Boas práticas para manejo da lavadora Termodesinfectora

Boas práticas para manejo da lavadora Termodesinfectora

Com o aumento da complexidade do desenho dos instrumentos, há a necessidade de um processo de limpeza mais criterioso. Nesse cenário, a lavadora Termodesinfectora atende a essa demanda na CME. Trata-se de uma máquina que limpa em altas temperaturas, matando os microrganismos presentes e garantindo o controle de doenças e de contaminações que podem ocorrer por meio do contato com esses materiais.​

Indústria, hospitais, clínicas e laboratórios exigem processos rigorosos de reprocessamento de seu instrumentário. Para combate aos microrganismos proliferadores de infecções contidos nos instrumentos de manipulação hospitalar, é muito utilizada a lavadora termodesinfectora.

A Termodesinfectora efetua o processo de  limpeza, termodesinfecção e secagem de materiais, atendendo às CMEs e normas da Anvisa. 

Termodesinfectora WDS-200SD – Sanders do Brasil
LAVADORA TERMODESINFECTORA – CARACTERÍSTICAS

Uma lavadora termodesinfectora conta com os mais diversos acessórios para realizar uma desinfecção eficiente.

Esses acessórios complementares são disponibilizados para maior capacidade de desinfecção de instrumentos. Assim como cirúrgicos, instrumentos MIS e instrumentos de oftalmologia, instrumentos de anestesia e instrumentos de cirurgia robótica, por exemplo.

 A Sanders do Brasil possui Lavadora termodesinfectoras da linha WDS, possui capacidade de 380 / 290 litros e documenta todo o processo, ou seja, é possível imprimir a documentação e rastreabilidade da Lavagem.

Além disso, dispensa o uso de carrinho e acompanha um Rack geral com cestos DIN.

Para exemplificar sua robustez com seu rack de cinco (5) níveis é possível lavar até 10 cestos DIN. Além disso, possui doze programações de lavagem, sendo seis pré-programadas e seis abertas para programação do usuário.

O sistema de controle da lavadora Termodesinfectora é muito eficiente. É caracterizado por um sistema de controle PLC com painel touch Screen de tela colorida que monitora e exibe status sobre o ciclo e alarmes.

Com isso torna-se muito fácil definir a duração do ciclo de lavagem, a dosagem de detergente, a temperatura da água (até 93°C ) e selecionar entre a  água fria, água quente ou água desmineralizada.

Vale lembrar que a lavadora termodesinfectora tem sua estrutura feita em aço inox AISI 304 e 316. Assim como seus painéis externos que possuem acabamento escovado.

Assim a máquina é sinônimo de durabilidade e qualidade. 

Manejo da Lavadora Termodesinfectora

Considerando a importância do equipamento, é necessário submete-lo a manutenção periódica por motivos de segurança. A segurança das lavadoras termodesinfectadoras inclui, além da avaliação da temperatura e do tempo do ciclo, a conferência do volume de detergente admitido durante a limpeza e a avaliação da eficácia desta com testes em associação às normas observadas durante a rotina de uso do equipamento. 

Conferindo o volume de detergente: Para observar se a diluição do detergente está bem calibrada, utiliza-se uma proveta graduada. Posicionamos esse instrumento na saída do dosador, dentro da lavadora, e acionamos o comando de dosagem. A quantidade de produto dentro da proveta representa a quantidade utilizada em cada ciclo. O resultado dessa ação deve ser comparado aos parâmetros preestabelecidos para o equipamento. ​

Eficácia da limpeza: Para essa avaliação, precisamos programar um ciclo de limpeza e excluir as fases de termodesinfecção e secagem, testando a capacidade de limpeza com simulação de sujidade. Para monitorar essa etapa, utiliza-se um indicador de limpeza.

Avaliação da temperatura e do tempo do ciclo:

Para confirmar se a termodesinfecção está ocorrendo, verifica-se se o tempo e a temperatura programados foram de fato atingidos. Além disso, também temos que checar rotineiramente algumas normas a serem cumpridas. Dentre essas normas, podemos citar as principais, que devem ser observados diariamente:​

  • Condutividade da água;​
  • Volume de detergente;​
  • Limpeza e fixação da grelha do reservatório de água dentro da câmara;​
  • Movimento das hastes de pulverização;​
  • Papel da impressora;​
  • Cartucho de tinta da impressora; ​
  • Vazamentos de água; ​
  • Inspeção visual da limpeza de todas as cargas.​

​Por fim, conclui-se que é preciso adotar um procedimento contínuo de testes para avaliar a operação das lavadoras termodesinfectoras. Isso nos permite diagnosticar precocemente as falhas, trazendo mais controle e qualidade ao processo automatizado de limpeza e termodesinfecção. 

AS VANTAGENS DAS LAVADORAS TERMODESINFECTORAS 

Portanto a grande vantagem da lavadora termodesinfectora é que ela é equipada com braços aspersores de líquidos sem contato com materiais que cobrem toda a área de limpeza.

Com um sistema de super secagem por turbina para circulação de ar quente filtrado por filtro absoluto (HEPA), sendo sua distribuição de ar quente uniforme por todas as zonas da câmara da lavadora.  

Com isso, logo após a  lavagem e desinfecção há uma secagem perfeita de todos os materiais desinfectados, tudo feito pela mesma lavadora.

A Sanders do Brasil é capaz de atender necessidades médicas, clínicas, industriais e laboratoriais com excelência. Além de lavadoras termodesinfectoras, o catálogo da empresa conta com lavadoras ultrassônicas, lavadoras de endoscópio, secadoras e outros, conheça nossos produtos acesse nosso site. 

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.

Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

Tudo sobre a esterilização de materiais odontológicos

A esterilização de materiais odontológicos é o método pelo qual todos os microrganismos são destruídos, inclusive os esporos de bactérias, que são formas de resistência. Vale ressaltar que a morte microbiana é definida como a incapacidade de reprodução. Ou seja, microrganismos presentes no material estéril não são capazes de se reproduzir e causar infecções.

Entenda a importância da esterilização dos materiais odontológicos

Primeiramente, é preciso compreender que algumas bactérias podem apresentar duas formas de desenvolvimento. Assim, chama-se de forma vegetativa a bactéria que se reproduz ativamente, dobrando sua quantidade a cada determinado espaço de tempo. Ao contrário do que vem inicialmente em nossa mente, na forma vegetativa a bactéria está em plena função metabólica.

Em contraste, em sua forma de resistência, conhecida como endósporo, não há reprodução e muito menos atividade metabólica. O endósporo é feito para resistir às condições ambientais mais severas. Uma vez que esse esporo bacteriano encontra condições favoráveis (disponibilidade nutricional), ele retorna a sua forma vegetativa e recomeça a multiplicação bacteriana.

Outra maneira interessante de persistir em um ambiente hostil é a formação de uma estrutura chamada de “biofilme microbiano”, se não fossem as presenças de endósporos e de biofilmes, bastaria ferver seu material odontológico na água por 15 minutos e todas as bactérias na forma vegetativa, fungos e vírus seriam eliminados. Entretanto, endósporos de bactérias patogênicas, como por exemplo Clostridium tetani e Clostridium botulinum, bem como biofilmes com dezenas de espécies de microrganismos, podem resistir a essas condições.

Por isso, a esterilização, bem como a verificação de sua eficiência, são tão crucias para o exercício de uma odontologia de qualidade e segura tanto para o profissional quanto para o paciente.

Saiba os processos de esterilização dos materiais e como eles ocorrem

A princípio, os instrumentos odontológicos precisam ser lavados, escovados para retirar qualquer resíduo e secos. Não adianta esterilizar sem antes limpar corretamente. A sujeira dificulta o processo de esterilização. A utilização de uma lavadora ultrassônica melhora a qualidade a limpeza, conheça as lavadoras da Sanders.

O método de esterilização exigido pela vigilância atualmente é a autoclavagemSua esterilização acontece pelo vapor sob pressão quando as moléculas de água em alta temperatura colidem com moléculas orgânicas, como DNA, lipídios e proteínas. Esse processo é capaz de destruir até os esporos bacterianos mais resistentes quando submetidos a 121°C por 15 minutos. Os instrumentais devem estar embalados para esterilização, após a limpeza com água, sabão enzimático e secagem.

O indicador biológico é o método mais indicado para se certificar do funcionamento correto da autoclave, pois possui endósporos (não patogênicos) bacterianos viáveis em seu interior. Devem ser utilizados pelos menos uma vez por semana.

Além da higienização dos instrumentais e esterilização deles, é necessário usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como luvas, gorros, óculos, etc., para garantir a segurança tanto do cirurgião-dentista quanto da assistente.

Resumindo, não adianta nada desinfetar ou fazer a esterilização de materiais odontológicos se o processo não for realizado corretamente. É claro que um profissional de odontologia que enfatiza a segurança, não apenas porque é necessário, mas como algo de valores, vale a pena ser confiável e respeitado pelos pacientes.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.

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Como fazer o teste biológico da autoclave?

Como fazer o teste biológico da autoclave?

Você sabe qual a importância do teste biológico para autoclave?

Esse procedimento visa a verificação da eficiência do processo de esterilização pelo vapor sob pressão. Por meio dele, podemos entender se a autoclave está funcionando corretamente, realizando o processo como ele precisa ser.

O que o teste biológico em uma autoclave faz?

O processo de teste ocorre porque é necessário monitorar se a autoclave tem a eficiência necessária para esterilizar os instrumentos. O monitoramento com biomarcadores é o mais recomendado e confiável.
Utiliza microrganismos independentes especialmente preparados para identificar o processo de esterilização.

Para quem tem dúvidas sobre a frequência dos testes biológicos em autoclave, recomenda-se o teste semanal de acordo com as normas regulatórias.

A bactéria utilizada foi Bacillus Stearothermophylus (bactéria Coryneform). Na verdade, é uma medida de saber se sua máquina está apta para uso.

Como fazer o teste biológico da autoclave?

Acompanhe o passo a passo para fazer o teste biológico na sua autoclave.

  • Coloque o teste dentro do pacote junto com o material que irá passar pela esterilização;
  • Feche a autoclave e realize o processo de esterilização;
  • Após o ciclo de esterilização, aguarde entre 10 a 15 minutos para o resfriamento;
  • Abra o pacote e retire a ampola;
  • Na incubadora, coloque o indicador-teste (que passou pela esterilização) e o indicado-controle (que não passou pela autoclave). Assim é possível testar também se a incubadora está funcionando corretamente;
  • Dobre a parte superior da ampola plástica, resultando na quebra do vidro interno da ampola. Isso libera o contato dos esporos ao meio de cultura. Tome cuidado para não romper a parte plástica.
  • Não agite a ampola e evite derrubá-la. Além disso, sua parte superior possui um filtro que não deve ser molhado;
  • Verifique as amostras 4 vezes, de 12 em 12 horas.

O Controle e a Checagem das Amostras

Durante as 4 inspeções, atenção deve ser dada à coloração. As ampolas esterilizadas devem começar a ficar roxas, enquanto as ampolas não esterilizadas permanecerão amarelas. Isso indica que o processo de esterilização foi concluído corretamente.

Se ambas as ampolas ficarem roxas, significa que as bactérias cresceram. Como resultado, a esterilização não foi realizada corretamente e foi necessária a manutenção da autoclave.
Se ambos os indicadores ficarem amarelos no final da incubação, significa que não há crescimento bacteriano. Isso indica que a incubadora requer manutenção e, portanto, não pode ser avaliada para esterilização.

