Como desenvolver o controle e a prevenção de infecções em odontologia.

Os profissionais de saúde dentária, sua equipe e os instrumentos utilizados em seu consultório estão constantemente expostos a tecidos orais potencialmente infectados, saliva e sangue. Por isso é essencial que esses profissionais verifiquem sempre se o controle e a prevenção de infecções cruzadas estão sendo promovidos em seu consultório, tanto para os pacientes quanto para os membros da equipe.

Conhecimento e Treinamento para o controle e a prevenção de infecções

A princípio o primeiro passo em direção a um consultório protegido e livre de infecções é a conscientização.

Consciência e conhecimento estão entre os requisitos essenciais para o controle e prevenção de infecções em odontologia.

Todas as partes envolvidas no tratamento odontológico devem estar cientes dos possíveis processos de disseminação de doenças dentárias de um paciente para outro. Três partes estão envolvidas:

  • O paciente – Os pacientes devem estar cientes e educados quanto ao controle de infecções. É preciso deixar claro como eles podem desempenhar seu papel na prevenção da propagação de uma infecção de um paciente para o outro.
  • Profissionais de Odontologia – Os dentistas são os responsáveis por educar e treinar os membros da sua equipe, é importante deixar claro sobre a importância do controle de infecções cruzadas e os riscos que estarão expostos caso não cumpram com as regras de controle.
  • Profissionais de saúde bucal – Todos os profissionais ligados a saúde bucal precisam manter seus conhecimentos atualizados através de todas as fontes possíveis, assim ele adquire conhecimento e podem auxiliar outros profissionais, membros da equipe e os pacientes.
Compromisso Ético

Obter o máximo de conhecimento e entendimento possível, ainda não é o suficiente. Um profissional deve possuir um compromisso ético e profissional, garantindo o controle de infecções e doenças. Educação e atenção plena, obviamente, ajudarão a desenvolver esse compromisso.

Adesão às normas e diretrizes

A responsabilidade de fornecer padrões e diretrizes para práticas mais seguras é supervisionada em nível nacional e internacional pelo órgãos responsáveis. Os profissionais de odontologia devem atender os requisitos em seu município, bem como os padrões internacionais. 

Padrões básicos de segurança para o controle e a prevenção de infecções

Alguns padrões de segurança são básicos e essenciais, precisam ser adotados com todos como rotina, sem qualquer conhecimento prévio de status de infecção do paciente. Além disso esses padrões precisam ser seguidos para que os riscos de transmissão de infecções sejam minimizados.

Padrões de Segurança
Higienizar as Mãos 

A higienização das mãos é sem dúvidas a medida de proteção mais crucial contra a infecção cruzada em ambientes dentários. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os profissionais de saúde lavem as mãos antes e imediatamente após a realização de qualquer atendimento ou procedimento. Para exames de rotina, pode-se lavar as mãos com sabão ou detergente à base de álcool. No entanto, para procedimentos cirúrgicos, deve-se realizar uma lavagem cuidadosa das mãos, juntamente com a limpeza sob as unhas.

Roupas e artigos de proteção

Os equipamentos de proteção individual (EPI), são muito eficazes na prevenção da transmissão de doenças em ambientes dentários. As luvas formam uma barreira adequada e impedem a passagem de bactérias do sangue e dos fluidos corporais dos pacientes. Da mesma forma, máscaras e óculos são altamente eficazes contra a prevenção da transmissão de infecções transmitidas pelo ar. Além disso, recomenda-se que os profissionais de saúde bucal usem mangas compridas, como barreiras de proteção.

O gerenciamento adequado dos resíduos

Produzidos durante o procedimento clínico odontológico deve ser assegurado que eles não se tornem uma fonte de infecção para os pacientes e os profissionais de saúde.

Manuseio e descarte de agulhas e objetos cortantes

Certamente que a maioria dos procedimentos odontológicos requerem o uso de instrumentos cirúrgicos cortantes, que podem atuar como fonte de infecção cruzada, se não forem descartados adequadamente.

 As práticas odontológicas devem ter processos definidos para garantir as extremidades de trabalho dos instrumentos descartáveis ​​antes de descartá-los. Por outro lado, instrumentos afiados reutilizáveis ​​devem ser adequadamente esterilizados antes de serem reutilizados no próximo paciente.

Limpeza, descontaminação e esterilização 

A esterilização garante que todos os microrganismos, incluindo esporos na superfície dos instrumentos dentários, sejam destruídos, reduzindo as chances de infecção cruzada. Portanto uma solução avançada que abrange o processo de descontaminação e esterilização do início ao fim manterá você coberto e proporcionará a tranqüilidade necessária para se concentrar no tratamento de seus pacientes. 

Certifique-se de que seu fornecedor de soluções possa responder a todas as etapas do processo com o seguinte: um limpador ultrassônico para eliminar descartes duros, uma máquina seladora para garantir armazenamento estéril adequado até a reutilização dos instrumentos, uma lavadora desinfetadora alta qualidade de desinfetar os instrumentos antes que eles entrem no esterilizador e, mais importante, uma autoclave avançada que fornecerá resultados de alta qualidade sem compromisso. 

Ter equipamentos de ponta pode tornar o processo fácil e aumentar a produtividade, deixando mais tempo para se concentrar no atendimento ao paciente.

Precauções especiais de controle e a prevenção de infecções para pacientes em risco

Precauções devem ser praticadas com pacientes que sofrem de doenças infecciosas como HIV, hepatite B e C:

  • Infecção  transmitida pelo ar – a proteção contra infecções transmitidas pelo ar exige imunização contra gripe, tuberculose ativa ou varicela. Isso também pode envolver o uso de máscaras respiratórias imunizadas, de preferência em salas com pressão negativa.
  • Precauções de contato  – Recomenda -se o uso de aventais e luvas de plástico durante as operações. Eles devem ser usados, por exemplo, contra MRSA, telhas ou Impetigo.
Limpeza da linha de água da unidade odontológica 

Outra fonte potencial de infecção na prática odontológica é a linha d’água. Uma linha d’água dedicada deve ser providenciada para esterilização e para instrumentos que exijam água durante o uso, como peças de mão odontológicas, raspadores ultrassônicos etc. A inspeção regular da linha d’água também é necessária para evitar a formação de biofilme que pode resultar em infecção.

Vamos resumir

Da mesma forma o objetivo dessas medidas é prevenir e controlar a infecção, e elas devem se tornar uma parte essencial dos valores essenciais de qualquer clínica odontológica. Dentistas e gerentes de clínicas são encarregados da segurança de seus pacientes e da equipe odontológica. 

Portanto, eles devem conceber um processo abrangente em sua prática para minimizar a transmissão de infecções e criar um ambiente seguro para seus pacientes e equipe odontológica. 

Sob o mesmo ponto de vista, se sua prática seguir as diretrizes de controle de infecção combinadas ao uso de produtos e soluções de processamento estéril de alta qualidade , certamente você será classificado entre os melhores do campo. 

É claro que um profissional de odontologia que enfatiza a segurança, não apenas porque é necessário, mas como algo de valores, vale a pena ser confiável e respeitado pelos pacientes.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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Coronavírus e as Clínicas de estética: práticas de prevenção.

