Limpeza Ultrassônica e suas Vantagens

A Limpeza ultrassônica utiliza o ultrassom, ou seja, vibrações no ar que vão além dos limites sonoros, essas vibrações são imperceptíveis pelo ser humano.

O que é Ultrassom?

O ultrassom utiliza de ondas mecânicas, acústicas, eletromagnéticas e longitudinais que percorrem por toda a matéria a ser limpa, desenvolvendo-se de modo que interaja com a substância e mostre suas peculiaridades, bem como os seus aspectos.

As frequências ultrassônicas são geradas através de trasdutores, por isso, são sistemas capazes de converter um tipo de energia em outra.

No caso dos métodos ultrassônicos, em síntese são transformados de forma mútua, energia elétrica em mecânica.

Formado por ondas de grande extensão, o som de frequência é distribuído por meio de matérias líquidas e sólidas. Por isso, as diferentes velocidades de propagação variam de acordo com a matéria que está sendo analisada, da passagem de um meio para o outro, sofrendo uma grande diminuição da intensidade do sinal em consequência dos efeitos de absorção, reflexão e dispersão.

O desenvolvimento dos métodos de utilização do ultrassom é aprimorado e tem por objetivo satisfazer as necessidades do ser humano, a fim de transmitir informações por meio de ondas sonoras.

Em diversas áreas tecnológicas, é utilizado para detectar objetos, medir determinadas distâncias, encontrar falhas em estruturas e, nos parques industriais, é usado para aceleração de processos químicos e para a higienização de utensílios e equipamentos.

A técnica de higienização por meio de ultrassom é mais um emprego de suas funcionalidades.

A aplicação desses procedimentos tem superado as expectativas de consumidores da área de maneira surpreendente.

Os diversos formatos e as capacidades que possuem em comportar a matéria adequam-se à necessidade da área tecnológica interessada em aderir o processo.

Existem alguns modelos que, com a finalidade de oferecem uma assistência maior na atividade, possuem algumas opções de aquecimento, e cronômetros mecânicos ou digitais, garantindo sucesso no resultado do sistema de limpeza industrial, farmacêutica e biomédica.

A limpeza por ultrassom

O processo de limpeza através do ultrassom tem como objetivo principal a redução da exposição ocupacional a agentes microbianos em peças e equipamentos.

Proporcionando assim melhorias no processo de apuração e aumento na produtividade.

O método de lavagem e enxágue do equipamento remove microrganismos fazendo com que ocorra a diminuição eficiente da existência de carga microbiana.

As ondas ultrassônicas são produzidas através de um gerador e um transdutor.

Portanto seu processo consiste no intervalo de frequência de ondas entre 20.000 a 100.000 ciclos por segundo, exigindo-se a faixa de frequência de 20.000 a 50.000 ciclos a mais empregadas para o processo de limpeza.

As lavadoras ultrassônicas são indicadas para o processo de purificação de equipamentos assim como, industriais de autopeças, montadoras, indústrias farmacêuticas, indústrias de alimentos e bebidas. Além de instrumentos convencionais, laboratoriais e clínicos.

A Limpeza ultrassônica se dá por meio da cavitação, ou seja, processo que consiste em bolhas microscópicas geradas pelo contato entre a água, o uso da solução de higiene adequada e a frequência do ultrassom.

A dissolução e reação são fatores que devem ser considerados no processo da limpeza de resíduos.

Igualmente é de grande importância conhecer os componentes do agente de purificação.

A ficha técnica de segurança, bem como a tensão superficial da água, a temperatura, as frequências e as potências das ondas.

A tensão superficial da água pode ser reduzida de acordo com a utilização adequada do detergente A tensão superficial da água pode ser reduzida de acordo com a utilização adequada do detergente associado ao método de lavagem. Esse recurso exige menos energia no sistema de cavitação. Quando a temperatura do equipamento está entre 40oC a 45oC, o resultado de higienização é mais eficiente.

No que se refere à frequência das ondas, o valor da repetição ideal é de 38.000 ciclos por segundo para limpeza eficaz.

Vantagens
  • Resultados mais eficientes e seguros: Esse método de limpeza possui a capacidade de atingir os poros da superfície e as áreas mais difíceis de serem alcançadas, proporcionando assim mais eficiência e rapidez na eliminação da sujeira, agilizando o processo de esterilização.
  • Maior tempo de vida útil dos instrumentos: Esse método de lavagem diminuir e muito a possibilidade de desgastes dos instrumentos utilizados nessa técnica de limpeza, pois a lavadora não os coloca em atrito durante a lavagem, diferente do processo de lavagem manual.
  • Fim dos processos manuais: Além de diminuir os riscos inerentes que uma lavagem de instrumentos hospitalares de forma manual pode oferecer a um individuo, a Limpeza ultrassônica reduz os gastos com capacitações de colaboradores em decorrência aos avanços tecnológicos. As lavadoras ultrassônicas tornam o processo mais higiênico visto que não há contato humano com as peças a serem limpas, além da significativa redução de dispêndio com recursos humanos, pois a sequência é automatizada.

Nesse sentido, essa automação diminui e muito os erros com o uso inadequado de insumos.

Garantindo assim os parâmetros em todas as fases do processo, evitando acidentes que poderiam ocorrer devido ao uso inadequado da dosagem de produtos, e consequentemente o desperdício de materiais.

Essas características são de extrema importância para o entendimento do quanto as lavadoras tornam o processo mais eficiente e satisfatório.

Diminuição de gastos e adoção de recursos sustentáveis

A tomada de decisões aliadas á boas práticas de sustentabilidade são indispensáveis para as empresas que querem se destacar, ou seja, desenvolvimento econômico adaptado aos métodos de interação com o meio ambiente são o que chamamos de indústrias 4.0.

Portanto além de resultar na diminuição evidente no consumo e desperdício de água, o processo de limpeza por ultrassom interfere na redução do lapso temporal necessário para a conclusão da atividade e na economia de produtos químicos, antes utilizados nas atividades manuais.

Como ação de sustentabilidade empresarial, essas análises positivas de diminuição de recursos contribuem para resultados que visem ao respeito pelo meio ambiente.

Da mesma forma promove o desenvolvimento sustentável da sociedade.

Eliminação das contaminações hospitalares causadas por instrumentos mal lavados

O poder da alta temperatura no método da Limpeza ultrassônica auxilia no combate a infecções clínicas e hospitalares.