Em outras palavras, o frasco de teste (que foi autoclavado) permanecerá roxo, indicando que os esporos foram destruídos. As ampolas de controle (não autoclavadas) ficarão amarelas, indicando que os esporos estão vivos.

Como manusear os materiais odontológicos

Por ser um material que pode conter bactérias, o manuseio adequado dos materiais odontológicos é essencial. Portanto, esses aparelhos não podem ser descartados diretamente como lixo comum. Para manter e limpar o aparelho, basta enrolar a ampola em algodão e recolocá-la na autoclave para esterilização. Depois de esterilizados, podem ser descartados.

Sanders do Brasil é referencia em produtos de alta tecnologia para Central de Materiais e Esterilização, CMEs, com produtos destinados ao controle de infecções, entre em contato e conheça nossas soluções.

15/5: Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares

15/5: Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares

A data, instituída pela Lei nº 11.723/2.008, tem o objetivo de conscientizar autoridades sanitárias, diretores de hospitais e trabalhadores de saúde sobre a importância do controle das infecções hospitalares. Nesta data, o Ministério da Saúde e os serviços de saúde, em especial os hospitais, devem desenvolver campanhas de comunicação social e ações educativas com o objetivo de aumentar a consciência pública sobre o problema representado pelas infecções hospitalares e a necessidade de seu controle.

Infecção Hospitalar é a infecção adquirida após a admissão do paciente na unidade hospitalar e pode se manifestar durante a internação ou após a alta. Pela sua gravidade e aumento do tempo de internação do paciente, é causa importante de morbidade e mortalidade, caracterizando-se como problema de saúde pública.

A incorporação de novos métodos terapêuticos e tecnologias, possibilitou que muitos tratamentos antes disponibilizados somente em hospitais, hoje sejam administrados em regime domiciliar (Programa da Saúde da Família – PSF e Atendimento Domiciliar), em Hospitais-Dias (serviço dentro de um hospital onde o paciente fica durante o dia para receber tratamentos especiais) e clínicas especializadas.

Nesta nova realidade da assistência à saúde, o conceito de infecção hospitalar foi ampliado passando a incorporar as infecções relacionadas à assistência à saúde.

Portaria MS/GM nº 2.616/1.998, estabelece as diretrizes e normas para o controle de infecção hospitalar no país, e as competências dos diferentes níveis de governo e dos hospitais.

Prevenção:

A forma mais simples e efetiva de evitar a transmissão de infecções em ambiente hospitalar é a higienização de mãos. Pode ser por meio de higienização com água e sabão ou por meio de fricção com álcool 70%. Essa recomendação vale tanto para profissionais de saúde quanto para visitantes e também pacientes. A atenção aos cuidados de precaução, sinalizados pela equipe de saúde, também devem ser observados, para se evitar transmissão de doenças e agentes no ambiente hospitalar. Como paciente, além de higienizar suas mãos, principalmente antes das refeições e após usar o banheiro, procure estabelecer uma boa comunicação com a equipe de saúde para entender com clareza os cuidados que estão lhe sendo direcionados e, dessa forma, também contribuir ativamente com a sua recuperação.

Cuidados a serem adotados durante visitas ao hospital:

O visitante deve sempre higienizar as suas mãos na chegada ao hospital, antes e após tocar o paciente ou superfícies próximas ao seu redor e ao sair do hospital. Essa higienização pode ser feita tanto com água e sabão quanto pela fricção alcoólica das mãos com álcool a 70%, o qual deve estar disponível em todo o hospital. Para que a higienização das mãos possa ser mais efetiva, é importante que os adornos sejam retirados (por exemplo, anéis, pulseiras e relógios), para facilitar o contato da água ou do álcool com a superfície da pele que está sendo higienizada. A manutenção das unhas curtas e limpas também pode auxiliar. Não é recomendado que o visitante leve alimentos para o paciente sem a autorização e conhecimento prévio do médico e/ou da nutricionista, sob o risco de prejudicar o tratamento do mesmo.

Também evite levar flores e/ou plantas para o quarto do paciente. Apesar de esse gesto ser entendido como representativo de cuidado e carinho ao paciente, ele pode contribuir para a disseminação de insetos como formigas e aranhas no ambiente hospitalar. Ainda, as plantas podem trazer a presença de esporos fúngicos que, se inalados pelos pacientes imunossuprimidos, podem causar uma doença pulmonar grave, com risco inclusive de óbito.

Preferencialmente não levar crianças para realizar visitas no hospital. Como as crianças ainda se encontram em período de imunização contra doenças transmissíveis, elas podem mais facilmente tanto transmitir quanto adquirir infecções dentro do ambiente hospitalar, até mesmo por não terem maturidade suficiente para atender adequadamente às medidas de precaução e isolamento recomendadas.

Não sentar na cama do paciente, nem em camas vagas ao lado do paciente. Essa é uma atitude que demonstra educação e respeito ao próximo paciente que irá ocupar o leito.

Se houver alguma placa ou orientação na porta do quarto, procure por algum profissional de saúde responsável pelo paciente antes de entrar. Dessa forma, você receberá informações úteis que irão auxiliá-lo durante a permanência no hospital, podendo cooperar para o controle das infecções.