Pessoas ao redor do mundo estão enfrentando um novo inimigo invisível. O coronavírus, causador da doença Covid-19, teve inicio em dezembro de 2019 , na cidade de Wuhan, na China.

O que parecia distante, infelizmente hoje tornou-se uma realidade no Brasil.

Portanto cabe agora a cada um de nós assumirmos o nosso papel para a prevenção do contágio e proliferação dessa e de outras doenças que só podem ser evitadas através das normas de biossegurança.

Para uma clínica de estética por exemplo, os riscos de contaminação pelo coronavírus tornam-se eminentes.

Portanto entenda como manter a biossegurança e evitar a proliferação dessa ou de qualquer outra doença em sua clínica de estética.

Como o esteticista pode se precaver contra a COVID-19

Primeiramente o uso de EPI’s Equipamentos de Proteção Individual, tornam-se indispensáveis para evitar a transmissão do coronavírus ou qualquer outra doença transmissível. Alguns desses equipamentos são:

1. Máscara

Entre os possíveis meios de transmissão do vírus, a principal são pelas gotículas de saliva, liberada durante as tosses e espirros. Por isso o uso de máscaras é indispensável.

As máscaras não evitam o contágio, pois outros orifícios ficam expostos, mas evitam que o vírus seja espalhado através de tosses e espirros.

Fora da clínica, quem precisa usar máscaras? Apenas pessoas contagiadas ou com sintomas da doença. 

2. Jaleco

Outro EPI muito importante é o jaleco, os clientes podem ter utilizado de diversos meios de transporte para chegar até a clínica, carro, ônibus ou rua. O jaleco em si fica estritamente no ambiente da clínica, evitando que o profissional leve microorganismos nocivos, levados por clientes, para dentro de suas casas.

3. Luvas descartáveis

A maior parte do trabalho realizado por esteticistas é feito com as mãos. Porém as mãos tocam inúmeras superfícies, que podem estar carregados de bactérias e conter o vírus.

Por isso as mãos acabam sendo um meio perigoso de contágio, seja na pele ou debaixo das unhas. Portanto a melhor forma de não levar isso até seus clientes é com a utilização de luvas.

Para que o cuidado seja tomado de forma correta, é preciso fazer a anti-sepsia das mãos antes de colocar as luvas, assim como é indicado que seja feito das mãos dos clientes também.

4. Touca

Pode não parecer, mas o cabelo também é responsável por carregar muitas sujidades. E seu uso é indispensável para a saúde estética.

Assepsia do ambiente e materiais

Falamos sobre você e seus EPI’s. Mas e a clínica?

Quais cuidados devem ser tomados na clínica de estética contra o coronavírus.

É imprescindível que o ambiente esteja o mais limpo possível para diminuir o risco de contaminação do COVID-19. Para isso pode-se usar álcool 70% para assepsia de materiais e bancadas de trabalho. Lembre-se de aplicar o produto com papel toalha ou uma gaze de algodão, e fazer o descarte em seguida.

O descarte correto dos materiais também é uma medida importante que garantirá não só a higiene, mas também a segurança da clínica e de seus profissionais. Essas táticas, embora destinadas para o novo coronavírus, também ajudariam a conter outras enfermidades contagiosas e tão ameaçadoras quanto ele. 

Outro fator tão importante quanto a assepsia da clínica é a esterilização dos materiais e acessórios que você utiliza em seus atendimentos. Você pode utilizar uma autoclave para realizar esta limpeza.

Esterilização dos materiais e equipamentos
  • Produtos: o ideal é usar materiais devidamente limpos e assépticos ou descartáveis para retirar o produto da sua embalagem; 
  • Maca: antes de fazer a troca do lençol descartável, deve-se aplicar álcool 70% na superfície da maca;
  • Equipamentos: com um algodão umedecido com a solução antisséptica, friccionar por no mínimo 30 segundos por toda a extensão do acessório que entra em contato com a cliente (eletrodos, manoplas, canetas, etc.); 
  • Procedimentos: é muito importante a assepsia das mãos do cliente antes de iniciar o tratamento, para evitar contaminação.

Dê preferência aos materiais autoclaváveis, como, por exemplo, os pincéis para peelings químicos autoclaváveis.

Converse com o cliente sobre o coronavírus

Nesse momento critico em que vivemos, todo cuidado ainda é pouco. Portanto para evitar o contágio do Coronavírus, o diálogo é muito importante. 

Se seu cliente apresentar qualquer sintoma de gripe ou febre, por exemplo, procure remarcar a sessão para outra data. O mesmo vale para você. 

Quando receber o cliente em clínica, ofereça álcool 70% para a antissepsia das mãos, e tome todas as precauções que conversamos acima. 

Importância da biossegurança contra o coronavírus

Manter uma boa imagem em relação à biossegurança na atuação profissional, funciona também como um diferencial para o esteticista, que reforça o seu compromisso com a saúde do cliente e o seu próprio bem-estar. 

A rotina dos estabelecimentos tem mudado muito desde o anuncio da pandemia. Na área de beleza não foi diferente, pudemos reparar uma queda expressiva na quantidade de clientes que ainda frequentam as clínicas de estética. Por isso para os profissionais que ainda continuam com as portas abertas, realize os serviços oferecendo o máximo de segurança para os clientes, tome todas as medidas de biossegurança e demonstre que o o cliente estará seguro em sua clínica.

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Reprocessamento de equipamentos para a saúde: regras da ANVISA.

Certamente não existem dúvidas de que todo reprocessamento de equipamentos feito nas unidades de saúde, é um procedimento complexo e de suma importância, cujo principal objetivo é evitar que ocorra infecções, presença de endotoxinas, biofilmes, perda da integridade do material entre outros.

Além disso, há uma preocupação com eventos adversos relacionados aos resíduos de material imunológico de um paciente para outro.

Por meio de equipamentos mal reprocessados ou reações decorrentes de resíduos de produtos mal utilizados durante a limpeza do artigo.

Desse modo, é de suma importância que o profissional responsável pelo reprocessamento desses equipamentos seja altamente capacitado e tenha profundos conhecimentos sobre crescimento microbiano, curva de crescimento, morte microbiana, esporos bacterianos, endotoxinas, carga microbiana (bioburden), biofilmes, resistência microbiológica, príons, entre tantos outros.

Além de características como: responsabilidade, iniciativa, equilíbrio emocional, trabalho em equipe, capacidade organização.

Essas características são exigidas rotineiramente nesta atividade de extrema importância em uma unidade de saúde.

É preciso contar também com equipamentos de qualidade como circuladores, lavadoras, pistolas de limpeza e secadoras.

Esses equipamentos são essenciais para garantir a qualidade do processo.

O que é reprocessamento?

O reprocessamento trata-se de um procedimento de Limpeza, desinfecção e esterilização de materiais ou instrumentos hospitalares.

Esse procedimento tem o papel de garantir a suficiência e a segurança para que esses materiais possam ser reutilizados, sem oferecer nenhum tipo de risco biológico aos pacientes.

Quais materiais podem ser reprocessados?

O reprocessamento de produtos para a saúde envolve todos os materiais hospitalares que podem ser considerados reutilizáveis.

Isso se resume aos equipamentos, aparelhos ou produtos de uso médico, odontológicos ou laboratoriais, que tenham a finalidade de prevenir, diagnosticar, tratar ou reabilitar pacientes.