Portanto esse processo, se aliado a outros meios de destruição das cargas microbianas, garantem a máxima efetividade, eliminando assim as chances de contaminação de pacientes e profissionais causados por instrumentos mal higienizados.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
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10 dicas de segurança para evitar riscos biológicos em hospitais

Riscos biológicos são facilmente encontrados em ambientes hospitalares, tendo como medida preventiva fundamental a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual para médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde.

Existem normas e classificações que regem os níveis de contenção adequados para os seus manuseios. Entretanto, as instituições de saúde devem possuir meios próprios de tratar novos riscos. A implementação de novas técnicas de biossegurança deve ser adotada sempre que as medidas existentes se mostrarem ineficazes.

No ambiente hospitalar, podem ser encontrados todos os tipos de riscos. Além dos biológicos, existem os riscos químicos, físicos e vários outros perigos que podem causar acidentes. Nesses locais, e em todos os outros, a melhor saída para evitar problemas é a prevenção.

Mas afinal, o que são os riscos biológicos? Eles existem apenas em hospitais? Acompanhe as dicas de como evitar as ameaças de contágio.

O que são os riscos biológicos e onde são encontrados?

O risco biológico é considerado existente quando há microrganismos capazes de provocar doenças no homem, como vírus, bactérias, protozoários, parasitas, fungos, entre outros.

Todas as pessoas estão expostas a esses microrganismos o tempo todo, quando andam de transporte público, na escola, no shopping, no trabalho e até mesmo em casa.

Entretanto, existem profissões em que os trabalhadores se expõe a um maior número de microrganismos, como acontece com funcionários de hospitais e clínicas. Nesses locais, esse risco é maior.

Isso ocorre porque os agentes podem ser encontrados em fluidos corporais, como sangue, em objetos, como seringas descartadas ou em qualquer material utilizado em pessoas ou em animais infectados.

As principais fontes de contaminação são provenientes do contato da mão com a boca, da mão com os olhos, ou por meio de toque em feridas superficiais na superfície cutânea exposta e pela perfuração da pele.

Logo, todo resíduo hospitalar ou de serviços de saúde — além de atendimentos ou procedimentos feitos de forma incorreta — são potencialmente infectantes e oferecem riscos biológicos.

Os microrganismos podem causar doenças leves, medianas e graves. Conheça algumas doenças podem se contraídas por meio dos riscos biológicos:

  • HIV;
  • hepatite B;
  • herpes viral;
  • rubéola;
  • tuberculose;

Quais profissões devem se preocupar com o risco biológico?

Todas as categorias profissionais estão sujeitas a riscos biológicos, já que sua definição básica seria a exposição a qualquer agente causador de doenças.

Todos nós estamos expostos o tempo todo, entretanto existem algumas profissões que sofrem um risco maior. Um ótimo exemplo são os trabalhadores da área da saúde. Os profissionais de limpeza pública, de hospitais, clínicas e da área alimentícia, são alguns dos acometidos.

O contato com material biológico infectado acontece diariamente com dentistas, pesquisadores, enfermeiros, trabalhadores dos atendimentos de emergência, estudantes e estagiários dessas áreas.

É preciso saber os fatores que aumentam os riscos biológicos, implementar e fazer as normas de segurança do local serem seguidas, a fim de proteger os trabalhadores e todas as pessoas envolvidas direta e indiretamente com o serviço.

Como evitar os riscos biológicos em hospitais?

Devido a esse perigo de contaminação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou algumas regras de como o lixo hospitalar deve ser armazenado e tratado no Brasil.

A legislação se aplica não só a hospitais, como também a centros de pesquisa, clínicas, consultórios, necrotérios e laboratórios. Ela evita a contaminação de trabalhadores e pacientes e é capaz de prevenir danos ao meio ambiente.

Confira algumas medidas práticas que podem prevenir a contaminação acidental:

  • evitar ter contato das mãos com o rosto;
  • não passar cosméticos, não comer e nem beber na área do laboratório;
  • usar avental, luvas descartáveis e outros Equipamentos de Proteção Individual necessários.

Veja, a seguir, 10 dicas de prevenção de riscos biológicos.

1. Conheça o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde?

Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) é o documento técnico que descreve todas as ações referentes aos resíduos — desde a geração até a disposição final.

As medidas de segurança adotadas para prevenir contaminações consistem em uma série de procedimentos padrões que devem ser seguidos à risca pelas instituições que prestam serviços relacionados à saúde humana e animal.

Todas os geradores de resíduos de serviços de saúde precisam fazer um PGRSS de acordo com as normas e regras dos órgãos de vigilância sanitária e meio ambiente — tanto a nível federal, quanto estadual e municipal. Veja alguns exemplos de organizações que são obrigadas a elaborar um planejamento:

  • laboratórios;
  • necrotérios;
  • funerárias;
  • hospitais;
  • drogarias e farmácias.

No caso de ambientes hospitalares, os detalhes podem fazer a diferença entre a vida e a morte de uma pessoa. Por isso, o cuidado deve ser redobrado.

2. Oferecer treinamento para os funcionários e Seguir as Normas de Segurança

Conhecer os riscos aos quais se está exposto é muito importante para adquirir a noção do quão sério é o trabalho na área da saúde. Por isso, é imprescindível apresentar os perigos de infecção e contaminação aos trabalhadores recém-contratados.

Também é necessário, ainda, realizar reciclagens e treinamentos constantes. Não apenas para lembrar os funcionários dos perigos, mas também para informar mudanças nos processos ou a ocorrência de novas ameaças.

Instruir os colaboradores sobre os perigos do trabalho pode evitar diversos acidentes sérios e processos futuros. Então, todo esse cuidado deve ser visto como um investimento. Além disso, a capacitação é obrigatória por lei e pode ser encontrada nas NR 1 (1.7) e NR 32 (32.2.4.9).

Por isso, é importante conhecer a legislação brasileira quanto às normas de biossegurança. Ou seja, os procedimentos obrigatórios que devem ser adotados a fim de evitar contaminações diretas e cruzadas entre materiais de pesquisa, animais, superfícies, utensílios e pessoas.

Além das NRs e outras normas do Ministério do Trabalho, regras da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e recomendações normativas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e OIT (Organização Internacional do Trabalho) devem ser consideradas.

3. Usar EPIs adequadamente

Conforme a NR-06, Equipamentos de Proteção Individual são dispositivos destinados à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Esses itens devem ser oferecidos gratuitamente pelas empresas, sempre que as medidas de ordem geral não oferecerem proteção completa para os riscos presentes no local de trabalho.