Lavagem das mãos:

As mãos devem ser umedecidas antes de colocar o sabão, de preferência líquido, para evitar que se toque no reservatório. Em seguida, esfregam-se bem o dorso, a palma, os dedos e os interdígitos, isto é, o vão dos dedos. É preciso tomar cuidado também com a área embaixo das unhas. Se a pessoa tem unhas mais longas, deve colocar sabão e esfregar embaixo delas. Nos hospitais, existem espátulas que ajudam a limpar essa região. Na hora de enxaguar, os dedos devem ser virados para cima, na direção da água que cai. Não devem ser usadas toalhas de pano para secar as mãos e, sim, toalhas de papel que servirão também para fechar a torneira. De que adiantará lavar bem as mãos se, depois, tocarmos na torneira contaminada?

O que são “superbactérias”?

O termo “superbactéria” é popularmente conferido às bactérias multirresistentes. Além de não ser tecnicamente correto, dá a uma noção superestimada do risco dessas bactérias. As chamadas “super bactérias” na
verdade são bactérias já conhecidas, presentes normalmente no corpo humano (por exemplo, intestino e pele), porém que se tornaram resistentes aos antibióticos hoje disponíveis, principalmente devido à pressão seletiva exercida pelo uso abusivo de antibióticos em todos os cenários (dentro e fora do hospital). No ambiente hospitalar, são chamadas de bactérias multirresistentes. Quando um paciente adquire uma infecção por uma bactéria multirresistente, as opções terapêuticas para o seu tratamento são menores e a chance de adequada recuperação fica prejudicada. Em muitos casos, se faz necessária a utilização de antibióticos ou combinações menos usuais para o seu tratamento.

Fonte: Biblioteca Virtual em SaúdeMINISTÉRIO DA SAÚDE

Como limpar uma lavadora ultrassônica?

Lavadora ultrassônica: Como limpar?

A lavadora ultrassônica ou lavadora por ultrassom, é um equipamento utilizado para auxiliar na limpeza de peças ou partes, retirando toda sujidade e impureza encontrada na superfície e nas reentrâncias minúsculas e mais profundas. É importante ressaltar que ela não atua sozinha, mas sim, em conjunto com uma solução de limpeza adequada a cada tipo de trabalho.

Nenhum outro sistema de limpeza, é tão eficiente quanto por ultrassom. A constante limpeza por ultrassom faz com que a infecção hospitalar causada pelos instrumentos mal lavados  se reduza, além de prolongar a vida útil dos materiais.

Assim, o processo de limpeza por ultrassom é o método, mais rápido, eficiente, econômico e higiênico.

Nesse artigo vamos explicar os passos para limpeza da lavadora ultrassônica e porque ela é importante.

Procedimento de limpeza da lavadora ultrassônica

Uma lavadora ultrassônica é composta por peças mecânicas (cuba ultrassônica e cesto de inox), uma parte eletrônica (resistência de aquecimento e placa de controle) e pastilhas piezoelétricas.

Essas últimas são responsáveis pela cavitação ultrassônica, que é a geração de microbolhas de alta pressão, as quais em contato com o material implodem e realizam a limpeza.

Para a correta limpeza do equipamento, garantia do perfeito funcionamento e segurança no manuseio são importantes os passos a seguir:

• Utilizar o EPI (gorro, sapatos fechados, óculos de proteção e avental).

• Verificar se o equipamento está frio e desligado.

• Realizar a higienização das mãos.

• Calçar luvas de borracha.

• Retirar os cestos da lavadora.

• Lavar os cestos separadamente com esponja e sabão líquido.

• Enxaguar os cestos em água corrente.

• Colocar os cestos para escorrer sobre bancada forrada com pano seco limpo.

• Lavar toda a superfície da câmara interna com água e sabão líquido neutro utilizando pano de limpeza.

• Remover o sabão líquido com pano limpo umedecido em água limpa.

• Repetir a operação tantas vezes quanto necessário para completa remoção do sabão.

• Secar com pano seco e limpo.

• Repetir procedimento na parte externa do equipamento.

• Realizar a higienização das mãos.

OBSERVAÇÕES:

• Ao enxaguar os cestos da lavadora em água corrente, o uso de óculos de proteção e avental.

• Sugerimos que pelo menos 1 vez ao mês, realize um ciclo de limpeza, circulando pela máquina um desinfetante de alto nível (ácido peracético por exemplo) para desinfetar e limpar as tubulações internas do equipamento.

Onde utilizar?

– Odontológica: Limpeza do ferramental, brocas e limas usadas em endodontia;

– Cirúrgica: Limpeza dos ferramentais usados em salas de cirurgia, cateteres, sondas;

– Laboratorial: Limpeza de lâminas, backers, pipetas, provetas e vidrarias em geral.

– Ind. Farmacêutica: Limpeza de mecanismos de equipamentos usados na produção de medicamentos;

– Eletrônica: Limpeza de placas de circuito impresso e placas em alumínio;

– Metrologia: Limpeza de instrumentos de medição críticos;

– Óticas: Limpeza de armações e lentes de óculos;

– Relojoarias: Limpeza de mecanismos e pulseiras de relógio;

– Joalherias: Limpeza de jóias e pedras preciosas;

– Informática: Limpeza de mecanismos de impressoras fiscais, cabeças de impressão e placas de circuito impresso que passam por retrabalho;

– Automotiva Limpeza de bicos Injetores (diesel e injeção eletrônica), carburadores, TBI’s, galerias de combustível, bombas elétricas;

A Sanders do Brasil possui a mais completa linha de equipamentos Hospitalar sendo referência no controle de infecções, qualidade e garantia, conheça nossa linha de equipamentos em www.sandersdobrasil.com.br.

Lavadoras Ultrassônicas | Benefícios e Automatização

Lavadoras Ultrassônicas | Benefícios e Automatização

O processo de limpeza é sem dúvida um dos passos mais críticos no reprocessamento de materiais médicos utilizados em hospitais e postos de saúde. Por isso o uso das Lavadoras Ultrassônicas tem garantido que o processo de desinfecção e esterilização dessas ferramentas seja total. Garantindo assim a efetividade do processo e evitando qualquer tipo de contaminação.