Lembrando que é preciso desconsiderar a utilização de materiais de uso farmacológicos, imunológicos ou metabólicos para aplicações em seres humanos.

Quais os materiais que são proibidos para reutilização?

Outra preocupação que deve haver nos estabelecimentos de saúde é sobre a reutilização de artigos de uso único que, embora venham de fábrica contendo a identificação de “uso único”, ainda são reutilizados.

O reuso destes artigos envolve questões legais, médicas, éticas e econômicas, sendo amplamente discutido. Esses materiais são:

  • Bisturis descartáveis
  • Cateteres
  • Escalpes
  • Espéculos
  • Luvas cirúrgicas
  • Marcapasso
  • Placas e parafusos
  • Prótese vascular
  • Sondas nasogástricas
  • Sondas vesicais
  • Tubos endotraqueais
Quais são as exigências da Anvisa sobre o reprocessamento de produtos para a saúde?

Conforme as regras determinadas pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão responsável pelo inspeção e monitoramento da qualidade desse processo, o reprocessamento de materiais de saúde que estão contidos na categoria de “uso único” precisam atender alguns padrões que exigem o máximo de qualidade e segurança.

Quanto ao processo de registro e de rotulagem dos produtos médicos, é necessário requerer à Anvisa o enquadramento do material, definindo-o como sendo único ou reutilizável.

Após a análise dos produtos de saúde, a Anvisa definirá a categoria estabelecida, mas, apesar de o órgão estabelecer esse controle rígido de definir em resoluções as regras que garantam a segurança.

É também fundamental que os fornecedores desses materiais reutilizáveis estejam atentos aos riscos que um reprocessamento inapropriado pode causar aos pacientes e usuários, ou seja, um reprocessamento feito sem os produtos adequados pode causar danos aos pacientes.

Vantagens

Contudo o reprocessamento de equipamentos para saúde é um tema ainda muito complexo, mas essa prática oferece muitas vantagens, econômicas e ecológicas.

Com a reutilização dos produtos, automaticamente haverá menos gastos, assim como a reutilização proporciona uma menor quantidade de resíduos que precisaram ser descartados, diminuindo assim os poluentes no meio ambiente.

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Estúdios de Tatuagem e a Biossegurança

É extremamente natural que qualquer pessoa que decida fazer uma Tatuagem, opte por um profissional renomado, que ofereça um espaço específico para essa atividade sendo ele limpo e seguro, garantindo uma experiência satisfatória, deixando bem claro que essa atividade não vai oferecer qualquer tipo de risco para a saúde do cliente.

Consequentemente é de suma importância que os profissionais tatuadores estejam sempre atentos para que o seu estúdio apresente todas essas características, além de garantir que estejam também dentro das normas e regras de biossegurança estabelecidas pela ANVISA.

Tatuagem e a biossegurança

O ato de tatuar consiste na pigmentação e a perfuração da pele, ou seja, as chances de uma contaminação são eminentes, tanto para o cliente quanto para o profissional tatuador. Isso se explica devido a utilização de materiais que estão em contato direto com o ar, sangue e os fluidos corporais do cliente, que se porventura apresentar alguma contaminação pode acarretar diversas doenças.

Portanto conhecer e garantir as normas de biossegurança é essencial nesse ofício, o ato de tatuar lida diretamente com a integridade da pele do cliente, por isso, primeiramente algumas medidas de biossegurança devem ser implementadas pelos proprietários de estúdios de Tatuagem. Algumas dessas medidas são:

  • Manter-se atento aos cuidados básicos: o tatuador deve ter o hábito de lavar corretamente as mãos, no mínimo antes e após o procedimento;
  • Uso de acessórios de proteção: acessórios de uso pessoal do tatuador são indispensáveis, como luvas, aventais e máscaras;
  • Armazenamento de equipamentos: todos os equipamentos devem estar armazenados em armários limpos, que não apresentem nenhum tipo de umidade e devem se manter fechados durante todo o tempo que não estão em uso. Já os materiais que necessitam de esterilização devem ser armazenados em locais separados, limpos e secos;
  • Produtos: todos os produtos devem estar de acordo com a ANVISA, principalmente as tintas utilizadas no procedimento;
  • Materiais descartáveis: os materiais descartáveis como luvas, agulhas e lâminas devem ser eliminados logo após o uso. Lembrando que o uso de materiais descartáveis, não elimina a necessidade de práticas de assepsia e desinfecção;
  • Material esterilizado: todo o material utilizado no processo, como agulhas de Tatuagem devem ser esterilizados em autoclaves e embalados individualmente.
A segurança antes de tudo

É possível observar que muitos dos profissionais tatuadores, ainda não entenderam a real importância dos processos de biossegurança, subestimando assim as consequências de um processo malconduzido. Apesar da dificuldade em mensurar e explicar o risco inerente à prática desse ofício, os tatuadores percebem sua existência, mas a preocupação com a arte é na maioria das vezes é o que prevalece.

Em vários momentos pode-se constatar que cada profissional atua da forma diferente, de maneira empírica, sem se preocupar com normas ou protocolos de biossegurança, gerando riscos, tanto para o cliente quanto para o profissional.

Contudo é necessária a padronização do procedimento, até mesmo para que este ofício se consolide como profissão.
As ações de biossegurança no ofício de tatuar podem apontar uma nova área de atuação para o enfermeiro visto que, entre suas competências, se destacam a educação em saúde e o treinamento de pessoal em proteção da saúde do trabalhador.

Por isso é preciso que os profissionais que optam por equipamentos de aço cirúrgico, sobretudo entendam que a esterilização é um dos principais pontos para a garantia de um procedimento saudável e seguro. É recomendável que lâminas, biqueiras, agulhas e hastes sejam esterilizadas em autoclaves.

Uso das autoclaves

O uso de autoclaves resume-se em práticas rápidas e seguras, sendo a principal escolha da maioria dos tatuadores. Além disso, elas proporcionam mais economia, devido ao seu baixo consumo de energia; são resistentes, fazendo com que os tatuadores não tenham que se preocupar com manutenções frequentes, e apresentam um ótimo custo benefício.

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10 dicas de segurança para evitar riscos biológicos em hospitais

Riscos biológicos são facilmente encontrados em ambientes hospitalares, tendo como medida preventiva fundamental a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual para médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde.

Existem normas e classificações que regem os níveis de contenção adequados para os seus manuseios. Entretanto, as instituições de saúde devem possuir meios próprios de tratar novos riscos. A implementação de novas técnicas de biossegurança deve ser adotada sempre que as medidas existentes se mostrarem ineficazes.

No ambiente hospitalar, podem ser encontrados todos os tipos de riscos. Além dos biológicos, existem os riscos químicos, físicos e vários outros perigos que podem causar acidentes. Nesses locais, e em todos os outros, a melhor saída para evitar problemas é a prevenção.

Mas afinal, o que são os riscos biológicos? Eles existem apenas em hospitais? Acompanhe as dicas de como evitar as ameaças de contágio.

O que são os riscos biológicos e onde são encontrados?

O risco biológico é considerado existente quando há microrganismos capazes de provocar doenças no homem, como vírus, bactérias, protozoários, parasitas, fungos, entre outros.

Todas as pessoas estão expostas a esses microrganismos o tempo todo, quando andam de transporte público, na escola, no shopping, no trabalho e até mesmo em casa.

