outro.

A ponteira de fibra óptica pode ser esterilizada em Autoclave a 134°C a pressão de 2,3 kg/cm2. Já a ponteira de polímero NÃO deve ser autoclavada. Para efetuar a limpeza e desinfecção do seu equipamento, pode-se utilizar substâncias bactericidas bem como:

  • Lenços umedecidos com líquido desinfetante de superfície;
  • A limpeza dos óculos, do protetor ocular e da ponteira condutora de luz pode ser realizada utilizando lenços descartáveis umedecidos com álcool 70%, assim como, lavados com água e sabão neutro.
Considerações finais

De acordo com alguns autores, independente do fotopolimerizador utilizado, a qualidade da luz é de fundamental importância para o sucesso clínico dos procedimentos realizados com materiais resinosos.

Assim, a intensidade ou densidade de potência da luz emitida preconizada é de 470 mW/cm2 para adequada fotopolimerização de incrementos dos compósitos de até 2 mm.

Portanto, apesar de toda a preocupação quanto à qualidade da luz emitida e técnicas de fotopolimerização, estudos demonstram a falta de conscientização dos profissionais quanto à manutenção de seus aparelhos fotopolimerizadores. Foi constatado que muitos profissionais realizam a troca da lâmpada halógena apenas depois que esta queima.

Além disso, não é realizado o monitoramento da intensidade de luz dos seus aparelhos com um radiômetro.

O correto é que um protocolo de manutenção preventiva e periódica dos aparelhos fotopolimerizadores seja feito, o que, dessa forma, poderia evitar a diminuição excessiva da intensidade de luz emitida.

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Como desenvolver o controle e a prevenção de infecções em odontologia.

Os profissionais de saúde dentária, sua equipe e os instrumentos utilizados em seu consultório estão constantemente expostos a tecidos orais potencialmente infectados, saliva e sangue. Por isso é essencial que esses profissionais verifiquem sempre se o controle e a prevenção de infecções cruzadas estão sendo promovidos em seu consultório, tanto para os pacientes quanto para os membros da equipe.

Conhecimento e Treinamento para o controle e a prevenção de infecções

A princípio o primeiro passo em direção a um consultório protegido e livre de infecções é a conscientização.

Consciência e conhecimento estão entre os requisitos essenciais para o controle e prevenção de infecções em odontologia.

Todas as partes envolvidas no tratamento odontológico devem estar cientes dos possíveis processos de disseminação de doenças dentárias de um paciente para outro. Três partes estão envolvidas:

  • O paciente – Os pacientes devem estar cientes e educados quanto ao controle de infecções. É preciso deixar claro como eles podem desempenhar seu papel na prevenção da propagação de uma infecção de um paciente para o outro.
  • Profissionais de Odontologia – Os dentistas são os responsáveis por educar e treinar os membros da sua equipe, é importante deixar claro sobre a importância do controle de infecções cruzadas e os riscos que estarão expostos caso não cumpram com as regras de controle.
  • Profissionais de saúde bucal – Todos os profissionais ligados a saúde bucal precisam manter seus conhecimentos atualizados através de todas as fontes possíveis, assim ele adquire conhecimento e podem auxiliar outros profissionais, membros da equipe e os pacientes.
Compromisso Ético

Obter o máximo de conhecimento e entendimento possível, ainda não é o suficiente. Um profissional deve possuir um compromisso ético e profissional, garantindo o controle de infecções e doenças. Educação e atenção plena, obviamente, ajudarão a desenvolver esse compromisso.

Adesão às normas e diretrizes

A responsabilidade de fornecer padrões e diretrizes para práticas mais seguras é supervisionada em nível nacional e internacional pelo órgãos responsáveis. Os profissionais de odontologia devem atender os requisitos em seu município, bem como os padrões internacionais. 

Padrões básicos de segurança para o controle e a prevenção de infecções

Alguns padrões de segurança são básicos e essenciais, precisam ser adotados com todos como rotina, sem qualquer conhecimento prévio de status de infecção do paciente. Além disso esses padrões precisam ser seguidos para que os riscos de transmissão de infecções sejam minimizados.

Padrões de Segurança
Higienizar as Mãos 

A higienização das mãos é sem dúvidas a medida de proteção mais crucial contra a infecção cruzada em ambientes dentários. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os profissionais de saúde lavem as mãos antes e imediatamente após a realização de qualquer atendimento ou procedimento. Para exames de rotina, pode-se lavar as mãos com sabão ou detergente à base de álcool. No entanto, para procedimentos cirúrgicos, deve-se realizar uma lavagem cuidadosa das mãos, juntamente com a limpeza sob as unhas.