Também são usados enquanto a proteção coletiva estiver sendo implantada, ou em situações de emergência.

No caso dos hospitais, cada área ou departamento exige o uso de um ou mais EPI, pois é difícil proteger os trabalhadores simultaneamente de todos os riscos químicos, físicos, biológicos e de acidentes.

Luvas, aventais, máscaras e calçados de proteção são alguns itens utilizados por quem trabalha em hospitais.

Outro exemplo são os aventais de chumbo, que protegem profissionais de radiologia médica da exposição à radiação ionizante, que está relacionada ao desenvolvimento de câncer.

Esses utensílios servem como uma barreira protetora para o profissional. Eles escondem os olhos, as roupas, a entrada das vias aéreas e as mãos. A fim de garantir a eficácia da proteção, é essencial utilizá-los da maneira certa. Portanto, as máscaras e luvas serão trocadas a cada paciente atendido, assim como as mãos serão bem lavadas e desinfectadas com álcool.

4. Lave as mãos antes e depois de qualquer procedimento

As mãos são um dos maiores veículos de microrganismos. Nós tocamos em tudo, colocamos as mãos uns nos outros, barramos espirros, abrimos maçanetas. E em um hospital, onde as pessoas estão debilitadas e sujeitas às mais diversas doenças, o cuidado com as mãos deve ser ainda maior.

Médicos e enfermeiros devem higienizá-las e desinfectá-las com álcool 70% em todas as trocas de pacientes antes de colocarem a nova luva. Da mesma forma, os visitantes, trabalhadores terceirizados e pacientes também não podem se esquecer de realizar essa limpeza.

Eles devem ser estimulados a lavar as mãos constantemente, a fim de quebrar o ciclo de contaminação hospitalar. Para tanto, placas e sinais de avisos sobre a importância de higienizar as mãos — e com instruções — devem ser afixados nos locais apropriados.

5. Limpeza e Desinfecção de Superfícies e Equipamentos

Os princípios básicos para a limpeza e desinfecção de superfícies e equipamentos em serviços de saúde são a seguir descritos no Manual da Anvisa para a Limpeza e Desinfecção de superfícies.

O álcool 70% é uma das soluções mais eficientes para a desinfecção de mãos, superfícies, utensílios e equipamentos. A limpeza constante dos locais em que há trânsito de pessoas é de extrema importância para evitar riscos biológicos.

A limpeza com água corrente e sabão ou detergente pode ser suficiente para eliminar o material biológico, como por exemplo, sangue, fluídos corporais e resíduos de tecidos. Tudo deve ser limpo antes e após o uso.

Deixar o material biológico em superfícies é uma atitude a ser evitada, pois é propício para a proliferação de microrganismos residuais. Assim, isso pode proteger bactérias e vírus dos efeitos da esterilização e desinfecção.

Fique atento quanto à designação de desinfetantes apropriados. Um agente infeccioso em particular pode requerer cuidados maiores e mais específicos. Por esse motivo, os procedimentos padrões são muito importantes e devem ser seguidos.

6. Eliminar corretamente os resíduos hospitalares

Os resíduos gerados são grandes fontes de contaminação, tanto para os colaboradores quanto para pacientes e acompanhantes.

Portanto, lidar corretamente com o lixo hospitalar é uma das práticas mais eficientes para manter o ambiente seguro.

Os protocolos e normas de biossegurança incluem o descarte de resíduos em local apropriado. Os lixos são divididos em tipos e cada um deles tem um destino diferente.

Tipos de lixo hospitalar

De acordo com a Resolução RDC nº 33/03, os resíduos hospitalares são classificados como:

  • Grupo A (potencialmente infectantes) – que tenham presença de agentes biológicos que apresentem risco de infecção. Ex.: bolsas de sangue contaminado;
  • Grupo B (químicos) – que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independente de suas características inflamáveis, de corrosividade, reatividade e toxicidade. Por exemplo, medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raio-X;
  • Grupo C (rejeitos radioativos) – materiais que contenham radioatividade em carga acima do padrão e que não possam ser reutilizados, como exames de medicina nuclear;
  • Grupo D (resíduos comuns) – qualquer lixo hospitalar que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes, como gesso, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis;
  • Grupo E (perfurocortantes) – objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro.

7. Contrate uma empresa especializada para coletar o lixo

Como vimos, o lixo hospitalar pode ser extremamente perigoso. Coletar e descartar o resíduo hospitalar exige muito conhecimento e cuidado em todas as etapas. Além da ameaça a saúde humana esse tipo de lixo também pode causar sérios problemas ao meio ambiente.

Caso algum material do lixo potencialmente infectante entre em contato com o solo ou com a água, pode causar contaminações muito graves. A vegetação pode ser prejudicada e os seres vivos que tiverem contato com essa água podem ser infectados.

Para evitar que isso aconteça, é necessário contratar uma empresa especializada em coletar, transportar e descartar corretamente o lixo hospitalar.

8. Siga os protocolos em caso de acidente

Se acontecer qualquer tipo de acidente e ferimento de funcionários, é necessário seguir todos os procedimentos padrões do local. Dessa maneira, garante-se que as medidas necessárias de socorro tenham efeito e o risco de transmissão de doenças seja minimizado.

Outra medida que precisa ser tomada em caso de acidentes que envolvam sangue, fluídos corporais ou qualquer outro material potencialmente contaminado: a empresa deve comunicar o ocorrido à Previdência Social. Isso deve ser feito através da emissão de uma Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), até o primeiro dia útil após o acidente.

9. Elabore um plano de emergência

É fundamental para qualquer empresa — principalmente em ambientes com tantos riscos como hospitais — a elaboração de um plano de emergência. É óbvio que ninguém deseja precisar de um plano como esse — e a empresa precisa fazer de tudo para evitar —, mas acidentes de trabalho podem acontecer.

O plano de emergência é um documento que tem o objetivo de explicar como se deve agir em situações anormais. Além de acidentes de trabalho, podemos citar explosões, roubos e assaltos, inundações e todo o tipo de tragédia.

O hospital não pode parar de funcionar. Afinal, as vidas de muitos pacientes dependem do seu funcionamento. Além disso, parar de operar geraria muitos transtornos aos funcionários, fornecedores e prejuízo para a própria instituição. Para evitar problemas no futuro, é mais fácil pensar estrategicamente agora em soluções para superar situações difíceis.