Entretanto, existem profissões em que os trabalhadores se expõe a um maior número de microrganismos, como acontece com funcionários de hospitais e clínicas. Nesses locais, esse risco é maior.

Isso ocorre porque os agentes podem ser encontrados em fluidos corporais, como sangue, em objetos, como seringas descartadas ou em qualquer material utilizado em pessoas ou em animais infectados.

As principais fontes de contaminação são provenientes do contato da mão com a boca, da mão com os olhos, ou por meio de toque em feridas superficiais na superfície cutânea exposta e pela perfuração da pele.

Logo, todo resíduo hospitalar ou de serviços de saúde — além de atendimentos ou procedimentos feitos de forma incorreta — são potencialmente infectantes e oferecem riscos biológicos.

Os microrganismos podem causar doenças leves, medianas e graves. Conheça algumas doenças podem se contraídas por meio dos riscos biológicos:

  • HIV;
  • hepatite B;
  • herpes viral;
  • rubéola;
  • tuberculose;

Quais profissões devem se preocupar com o risco biológico?

Todas as categorias profissionais estão sujeitas a riscos biológicos, já que sua definição básica seria a exposição a qualquer agente causador de doenças.

Todos nós estamos expostos o tempo todo, entretanto existem algumas profissões que sofrem um risco maior. Um ótimo exemplo são os trabalhadores da área da saúde. Os profissionais de limpeza pública, de hospitais, clínicas e da área alimentícia, são alguns dos acometidos.

O contato com material biológico infectado acontece diariamente com dentistas, pesquisadores, enfermeiros, trabalhadores dos atendimentos de emergência, estudantes e estagiários dessas áreas.

É preciso saber os fatores que aumentam os riscos biológicos, implementar e fazer as normas de segurança do local serem seguidas, a fim de proteger os trabalhadores e todas as pessoas envolvidas direta e indiretamente com o serviço.

Como evitar os riscos biológicos em hospitais?

Devido a esse perigo de contaminação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou algumas regras de como o lixo hospitalar deve ser armazenado e tratado no Brasil.

A legislação se aplica não só a hospitais, como também a centros de pesquisa, clínicas, consultórios, necrotérios e laboratórios. Ela evita a contaminação de trabalhadores e pacientes e é capaz de prevenir danos ao meio ambiente.

Confira algumas medidas práticas que podem prevenir a contaminação acidental:

  • evitar ter contato das mãos com o rosto;
  • não passar cosméticos, não comer e nem beber na área do laboratório;
  • usar avental, luvas descartáveis e outros Equipamentos de Proteção Individual necessários.

Veja, a seguir, 10 dicas de prevenção de riscos biológicos.

1. Conheça o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde?

Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) é o documento técnico que descreve todas as ações referentes aos resíduos — desde a geração até a disposição final.

As medidas de segurança adotadas para prevenir contaminações consistem em uma série de procedimentos padrões que devem ser seguidos à risca pelas instituições que prestam serviços relacionados à saúde humana e animal.

Todas os geradores de resíduos de serviços de saúde precisam fazer um PGRSS de acordo com as normas e regras dos órgãos de vigilância sanitária e meio ambiente — tanto a nível federal, quanto estadual e municipal. Veja alguns exemplos de organizações que são obrigadas a elaborar um planejamento:

  • laboratórios;
  • necrotérios;
  • funerárias;
  • hospitais;
  • drogarias e farmácias.

No caso de ambientes hospitalares, os detalhes podem fazer a diferença entre a vida e a morte de uma pessoa. Por isso, o cuidado deve ser redobrado.

2. Oferecer treinamento para os funcionários e Seguir as Normas de Segurança

Conhecer os riscos aos quais se está exposto é muito importante para adquirir a noção do quão sério é o trabalho na área da saúde. Por isso, é imprescindível apresentar os perigos de infecção e contaminação aos trabalhadores recém-contratados.

Também é necessário, ainda, realizar reciclagens e treinamentos constantes. Não apenas para lembrar os funcionários dos perigos, mas também para informar mudanças nos processos ou a ocorrência de novas ameaças.

Instruir os colaboradores sobre os perigos do trabalho pode evitar diversos acidentes sérios e processos futuros. Então, todo esse cuidado deve ser visto como um investimento. Além disso, a capacitação é obrigatória por lei e pode ser encontrada nas NR 1 (1.7) e NR 32 (32.2.4.9).

Por isso, é importante conhecer a legislação brasileira quanto às normas de biossegurança. Ou seja, os procedimentos obrigatórios que devem ser adotados a fim de evitar contaminações diretas e cruzadas entre materiais de pesquisa, animais, superfícies, utensílios e pessoas.

Além das NRs e outras normas do Ministério do Trabalho, regras da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e recomendações normativas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e OIT (Organização Internacional do Trabalho) devem ser consideradas.

3. Usar EPIs adequadamente

Conforme a NR-06, Equipamentos de Proteção Individual são dispositivos destinados à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Esses itens devem ser oferecidos gratuitamente pelas empresas, sempre que as medidas de ordem geral não oferecerem proteção completa para os riscos presentes no local de trabalho.

Também são usados enquanto a proteção coletiva estiver sendo implantada, ou em situações de emergência.

No caso dos hospitais, cada área ou departamento exige o uso de um ou mais EPI, pois é difícil proteger os trabalhadores simultaneamente de todos os riscos químicos, físicos, biológicos e de acidentes.

Luvas, aventais, máscaras e calçados de proteção são alguns itens utilizados por quem trabalha em hospitais.

Outro exemplo são os aventais de chumbo, que protegem profissionais de radiologia médica da exposição à radiação ionizante, que está relacionada ao desenvolvimento de câncer.

Esses utensílios servem como uma barreira protetora para o profissional. Eles escondem os olhos, as roupas, a entrada das vias aéreas e as mãos. A fim de garantir a eficácia da proteção, é essencial utilizá-los da maneira certa. Portanto, as máscaras e luvas serão trocadas a cada paciente atendido, assim como as mãos serão bem lavadas e desinfectadas com álcool.

4. Lave as mãos antes e depois de qualquer procedimento

As mãos são um dos maiores veículos de microrganismos. Nós tocamos em tudo, colocamos as mãos uns nos outros, barramos espirros, abrimos maçanetas. E em um hospital, onde as pessoas estão debilitadas e sujeitas às mais diversas doenças, o cuidado com as mãos deve ser ainda maior.

Médicos e enfermeiros devem higienizá-las e desinfectá-las com álcool 70% em todas as trocas de pacientes antes de colocarem a nova luva. Da mesma forma, os visitantes, trabalhadores terceirizados e pacientes também não podem se esquecer de realizar essa limpeza.

Eles devem ser estimulados a lavar as mãos constantemente, a fim de quebrar o ciclo de contaminação hospitalar. Para tanto, placas e sinais de avisos sobre a importância de higienizar as mãos — e com instruções — devem ser afixados nos locais apropriados.

5. Limpeza e Desinfecção de Superfícies e Equipamentos

Os princípios básicos para a limpeza e desinfecção de superfícies e equipamentos em serviços de saúde são a seguir descritos no Manual da Anvisa para a Limpeza e Desinfecção de superfícies.