Roupas e artigos de proteção

Os equipamentos de proteção individual (EPI), são muito eficazes na prevenção da transmissão de doenças em ambientes dentários. As luvas formam uma barreira adequada e impedem a passagem de bactérias do sangue e dos fluidos corporais dos pacientes. Da mesma forma, máscaras e óculos são altamente eficazes contra a prevenção da transmissão de infecções transmitidas pelo ar. Além disso, recomenda-se que os profissionais de saúde bucal usem mangas compridas, como barreiras de proteção.

O gerenciamento adequado dos resíduos

Produzidos durante o procedimento clínico odontológico deve ser assegurado que eles não se tornem uma fonte de infecção para os pacientes e os profissionais de saúde.

Manuseio e descarte de agulhas e objetos cortantes

Certamente que a maioria dos procedimentos odontológicos requerem o uso de instrumentos cirúrgicos cortantes, que podem atuar como fonte de infecção cruzada, se não forem descartados adequadamente.

 As práticas odontológicas devem ter processos definidos para garantir as extremidades de trabalho dos instrumentos descartáveis ​​antes de descartá-los. Por outro lado, instrumentos afiados reutilizáveis ​​devem ser adequadamente esterilizados antes de serem reutilizados no próximo paciente.

Limpeza, descontaminação e esterilização 

A esterilização garante que todos os microrganismos, incluindo esporos na superfície dos instrumentos dentários, sejam destruídos, reduzindo as chances de infecção cruzada. Portanto uma solução avançada que abrange o processo de descontaminação e esterilização do início ao fim manterá você coberto e proporcionará a tranqüilidade necessária para se concentrar no tratamento de seus pacientes. 

Certifique-se de que seu fornecedor de soluções possa responder a todas as etapas do processo com o seguinte: um limpador ultrassônico para eliminar descartes duros, uma máquina seladora para garantir armazenamento estéril adequado até a reutilização dos instrumentos, uma lavadora desinfetadora alta qualidade de desinfetar os instrumentos antes que eles entrem no esterilizador e, mais importante, uma autoclave avançada que fornecerá resultados de alta qualidade sem compromisso. 

Ter equipamentos de ponta pode tornar o processo fácil e aumentar a produtividade, deixando mais tempo para se concentrar no atendimento ao paciente.

Precauções especiais de controle e a prevenção de infecções para pacientes em risco

Precauções devem ser praticadas com pacientes que sofrem de doenças infecciosas como HIV, hepatite B e C:

  • Infecção  transmitida pelo ar – a proteção contra infecções transmitidas pelo ar exige imunização contra gripe, tuberculose ativa ou varicela. Isso também pode envolver o uso de máscaras respiratórias imunizadas, de preferência em salas com pressão negativa.
  • Precauções de contato  – Recomenda -se o uso de aventais e luvas de plástico durante as operações. Eles devem ser usados, por exemplo, contra MRSA, telhas ou Impetigo.
Limpeza da linha de água da unidade odontológica 

Outra fonte potencial de infecção na prática odontológica é a linha d’água. Uma linha d’água dedicada deve ser providenciada para esterilização e para instrumentos que exijam água durante o uso, como peças de mão odontológicas, raspadores ultrassônicos etc. A inspeção regular da linha d’água também é necessária para evitar a formação de biofilme que pode resultar em infecção.

Vamos resumir

Da mesma forma o objetivo dessas medidas é prevenir e controlar a infecção, e elas devem se tornar uma parte essencial dos valores essenciais de qualquer clínica odontológica. Dentistas e gerentes de clínicas são encarregados da segurança de seus pacientes e da equipe odontológica. 

Portanto, eles devem conceber um processo abrangente em sua prática para minimizar a transmissão de infecções e criar um ambiente seguro para seus pacientes e equipe odontológica. 

Sob o mesmo ponto de vista, se sua prática seguir as diretrizes de controle de infecção combinadas ao uso de produtos e soluções de processamento estéril de alta qualidade , certamente você será classificado entre os melhores do campo. 

É claro que um profissional de odontologia que enfatiza a segurança, não apenas porque é necessário, mas como algo de valores, vale a pena ser confiável e respeitado pelos pacientes.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br.

Coronavírus e as Clínicas de estética: práticas de prevenção.

Pessoas ao redor do mundo estão enfrentando um novo inimigo invisível. O coronavírus, causador da doença Covid-19, teve inicio em dezembro de 2019 , na cidade de Wuhan, na China.

O que parecia distante, infelizmente hoje tornou-se uma realidade no Brasil.

Portanto cabe agora a cada um de nós assumirmos o nosso papel para a prevenção do contágio e proliferação dessa e de outras doenças que só podem ser evitadas através das normas de biossegurança.

Para uma clínica de estética por exemplo, os riscos de contaminação pelo coronavírus tornam-se eminentes.