Nesse processo uma série de questões precisam ser analisadas, e a principal delas é a garantia da remoção de microrganismos que podem estar presentes nesses materiais.

Uma possível contaminação dessas ferramentas, que são reutilizáveis é sem dúvida uma grande preocupação para os responsáveis pela segurança da saúde e do bem-estar das pessoas que irão utilizar esses materiais. Por isso alguns processos foram adotados, assegurando de forma definitiva a qualidade da esterilização.

Uma dessas medidas tomadas foi a utilização da limpeza automatizada.

Esse método de limpeza diminui e muito as chances de contaminação cruzada entre pacientes e tem tornado o dia a dia dos profissionais de saúde muito mais eficaz.

O processo de limpeza automatizado acontece através das Lavadoras Ultrassônicas, que além de oferecer benefícios como a padronização dos ciclos de limpeza, garantem também as ações mecânicas em espaços de difícil acesso.

Além disso elas ainda parametrizam o processo de higienização, garantindo e documentando a efetividade da limpeza dos materiais que serão reutilizados de forma limpa e segura.

Como as Lavadoras Ultrassônicas funcionam na prática?

As Lavadoras Ultrassônicas produzem através de ondas ultrassônicas, milhões de bolhas que, se expandem, e implodem.

Essa implosão gera áreas de vácuo que provocam o deslocamento da sujeira presente na superfície dos materiais higienizados, esse processo e conhecido como cavitação.

Esse processo possibilita a remoção de sujeiras de forma muito mais eficaz em toda a superfície do material que está sendo trabalhado.

Principalmente em áreas menores que são de difícil acesso, e tornariam o processo manual muito mais difícil e menos eficaz.

Fim do Processo Manual

O usa das Lavadoras Ultrassônicas colocou um fim no processo manual de higienização desses materiais.

Houve a diminuição dos riscos de contaminação, o processo se tornou muito mais seguro e higiênico visto que o colaborador não entra mais em contato direto com as peças higienizadas.

Além disso as Lavadoras Ultrassônicas reduzem e muito o tempo de processamento, já que a sequencia das Lavadoras Ultrassônicas são automatizadas.

Lavadoras Ultrassônicas e a Automatização do Processo

Outra vantagem das Lavadoras Ultrassônicas é a automatização do processo.

Com processos automatizados diminui em quase 100% as chances de erros com o uso inadequado de insumos, garantindo que os parâmetros sejam mantidos do começo ao fim do processo.

É possível evitar também possíveis acidentes que podem ocorrer devido ao uso inadequado da dosagem de materiais de higienização. Ao mesmo tempo evita qualquer desperdício de material de limpeza garantindo resultados mais eficientes e satisfatórios.

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Coronavírus e as Clínicas de estética: práticas de prevenção.

Pessoas ao redor do mundo estão enfrentando um novo inimigo invisível. O coronavírus, causador da doença Covid-19, teve inicio em dezembro de 2019 , na cidade de Wuhan, na China.

O que parecia distante, infelizmente hoje tornou-se uma realidade no Brasil.

Portanto cabe agora a cada um de nós assumirmos o nosso papel para a prevenção do contágio e proliferação dessa e de outras doenças que só podem ser evitadas através das normas de biossegurança.

Para uma clínica de estética por exemplo, os riscos de contaminação pelo coronavírus tornam-se eminentes.

Portanto entenda como manter a biossegurança e evitar a proliferação dessa ou de qualquer outra doença em sua clínica de estética.

Como o esteticista pode se precaver contra a COVID-19

Primeiramente o uso de EPI’s Equipamentos de Proteção Individual, tornam-se indispensáveis para evitar a transmissão do coronavírus ou qualquer outra doença transmissível. Alguns desses equipamentos são:

1. Máscara

Entre os possíveis meios de transmissão do vírus, a principal são pelas gotículas de saliva, liberada durante as tosses e espirros. Por isso o uso de máscaras é indispensável.

As máscaras não evitam o contágio, pois outros orifícios ficam expostos, mas evitam que o vírus seja espalhado através de tosses e espirros.

Fora da clínica, quem precisa usar máscaras? Apenas pessoas contagiadas ou com sintomas da doença. 

2. Jaleco

Outro EPI muito importante é o jaleco, os clientes podem ter utilizado de diversos meios de transporte para chegar até a clínica, carro, ônibus ou rua. O jaleco em si fica estritamente no ambiente da clínica, evitando que o profissional leve microorganismos nocivos, levados por clientes, para dentro de suas casas.

3. Luvas descartáveis

A maior parte do trabalho realizado por esteticistas é feito com as mãos. Porém as mãos tocam inúmeras superfícies, que podem estar carregados de bactérias e conter o vírus.

Por isso as mãos acabam sendo um meio perigoso de contágio, seja na pele ou debaixo das unhas. Portanto a melhor forma de não levar isso até seus clientes é com a utilização de luvas.

Para que o cuidado seja tomado de forma correta, é preciso fazer a anti-sepsia das mãos antes de colocar as luvas, assim como é indicado que seja feito das mãos dos clientes também.

4. Touca

Pode não parecer, mas o cabelo também é responsável por carregar muitas sujidades. E seu uso é indispensável para a saúde estética.

Assepsia do ambiente e materiais

Falamos sobre você e seus EPI’s. Mas e a clínica?

Quais cuidados devem ser tomados na clínica de estética contra o coronavírus.

É imprescindível que o ambiente esteja o mais limpo possível para diminuir o risco de contaminação do COVID-19. Para isso pode-se usar álcool 70% para assepsia de materiais e bancadas de trabalho. Lembre-se de aplicar o produto com papel toalha ou uma gaze de algodão, e fazer o descarte em seguida.