O álcool 70% é uma das soluções mais eficientes para a desinfecção de mãos, superfícies, utensílios e equipamentos. A limpeza constante dos locais em que há trânsito de pessoas é de extrema importância para evitar riscos biológicos.

A limpeza com água corrente e sabão ou detergente pode ser suficiente para eliminar o material biológico, como por exemplo, sangue, fluídos corporais e resíduos de tecidos. Tudo deve ser limpo antes e após o uso.

Deixar o material biológico em superfícies é uma atitude a ser evitada, pois é propício para a proliferação de microrganismos residuais. Assim, isso pode proteger bactérias e vírus dos efeitos da esterilização e desinfecção.

Fique atento quanto à designação de desinfetantes apropriados. Um agente infeccioso em particular pode requerer cuidados maiores e mais específicos. Por esse motivo, os procedimentos padrões são muito importantes e devem ser seguidos.

6. Eliminar corretamente os resíduos hospitalares

Os resíduos gerados são grandes fontes de contaminação, tanto para os colaboradores quanto para pacientes e acompanhantes.

Portanto, lidar corretamente com o lixo hospitalar é uma das práticas mais eficientes para manter o ambiente seguro.

Os protocolos e normas de biossegurança incluem o descarte de resíduos em local apropriado. Os lixos são divididos em tipos e cada um deles tem um destino diferente.

Tipos de lixo hospitalar

De acordo com a Resolução RDC nº 33/03, os resíduos hospitalares são classificados como:

  • Grupo A (potencialmente infectantes) – que tenham presença de agentes biológicos que apresentem risco de infecção. Ex.: bolsas de sangue contaminado;
  • Grupo B (químicos) – que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independente de suas características inflamáveis, de corrosividade, reatividade e toxicidade. Por exemplo, medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raio-X;
  • Grupo C (rejeitos radioativos) – materiais que contenham radioatividade em carga acima do padrão e que não possam ser reutilizados, como exames de medicina nuclear;
  • Grupo D (resíduos comuns) – qualquer lixo hospitalar que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes, como gesso, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis;
  • Grupo E (perfurocortantes) – objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro.

7. Contrate uma empresa especializada para coletar o lixo

Como vimos, o lixo hospitalar pode ser extremamente perigoso. Coletar e descartar o resíduo hospitalar exige muito conhecimento e cuidado em todas as etapas. Além da ameaça a saúde humana esse tipo de lixo também pode causar sérios problemas ao meio ambiente.

Caso algum material do lixo potencialmente infectante entre em contato com o solo ou com a água, pode causar contaminações muito graves. A vegetação pode ser prejudicada e os seres vivos que tiverem contato com essa água podem ser infectados.

Para evitar que isso aconteça, é necessário contratar uma empresa especializada em coletar, transportar e descartar corretamente o lixo hospitalar.

8. Siga os protocolos em caso de acidente

Se acontecer qualquer tipo de acidente e ferimento de funcionários, é necessário seguir todos os procedimentos padrões do local. Dessa maneira, garante-se que as medidas necessárias de socorro tenham efeito e o risco de transmissão de doenças seja minimizado.

Outra medida que precisa ser tomada em caso de acidentes que envolvam sangue, fluídos corporais ou qualquer outro material potencialmente contaminado: a empresa deve comunicar o ocorrido à Previdência Social. Isso deve ser feito através da emissão de uma Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), até o primeiro dia útil após o acidente.

9. Elabore um plano de emergência

É fundamental para qualquer empresa — principalmente em ambientes com tantos riscos como hospitais — a elaboração de um plano de emergência. É óbvio que ninguém deseja precisar de um plano como esse — e a empresa precisa fazer de tudo para evitar —, mas acidentes de trabalho podem acontecer.

O plano de emergência é um documento que tem o objetivo de explicar como se deve agir em situações anormais. Além de acidentes de trabalho, podemos citar explosões, roubos e assaltos, inundações e todo o tipo de tragédia.

O hospital não pode parar de funcionar. Afinal, as vidas de muitos pacientes dependem do seu funcionamento. Além disso, parar de operar geraria muitos transtornos aos funcionários, fornecedores e prejuízo para a própria instituição. Para evitar problemas no futuro, é mais fácil pensar estrategicamente agora em soluções para superar situações difíceis.

10. Use a comunicação ao seu favor

Campanhas de conscientização — sobre o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual, a forma certa de lavar as mãos, além de outras medidas para evitar os riscos biológicos e outros perigos no ambiente hospitalar — não devem ser vistas como um custo para a empresa. Essa comunicação interna, se feita da maneira correta, pode ser entendia como um investimento.

Afinal, comunicar de forma eficiente com todos os funcionários, inclusive trabalhadores terceirizados, é uma maneira efetiva de evitar um acidente grave, que pode, inclusive, terminar com a morte de alguém. E quando o assunto é a proliferação de microrganismos, é fundamental que todos estejam muito conscientes dos riscos e de como evitá-los.

O hospital é um ambiente destinado aos cuidados com a saúde, a recuperação e a prevenção de doenças. Apesar disso, inevitavelmente, é um local que oferece enormes perigos à segurança dos pacientes, funcionários e acompanhantes.

Profissionais da saúde devem ficar em constante alerta, já que suas vidas estão em jogo a todo momento. Entendeu a relevância de entender quais são os riscos biológicos em hospitais e quais as dicas para evitá-los?

Fonte: http://blog.morhena.com.br/6-dicas-de-seguranca-para-evitar-riscos-biologicos-em-hospitais/

Produtos odontológicos: Tome 6 cuidados!

Na área odontológica, o atendimento, a infraestrutura do consultório e a qualificação do profissional contribuem para definir a qualidade da experiência do paciente, ou seja ruim, neutra ou excelente

O padrão dos materiais utilizados também exercem um papel importante para o paciente classificar o atendimento.

Por isso, é necessário que o profissional entenda a importância de trabalhar com produtos odontológicos que atendam os requisitos para trazer o melhor resultado possível ao tratamento.

O atendimento com materiais adequados e de boa qualidade ajudam a garantir resultados superiores nos tratamentos e maiores margens de lucratividade entre outras vantagens.

Por outro lado, materiais de qualidade duvidosa podem gerar não somente retrabalhos mas também a perda da reputação do profissional no mercado que atua.

Pensando nisso, vamos abordar neste artigo alguns cuidados para a melhor escolha dos produtos odontológicos. Continue a leitura e aprenda!

1. Escolha uma marca de confiança

Sabemos que muitas empresas fazem diversas promessas em seu marketing com o objetivo de fecharem a venda. No entanto, isso não assegura os resultados do material que fornecem. Portanto, antes de tudo, avalie o histórico e reputação da empresa.

Descubra há quanto tempo ela está no mercado, quais as suas linhas de produtos, quais as certificações já conquistadas e como estão os seus registros nos devidos órgãos certificadores de qualidade (ex. ISO) assim como a situação na Vigilância Sanitária (ANVISA)

Perceber a relevância da marca internacionalmente é ideal para analisar a qualidade dos produtos odontológicos, considerando que foram aprovados por diferentes normas e padrões globais.

Complementando, veja também a opinião dos professores e formadores de opinião sobre a empresa e o material que pretende utilizar. Essa é uma prática interessante para entender a  performance clínica do produto. Como exemplo, nos casos de produtos de estética avaliar a estabilidade dimensional, adaptação marginal e mudança de cor, nos casos de produtos endodônticos a facilidade de uso, o tempo de presa e a sintomatologia pós operatória.