10. Use a comunicação ao seu favor

Campanhas de conscientização — sobre o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual, a forma certa de lavar as mãos, além de outras medidas para evitar os riscos biológicos e outros perigos no ambiente hospitalar — não devem ser vistas como um custo para a empresa. Essa comunicação interna, se feita da maneira correta, pode ser entendia como um investimento.

Afinal, comunicar de forma eficiente com todos os funcionários, inclusive trabalhadores terceirizados, é uma maneira efetiva de evitar um acidente grave, que pode, inclusive, terminar com a morte de alguém. E quando o assunto é a proliferação de microrganismos, é fundamental que todos estejam muito conscientes dos riscos e de como evitá-los.

O hospital é um ambiente destinado aos cuidados com a saúde, a recuperação e a prevenção de doenças. Apesar disso, inevitavelmente, é um local que oferece enormes perigos à segurança dos pacientes, funcionários e acompanhantes.

Profissionais da saúde devem ficar em constante alerta, já que suas vidas estão em jogo a todo momento. Entendeu a relevância de entender quais são os riscos biológicos em hospitais e quais as dicas para evitá-los?

Fonte: http://blog.morhena.com.br/6-dicas-de-seguranca-para-evitar-riscos-biologicos-em-hospitais/

Endoscópios: Desinfecção e Limpeza

A desinfecção e limpeza de endoscópios são fundamentais na eliminação de microrganismos nocivos à saúde, assim como, fungos, vírus, bactérias e esporos.

Com este processamento, é possível garantir a segurança de pacientes e profissionais da área da saúde que têm contato com os equipamentos.

São vários os métodos, os procedimentos e as substâncias utilizadas para esterilizar os artigos hospitalares. Mas, para garantir a eficácia do controle microbiológico, é preciso seguir uma série de normas regulamentadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Processo de Limpeza

Os endoscópios são considerados materiais semicríticos, segundo a classificação de Spaulding.

Por isso, a esterilização é o processo mais indicado. Caso não seja possível sua realização, a desinfecção de alto nível torna-se necessária.

Por serem termosensíveis, os endoscópios não permitem esterilização em autoclave, a Sanders do Brasil possui soluções para o processo de Limpeza e Desinfecção de Endoscópios, bem como a Lavadora EWS-I que padroniza a rotina de limpeza e realiza a desinfecção e secagem, além disso possui dosagem de detergente automática, tampa com acionamento elétrico e detector de vazamento. 

O processo de limpeza dos endoscópios segue a ordem abaixo:
  • Limpeza: remoção das sujidades visíveis e detritos dos artigos com água e detergente enzimático. Ela pode ser feita de forma manual ou automatizada (lavadora), o que causa a consequente redução da carga microbiana. Este é o primeiro passo, que precede os processos de desinfecção;
  • Desinfecção: é um processo físico ou químico responsável pela eliminação da maioria dos microrganismos patogênicos de objetos e superfícies;
  • Esterilização: também realizada por um processo físico ou químico, a esterilização é responsável por eliminar todas as formas de vida microbiana, incluindo esporos microbianos.

Ao utilizar a Lavadora, a exposição do usuário aos efeitos nocivos das substâncias químicas é evitado, bem como o risco de danos ao endoscópio durante o reprocessamento. 

Outra grande vantagem do uso da lavadora é a Documentação impressa ou eletrônica com todos os registros dos parâmetros utilizados em cada reprocessamento. 

Como garantir a qualidade na desinfecção dos endoscópios?

Para garantir o sucesso no processo de desinfecção do endoscópio, é preciso seguir uma série de etapas e procedimentos.

Portanto, por serem aparelhos caros e frágeis, eles necessitam de manutenção rigorosa e específica.

Além disso, seguem as normas determinadas pela Anvisa, utilizar produtos de qualidade é fundamental para obter um bom resultado.

As Lavadoras de Endoscópios da Sanders do Brasil obedecem às normas da ANVISA sobre prevenção e combate à infecção hospitalar.

Para passar pelo processo de desinfecção, é necessário que a limpeza dos endoscópios seja realizada de maneira adequada.

Para isso, é preciso remover e eliminar todas as sujidades visíveis, com o auxílio de água e detergente enzimático.

 Isso garante a primeira etapa de higienização.

Os endoscópios não podem ser esterilizados pelos métodos clássicos.

Por isso, é preciso seguir as etapas e procedimentos adequados para que o endoscópio possa ser utilizado no próximo exame com segurança.

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Fevereiro Roxo e Laranja: Conscientização é o principal!

Fevereiro reúne duas campanhas de conscientização. O Fevereiro Roxo chama à atenção para o Lúpus, a Fibromialgia e o Alzheimer, que têm em comum o fato de serem doenças crônicas. A cura não está disponível até o momento.

Fevereiro Laranja volta-se para a conscientização sobre a Leucemia.

Diante da relevância dos temas, o mês também pode ser chamado de Fevereiro Roxo e Laranja.

Leucemia

A leucemia é um tipo de câncer com início na medula óssea que pode acometer desde crianças até idosos. Apenas em 2018, a estimativa foi de 10.800 novos casos, sendo 5.940 homens e 4.860 mulheres, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

O objetivo da campanha Fevereiro Laranja é alertar sobre a doença.

Existem mais de 12 tipos de leucemia: os quatro primários são leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia mieloide crônica (LMC), leucemia linfocítica aguda (LLA) e leucemia linfocítica crônica (CLL).

Fibromialgia

A Fibromialgia, o Lúpus e o Mal de Alzheimer são doenças distintas, mas que possuem uma característica em comum: não têm cura. O Fevereiro Roxo conscientiza sobre a importância do diagnóstico precoce e da qualidade de vida dos pacientes.

A fibromialgia é uma doença reumática caracterizada por dor muscular crônica e generalizada podendo evoluir para incapacidade física. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, de cada 10 pacientes com a doença, sete a nove são mulheres.

Fibromialgia, palavra derivada do latim: fibro (tecido fibroso, presente em ligamentos, tendões e fáscias) e, do grego: mio (tecido muscular), algos (dor) e ia (condição).

A doença é caracterizada por dor muscular difusa, fadiga, rigidez muscular, dor após esforço físico e anormalidades do sono.

Pode também haver sintomas de depressão, ansiedade, deficiência de memória, desatenção, dor de cabeça, tontura, vertigens, dormências, entre outros sintomas não relacionados ao aparelho locomotor.

A origem dessa doença permanece obscura, e, por isso, não há exames diagnósticos e tratamento específicos.