O descarte correto dos materiais também é uma medida importante que garantirá não só a higiene, mas também a segurança da clínica e de seus profissionais. Essas táticas, embora destinadas para o novo coronavírus, também ajudariam a conter outras enfermidades contagiosas e tão ameaçadoras quanto ele. 

Outro fator tão importante quanto a assepsia da clínica é a esterilização dos materiais e acessórios que você utiliza em seus atendimentos. Você pode utilizar uma autoclave para realizar esta limpeza.

Esterilização dos materiais e equipamentos
  • Produtos: o ideal é usar materiais devidamente limpos e assépticos ou descartáveis para retirar o produto da sua embalagem; 
  • Maca: antes de fazer a troca do lençol descartável, deve-se aplicar álcool 70% na superfície da maca;
  • Equipamentos: com um algodão umedecido com a solução antisséptica, friccionar por no mínimo 30 segundos por toda a extensão do acessório que entra em contato com a cliente (eletrodos, manoplas, canetas, etc.); 
  • Procedimentos: é muito importante a assepsia das mãos do cliente antes de iniciar o tratamento, para evitar contaminação.

Dê preferência aos materiais autoclaváveis, como, por exemplo, os pincéis para peelings químicos autoclaváveis.

Converse com o cliente sobre o coronavírus

Nesse momento critico em que vivemos, todo cuidado ainda é pouco. Portanto para evitar o contágio do Coronavírus, o diálogo é muito importante. 

Se seu cliente apresentar qualquer sintoma de gripe ou febre, por exemplo, procure remarcar a sessão para outra data. O mesmo vale para você. 

Quando receber o cliente em clínica, ofereça álcool 70% para a antissepsia das mãos, e tome todas as precauções que conversamos acima. 

Importância da biossegurança contra o coronavírus

Manter uma boa imagem em relação à biossegurança na atuação profissional, funciona também como um diferencial para o esteticista, que reforça o seu compromisso com a saúde do cliente e o seu próprio bem-estar. 

A rotina dos estabelecimentos tem mudado muito desde o anuncio da pandemia. Na área de beleza não foi diferente, pudemos reparar uma queda expressiva na quantidade de clientes que ainda frequentam as clínicas de estética. Por isso para os profissionais que ainda continuam com as portas abertas, realize os serviços oferecendo o máximo de segurança para os clientes, tome todas as medidas de biossegurança e demonstre que o o cliente estará seguro em sua clínica.

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Reprocessamento de equipamentos para a saúde: regras da ANVISA.

Certamente não existem dúvidas de que todo reprocessamento de equipamentos feito nas unidades de saúde, é um procedimento complexo e de suma importância, cujo principal objetivo é evitar que ocorra infecções, presença de endotoxinas, biofilmes, perda da integridade do material entre outros.

Além disso, há uma preocupação com eventos adversos relacionados aos resíduos de material imunológico de um paciente para outro.

Por meio de equipamentos mal reprocessados ou reações decorrentes de resíduos de produtos mal utilizados durante a limpeza do artigo.

Desse modo, é de suma importância que o profissional responsável pelo reprocessamento desses equipamentos seja altamente capacitado e tenha profundos conhecimentos sobre crescimento microbiano, curva de crescimento, morte microbiana, esporos bacterianos, endotoxinas, carga microbiana (bioburden), biofilmes, resistência microbiológica, príons, entre tantos outros.

Além de características como: responsabilidade, iniciativa, equilíbrio emocional, trabalho em equipe, capacidade organização.

Essas características são exigidas rotineiramente nesta atividade de extrema importância em uma unidade de saúde.

É preciso contar também com equipamentos de qualidade como circuladores, lavadoras, pistolas de limpeza e secadoras.

Esses equipamentos são essenciais para garantir a qualidade do processo.

O que é reprocessamento?

O reprocessamento trata-se de um procedimento de Limpeza, desinfecção e esterilização de materiais ou instrumentos hospitalares.

Esse procedimento tem o papel de garantir a suficiência e a segurança para que esses materiais possam ser reutilizados, sem oferecer nenhum tipo de risco biológico aos pacientes.

Quais materiais podem ser reprocessados?

O reprocessamento de produtos para a saúde envolve todos os materiais hospitalares que podem ser considerados reutilizáveis.

Isso se resume aos equipamentos, aparelhos ou produtos de uso médico, odontológicos ou laboratoriais, que tenham a finalidade de prevenir, diagnosticar, tratar ou reabilitar pacientes.

Lembrando que é preciso desconsiderar a utilização de materiais de uso farmacológicos, imunológicos ou metabólicos para aplicações em seres humanos.

Quais os materiais que são proibidos para reutilização?

Outra preocupação que deve haver nos estabelecimentos de saúde é sobre a reutilização de artigos de uso único que, embora venham de fábrica contendo a identificação de “uso único”, ainda são reutilizados.

O reuso destes artigos envolve questões legais, médicas, éticas e econômicas, sendo amplamente discutido. Esses materiais são:

  • Bisturis descartáveis
  • Cateteres
  • Escalpes
  • Espéculos
  • Luvas cirúrgicas
  • Marcapasso
  • Placas e parafusos
  • Prótese vascular
  • Sondas nasogástricas
  • Sondas vesicais
  • Tubos endotraqueais
Quais são as exigências da Anvisa sobre o reprocessamento de produtos para a saúde?

Conforme as regras determinadas pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão responsável pelo inspeção e monitoramento da qualidade desse processo, o reprocessamento de materiais de saúde que estão contidos na categoria de “uso único” precisam atender alguns padrões que exigem o máximo de qualidade e segurança.

Quanto ao processo de registro e de rotulagem dos produtos médicos, é necessário requerer à Anvisa o enquadramento do material, definindo-o como sendo único ou reutilizável.