2. Utilize produtos inovadores

Partindo do pressuposto que seja uma marca seja de empresa confiável, deve-se realizar esforços para conhecer mais profundamente o produto em relação às suas características e propriedades .

É preciso compreender técnica e cientificamente quais são as substâncias químicas envolvidas na composição e os benefícios que promoverão no tratamento.. Assim, pode-se inferir o impacto desse produto na qualidade final do procedimento assim como na saúde do paciente.

Como isso é possível? Por meio da leitura de artigos e participação de cursos e congressos por exemplo! Adquirir o hábito de leitura científica torna o profissional mais capacitado e o auxilia a conhecer as inovações da área. Se os resultados clínicos obtidos comprovam o que o produto promete, conclui-se na prática a veracidade e a validade do investimento no aperfeiçoamento técnico e científico.

3. Aposte no investimento em tecnologia

A odontologia por anos foi praticada por técnicas e produtos que se exigia procedimentos morosos e comumente artesanais. Com o avanço tecnológico das últimas décadas, ocorreu um grande salto na prática odontológica.

Na Endodontia o surgimento de equipamentos digitais como os aparelhos de tomada radiográfica, limas rotatórias, microscópios e cimentos prontos para uso que dispensam manipulação, tornaram a qualidade do atendimento e a vida do cirurgião dentista menos estressantes.

A tecnologia aplicada na produção dos materiais permite a possibilidades de melhorar as propriedades físicas, químicas, mecânicas e principalmente biológicas dos produtos, possibilitando portanto resultados mais previsíveis aos tratamentos.

4. Não se esqueça dos impactos na saúde do paciente

Embora tenhamos mencionado o impacto dos produtos na reputação de um profissional, sabemos que o efeito maior acontece na saúde do paciente. De fato, a odontologia atua em uma região específica do corpo humano. Porém, a repercussão na saúde do indivíduo pode ser sistêmica.

Muitos procedimentos na endodontia utilizam materiais não apenas de forma provisória, mas também como componentes permanentes, os quais estarão próximos de ossos, vasos sanguíneos e nervos.

Diante disso, sempre que possível a utilização de materiais que não sejam apenas inertes mas que possam interagir com os tecidos dentais promovendo uma bioatividade terá um prognóstico mais favorável para preservar a função do dente.

5. Esteja atento às tendências e novidades do mercado

Independentemente do setor, é essencial que as empresas ofereçam materiais inovadores para os profissionais. Na odontologia, a tendência é a escolha de produtos mais biológicos possíveis — como os biocerâmicos, que também são bioativos trazendo maiores benefícios no processo de cura de uma lesão endodôntica.

Sanders do Brasil, por exemplo, é uma empresa que investe fortemente em pesquisa e desenvolvimento na busca de inovações, disponibilizando produtos que otimizam a qualidade dos procedimentos realizados pelos cirurgiões-dentistas.

Reiteramos, assim, a necessidade de conhecimento aprofundado da composição dos produtos uma vez que é um dos fatores chaves para a decisão dos produtos a serem utilizados na prática odontológica diária.

6. Avalie o custo-benefício

O custo é um fator importante a ser considerado nessa fase da decisão da técnica ou produto a ser utilizado. Contudo, o erro consiste em focar no menor preço e esquecer as consequências deste na qualidade final do tratamento. O preço não deve ser uma variável única mas sim no custo-benefício que será obtido com um produto de boa qualidade.

Importante lembrar que pela grande maioria dos materiais serem utilizado no tratamento em diversos procedimentos, deve-se avaliar o preço de aplicação individual e não o valor total da aquisição do produto. Ter essa noção financeira é ideal para que o profissional perceba como realmente é o custo-benefício no cenário do tratamento.

E, além da noção financeira, o conhecimento abordado neste artigo ajuda a entender que a melhor análise não e se o produto é “caro ou barato” e sim a proporção do “custo-benefício” que irá trazer no seu atendimento profissional.

Saiba mais sobre Gerenciamento de Consultórios Odontológicos.

Conclusão

Concluímos, então, que os produtos odontológicos têm impacto direto na reputação do profissional e na saúde do paciente. Além disso, não devem ser priorizados determinados materiais em detrimento de outros, pois todos são importantes no tratamento como um todo e a falha em uma etapa pode ser crucial para o fracasso da conduta.

Aproveite a oportunidade e conheça a linha de produtos Odontológicos da Sanders do Brasil.

Bomba a vácuo: A importância no consultório odontológico

Hoje falaremos sobre um em especial: a bomba a vácuo.  Você vai entender como ela funciona e, principalmente, qual sua importância para um consultório de Odontologia.

Você já conferiu em nosso post Gerenciamento de Consultórios Odontológicos sobre planejamento e na gestão do seu consultório, porém há equipamentos fundamentais, para o bom funcionamento de seu espaço, certo?

Qual sua importância?

Muitos profissionais sabem que “devem” ter uma em seu consultório, mas não entendem a importância real deste equipamento na rotina odontológica.

O uso da bomba de vácuo é fundamental para que não haja uma sobrecarga no compressor odontológico. Dessa forma, o equipamento alcança uma durabilidade muito maior, pois não executa as devidas funções no limite de sua capacidade.

Além disso, devido ao uso rotineiro dos sugadores, a necessidade de uma bomba no consultório é maior ainda. Isso porque ela auxilia a prevenir o desgaste das peças, diminui a frequência de manutenções mais trabalhosas e controla o excesso de ruído no equipamento.

Portanto, em todos os procedimentos que exigem sucção, ela torna-se uma potencial aliada. Por fim, ela ainda reduz o raio de alcance da névoa contaminante, bem como a própria formação por si só.

Como funciona?

Você sabe como é o funcionamento de uma bomba a vácuo? Nós vamos te explicar.

Em primeiro lugar, as elas podem funcionar de acordo com três princípios, variando de acordo com o tipo. Vale lembrar, ainda, que cada tipo tem uma velocidade, potência e eficiência.

No princípio mais básico que refere à funcionalidade de uma bomba a vácuo, é onde o deslocamento positivo transporta uma carga de gás de uma entrada para uma saída ou escape.

Quando a câmara se expande, ela naturalmente cria um vácuo e suga mais gás em todo o seu interior. A seção destas câmaras são seladas por água; então quando o vácuo é criado, o nível dessa água sobe e, sem ser afetada pela pressão, ela é empurrada para baixo.

Acessórios para a bomba de vácuo

Além da bomba a vácuo, a Sanders do Brasil você também possui acessórios complementares para sua utilização. Alguns deles são:

Faça já um orçamento em nosso site com os melhores produtos e os menores preços.

Central de Material e Esterilização: 5 coisas que você precisa saber

CME é a sigla para Central de Material e Esterilização. A sigla também pode ser conhecida como Central de Materiais Estéreis ou até Centro de Material Esterilizado, e apesar das variações, o objetivo é o mesmo: ser um setor destinado à limpeza, acondicionamento, esterilização e distribuição de todos os artigos médicos hospitalares.

A infecção hospitalar representa a quarta maior causa de óbitos em todo o mundo. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, fungos, vírus e bactérias matam cerca de cem mil pessoas todos os anos.