Lúpus

O lúpus é um distúrbio crônico que afeta o sistema imunológico fazendo o organismo produzir anticorpos em excesso e provocando inflamações e lesões, que podem afetar os órgãos internos ou somente a pele.

O tratamento adequado com medidas gerais (educação, apoio psicológico, atividade física, dieta, fotoproteção, não uso de tabaco, controle de fatores de risco cardiovascular, assim como glicemia, hipertensão arterial, colesterol e obesidade) e a administração de medicamentos é fundamental para o controle da doença e a minimização dos sintomas.

Mal de Alzheimer

O Mal de Alzheimer ou Doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativa de evolução lenta e progressiva, a doença afeta aproximadamente 10% dos indivíduos com idade superior a 65 anos e 40% dos indivíduos acima de 80 anos. 

Segundo o Ministério da Saúde, é a forma mais comum de demência em idosos, sendo responsável por mais da metade dos casos. 

Se essas doenças forem diagnosticadas precocemente, há tratamento para controle clínico e retardamento da evolução, podem ser evitados quadros mais graves. Se não há cura, que ao menos haja conforto.

Fevereiro Roxo e o Dia Mundial das Doenças Raras

O Dia Mundial das Doenças Raras, também é celebrado em Fevereiro, no dia 28 de fevereiro (e dia 29 em anos bissextos).

O intuito é conscientizar a população sobre um conjunto de milhares de enfermidades comumente negligenciadas.

As doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição.

O conceito de Doença Rara (DR), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a doença que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1,3 para cada 2 mil pessoas. 

Segundo o ministério da saúde, oitenta por cento (80%) delas decorrem de fatores genéticos, bem como as demais advêm de causas ambientais, infecciosas, imunológicas, entre outras.

Alguns exemplos de doenças raras infecciosas, ou seja, doenças transmitidas por microorganismos (vírus e bactérias, por exemplo) que apresentam sintomas específicos e/ou variados e com uma prevalência que pode ser diferente de acordo com a região geográfica, é Coronavírus, Hanseaníase, Ebola e Chicungunya.

Doenças Raras e a Biossegurança

A biossegurança é um conjunto de normas criadas para estabelecer a segurança dos trabalhadores de hospitais, assim como, nas clínicas de saúde.

A ausência de procedimentos de biossegurança poderia levar os riscos para fora do âmbito hospitalar.

Como epidemias, contaminação do solo e da água e disseminação de doenças raras ou erradicadas, atingindo o restante da população.

Hospitais, postos de saúde, laboratórios, centros de análises clínicas e demais estabelecimentos que lidam com saúde são ambientes de trabalho que oferecem variados riscos biológicos, químicos, físicos e ergonômicos.

Isso porque as atividades realizadas nesses locais envolvem a manipulação de produtos químicos, fluidos corporais, amostras contaminadas e contato com pessoas adoecidas.

Os acidentes mais comuns envolvem ferimentos com agulhas ou bisturis.

Quando isso acontece, pode haver contato com sangue contaminado, principalmente entre os profissionais de enfermagem, o que poderia levar os riscos para fora do âmbito hospitalar.

Como epidemias, disseminação de doenças raras ou erradicadas, atingindo o restante da população.

Por isso é importante seguir as normas de biossegurança.

No geral, as medidas de biossegurança envolvem dois pontos — os equipamentos de proteção individual (EPI) e os equipamentos de proteção coletiva (EPC).

Como exemplo a Autoclave é bastante utilizado no ambiente hospitalar.

Ela consiste em manter o material contaminado a uma temperatura elevada. Isso através do contato com vapor de água, durante um período de tempo suficiente para destruir todos os agentes patogênicos.

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Central de Material e Esterilização: 5 coisas que você precisa saber

CME é a sigla para Central de Material e Esterilização. A sigla também pode ser conhecida como Central de Materiais Estéreis ou até Centro de Material Esterilizado, e apesar das variações, o objetivo é o mesmo: ser um setor destinado à limpeza, acondicionamento, esterilização e distribuição de todos os artigos médicos hospitalares.

A infecção hospitalar representa a quarta maior causa de óbitos em todo o mundo. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, fungos, vírus e bactérias matam cerca de cem mil pessoas todos os anos.

O assunto preocupa hospitais da rede pública e privada pela alta taxa de contágio, que chega a 15% de todos os pacientes internados em hospitais brasileiros. Nos EUA e em países da Europa, o nível chega a 10%.

A prevenção contra esse grave problema pode ser feita através de atitudes simples, como a correta higienização de instrumentos e utensílios médicos.

Por isso, em hospitais de médio e grande porte, há um setor específico para isso: o CME.

1. O que é CME (Central de Material e Esterilização)?

O processo de limpeza, esterilização e infecção envolve não apenas a remoção da sujeira, mas também a eliminação de todos os micro-organismos presentes no item a ser processado.

Essa prática é adotada pelo menos desde o século IX a.C., quando Homero aponta o uso do Enxofre como desinfetante. Com o passar do tempo e o sucessivo desenvolvimento dos estudos sobre a microbiologia, metodologias foram adotadas técnicas contra as doenças infecciosas.

No Brasil, a primeira Central de Material e Esterilização foi implantada na década de 1940, no Hospital das Clínicas de São Paulo. Desde então esse setor vem sendo constantemente desenvolvido, apesar das limitações.

2. Por que é tão importante?

A Central de Material e Esterilização é considerada como o setor mais importante de uma instituição hospitalar, sendo chamada de “coração do hospital”. Isso porque é a partir dela que todos os outros setores dão continuidade à assistência dos pacientes.

Um hospital é o lugar onde há a maior associação de fatores de risco à saúde humana. Pesquisas científicas sugerem que a infecção hospitalar ameaça mais que infecções como gripe, AIDS e tuberculose juntas, tendo em vista que nenhum outro ambiente combina, de forma tão insalubre, hospedeiros vulneráveis e patogenias resistentes.

Dessa forma, são indispensáveis ações para prevenir contaminações, já que ao lado de neoplasias e doenças cardiovasculares, respiratórias e contagiosas, a infecção hospitalar é a causa da maioria das mortes ao redor do mundo.

A enfermagem tem um papel fundamental na gestão de equipamentos médicos e principalmente dentro das CME, devendo adotar medidas de prevenção e controle de infecções.

Por serem profissionais qualificados e que atuam em conjuntos com os demais setores, os enfermeiros são os responsáveis por administrar e integrar essa central, planejando, executando e avaliando os métodos de esterilização.