Após a análise dos produtos de saúde, a Anvisa definirá a categoria estabelecida, mas, apesar de o órgão estabelecer esse controle rígido de definir em resoluções as regras que garantam a segurança.

É também fundamental que os fornecedores desses materiais reutilizáveis estejam atentos aos riscos que um reprocessamento inapropriado pode causar aos pacientes e usuários, ou seja, um reprocessamento feito sem os produtos adequados pode causar danos aos pacientes.

Vantagens

Contudo o reprocessamento de equipamentos para saúde é um tema ainda muito complexo, mas essa prática oferece muitas vantagens, econômicas e ecológicas.

Com a reutilização dos produtos, automaticamente haverá menos gastos, assim como a reutilização proporciona uma menor quantidade de resíduos que precisaram ser descartados, diminuindo assim os poluentes no meio ambiente.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br.

Estúdios de Tatuagem e a Biossegurança

É extremamente natural que qualquer pessoa que decida fazer uma Tatuagem, opte por um profissional renomado, que ofereça um espaço específico para essa atividade sendo ele limpo e seguro, garantindo uma experiência satisfatória, deixando bem claro que essa atividade não vai oferecer qualquer tipo de risco para a saúde do cliente.

Consequentemente é de suma importância que os profissionais tatuadores estejam sempre atentos para que o seu estúdio apresente todas essas características, além de garantir que estejam também dentro das normas e regras de biossegurança estabelecidas pela ANVISA.

Tatuagem e a biossegurança

O ato de tatuar consiste na pigmentação e a perfuração da pele, ou seja, as chances de uma contaminação são eminentes, tanto para o cliente quanto para o profissional tatuador. Isso se explica devido a utilização de materiais que estão em contato direto com o ar, sangue e os fluidos corporais do cliente, que se porventura apresentar alguma contaminação pode acarretar diversas doenças.

Portanto conhecer e garantir as normas de biossegurança é essencial nesse ofício, o ato de tatuar lida diretamente com a integridade da pele do cliente, por isso, primeiramente algumas medidas de biossegurança devem ser implementadas pelos proprietários de estúdios de Tatuagem. Algumas dessas medidas são:

  • Manter-se atento aos cuidados básicos: o tatuador deve ter o hábito de lavar corretamente as mãos, no mínimo antes e após o procedimento;
  • Uso de acessórios de proteção: acessórios de uso pessoal do tatuador são indispensáveis, como luvas, aventais e máscaras;
  • Armazenamento de equipamentos: todos os equipamentos devem estar armazenados em armários limpos, que não apresentem nenhum tipo de umidade e devem se manter fechados durante todo o tempo que não estão em uso. Já os materiais que necessitam de esterilização devem ser armazenados em locais separados, limpos e secos;
  • Produtos: todos os produtos devem estar de acordo com a ANVISA, principalmente as tintas utilizadas no procedimento;
  • Materiais descartáveis: os materiais descartáveis como luvas, agulhas e lâminas devem ser eliminados logo após o uso. Lembrando que o uso de materiais descartáveis, não elimina a necessidade de práticas de assepsia e desinfecção;
  • Material esterilizado: todo o material utilizado no processo, como agulhas de Tatuagem devem ser esterilizados em autoclaves e embalados individualmente.
A segurança antes de tudo

É possível observar que muitos dos profissionais tatuadores, ainda não entenderam a real importância dos processos de biossegurança, subestimando assim as consequências de um processo malconduzido. Apesar da dificuldade em mensurar e explicar o risco inerente à prática desse ofício, os tatuadores percebem sua existência, mas a preocupação com a arte é na maioria das vezes é o que prevalece.

Em vários momentos pode-se constatar que cada profissional atua da forma diferente, de maneira empírica, sem se preocupar com normas ou protocolos de biossegurança, gerando riscos, tanto para o cliente quanto para o profissional.

Contudo é necessária a padronização do procedimento, até mesmo para que este ofício se consolide como profissão.
As ações de biossegurança no ofício de tatuar podem apontar uma nova área de atuação para o enfermeiro visto que, entre suas competências, se destacam a educação em saúde e o treinamento de pessoal em proteção da saúde do trabalhador.

Por isso é preciso que os profissionais que optam por equipamentos de aço cirúrgico, sobretudo entendam que a esterilização é um dos principais pontos para a garantia de um procedimento saudável e seguro. É recomendável que lâminas, biqueiras, agulhas e hastes sejam esterilizadas em autoclaves.

Uso das autoclaves

O uso de autoclaves resume-se em práticas rápidas e seguras, sendo a principal escolha da maioria dos tatuadores. Além disso, elas proporcionam mais economia, devido ao seu baixo consumo de energia; são resistentes, fazendo com que os tatuadores não tenham que se preocupar com manutenções frequentes, e apresentam um ótimo custo benefício.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Limpeza Ultrassônica e suas Vantagens

A Limpeza ultrassônica utiliza o ultrassom, ou seja, vibrações no ar que vão além dos limites sonoros, essas vibrações são imperceptíveis pelo ser humano.

O que é Ultrassom?

O ultrassom utiliza de ondas mecânicas, acústicas, eletromagnéticas e longitudinais que percorrem por toda a matéria a ser limpa, desenvolvendo-se de modo que interaja com a substância e mostre suas peculiaridades, bem como os seus aspectos.

As frequências ultrassônicas são geradas através de trasdutores, por isso, são sistemas capazes de converter um tipo de energia em outra.

No caso dos métodos ultrassônicos, em síntese são transformados de forma mútua, energia elétrica em mecânica.