O assunto preocupa hospitais da rede pública e privada pela alta taxa de contágio, que chega a 15% de todos os pacientes internados em hospitais brasileiros. Nos EUA e em países da Europa, o nível chega a 10%.

A prevenção contra esse grave problema pode ser feita através de atitudes simples, como a correta higienização de instrumentos e utensílios médicos.

Por isso, em hospitais de médio e grande porte, há um setor específico para isso: o CME.

1. O que é CME (Central de Material e Esterilização)?

O processo de limpeza, esterilização e infecção envolve não apenas a remoção da sujeira, mas também a eliminação de todos os micro-organismos presentes no item a ser processado.

Essa prática é adotada pelo menos desde o século IX a.C., quando Homero aponta o uso do Enxofre como desinfetante. Com o passar do tempo e o sucessivo desenvolvimento dos estudos sobre a microbiologia, metodologias foram adotadas técnicas contra as doenças infecciosas.

No Brasil, a primeira Central de Material e Esterilização foi implantada na década de 1940, no Hospital das Clínicas de São Paulo. Desde então esse setor vem sendo constantemente desenvolvido, apesar das limitações.

2. Por que é tão importante?

A Central de Material e Esterilização é considerada como o setor mais importante de uma instituição hospitalar, sendo chamada de “coração do hospital”. Isso porque é a partir dela que todos os outros setores dão continuidade à assistência dos pacientes.

Um hospital é o lugar onde há a maior associação de fatores de risco à saúde humana. Pesquisas científicas sugerem que a infecção hospitalar ameaça mais que infecções como gripe, AIDS e tuberculose juntas, tendo em vista que nenhum outro ambiente combina, de forma tão insalubre, hospedeiros vulneráveis e patogenias resistentes.

Dessa forma, são indispensáveis ações para prevenir contaminações, já que ao lado de neoplasias e doenças cardiovasculares, respiratórias e contagiosas, a infecção hospitalar é a causa da maioria das mortes ao redor do mundo.

A enfermagem tem um papel fundamental na gestão de equipamentos médicos e principalmente dentro das CME, devendo adotar medidas de prevenção e controle de infecções.

Por serem profissionais qualificados e que atuam em conjuntos com os demais setores, os enfermeiros são os responsáveis por administrar e integrar essa central, planejando, executando e avaliando os métodos de esterilização.

3. Como funciona uma Central de Material e Esterilização?

Uma Central de Material e Esterilização pode ser descentralizada, quando cada unidade hospitalar esteriliza e prepara o material utilizado, semicentralizada, onde os materiais são preparados em cada unidade e esterilizados no mesmo local, ou centralizada, quando o preparo e a esterilização são feitos no mesmo lugar. A melhor e mais usada forma de funcionamento é a centralizada, já que proporciona mais eficiência, economia e qualidade.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é quem estabelece as diretrizes para o funcionamento de um Centro de Material Esterilizado. As normas abrangem todas as áreas e ações relacionadas ao setor.

Na constituição da equipe da CME, por exemplo, deve haver enfermeiros e técnicos ou auxiliares de enfermagem. O responsável pelo setor também deve ser preferencialmente enfermeiro, com curso superior, habilitação legal e treinamento voltado para o processamento de produtos para a saúde, devendo se dedicar integralmente à essa unidade. 

Ainda de acordo com a Anvisa, a infraestrutura da CME deve ser constituída de: sala de recepção e limpeza; sala de preparo e esterilização; sala de desinfecção química (quando aplicável); área de monitoramento do processo de esterilização; e sala de armazenamento e distribuição de materiais esterilizados.

E como ambientes de apoio, devem ser previstos: vestiário com sanitário para funcionários; depósito de material de limpeza; uma copa para os funcionários do setor; sala administrativa e sala para descanso de funcionários em plantões noturnos.

4. Quais os setores?

A esterilização dos materiais hospitalares dever ser feitas na seguinte sequência:

  • Expurgo: Todo o material “sujo” é recebido pelo setor e limpo antes da esterilização.
  • Preparo de materiais: Os utensílios são inspecionados, identificados, separados, embalados e preparados para a esterilização.
  • Esterilização: Aqui, o material é esterilizado por meios físicos (calor úmido ou seco) ou químicos (através de soluções).
  • Distribuição de materiais esterilizados: O último processo consiste em armazenar o material esterilizado e devolvê-lo aos setores de origem, com os cuidados necessários e estabelecidos.

Um exemplo de CME é do Hospital Alberto Rassi – HGG que adquiriu uma lavadora ultrassônica para a Central de Materiais Esterelizados e desde o dia 24 de abril 2015, os colaboradores do setor já utilizam o equipamento que garante também maior rapidez na disposição dos instrumentais ao Centro Cirúrgico.

Lavadora Ultrassônica Sanders utilizada na Central de Material e Esterilização do Hospital Alberto Rassi
Lavadora Ultrassônica Sanders – Fonte: IDTECH

5. Quais as principais barreiras?

A crescente resistência dos micro-organismos a agentes químicos e físicos obriga o setor a manter o rigor e uma constante atualização das formas de limpeza e esterilização.

Além disso, apesar da suma importância dentro dos hospitais, muitas CME ainda não seguem todos os padrões teóricos definidos. E isso é causado, principalmente, por uma junção de fatores, como altos custos de maquinário e manutenção, baixo investimento no setor, falta de profissionais qualificados para o e a ausência de planejamento.

6. Conclusão

Dadas as informações sobre os perigos das infecções e contaminações, a Central de Material e Esterilização ainda merece maior atenção dentro dos hospitais. Além da assistência prestada aos pacientes, os funcionários também precisam estar seguros, já que estão em contato diário com materiais de alto risco. Os enfermeiros, fundamentais para o funcionamento de um hospital, têm grande responsabilidade na garantia da eficácia dos processos contra infecções.

Uma sugestão é a criação de comissões especiais de fiscalização, com um bom relacionamento com a administração hospitalar, para aproximar as referências teóricas aos padrões de funcionamento do setor. Os funcionários devem, ainda, estar em constante treinamento, para que sejam aperfeiçoadas as técnicas de limpeza, esterilização, segurança e logística.

A Sanders do Brasil, cuja missão é preservar a vida dos pacientes e profissionais da área de saúde é referencia no desenvolvimento e fabricação de equipamentos para limpeza e desinfecção de materiais hospitalares, ajudando as instituições a combaterem a infecção hospitalar e cumprindo a RDC 15.

Acesse nosso site, conheça as nossas soluções e conte com a Sanders para seu negócio.

Processamento de artigos: Limpeza, Desinfecção ou Esterilização o que fazer?

Sem dúvida alguma, todo processamento de artigos nas unidades de saúde é um procedimento altamente complexo que tem como seu principal objetivo evitar eventos adversos oriundos de sua utilização.

Além disso, há uma crescente preocupação com eventos adversos relacionados aos resíduos de material imunológico de um paciente para outro.

Por meio destes artigos reprocessados ou reações decorrentes de resíduos de produtos utilizados durante a limpeza do artigo.

Sendo assim, é imprescindível que o profissional responsável pelo processamento de artigos seja capacitado e tenha conhecimento profundo sobre crescimento microbiano, curva de crescimento, morte microbiana, esporos bacterianos, endotoxinas, carga microbiana (bioburden), biofilmes, resistência microbiológica, príons, entre tantos outros itens.