Portanto entenda como manter a biossegurança e evitar a proliferação dessa ou de qualquer outra doença em sua clínica de estética.

Como o esteticista pode se precaver contra a COVID-19

Primeiramente o uso de EPI’s Equipamentos de Proteção Individual, tornam-se indispensáveis para evitar a transmissão do coronavírus ou qualquer outra doença transmissível. Alguns desses equipamentos são:

1. Máscara

Entre os possíveis meios de transmissão do vírus, a principal são pelas gotículas de saliva, liberada durante as tosses e espirros. Por isso o uso de máscaras é indispensável.

As máscaras não evitam o contágio, pois outros orifícios ficam expostos, mas evitam que o vírus seja espalhado através de tosses e espirros.

Fora da clínica, quem precisa usar máscaras? Apenas pessoas contagiadas ou com sintomas da doença. 

2. Jaleco

Outro EPI muito importante é o jaleco, os clientes podem ter utilizado de diversos meios de transporte para chegar até a clínica, carro, ônibus ou rua. O jaleco em si fica estritamente no ambiente da clínica, evitando que o profissional leve microorganismos nocivos, levados por clientes, para dentro de suas casas.

3. Luvas descartáveis

A maior parte do trabalho realizado por esteticistas é feito com as mãos. Porém as mãos tocam inúmeras superfícies, que podem estar carregados de bactérias e conter o vírus.

Por isso as mãos acabam sendo um meio perigoso de contágio, seja na pele ou debaixo das unhas. Portanto a melhor forma de não levar isso até seus clientes é com a utilização de luvas.

Para que o cuidado seja tomado de forma correta, é preciso fazer a anti-sepsia das mãos antes de colocar as luvas, assim como é indicado que seja feito das mãos dos clientes também.

4. Touca

Pode não parecer, mas o cabelo também é responsável por carregar muitas sujidades. E seu uso é indispensável para a saúde estética.

Assepsia do ambiente e materiais

Falamos sobre você e seus EPI’s. Mas e a clínica?

Quais cuidados devem ser tomados na clínica de estética contra o coronavírus.

É imprescindível que o ambiente esteja o mais limpo possível para diminuir o risco de contaminação do COVID-19. Para isso pode-se usar álcool 70% para assepsia de materiais e bancadas de trabalho. Lembre-se de aplicar o produto com papel toalha ou uma gaze de algodão, e fazer o descarte em seguida.

O descarte correto dos materiais também é uma medida importante que garantirá não só a higiene, mas também a segurança da clínica e de seus profissionais. Essas táticas, embora destinadas para o novo coronavírus, também ajudariam a conter outras enfermidades contagiosas e tão ameaçadoras quanto ele. 

Outro fator tão importante quanto a assepsia da clínica é a esterilização dos materiais e acessórios que você utiliza em seus atendimentos. Você pode utilizar uma autoclave para realizar esta limpeza.

Esterilização dos materiais e equipamentos
  • Produtos: o ideal é usar materiais devidamente limpos e assépticos ou descartáveis para retirar o produto da sua embalagem; 
  • Maca: antes de fazer a troca do lençol descartável, deve-se aplicar álcool 70% na superfície da maca;
  • Equipamentos: com um algodão umedecido com a solução antisséptica, friccionar por no mínimo 30 segundos por toda a extensão do acessório que entra em contato com a cliente (eletrodos, manoplas, canetas, etc.); 
  • Procedimentos: é muito importante a assepsia das mãos do cliente antes de iniciar o tratamento, para evitar contaminação.

Dê preferência aos materiais autoclaváveis, como, por exemplo, os pincéis para peelings químicos autoclaváveis.

Converse com o cliente sobre o coronavírus

Nesse momento critico em que vivemos, todo cuidado ainda é pouco. Portanto para evitar o contágio do Coronavírus, o diálogo é muito importante. 

Se seu cliente apresentar qualquer sintoma de gripe ou febre, por exemplo, procure remarcar a sessão para outra data. O mesmo vale para você. 

Quando receber o cliente em clínica, ofereça álcool 70% para a antissepsia das mãos, e tome todas as precauções que conversamos acima. 

Importância da biossegurança contra o coronavírus

Manter uma boa imagem em relação à biossegurança na atuação profissional, funciona também como um diferencial para o esteticista, que reforça o seu compromisso com a saúde do cliente e o seu próprio bem-estar. 

A rotina dos estabelecimentos tem mudado muito desde o anuncio da pandemia. Na área de beleza não foi diferente, pudemos reparar uma queda expressiva na quantidade de clientes que ainda frequentam as clínicas de estética. Por isso para os profissionais que ainda continuam com as portas abertas, realize os serviços oferecendo o máximo de segurança para os clientes, tome todas as medidas de biossegurança e demonstre que o o cliente estará seguro em sua clínica.

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