3. Como funciona uma Central de Material e Esterilização?

Uma Central de Material e Esterilização pode ser descentralizada, quando cada unidade hospitalar esteriliza e prepara o material utilizado, semicentralizada, onde os materiais são preparados em cada unidade e esterilizados no mesmo local, ou centralizada, quando o preparo e a esterilização são feitos no mesmo lugar. A melhor e mais usada forma de funcionamento é a centralizada, já que proporciona mais eficiência, economia e qualidade.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é quem estabelece as diretrizes para o funcionamento de um Centro de Material Esterilizado. As normas abrangem todas as áreas e ações relacionadas ao setor.

Na constituição da equipe da CME, por exemplo, deve haver enfermeiros e técnicos ou auxiliares de enfermagem. O responsável pelo setor também deve ser preferencialmente enfermeiro, com curso superior, habilitação legal e treinamento voltado para o processamento de produtos para a saúde, devendo se dedicar integralmente à essa unidade. 

Ainda de acordo com a Anvisa, a infraestrutura da CME deve ser constituída de: sala de recepção e limpeza; sala de preparo e esterilização; sala de desinfecção química (quando aplicável); área de monitoramento do processo de esterilização; e sala de armazenamento e distribuição de materiais esterilizados.

E como ambientes de apoio, devem ser previstos: vestiário com sanitário para funcionários; depósito de material de limpeza; uma copa para os funcionários do setor; sala administrativa e sala para descanso de funcionários em plantões noturnos.

4. Quais os setores?

A esterilização dos materiais hospitalares dever ser feitas na seguinte sequência:

  • Expurgo: Todo o material “sujo” é recebido pelo setor e limpo antes da esterilização.
  • Preparo de materiais: Os utensílios são inspecionados, identificados, separados, embalados e preparados para a esterilização.
  • Esterilização: Aqui, o material é esterilizado por meios físicos (calor úmido ou seco) ou químicos (através de soluções).
  • Distribuição de materiais esterilizados: O último processo consiste em armazenar o material esterilizado e devolvê-lo aos setores de origem, com os cuidados necessários e estabelecidos.

Um exemplo de CME é do Hospital Alberto Rassi – HGG que adquiriu uma lavadora ultrassônica para a Central de Materiais Esterelizados e desde o dia 24 de abril 2015, os colaboradores do setor já utilizam o equipamento que garante também maior rapidez na disposição dos instrumentais ao Centro Cirúrgico.

Lavadora Ultrassônica Sanders utilizada na Central de Material e Esterilização do Hospital Alberto Rassi
Lavadora Ultrassônica Sanders – Fonte: IDTECH

5. Quais as principais barreiras?

A crescente resistência dos micro-organismos a agentes químicos e físicos obriga o setor a manter o rigor e uma constante atualização das formas de limpeza e esterilização.

Além disso, apesar da suma importância dentro dos hospitais, muitas CME ainda não seguem todos os padrões teóricos definidos. E isso é causado, principalmente, por uma junção de fatores, como altos custos de maquinário e manutenção, baixo investimento no setor, falta de profissionais qualificados para o e a ausência de planejamento.

6. Conclusão

Dadas as informações sobre os perigos das infecções e contaminações, a Central de Material e Esterilização ainda merece maior atenção dentro dos hospitais. Além da assistência prestada aos pacientes, os funcionários também precisam estar seguros, já que estão em contato diário com materiais de alto risco. Os enfermeiros, fundamentais para o funcionamento de um hospital, têm grande responsabilidade na garantia da eficácia dos processos contra infecções.

Uma sugestão é a criação de comissões especiais de fiscalização, com um bom relacionamento com a administração hospitalar, para aproximar as referências teóricas aos padrões de funcionamento do setor. Os funcionários devem, ainda, estar em constante treinamento, para que sejam aperfeiçoadas as técnicas de limpeza, esterilização, segurança e logística.

A Sanders do Brasil, cuja missão é preservar a vida dos pacientes e profissionais da área de saúde é referencia no desenvolvimento e fabricação de equipamentos para limpeza e desinfecção de materiais hospitalares, ajudando as instituições a combaterem a infecção hospitalar e cumprindo a RDC 15.

Acesse nosso site, conheça as nossas soluções e conte com a Sanders para seu negócio.

Cuba Ultrassônica – Limpeza Eficiente em Vários Segmentos de Mercado

A principal função da Cuba Ultrassônica é a limpeza por meio de cavitação em locais de difícil acesso.

As bolhas de cavitação crescem na pressão negativa e implodem na pressão positiva gerada pelo ultrassom.

Assim é criado uma força que faz com que essas bolhas implodam, promovendo uma onda de choque e de arraste que remove a sujeira das peças.

Lavadora/Cuba Ultrassônica

Lavadora Ultrassônica é o equipamento utilizado para automatização da limpeza de instrumentos cirúrgicos, instrumentos canulados bem como materiais de videoendoscopia, cânulas de lipo, lâmina para microscopia, tubos de ensaio, tubos cônicos, pipetas de vidro, placa de petri, câmera de newbauer, entre outros. 

Portanto a Cuba Ultrassônica ou lavadora ultrassônica possui ciclos de limpeza que reduzem o consumo de água, de saneantes e tornam o processo mais eficiente.

Limpeza

A limpeza é feita pelo processo de ultrassom onde o equipamento atinge uma frequência de vibração muito alta.

Esse frequência atinge por volta de 38 Khz onde ocorre a cavitação.

A limpeza ocorre quando a cavitação em conjunto a um detergente enzimático, gera a quebra das ligações entre a sujeira e a peça que está sendo limpa.

Em resumo, a limpeza por ultrassom é realizada pela cavitação.

O objetivo principal é a melhoria do processo e remoção de sujidades em local de difícil acesso.

As cubas ultrassônicas podem ser utilizadas em montadoras, indústrias farmacêuticas, indústrias de alimentos, indústrias de bebidas entre outros segmentos.

Portanto a lavadora ultrassônica diminui a possibilidade de desgastes dos instrumentos dos tipos laboratoriais, clínicos e farmacêuticos.

Conclusão

Assim como outros diversos utensílios utilizados na técnica de limpeza, pois a lavadora não os coloca em atrito, como ocorre durante uma lavagem manual.