Formado por ondas de grande extensão, o som de frequência é distribuído por meio de matérias líquidas e sólidas. Por isso, as diferentes velocidades de propagação variam de acordo com a matéria que está sendo analisada, da passagem de um meio para o outro, sofrendo uma grande diminuição da intensidade do sinal em consequência dos efeitos de absorção, reflexão e dispersão.

O desenvolvimento dos métodos de utilização do ultrassom é aprimorado e tem por objetivo satisfazer as necessidades do ser humano, a fim de transmitir informações por meio de ondas sonoras.

Em diversas áreas tecnológicas, é utilizado para detectar objetos, medir determinadas distâncias, encontrar falhas em estruturas e, nos parques industriais, é usado para aceleração de processos químicos e para a higienização de utensílios e equipamentos.

A técnica de higienização por meio de ultrassom é mais um emprego de suas funcionalidades.

A aplicação desses procedimentos tem superado as expectativas de consumidores da área de maneira surpreendente.

Os diversos formatos e as capacidades que possuem em comportar a matéria adequam-se à necessidade da área tecnológica interessada em aderir o processo.

Existem alguns modelos que, com a finalidade de oferecem uma assistência maior na atividade, possuem algumas opções de aquecimento, e cronômetros mecânicos ou digitais, garantindo sucesso no resultado do sistema de limpeza industrial, farmacêutica e biomédica.

A limpeza por ultrassom

O processo de limpeza através do ultrassom tem como objetivo principal a redução da exposição ocupacional a agentes microbianos em peças e equipamentos.

Proporcionando assim melhorias no processo de apuração e aumento na produtividade.

O método de lavagem e enxágue do equipamento remove microrganismos fazendo com que ocorra a diminuição eficiente da existência de carga microbiana.

As ondas ultrassônicas são produzidas através de um gerador e um transdutor.

Portanto seu processo consiste no intervalo de frequência de ondas entre 20.000 a 100.000 ciclos por segundo, exigindo-se a faixa de frequência de 20.000 a 50.000 ciclos a mais empregadas para o processo de limpeza.

As lavadoras ultrassônicas são indicadas para o processo de purificação de equipamentos assim como, industriais de autopeças, montadoras, indústrias farmacêuticas, indústrias de alimentos e bebidas. Além de instrumentos convencionais, laboratoriais e clínicos.

A Limpeza ultrassônica se dá por meio da cavitação, ou seja, processo que consiste em bolhas microscópicas geradas pelo contato entre a água, o uso da solução de higiene adequada e a frequência do ultrassom.

A dissolução e reação são fatores que devem ser considerados no processo da limpeza de resíduos.

Igualmente é de grande importância conhecer os componentes do agente de purificação.

A ficha técnica de segurança, bem como a tensão superficial da água, a temperatura, as frequências e as potências das ondas.

A tensão superficial da água pode ser reduzida de acordo com a utilização adequada do detergente A tensão superficial da água pode ser reduzida de acordo com a utilização adequada do detergente associado ao método de lavagem. Esse recurso exige menos energia no sistema de cavitação. Quando a temperatura do equipamento está entre 40oC a 45oC, o resultado de higienização é mais eficiente.

No que se refere à frequência das ondas, o valor da repetição ideal é de 38.000 ciclos por segundo para limpeza eficaz.

Vantagens
  • Resultados mais eficientes e seguros: Esse método de limpeza possui a capacidade de atingir os poros da superfície e as áreas mais difíceis de serem alcançadas, proporcionando assim mais eficiência e rapidez na eliminação da sujeira, agilizando o processo de esterilização.
  • Maior tempo de vida útil dos instrumentos: Esse método de lavagem diminuir e muito a possibilidade de desgastes dos instrumentos utilizados nessa técnica de limpeza, pois a lavadora não os coloca em atrito durante a lavagem, diferente do processo de lavagem manual.
  • Fim dos processos manuais: Além de diminuir os riscos inerentes que uma lavagem de instrumentos hospitalares de forma manual pode oferecer a um individuo, a Limpeza ultrassônica reduz os gastos com capacitações de colaboradores em decorrência aos avanços tecnológicos. As lavadoras ultrassônicas tornam o processo mais higiênico visto que não há contato humano com as peças a serem limpas, além da significativa redução de dispêndio com recursos humanos, pois a sequência é automatizada.

Nesse sentido, essa automação diminui e muito os erros com o uso inadequado de insumos.

Garantindo assim os parâmetros em todas as fases do processo, evitando acidentes que poderiam ocorrer devido ao uso inadequado da dosagem de produtos, e consequentemente o desperdício de materiais.

Essas características são de extrema importância para o entendimento do quanto as lavadoras tornam o processo mais eficiente e satisfatório.

Diminuição de gastos e adoção de recursos sustentáveis

A tomada de decisões aliadas á boas práticas de sustentabilidade são indispensáveis para as empresas que querem se destacar, ou seja, desenvolvimento econômico adaptado aos métodos de interação com o meio ambiente são o que chamamos de indústrias 4.0.

Portanto além de resultar na diminuição evidente no consumo e desperdício de água, o processo de limpeza por ultrassom interfere na redução do lapso temporal necessário para a conclusão da atividade e na economia de produtos químicos, antes utilizados nas atividades manuais.

Como ação de sustentabilidade empresarial, essas análises positivas de diminuição de recursos contribuem para resultados que visem ao respeito pelo meio ambiente.

Da mesma forma promove o desenvolvimento sustentável da sociedade.

Eliminação das contaminações hospitalares causadas por instrumentos mal lavados

O poder da alta temperatura no método da Limpeza ultrassônica auxilia no combate a infecções clínicas e hospitalares.

Portanto esse processo, se aliado a outros meios de destruição das cargas microbianas, garantem a máxima efetividade, eliminando assim as chances de contaminação de pacientes e profissionais causados por instrumentos mal higienizados.

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