Além de características bem como: responsabilidade, iniciativa, equilíbrio emocional, trabalho em equipe, capacidade organização, que são exigidas rotineiramente nesta atividade de extrema importância em uma unidade de saúde.

A Sanders do Brasil, empresa brasileira certificada com os melhores selos de qualidade na fabricação e desenvolvimento de equipamentos hospitalares e odontológicos de alta tecnologia, possui Lavadoras Ultrassônicas para o processo de Limpeza inicial, Seladora para o empacotamento para a esterilização e Autoclaves para Esterilização Final.

Conheça a diferença entre os processos e como cada um deles é importante para garantir todo processo de limpeza.

Limpeza, desinfecção e esterilização:
Limpeza

Remoção de sujidade de um artigo. É de suma importância na redução da carga microbiana de um artigo, favorecendo a eficácia do processo.

É a remoção de sujidade visível aderida nas superfícies, nas fendas, nas serrilhas, nas articulações e lúmens de instrumentos, dispositivos e equipamentos, por meio de um processo manual, realizando fricção com escovas apropriadas e por meio de enxágue utilizando água sob pressão.

Ou de forma mecânica utilizando detergente e água em lavadoras com ou sem ultrassom. Em ambos são utilizados detergentes ou produtos enzimáticos.

Alguns fatores interferem na efetividade da limpeza.

Assim como a qualidade da água, tipo e qualidade dos agentes e acessórios de limpeza, manuseio e preparação dos materiais para a limpeza, método manual ou mecânico usado.

Além do tempo-temperatura dos equipamentos de limpeza mecânica, posicionamento do material e a configuração da carga das máquinas.

No final de qualquer processo é recomendado uma observação criteriosa do processo de limpeza para garantir que o protocolo foi seguido completamente; realizar validação; e aplicar metodologias de verificação que garantam a limpeza.

Importante lembrar: os resíduos orgânicos bem como sangue, soro, lípides, fragmentos de tecido e sais inorgânicos, se não forem retirados adequadamente durante o processo de limpeza, podem impedir a desinfecção e a esterilização, uma vez que limitarão a difusão dos agentes esterilizantes ou inativarão a ação dos desinfetantes.

Desinfecção

É o processo aplicado a um artigo ou superfície que visa a eliminação de microrganismos, exceto esporos, das superfícies fixas de equipamentos e mobílias utilizadas em assistência à saúde.

A desinfecção é indicada para artigos semicríticos que entram em contato com membranas mucosas ou pele não íntegra. Sendo os mais comuns: acessórios para assistência respiratória, diversos endoscópios, espéculos, lâminas para laringoscopia, entre outros.

Os métodos de desinfecção podem ser físicos, por ação térmica, ou químicos, pelo uso de desinfetantes. Os físicos são os equipamentos de pasteurização assim como desinfetadoras e lavadoras de descarga.

Os desinfetantes mais utilizados são a base de aldeídos, ácido peracético, soluções cloradas e álcool. Podem, também, ser utilizados produtos à base de quaternário de amônia e peróxido de hidrogênio.

Esterilização

É o processo que utiliza agentes químicos ou físicos para destruir todas as formas de vida microbiana, sendo aplicada especificamente a objetos inanimados. O processo de esterilização de artigos hospitalares que oferece maior segurança é o vapor saturado sob pressão, realizado em autoclave.

Este processo tem como parâmetros: o vapor, a pressão, a temperatura e o tempo.

Há, porém, no mercado, uma gama de artigos utilizados no cuidado à saúde que são produzidos com materiais complexos e que não suportam a termo desinfecção ou a umidade do vapor, exigindo uma esterilização com métodos de baixa temperatura bem como: óxido de etileno (ETO), plasma, ozônio, radiação gama entre outros. 

fluxo de processamento de artigos médicos cirúrgicos
fluxo de processamento de artigos médicos cirúrgicos

Portanto independentemente do método a ser utilizado, o monitoramento e validação de cada processo é imprescindível para um melhor controle e segurança.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

Fonte: Salles C.L. Limpeza, desinfecção ou esterilização: o que fazer? [Internet] 2015 [citado 2019 Dezembro 03].Disponível em http://www.portaldaenfermagem.com.br

Vantagens da esterilização em autoclaves para manicure e pedicure

A manicure e pedicure precisa ter cuidados fundamentais e obrigatórios para que seus materiais de trabalho não transmitam doenças. Entre eles estão a esterilização por autoclave.

Autoclave Para Manicure

A manicure e pedicure, por atender a uma vasta clientela, precisa ter o máximo de cuidados (fundamentais e obrigatórios) para que seus equipamentos não transmitam doenças como, micoses, hepatite B e C, bactérias, e até mesmo o vírus HIV (Aids), de uma cliente para outra. Para que esse problema seja resolvido, ela deverá tomar cuidados quanto a esterilização do material utilizado no seu trabalho.

Existem vários tipos de aparelhos e meios utilizados na esterilização de equipamentos, mas o mais indicado é a autoclave. A autoclave, para quem não sabe, esteriliza os materiais por vapor saturado (como se fosse uma panela de pressão), no entanto, muitas manicures não conhecem a fundo como deve ser feita a limpeza e higienização dos mesmos antes de colocá-los para esterilizar.

Por que é recomendado esterilizar os instrumentos em autoclave?
A autoclave é o equipamento mais indicado para a esterilização de instrumentos em serviços de saúde porque é mais seguro, mais rápido e permite maior controle do processo.

Quais são as vantagens da esterilização em autoclaves para as manicures?
Muitas clientes gostam de levar o seu próprio ‘Kit” individual de instrumentos. Entretanto, pode ser um pesadelo para as manicures! Isto porque as clientes, na maioria das vezes, não higienizam imediatamente os alicates ou não o fazem de maneira adequada danificando o instrumento. Um outro problema é que os alicates não são sistematicamente amolados (afiados) e isso definitivamente compromete o seu trabalho.

E qual o benefício para salão de beleza?

Além de você evitar doenças como Hepatites B, C e Aids, os seus clientes reconhecem quando um profissional busca a excelência em seus serviços e trazem cada vez mais clientes. Sem dúvida, um ciclo positivo de sucesso e prosperidade.

É obrigatório por lei utilizar autoclave nos salões de beleza?
Desde 2012, há uma lei federal que reconhece várias profissões da área da beleza entre elas, a de manicure. Dessa forma, ficou definida a responsabilidade  desses profissionais pela esterilização de seus instrumentos. Existem leis estaduais que já exigem o uso da autoclave pelos salões de beleza. 

O uso da autoclave em salões de beleza é uma tendência nacional.  Por isso, já esta sendo exigida pela vigilância sanitária, mesmo onde ainda não existe uma legislação específica. 

As autoclaves fazem todo o processo, sendo desnecessária a intervenção humana entre as etapas. Basta, então, higienizar os materiais adequadamente, embalá-los e depois leva-los a autoclave.

Portanto, exija kits descartáveis e materiais esterilizados. Caso a sua manicure não os ofereça, tenha você mesma o seu próprio material.

Acesso nosso Blog ou entre em contato conosco e descubra como podemos lhe ajudar.