A Sanders do Brasil possui soluções para biossegurança, como autoclaves, lavadoras ultrassônicas, reprocessadoras de endoscópios, termodesinfectoras, entre outros, todos equipamentos destinados a segurança do paciente e dos operadores.
Conheça nossas linhas de produtos, acesse nosso site: www.sandersdobrasil.com.br

Qualificação de Lavadoras Ultrassônicas

Você é responsável pela manutenção de equipamentos médicos? 
Saiba como executar o processo de Qualificação nas Lavadoras Ultrassônicas
Afinal, o que é a Qualificação?

A Qualificação é o nome do procedimento responsável por garantir que o equipamento esteja adequado para o uso.

Tanto suas instalações quanto seu funcionamento e condições externas (ambiente) adequadas.

Cada equipamento médico possui determinadas especificações, dentre elas:

  • Altura da bancada (para aqueles que necessitam da mesma);
  • Desempenho de seu funcionamento;
  • Os tempos de duração dos ciclos, verificação de sensores, alinhamento do piso e entre outros.

Para cada equipamento, é necessário verificar no manual do usuário as exigências do fabricante ou consultar um responsável técnico, engenheiro ou profissional que seja capaz de executar o processo de modo adequado.

É necessário qualificar uma Lavadora Ultrassônica?

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária possui uma resolução que torna obrigatória a Qualificação das Lavadoras Ultrassônicas. Ou seja, durante as inspeções a instituição que não apresentar corretamente a documentação sobre a qualificação do equipamento pode levar as medidas punitivas.

Segundo o Artigo 37 da RDC 15 (2012).

“Deve ser realizada qualificação de instalação, qualificação de operação e qualificação de desempenho, para os equipamentos utilizados na limpeza automatizada e na esterilização de produtos para saúde, com periodicidade mínima anual.”

Processos da Qualificação

Os processos utilizados para qualificar a Lavadora Ultrassônica são divididos em três etapas:

Instalação é verificada a infraestrutura onde será instalado o equipamento e as condições bem como bancada, disponibilidade de água e rede elétrica adequadas ao requisitado pela maquina.

Operação deve-se ministrar o treinamento sobre como operar o equipamento e verificar se os envolvidos absorveram o conteúdo.

Desempenho verifica se o equipamento esta funcionando conforme recomendações do fabricante.

Qualificação e Validação não são a mesma coisa

Muitas profissionais confundem ou não sabem diferenciar os dois processos e acabam possuindo dificuldade em saber qual dos dois é necessário executar em cada situação.

Validação é o nome do procedimento referente a autenticação de um processo executado pelo equipamento.

Já a Qualificação é responsável por certificar o equipamento e/ou sistema em si.

Exemplificando:
  • Qualifica-se uma Lavadora Ultrassônica, valida-se um processo de limpeza;
  • Assim como, qualifica-se uma Secadora de Traqueias, valida-se um processo de secagem;
  • Qualifica-se também uma Autoclave, valida-se um processo de esterilização;
  • Apesar de ambos serem processos distintos, a qualificação é uma parte da validação e deverá estar correta antes mesmo da validação ser iniciada.
Acompanhe o manual

Os processos de Qualificação mostrados acima são generalizados, ou seja, os valores e medidas esperados são especificados pelo fabricante ou por norma especifica, pois podem mudar de um modelo para outro.
Acompanhe as instruções e efetue os demais testes sugeridos pelo manual de cada equipamento.

Documente

Todos os valores e conformidades devem ser documentadas em um formulário de registro de instalação. Além disso, anote possíveis anomalias, recomendações do instalador e sugestões do cliente.

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Você sabe a diferença entre a limpeza e desinfecção?

Aprenda sobre a Lavadora Ultrassônica e a Termodesinfectora, e saiba qual delas recomendar aos seus clientes, assim como as principais diferenças entre a limpeza e desinfecção.

Lavadora Ultrassônica e Termodesinfectora causam muitas dúvidas durante o processo de entendimento sobre a limpeza e desinfecção.

Dúvidas bem como “qual equipamento utilizar” ou “é necessário os dois?” são muito comuns no ambiente hospitalar!

O processo desenvolvido para efetuar a descontaminação dos instrumentais hospitalares é constituído por 03 processos:limpeza, desinfecção e esterilização.

Limpeza

limpeza é o primeiro passo do ciclo de processamento de artigos, sendo também o mais importante. Este processo consiste na remoção da sujidade orgânica e inorgânica (sangue, secreções, fezes) utilizando água, sabão ou detergente enzimático.

A falha ou execução incorreta da limpeza pode dificultar ou até mesmo impedir os processos seguintes, pois a sujidade funciona assim como uma barreira de proteção natural aos microorganismos.

O processo de limpeza pode ser feito manual, porém torna-se repetitivo e cansativo. Por isto, a limpeza automatizada pode ser feita através da Lavadora Termodesinfectora e a Lavadora Ultrassônica.

Desinfecção

desinfecção é o processo de eliminação total ou parcial da carga microbiana dos artigos. Esta etapa é feita pela Lavadora Termodesinfectora.
Por efetuar uma desinfecção de alto nível, os artigos que passaram pela limpeza dentro da Termodesinfectora foram também desinfectados, não necessitando da realização de outro processo (semi-críticos).

Os artigos submetidos ao processo de limpeza na lavadora ultrassônica, seguirão para a autoclavagem.

esterilização, assim como citado acima, é o processo de destruição de todos os microorganismos através de vapor saturado, a tal ponto que não seja mais possível detectá-los.

Dicas sobre a Lavadora Ultrassônica e Termodesinfectora
  • O material pode ser lavado e desinfetado ou lavado e esterelizado, mas não os três processos. Isto porque apenas dois dos procedimentos são necessários para garantir a destruição das vidas microbiológicas existentes.
  • As lavadoras ultrassônicas não realizam a termodesinfecção, um dos motivos que um equipamento não substituir o outro. Não podemos nos esqucer das bitolas das canulas e da RDC15.
  • Preparamos para você um e-mail completo com conceitos importantes sobre a limpeza e desinfecção, além de mais informações sobre a Lavadora Termodesinfectora e a Lavadora Ultrassônica.

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Porque os hospitais devem trocar as fichas pelo prontuário eletrônico?

Saiba como cortar custos, aumentar a produtividade dos recepcionistas e otimizar o tempo dentro da sua clínica ou hospital através do Prontuário Eletrônico

Eficiência

O Formulário eletrônico auxilia de modo mais prático, possibilita também que o histórico seja visto de modo mais claro e objetivo, permite a fácil atualização do estado clínico do paciente e evita perda de informações por corrosão devido ao tempo.

Além disso, é possível otimizar o tempo das recepcionistas, restando tempo para se dedicar à outras tarefas.

Praticidade

É possível acessar qualquer informação dentro de poucos instantes, inclusive informações que não são recentes. Isto evita que, para encontrar determinado dado ou informação, seja necessário fazer a busca entre centenas de fichas.

Corte de custos

Com o prontuário eletrônico não é mais necessário a compra de armários pra arquivamento de fichas.

Além disso, é possível gerar economia de papel, espaço e ainda ajudar o meio ambiente.

Segurança

As fichas convencionais permitem que qualquer pessoa tenha acesso aos dados dos pacientes, exames e casos clínicos, tornando possível o vazamento de informações importantes de qualquer paciente em tratamento. Com o prontuário eletrônico é possível limitar os usuários visitantes para que apenas eles tenham acesso, evitando fraude no sigilo de informações.

Evita ilegibilidade e rasuras

Com o prontuário eletrônico é possível evitar qualquer rasura ou informações que estejam ilegíveis, inclusive decifrar “anotações médicas”.

Mantém a padronização

Com a passagem de dados para o meio eletrônico é possível corrigir diferenças que existiam entre uma ficha e outra. Além disso, padronizar os dados que serão necessários para o cadastro de todos os pacientes evita com que sejam esquecidas algumas informações e documentos importantes.

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Limpeza hospitalar |como fazê-la de maneira eficiente?

O hospital que você gerencia realiza a Limpeza hospitalar de maneira correta? 

Pensando nisso, nós preparamos para você um post com todas as definições necessárias para que você as aplique de forma correta. 

Os 3Ps de Marcus Lemonis

Para aplicar a metodologia de Marcus Lemonis é importante saber que, primeiramente, o diagnóstico se inicia com a definição das necessidades e objetivos do seu hospital.

Estes objetivos podem ser divididos por setores ou por alas, o importante é definir O QUE ESTE SETOR FAZ, QUAL A FINALIDADE e QUE TIPO DE PROFISSIONAIS E PRODUTOS NECESSITO.

Para facilitar a divisão, observe a estrutura e o fluxo de cada ambiente, entenda as dimensões físicas, a circulação de pessoas.

Após isto e ao responder todas as perguntas, faça um mapeamento de risco definindo as áreas com pontos críticos.

Portanto, com todas estas informações é possível escolher o melhor tipo de produto para limpeza em cada setor e efetivar um trabalho com segurança.

Identifique o tipo de área e defina o tipo limpeza

Após você entender a importância de que o hospital é separado por áreas e que cada uma possui um tipo de limpeza, vamos falar um pouco sobre a diferença de cada uma delas: as áreas não críticas, semi críticas e críticas; e os tipos de limpeza existentes.

Áreas não Críticas

São partes do hospital que oferecem um número muito baixo de riscos de qualquer tipo de infecção hospitalar.

Como por exemplo a recepção, a sala de administração e os corredores.

Áreas semi Críticas

Apresentam, em relação ao índice anterior, um médio risco para aquisição de infecção hospitalar. São exemplos os quartos, sala de triagem e enfermaria.

Áreas Críticas

São áreas hospitalares de alto risco para aquisição de infecção hospitalar. São exemplos a UTI, o Centro Cirúrgico e as áreas de Isolamento.

Para os tipos de limpeza, existem três principais:

Limpeza imediata, concorrente e terminal.

Limpeza Imediata

É feita eventualmente, quando há presença imediata de matéria orgânica (vômito, sangue e secreções) e é necessária a desinfecção dessas superfícies.

Limpeza Concorrente

É realizada diariamente com o intuito de conservar as alas hospitalares e evitar o acúmulo de sujeira e agentes biológicos maléficos. Nos centros cirúrgicos este tipo de limpeza acontece posteriormente á cada procedimento, já no restante do hospital pode ser feita em banheiros, nos pisos, superfícies e equipamentos.

A limpeza terminal

É o processo mais profundo e acolhe todas as superfícies existentes no hospital, desde pisos até janelas, luminárias, colchões e teto.

Em unidades onde há internação de pacientes, este tipo de limpeza ocorre após o óbito, transferência ou alta.

Em centros cirúrgicos é feita após o final do expediente diário.

Invista em equipamentos de qualidade

Um equipamento de qualidade que pode proporcionar mobilidade ao profissional sem comprometer os movimentos ergonômetros é a utilização de um kit específico para limpeza chamado MOP.

Ele pode substituir a vassoura convencional e o rodo, possui maior alcance sob superfícies complexas e locais de difícil acesso.

Existem alguns modelos MOP que permitem a troca do pano utilizado para limpeza, evitando o contato direto do profissional e prevenindo possíveis contaminações táteis.

Mas, os carrinhos multifuncionais também são uma ótima opção, eles evitam que o operador transporte carga excessiva utilizando o próprio corpo e tenha problemas de saúde à longo prazo.

Além disso, ele evita a circulação desnecessária do operador pelo hospital, já que possui grande capacidade de armazenamento de todo o kit que será utilizado para a limpeza.

Utilize desinfetantes hospitalares

Utilizar panos convencionais faz com que ele gere um acúmulo de agentes biológicos maléficos em sua superfície, além de fazer com que o operador tenha a necessidade de fazer contato tátil ao tocar o pano para remoção ou substituição.

Utilizar não-tecidos (descartáveis) evita que o operador toque na superfície, possui grande coeficiente de absorção e retenção, é resistente e ainda obedece à uma regra da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Profissionais Capacitados

Primeiramente, qualquer tipo de profissional que deseje trabalhar em um ambiente hospitalar, independente da área, deve ser portador de grande empatia, educação, paciência e proatividade.

O profissional de limpeza hospitalar, além de todas estas características ainda deve:

  • Possuir tranquilidade para lidar com a presença de fluidos corporais (sangue, vômito, secreção);
  • Capacidade de seguir instruções;
  • Capacidade de ler e seguir procedimentos;
  • Discrição e respeito;
  • Habilidade em reagir à situações inesperadas e de total estresse;
  • Sensibilidade em reconhecer a importância da sua função para a prevenção da infecção hospitalar.

Além do perfil do profissional, é importante que o hospital forneça cursos e treinamentos de capacitação assim como: Equipamentos de Proteção Coletiva e Individual, Riscos no ambiente de trabalho, Técnicas de higiene pessoal, descarte de resíduos.

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